História Príncipe Lindo & Arrogante (Imagine LuHan) Livro 1 - Capítulo 4


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Categorias Lu Han
Personagens Lu Han, Personagens Originais
Tags Casamento-forcado, Harem, Hentai, Luhan, Principe, Romance, Violencia
Visualizações 1.060
Palavras 1.978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá fanáticos de plantão!👋

Hoje terá maratona de fanfics, se o Kalel melhorar daqui pra mais tarde, postarei mais três fics.

Apreciem com moderação!😘

Capítulo 4 - Inverno caloroso.


Fanfic / Fanfiction Príncipe Lindo & Arrogante (Imagine LuHan) Livro 1 - Capítulo 4 - Inverno caloroso.

O sorriso não saía do meu rosto, ver a cara de SeHun horrorizado com o que fiz, transformou da minha noite a melhor. Eu odiava tanto aquele prepotente com cara de porta, que aquilo foi pouco.

LuHan foi pego totalmente desprevenido e nunca imaginei que corresponderia ao beijo. Talvez fez aquilo para marcar território na frente do Fo Ye.

__ Por que está sorrindo? _LuHan perguntou entrando no banheiro onde eu estava escovando os dentes.

__ O que foi? _me virei com a boca cheia de creme dental. __ Não posso sorrir? _ergui uma sobrancelha e ele cruzou os braços.

__ Porque quando está sorrindo, algo de ruim aprontou ou vai aprontar. _respondeu encostado na porta.

__ Eu não... _dei de ombros. __ Só estou feliz!

__ Feliz? Viu como meu pai ficou? Estou enjoado só de pensar na bronca dele. _revirei os olhos.

__ Se fizesse as coisas direito, não seria repreendido! _murmurei baixinho, mas foi o suficiente para ele ouvir, porque LuHan me virou bruscamente na sua direção.

__ Quem você pensa que é, hein vadia? _cuspiu seus velhos insultos, mas não me movi ou reagi. __ Você me causa nojo! _fui solta com mais brutalidade.

__ Idem pra você também! _respondi baixo.

O presidente Xiao andava de um lado para o outro em seu escritório. De noite mesmo ele mandou que eu e LuHan fôssemos vê-lo lá, mas sua expressão não era nada agradável, parecia uma pimenta de tão vermelho.

Era possível ver fumaça saindo das ventas dele, mas não era pra menos, o presidente viu tudo e claro que ficaria furioso. Nada nesse mundo poderia aplacar a raiva dele.

Ficamos os dois um ao lado do outro de cabeça baixa, apenas ouvindo seus gritos, não, rosnados, porque ele mais parecia um animal selvagem.

LuHan algumas vezes tentou falar, mas só piorava as coisas. Eu nem abri minha boca, era só uma esposa contratada e se falasse qualquer coisa era adeus liberdade.

__ VOCÊS SÃO DOIS INÚTEIS! _gritou. __ Mesmo que se odeiem tanto, PELO MENOS DEVIAM FINGIR LÁ FORA! _o rosto do presidente estava ainda mais vermelho.

__ Pai, eu...

__ CALA A BOCA, MOLEQUE! Eu mandei vocês fazerem uma única coisa, uma única coisa, mas ESTRAGARAM TUDO!!!

__ Fizemos tudo que o senhor mandou, quer dizer, eu fiz! _virei para LuHan e era inacreditável a falta de vergonha na cara dele. __ Certas pessoas ao invés de ser uma boa esposa, estava se engraçando para CEO's metidos. _abri a boca incrédula e desejei matar aquele homem, mas o presidente foi mais rápido e desferiu um tapa na cabeça do filho.

__ Cala a boca que você é o mais errado nessa história! _o mais novo resmungou esfregando a cabeça. __ Pelo menos alguma coisa a S/N fez por nossa empresa. _franzi o cenho confusa.

__ Como assim? _LuHan perguntou.

__ Por causa desse incidente, Hong Fo Ye criou um certo interesse na nossa empresa e agora vamos trabalhar juntos na divulgação do novo projeto. _mordi o lábio contendo a vontade de rir, porque a cara que LuHan fez foi extremamente hilária. __ Mas não significa que não estou furioso com você! _apontou para mim.

__ Eu entendo, senhor! _abaixei a cabeça com uma falsa submissão.

__ Mas pai, aquele cara não presta! _o mais novo debateu, mas outra vez levou um tapa na cabeça.

__ Mandei falar, LuHan? Se quer fazer tuas safadezas, faz depois que eu já estiver morto! _esbravejou.

Foi mais de uma hora em pé naquele escritório ouvindo gritos e repreensões. Meus pés doíam e a fome me atingiu, mas tive que ficar ali parada sofrendo e tudo porque LuHan não conseguiu controlar o micróbio dele.

Passado tudo aquilo, voltamos para nosso quarto, nenhum se pronunciou e tive que morder a língua para não xingar LuHan de todos os palavrões possíveis.

Ele estava fazendo de propósito, queria me ver na lama, pior, queria que o presidente me mandasse de volta para o Lótus. Nem em um milhão de anos eu voltaria para aquele lugar.

Pela graça de Cristo ele não falou mais comigo, porque se ouvisse sua voz, era capaz de cometer um homicídio. Cada dia que eu passava com LuHan era um verdadeiro inferno.

[...]

Batia o pé freneticamente no piso do café, algumas vezes olhava para os lados e até roía as unhas. Não entendia o atraso delas, tínhamos marcado às cinco e nenhuma das duas ainda tinha aparecido.

__ Vai ter um colapso nervoso! _meu coração foi na goela com o susto, mas ao ver aquele rosto familiar, respirei aliviada.

__ Quer me matar de susto? _resmunguei e ela só deu de ombros sentando na mesa.

__ Não sei porque o susto, até parece que esqueceu como é minha voz. _respondeu colocando o casaco nas costas da cadeira.

Já era inverno e as ruas estavam repletas com a neve branquinha. Eu gostava de inverno, nunca presenciei um inverno com neve quando jovem, então quando vi pela primeira vez, passava horas na janela do apreciando.

__ Você acha que ela vem? _perguntei para a outra que havia feito seu pedido, mas pelo visto não gostou.

__ Não acredito que essa gente gosta de beber um café tão fraco como esse! _empurrou para longe o copo. __ Respondendo sua pergunta... ouvi dizer que o marido dela está fazendo uma sessão de fotos aqui em Xangai, talvez ela tenha conseguido vir com ele. _respondeu cruzando os braços.

__ Ei, você acha que... que ela está bem? Me preocupo tanto com ela! _mexi nos dedos nervosa.

__ Não se preocupe, aquela ali é dura na queda... parece sensível por fora, mas é uma rocha por dentro. _assenti.

__ Aloha girls?!!! _nos viramos ao ver aquela figura loira, de braços abertos e sorriso largo.

__ Quem é vivo sempre aparece! _a morena disse ao ver a mais nova.

__ Adoro seu humor negro, Docinho! _ela respondeu. __ Florzinha!!! _correu até mim dando um abraço apertado.

__ Bom te ver, Lindinha!

Era bem engraçada a história dos nossos apelidos, foi a caçula que nos nomeou. Depois de voltar do colégio, nunca perdíamos os episódios das "Meninas Super Poderosas", era nosso desenho favorito.

Ganhei o apelido de Florzinha porque era a mais velha e porque tinha um cabelão enorme. Docinho ganhou esse apelido porque além de ser a do meio, era muito briguenta. Por fim tínhamos a Lindinha, nossa caçula fofa e adorável.

__ Eu senti muita falta de vocês! _ela sentou, então encarei a loira que parecia diferente.

__ É impressão minha ou você está mais magra que o normal? _perguntei e ela me encarou para depois olhar para si.

__ Você acha?

__ Não vai me dizer que está tentando ficar magra passando fome? _Docinho perguntou.

__ Eu? _a mais nova apontou para si. __ Desde quando recusei comida para ficar magra? Isso é obra do cretino do meu marido e de sua odiosa assessora. _respondeu em desgosto. __ E por falar em comida... por quê marcamos em um café? Aqui nem tem comida de verdade! _nos entreolhamos e ela tinha razão.

QUINZE MINUTOS DEPOIS

__ Agora sim! _Lindinha esfregou as mãos uma na outra ao ver um enorme xburguer no seu prato.

__ O que a assessora fez? _perguntei.

__ Para melhorar a imagem dele, sua esposa tinha que está pelo menos no nível das modelos, alta e magra... _a morena acabou por soltar uma risada que nos chamou atenção.

__ Alta e magra? Você? Quando éramos crianças, você era o dobro da gente em largura e mesmo depois do que aconteceu conosco, ainda não se encaixava no perfil, então por quê te escolheram? _a mais nova deu de ombros.

__ Eu não sei! Só sei que naquela casa não tem nada comestível, pelo menos pra mim... na geladeira só tem folhas e água, nada de sucos com açúcar, queijo, presunto, pão, carne ou qualquer coisa que tenha um por cento de caloria. _ficamos chocadas. __ Aquela Papaléguas dos infernos, não me deixa comer nada e morro de pena da filha dele que já desmaiou no colégio porque não come direito... poxa, ela é uma criança e crianças precisam de ferro e carboidratos.

__ Sinto muito! _disse.

__ Aquele homem é a encarnação do Satanás! Ele descobriu que eu estava comendo pizza com a filha dele escondidas enquanto viajava, aí colocou o demônio veste prada na minha cola.

__ E como você conseguiu nos encontrar?

__ Primeiro eu menti dizendo que iria encontrar minhas amigas em uma casa de chá, mas não funcionou, então fiz uma ligação falsa e fugi. _deu de ombros e não pudemos conter as risadas.

__ E como vai se explicar quando te acharem? _Docinho perguntou entre risos.

__ Sempre que eu comia algo, ela cheirava meu hálito e me fazia vomitar tudo. _arregalei os olhos. __ Mas sou mais esperta e trouxe minha escova de dentes! _tirou da bolsa um creme dental e uma escova.

Ver as meninas era sempre bom, elas foram as únicas coisas que me restaram depois de todo àquele pesadelo. Eram minha única família e os únicos resquícios de lembranças da vida feliz que já tive.

Nós três éramos sobreviventes de um massacre e de um inferno que não parecia ter fim. Vê-las sorrindo novamente, mesmo com nossas vidas ferradas, ainda era bom, porque lá no fundo, ainda éramos as mesmas meninas.

Já eram nove da noite e os celulares das garotas tocaram sem parar, com certeza eram seus maridos furiosos pelo sumiço delas. LuHan nunca fez aquele tipo de coisa, certo que os outros não eram melhores que ele, mas pelo menos se importavam.

Voltei para casa em passos lentos, a lanchonete não era longe da mansão Xiao, então não fiz questão de ir de carro ou pegar um táxi, porque uma boa caminhada na neve me faria bem.

Assim que adentrei os portões da mansão, avistei uma figura familiar sentado no degrau de entrada da casa enquanto encarava o celular. Podia até imaginar que LuHan estava me esperando e hesitava em me ligar, mas aquele não era ele.

Suspirei colocando as mãos nos bolsos do casaco e continuei andando, até que ergueu a cabeça e ficou de pé. Parei de frente para ele e assim ficamos nos encarando por um bom tempo.

__ Sabe que horas são? _quebrou o silêncio.

__ Nove e quinze! _respondi.

__ Já sabe que meu pai fica furioso quando some. _pôs o celular no bolso do moleton.

__ Eu estava há duas quadras daqui. _LuHan respirou fundo e abriu a boca para falar alguma coisa, mas desistiu.

__ Entra logo que está frio... a última coisa que quero é uma mulher doente perto de mim. _virou a cabeça.

__ Certo! _caminhei para dentro da casa, mas parei na porta. __ E você? O que faz aqui fora? _virei a cabeça e LuHan fechou os punhos.

__ Estava tomando coragem para fazer uma corrida! _respondeu e sem mais delongas LuHan saiu correndo para longe.

Será que ele estava me esperando?

Não, não pode ser isso!

[...]

Outra vez os malditos pesadelos invadiram minha mente. A visão de Caleb com um tiro na cabeça me deixava em pânico, podia sentir o sangue dele ainda quente nas minhas mãos.

As lágrimas desciam sem parar e pela primeira vez desejei esquecer o rosto dele, porque as lembranças boas desapareceram, assim sobrando apenas sua imagem morta.

Foi completamente estranho, porque no momento que me vi de novo com aquele vestido de noiva manchado de sangue, as pessoas mortas na igreja e Caleb, meu grande amor nos meus braços, ouvi o som das portas se abrindo.

Ergui a cabeça e ao invés dos bandidos aparecerem, uma figura familiar surgiu como uma luz. Não conseguia entender o motivo dele estar ali, mas em seus olhos havia algo diferente, quase que acolhedor.

__ S/N! _esticou a mão para mim, então levantei do chão e corri, corri direto para seus braços.

As lágrimas inundavam meus olhos e a única coisa que consegui fazer foi abraçar forte sua cintura e chorar. Nunca ele apareceu em meus sonhos e era tão quente... LuHan era tão quente.

__ Tudo bem S/N, foi só um pesadelo... eu estou aqui! _abri os olhos e percebi que não estava mais na igreja, na verdade estava deitada na minha cama nos braços quentes de LuHan e que estranhamente eram seguros.


Notas Finais


OMG LuHan sendo todo fofo!!!
❤❤❤

Vejo vocês nos comentários! 😉

💋💋💋 no ❤


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