História Príncipe Do Caos - Capítulo 1


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Categorias Riverdale
Personagens Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Jason Blossom, Veronica "Ronnie" Lodge
Visualizações 2
Palavras 972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - 01 Tiro - Verão de 1987, Nosso Sangue Pela Coroa


Fanfic / Fanfiction Príncipe Do Caos - Capítulo 1 - 01 Tiro - Verão de 1987, Nosso Sangue Pela Coroa


Os passarinhos cantavam, as flores desabrochavam, um belo dia para acabar com vidas! >《♤》<

Em março de 1976, foi fundado o reino Rosepelt, feito inicialmente por três famílias que eram amigas, aliadas por assim dizer.
Um dia houve uma desavença entre Rockpelt e Jane'o, duas das famílias, que logo se afastaram de tudo e de todos, nunca se soube o por que dessa intriga.

Todos esses anos, após muita luta e esforço, a única família com o mesmo nome da cidade, conseguiu reerguer o seu reino, fundando também uma fábrica de armamentos para guerra, que eram fornecidos para outros países vizinhos.

Todo ano, no dia 25 de agosto, a cidade se enchia de flores e luzes para todo lado.
As ruas eram preenchidas com música e cores, assim como a felicidade estampada no rosto de cada cidadão daquela vila rústica.

O motivo? Era aniversário do filho da rainha, Conan Rosepelt.

A família real se reunia no salão principal do reino, sendo aclamada por todos seus súditos que desfrutavam de uma bela refeição noturna.

Com as estrelas a banhar o céu, as lâmpadas fluorescentes sobrevoavam, acompanhando a neblina e o último suspiro de um morador ao leste.

O príncipe, observava atentamente o brilho noturno do vilarejo, que logo poderia chamar de seu, enquanto contava as estrelas presentes nessa noite tão majestosa.

No entanto, nem tudo é um mar de rosas.

Um tiro.

Gritos.


A cidade foi tomada por pavor.
Flores eram queimadas, pessoas corriam por suas vidas, mães acalmavam suas crianças.

Ate que Ronnie, o filho mais velho da rainha, que acabara de ser coroado rei, caiu ao chão.

Sangue real era derramado pelo piso de mármore do Castelo.

Enquanto podiam se ouvir gritos do rei e da rainha, que agora se encontrava aos prantos ao lado de seu filho, que agora jazia morto a sua frente.

A coroa foi ao chão.

Assim como o último dia de paz para o pobre reino Rosepelt

《♡》

Máscaras podem esconder sua identidade, mas não o que você realmente é 《♡》

Era um dia chuvoso durante o mês de agosto.
O típico dia em que se passa a tarde toda lendo livros na biblioteca da cidade ou apenas descansando para esperar mais um dia.

O príncipe se encontrava com sua vestimenta real, acabara de adentrar o salão da biblioteca da cidade, atraindo todos os olhares para si, depois que abriu a porta de madeira e ativou o sino que havia acima da mesma.

Procurava um livro sobre a história de sua família, estava curioso para saber mais sobre o passado obscuro da realeza, já que seus pais e muito menos seu avós o queriam contar sobre como seu irmão Ronnie falecera e muito menos o por que disso.

Haviam rumores de que foram os ' Sinclar ' uma gangue ao leste da cidade que "cuidava" de marginais que por um acaso tiveram um envolvimento com a gangue e não terminaram seu trabalho.

Coen não acreditará nesse rumor, já que seus pais diziam que seu irmão era uma pessoa de boa índole e que nunca, nem de longe, se asemilaria a ele.

Procurou por entre as vinte prateleiras de madeira, mas não encontrou nada sobre a família real, apenas livros de receita, ficções e lendas urbanas da cidade.

Decepcionado, deu meia volta e já convencido de que não acharia nada por entre aquelas bandas, nem mesmo naquela cidade.

<《♤》>

Em Peachyvile.

Podia se ouvir o roncar das motos por todo lado, assim como o sangue derramado por cada canto daquele bosque que antes fora um local de negócios.

As ruas encharcadas de sangue, órgãos e lágrimas dos que algum dia lutaram por sua sobrevivência.
A lua de sangue pairava ao céu, os corvos pousados em galhos, observavam cada passo dos que fugiam de suas próprias vidas.
Julgados pelo massacre de 1987, sem nem mesmo terem participado do mesmo, os Sinclar eram perseguidos e mortos por toda e qualquer pessoa que passasse por eles.

O crime que nunca nem mesmo chegaram a cometer os perseguiria até o dia de sua morte, ou até alguém descobrir o que realmente aconteceu.

O que não demoraria muito.

O tráfico de órgãos nunca foi aceito pela sociedade, mas naquela cidade era diferente.

Tudo era aceito, sem regras, sem rumores.
Apenas Peachyvile.

<《♤》>


Um rapaz de aproximadamente 18 anos, folhava um livro desgastado rapidamente, não queria ser visto com ele por ninguém.

Após  guardar o livro e anotar tudo o que precisava no caderno que pegara na prateleira do quarto escuro, resolveu olhar a janela, afastando as velhas cortinas que de tão finas pareciam se desmanchar cada vez mais com a brisa.


A noite era fria e as árvores se chacoalhavam suavemente com a brisa, assim como os cervos, que pastavam a grama sem nenhuma preocupação.

Ate olhar com atenção os cervos,  que pareciam sem vontade nenhuma de viver, pareciam marionetes comandadas pela força da noite.

Se moviam como cobras e desapareciam como corvos a luz do luar.

Algo não parecia certo.

Um apagão resoou pela cidade, todas as luzes foram repentinamente apagadas, sem chuva, sem trovão. Apenas passos

Sentiu alguém lhe tocar o ombro, no meio do breu daquela casa abandonada que usava de refúgio, não estava sozinho.

A pessoa ou ser que o tocou, respirava pesadamente, como se estivesse fazendo esforço para se manter de pé, suas mãos eram grandes e finas, como troncos de árvore.

-- Não nos desafie Coen.

A luz voltou e é como se nada tivesse acontecido.


Tudo parecia na melhor ordem possível, os animais voltaram e a brisa parou repentinamente, era como se o tempo não fizesse sentido.

Desentendido com tudo o que aconteceu, Coen virou a cabeça para trás, se assustando com a frase escrita com sangue de cervo, que pairava em sua frente

-- damos nosso sangue pela coroa, e você, o que daria?





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