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História Principe Rebelde - Capítulo 3


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Notas do Autor


Olá pessoal, muito obrigado a todos pelo carinho com a fic! Espero que continuem gostando, pois foi feito com muito carinho para vocês. Os casas principais serão: ShakaXIkki, ShunXDite e CamusXMilo

As fotos são tiras da internet, crédito aos autores e ela não corresponde a época da fic.

Capítulo 3 - Mal entendido


Fanfic / Fanfiction Principe Rebelde - Capítulo 3 - Mal entendido

Devido a chuva que caía no reino de Ventura, a estreia de Milo foi adiada, pois se Manigold fizesse isso agora, teria poucos clientes e livraria menos, por isso achou melhor deixar o loiro no quarto bem escondidinho, longe da vista de todos até o momento mais oportuno. Afrodite chegava em casa todo molhado, levando uma enorme bronca de seu pai, logo entrou no banho e de preferência quente, trocando de roupa e se enrolando nas cobertas, pegando no sono. 

As chuvas causaram muitos transtornos e Saga decidiu também adiar a reunião na casa de Aldebaran, mas sabia que teria que fazer alguma coisa. No castelo, Shaka não conseguiu dormir, depois da noite de amor que teve com o moreno, o olhou por alguns minutos e sabia que teria que se afastar para que Ikki conseguisse ter sucesso na sua missão de governar um reino. Mas deixaria para pensar nisso amanhã, aproveitaria o restinho da noite nos braços do seu amor, único e verdadeiro amor, se aconchegou nos braços do moreno, sentindo seu perfume e acabou dormindo novamente.

O dia ainda amanheceu nublado e um vento frio soprava do lado de fora do castelo. Ikki finalmente acorda e pela primeira vez com o loiro em seus braços que dormia tranquilamente, então o aperta nos seus braços, fazendo soltar um gemidinho tão sex que Ikki sorrir feliz da vida era como se nada importasse naquele momento. Mas logo ouve passos e rapidamente se levanta, cobre o loiro para quem ninguém o visse nu e se esconde dentro do banheiro. Não demora muito e à porta se abre. – Shaka, Shaka! – Shun chamava por seu mestre desesperadamente.

O coração de Ikki bate apressadamente, não seria uma boa hora para que Shun descobrisse o seu envolvimento com o sumo sacerdote, tentou nem respirar para não chamar a atenção. Ao ouvir seu nome, Shaka arregala os olhos, pensando que Ikki ainda estivesse com ele. – Shun... O que está fazendo aqui? – Shaka disse após dar um pulo da cama enrolado num lençol e olhando ao redor a procura de Ikki.

Shun não tinha tempo para reparar nas feições de Shaka, simplesmente o segurou e o puxou para fora do quarto. – Shun espera eu não posso sair assim! Preciso me trocar! – Disse Shaka um tanto constrangido e angustiado.

O virginiano senta na cama suspirando, pois queria logo contar a sua experiência no vilarejo, mas teria que esperar, pois o sacerdote não poderia andar pelo castelo assim. – Está bem, só não demora!

Shaka sorriu e foi até ao banheiro, assim que abriu à porta sentiu alguém o puxando para dentro, fechando à porta , pressionando-o na mesma e tomando seus lábios carinhosamente. O loiro retribuiu na hora, abraçando o pescoço do moreno, seus corpos se conheciam tão bem que ao menor contato era o bastante para que uma chama acendesse de forma única. Alguns minutos depois Shun achando que o sacerdote estava demorando resolveu bater na porta. – Shaka? Shaka? Está demorando muito, preciso falar com você, é urgente.

Shaka e Ikki pararam o beijo e o loiro ofegante buscava ar para responder. – Já estou indo, só um....- Ikki beija os lábios de Shaka o impedindo de continuar falando, o moreno adorava esses jogos do moreno, mas apartou e respondeu. – Só um minuto! – Com uma das mãos aperta a descarga enquanto Ikki se ajoelhava e dava um lambida na glande úmida e rosadinha do loiro, que revirava os olhos com o contato.

Shun percebe algo estranho. – Você está bem? – Tocou na maçaneta.

Shaka segurou para que ele não rodasse. – És...está! – Diz arrastado, pois Ikki já estava chupando o membro do loiro deliciosamente.

Shun começa a ficar preocupado. – Shaka!!!

Shaka revirava os olhos e mordia os lábios para não gemer, as chupadas do moreno eram precisas e estava quase se derramando, mas segurava o quanto podia, embora estivesse preocupado com Shun do lado de fora, pois parecia angustiado. Ikki estava se deliciando com as caras e bocas do loiro, achava aquilo excitante, gostava de coisas perigosas.

Shun não estava gostando da demora do loiro e bate na porta com força. Shaka, abre ou eu chamo os guardas você está bem? Abre! – Shun bradou preocupado.

- Ahhh, Shun já vou....! – Deixou um gemido escapar, com uma das chupadas do moreno então aguentando acaba gozando na sua boca.

Ikki se deixou, adorava o gosto de Shaka era doce e exótico, uma verdadeira tentação. Shun decide ir procurar os guardas, enquanto isso, Ikki se levantava e tomava os lábios do loiro intensamente, sabia que tinha que sair dali ou seria pego. Eles param o beijo, se olham, Ikki segura o rosto do loiro, vendo o quanto ele estava sex com aquela carinha pós gozo, sorrir. – Nos vemos mais tarde! – Lhe da um selinho e sai apressadamente do quarto do loiro.

Ao ver que Shun se aproximava se escondeu atrás de uma enorme estátua de um deus, próximo a entrada do quarto do loiro. Quando os guardam entram, Shaka já estava vestido, mas sua mente ainda não processava o que tinha acontecido e como Ikki tinha sido inconsequente, mas extremamente prazeroso. – Shaka? – Disse Shun.

- Shun, estou bem só tive um pequeno mal estar, algo que comi ontem não deve ter caído muito bem! – Disse Shaka tentando disfarçar.

O virginiano preocupado pede aos guardas para pedirem a algum servo que fizesse um chá de boldo seu mestre, sabia o quanto era sensível o estômago do sacerdote. Shaka agradece pela preocupação, dispensa os soldados e puxa Shun para que se sentassem na cama. – E então o que tanto lhe aflige? – Perguntou o loiro.

- Shaka, como era meu pai como rei? – O virginiano menor encara os olhos do loiro um pouco temeroso.

Shaka estranha a pergunta. – Seu pai? Bom ele era um ótimo rei, um estrategista que fez muitos aliados, ganhou muitas guerras e sempre cuidava do seu povo! – Disse Shaka calmamente.

Shun não podia dizer que havia saído do castelo e muito menos que tinha visto a situação que o povo vivia. – Entendo, sinto falta dele! – Suspirou o menor.

- Não fique assim! – Shaka o abraça. - E então como estão indo os estudos? – Tenta mudar de assunto.

Enquanto eles ficam conversando, Ikki caminhava apressadamente para seu quarto que ficava do outro lado do castelo. Tentava o moreno passar desapercebido, mas foi surpreendido por Hyoga que vinha do seu quarto. – Ikki, onde você estava? – Disse Hyoga ao ver o estado do moreno.

- Eu... Eu estava com insônia e resolvi dar uma volta! – Sorriu sem graça o leonino.

- Insônia? Já são quase 9 horas da manhã? – Hyoga cruzou os braços o encarando sério.

- Ah, Hyoga para que tantas perguntas, estava sem sono e resolvi dar uma volta, isso é algo proibido? – Sai andando para seus aposentos.

- Não, Não é, porém tem que avisar quando for sair, para alguém lhe acompanhar! Sua segurança esta em primeiro lugar, já pensou se sofre algum atentado? – Disse o loiro indo atrás de você.

- Atentado não? – Ri Ikki. – Acho que errou a palavra... Eu chamaria de tentação! –

Ao perceber que falou demais caminha mais apressado ainda, não queria dar mais nenhuma explicação.

- Já tomou café? – Disse Hyoga ainda o acompanhando.

- Já um belo suco branco e adocicado como mel! Delicia! – Disse Ikki arregalando os olhos pelo que tinha falado.

- Suco branco e adocicado? Que suco é esse? – Franziu o venho o aquariano.

- Ah, Hyoga! Acho que é de graviola! – Sorrir o moreno chegando no seu quarto. – Vou me trocar e já volto.

Ikki entra em seus aposentos feliz da vida, deixando um Hyoga do lado fora revoltado, pois sabia que o moreno não estava sozinho e desconfiava com quem ele devia estar. Hyoga sai andando pelo castelo, precisava treinar e esquecer aquilo, pois já estava virando uma obsessão. Enquanto isso, bem distante dali, na província de Tallin, o rei Camus caminhava até sua carruagem que partiria do reino de Eger indo a caminho de Ventura. Após saber da morte do rei Giuty e da posse do no rei, o aquariano não poderia deixar de lhe cumprimentar, afinal eram amigos desde muito tempo. Anos atrás a província de Tallin foi conquistada depois de uma enorme guerra em que Camus e Ikki haviam participado. Após a conquista Camus foi designado por Giuty para que governasse o lugar, afinal de todos que participaram da guerra Camus era o mais bem preparado, pois além de ser um excelente guerreiro era também um ótimo estrategista. Além de ser uma conquista, era também uma cidade estratégica, pois fazia fronteiras com Ventura e caso o reino fosse invadido, teriam que passar por Eger primeiro. Camus não queria, mas acabou sendo coroado rei de Eger, apesar de sua frieza, o aquariano tentava ser um rei justo e por muitas vezes não obedecia às ordens que vinham de Ventura, como o aumento dos impostos e da carga horária dos trabalhadores. Apesar de ter um rei, Eger era submissa a Ventura, mas é claro que na maioria das vezes Camus com toda a sua sabedoria conseguia convencer o rei de Ventura de que o jeito que pensava era a melhor forma de se conseguir as coisas. O aquariano estava buscando um jeito de tornar seu reino independente e com Ikki se tornando o rei suponha que seria mais fácil, pois Ikki e ele eram amigos desde muito pequenos. Levaria algumas horas para chegar em Ventura, enquanto isso ia olhando a paisagem levemente branca, naquela época do ano costuma nevar em Tallin. – A cidade fica tão bonita assim! – Resmunga Camus com seu fiel servo Isaak ao seu lado.

- Sim senhor! Nossa cidade e linda graças a sua liderança, meu rei! – Disse Isaak.

- Não sou o rei definitivo, seu rei se chama Ikki! O rei de Ventura! – Suspirou Camus.

Isaak voltou a ficar calado, era a primeira vez que saia do reino na companhia de seu rei e não importava se o rei fosse outro, somente veneraria apenas um, a Camus.

Enquanto isso, no vilarejo Afrodite continuava seus afazeres na floricultura e caminhando por entre as rosas, encontrou algo no chão que chamou sua atenção. Ao notar uma jóia brilhante, se abaixou e pegou por entre os dedos, levantando um pouco e vendo um pingente com o símbolo do signo de virgem. – Mas de quem deve ser isso?

Naquele momento, o pisciano não se lembrava da visita do príncipe Shun, ficou olhando por alguns minutos aquele pingente brilhando, o colocou dentro o bolso da sua calça e voltou a trabalhar. Albafica ficava de longe olhando o cuidado que seu filho tinha com o seu roseiral e se sentia muito orgulhoso com aquilo. Do outro lado Saga e Kanon estavam na taberna de Aldebaran estavam planejando mais uma investida sobre o reino de Ventura. – Há um carregamento de alimentos chegando? – Comentou Aldebaran.

- Nossa população está sofrendo com os preços altíssimos e muitos não tem muitos não tem comprar mantimentos! – Disse Saga olhando os companheiros.

- É isso mesmo, vamos saquear o carregamento e distribuir para a população! – Kanon disse animado.

- É isso mesmo, vamos chamar os outros! – Aldebaran disse animado, dando os copos de vinho para eles. – Vamos brindar? – Sorrir levantando seu copo.

Os dois também brindam, bebendo logo em seguida. No castelo, Ikki iria ter uma reunião para se inteirar sobre os assuntos do reino, seria reuniões com a equipe que trabalhava com seu pai.

Com o passar das horas, Afrodite chegava em casa arrasado, estava muito cansado do trabalho intenso da floricultura, pois após a venda das rosas para a festa de posse do príncipe, tinha plantar novas mudas. Ao chegar em casa, Albafica o olha com carinho e ternura. – Boa noite filho, fiz peixe assado como gosta! – Albafica com a mesa toda arrumada.

Afrodite sorrir e ameaça dar beijo no pai, mas como estava todo sujo, preferiu tomar um banho primeiro. – Boa noite pai! Vou tomar um banho e já volto! – Sorriu o pisciano e foi apressadamente para o quarto. Assim que entra no quarto, tira o pingente do bolso de sua casa, coloca em cima da cômoda e vai tomar seu banho. Enquanto isso no palácio, Ikki já tá estava sentado à mesa de jantar, esperando que Shun aparecesse, conversaria com ele sobre a chegada de Pandora. Assim que o virginiano chega, cumprimenta o irmão com um beijo na testa e logo se senta. – Boa noite meu irmão! – Disse Shun ao se sentar.

- Boa noite meu irmão! Como foi seu dia? – Disse Ikki um pouco cauteloso, pois não saberia como ele reagiria a notícia.

- Foi ótimo, conversei com o sumo sacerdote, estudei e fiz algumas contas! – Disse normalmente o virginiano.

- Posso saber o que você e o sumo sacerdote conversaram? – O moreno sorriu.

- Nada demais, conversamos sobre o papai! – Disse Shun brincando com um garfo.

- Entendo! – Ikki olha para ele, notando algo no pescoço do irmão. – Shun, onde está o pingente que papai lhe deu? – Disse Ikki o olhando sério.

Shun arregala os olhos e passa a mão no pescoço. – Não sei, devo ter tirado e nem percebi! 

- Então trate de achar, pois além de ser uma jóia de família, possui um enorme valor sentimental. – Disse Ikki o olhando.

- Eu sei Ikki, devo ter guardado e esquecido onde coloquei! Não se preocupe! - Shun disse para acalma-lo, mas não se lembrava de ter tirado do seu pescoço e fica pensativo. 

- Shun? - Ikki chama a atenção do irmão. 

- Sim? - Shun por um momento esquece o colar e o olha. 

- Eu vou me casar! - Disse Ikki calmamente. 

- Ca...casar? - Arregalou os olhos o virginiano. Como assim casar? 

Ikki suspira. - Sim, será melhor para o reino se me casar com alguém importante, o conselho acha que será bom estreitarmos as alianças. - Disse Ikki desanimado. 

- Você não parece estar muito feliz! - Disse Shun olhando o irmão.

- Não fale bobagens Shun! Não devo pensar na minha felicidade e sim o que é melhor para o reino. - Disse Ikki. - Você o sumo sacerdote por aí, não o vejo desde ontem! - Ikki segurando o riso.

- Estive com ele de manhã, ele estava bem esquisito, acho que Shaka está sobre pressão, devia pensar um pouco em ajudá-lo. -Disse Shun olhando o irmão. 

Ikki segura o riso. - Pode deixar irmão, pensarei em como aliviar a pressão sobre Shaka! - Põe o guardanapo na mesa e se levanta. - Se o vê diz que preciso falar com ele. 

- Tudo bem irmão! - Sorrir o virginiano, também se levantando e deixando a sala. 

Ambos se despedem indo cada um para seus aposentos, Shun procura o pingente por todo seu quarto e não o encontrava em lugar nenhum, se sentia desprotegido, como se seu pai deixasse de zelar por ele. O virginiano se deita na cama olhando para o teto tentando se lembrar onde poderia ter  deixado o colar cair. Enquanto isso no quarto Ikki estava preocupado com Shaka, afinal passou o dia todo sem notícias do loiro. Não demorou muito tempo Shaka adentra no castelo, com seus ornamentos dourados e uma capa com capuz branco, foi interceptado por Hyoga que treinava com Shiryu seu companheiro de armas. - Isso são horas de chegar, sumo sacerdote? - Perguntou ironicamente o aquariano. 

Shaka seguiu andando, não estava a fim de discutir. Mas Hyoga não se deu por vencido. - O gato comeu sua língua, Shaka! - Disse rindo com Shiryu. 

Shaka parou e apertou os punhos, voltou até o aquariano e o encarou. - O gato não comeu, o gato lambeu e sentiu como minha língua trabalha bem em certas ocasiões! - Sorrir Shaka. - Você também iria gostar de provasse o que ela pode fazer! - O virginiano dá um tapinha com uma das mãos no rosto dele, se vira e sai andando para seus aposentos. Ao entra, se joga na cama e fica alguns segundos olhando para o teto, se sentia cansado, precisava relaxar. Minutos depois, se levanta e vai tomar seu banho, ao sair enrolado na toalha se depara com Hyoga dentro do seu quarto, o sumo sacerdote suspira e finge não dar importância para aquilo. - Shaka, eu não engoli a sua desculpa! - O aquariano tentava disfarçar seu olhar do corpo delgado e pálido de Shaka, seus braços longos, seus músculos levemente músculos, era a verdadeira perfeição, foi então que entendeu perfeitamente o porque de Ikki se encantar com ele. 

Shaka percebeu o olhar do e se vestiu rapidamente. - Se não engoliu eu sinto muito, terá uma forte dor de estômago, sugiro que já tome um cházinho! - Ironizou Shaka o olhando enquanto prendia o cabelo num rabo de cavalo. 

 Hyoga olhou para Shaka com desdém ao ouvir aquelas palavras, se aproximou perigosamente, segurando perigosamente  o braço do loiro e o encarando. - Olha aqui Shaka, eu não gosto de você, lhe acho uma ameaça para o reino e não confio em você! - Disse o aquariano olhando nos olhos tão claros quanto os seus. 

Shaka não se intimidou e o encarou da mesma forma, puxando o braço se soltando o outro. - Eu também não gosto de você, também não confio em você e não sou uma ameaça para o reino, sou uma ameaça para você! -Sorrir sarcástico. - Não é mesmo? - O loiro continua o encarando. 

O aquariano se mantinha sério e o olhando. - Ameaça a mim? Acho que você se equivocou, Shaka! - Você não me ameaça em nada! - Bradou o aquariano. 

- Não? Então porque está aqui? - Shaka o olhava de braços cruzados. - Não precisa responder, é por causa de Ikki não é? - Disse o virginiano. 

Hyoga arregalou os olhos. - Não sei o que Ikki tem a ver com isso? 

- Ah, não? Não se faça de desentendido, sei do seu amor secreto por ele, mas você o perdeu e não se conforma com isso, não é mesmo? - Disse Shaka o encarando.

- Eu o perder? - Rir sarcástico. - Shaka, sabe que esse tipo de relacionamento é impossível não é Shaka? Se o conselho souber, você será banido do reino e Ikki, pode ser destronado é isso que quer? - Hyoga provocou. 

- Está me ameaçando, ninguém tem como provar nada, será a palavra de um sumo sacerdote contra a sua, um meres chefe da guarda! Em quem acha que irão acreditar? - Shaka disse ironicamente. 

- Não brinque comigo Shaka! Não sabe do que sou capaz! - Hyoga o encara sério. 

- Você que não sabe com quem está lhe dando, acho melhor fingir que não existo e quando me encontrar passe para o outro lado. - Shaka olhou sério. 

Antes que Hyoga respondesse alguém bate na porta. - Senhor Shaka! - 

Hyoga abre à porta  e o servo arregala os olhos em ver o chefe da guarda saindo do quarto de sumo sacerdote e entra apressado. - Senhor,  o rei Ikki Amamiya está lhe esperando nos seus aposentos. 

Shaka suspira e sai andando em direção aos aposentos do rei, não estava se importando com o que pensavam dele, ao entrar no quarto se depara com Ikki deitado só com lençol branco cobrindo sua intimidade. - Demorou amor! - Ikki riu safadamente. 

Shaka  sorriu e começa sua caminhada até Ikki, durante o caminho iria se despindo, deixando seu sari e sua cueca jogado no chão, revelando seus pelos loirinhos e seu membro tão lindo e rosado. O virginiano se senta na cintura de Ikki, sentindo a ereção do moreno, olha para Ikki, acaricia seu peitoral. O que meu rei deseja de seu sumo sacerdote? - Disse Shaka sorrindo sensualmente. 

Ikki sente o loiro se sentar sobre seu membro excitado, aperta a cintura do loiro sorrindo e mordendo os lábios. - O rei não deseja nada, apenas Ikki, deseja Shaka, somente Shaka! - Ikki segura a nuca do loiro e toma seus lábios de forma veloz e urgente, ansiava por ele durante todo o dia. Com os toques e carícias não demora muito e Shaka estava dando um belo tratamento ao membro de Ikki, passava a língua na glande do meteno, colocava dentro da boca entrando e saindo olhando safado para Ikki que gemia e revirava os olhos pelo prazer que sentia, a boca do loiro era deliciosamente. Os gemidos de Ikki eram como músicas para os ouvidos de Shaka que continuava o tratamento que dava ao membro do moreno. Antes que Ikki gozasse, o moreno tirou a boca do loiro e trocando de posição, passou a deliciar-se com o membro de Shaka, completamente babado e ereto, algo que deixava o moreno cada vez mais louco por aquele homem. Não demorou muito para que Shaka gozasse gostosa mente na boca do moreno, se deleciando com o sabor adocicado do outro, Ikki se deita entre as pernas do loiro, colocando seu corpo sobre do loiro e tomando suas bocas de forma voraz, acariciando as coxas do outro, roçando na sua entrada seu emmebro pulsante. Os gemidos de Shaka deixavam Ikki, mais convicto de que Shaka era o homem da sua vida, aos poucos vai entrando dentro do loiro que arfa ao sentir-se invadido pelo moreno. - Ah, Ikki!!!! - Gemeu Shaka. 

Ikki abafava os gemidos de outro com beijos calhentes, ao colocar tudo, o leonino começa a estocar gostoso, aumentando a velocidade, sentindo o impacto de seus corpos, a cama rangia e Shaka arranhava as costas de Ikki. Entre os gemidos se declararam um para o outro e chegaram ao ápice juntos, gozando Ikki no interior de Shaka e o virginiano no abdômen sarado do leonino. O moreno caiu sobre o corpo do loiro, suado e ofegante, apoia sua cabeça no peito do outro e recebe um cafuné, não demora muito e pegam no sono. 

O dia amanheceu lindo, os pássaros cantavam na janela do pisciano, que estava tão cansado que nem ouviu quando seu pai lhe chamou algumas vezes para ir trabalhar no roseiral. O pisciano acorda, se espreguiça, iria tirar o dia de folga. Abre os olhos, nota os passarinhos na janela cantando e sorrir os olhando. Caminha vagarosamente até o banheiro, se despindo e entrando no chuveiro, dando três pulinhos, pois a água era fria. - Que frio! - O pisciano passava a esponja rapidamente pelo corpo para acabar logo com o banho. 

Não demorou muito, Dite já estava no seu quarto se arrumando, ao pentear seus fios, olha diretamente para a caixinha que estava em cima da pequena cômoda que tinha no quarto. Precisava encontrar o dono daquele colar e para isso precisava ir ao palácio, provavelmente seria de alguém que mora lá, pois era uma jóia muito cara, para ser de qualquer um. Termina de se arrumar, pega a jóia, põe no bolso indo para a sala, encontrando com seu pai que já tinha tomado café. - Bom dia pai! - Sorriu dando um beijo na testa do pai.

- Boa tarde né filho, já passou de meio dia! - Sorriu Albafica. - O almoço já esta saindo! - Sorriu o pai.

Afrodite sorriu, conversaram um pouco e logo almoçaram. Depois de alguns minutos o pisciano se despede, deixando sua casa indo em direção ao castelo. No meio do caminho encontrou com Saga, Kanon e Debas felizes, pois tinham interceptado o carregamento de frutas que iam para o castelo e distribuíram para a população, principalmente para famílias que tinham crianças e idosos. Afrodite passou, os cumprimentou e continuou sua caminhada até o palácio, assim que chegou no portão do palacio, os guardas eram os mesmos da festa então não teve problemas para entrar. Ao entrar admirava ainda mais o luxo do castelo, as pessoas eram bem vestidas, tinham ouros pendurados no pescoço, era o verdadeiro contraste do que viviam no vilarejo. 

Hyoga estava treinando com alguns amigos de armas, quando notou um camponês andando pelo castelo. O aquariano ficou de olho nele durante algum tempo. Enquanto isso, no castelo Ikki, Shun e Shaka tomavam café, era de costume que o sumo sacerdote tomasse café na presença do príncipe. O que levantava alguns fuxicos entre os servos, Shaka sabia que falavam dele, mas apesar de não dar importância ao que falavam, aquilo o deixava um pouco encomodado embora não deixasse transparecer. - Shun, achou seu cordão? - Ikki perguntou.

Shaka apensas observava o assunto, mas se fosse preciso iria intervir. - Não, meu irmão, não achei! - Suspira o virginiano menor. 

- Vamos revistar todos do castelo, esse cordão tem que aparecer é uma jóia de família. - Disse Ikki olhando para o irmão. 

Jabu que ouvia tudo, enquanto servia o rei, o príncipe e o sacerdote, saiu de fininho com os olhos arregalados, pois se achassem o cordão com alguém, poderia ser preso ou até morto. Chegando a cozinha, rapidamente a notícia se espalhou, deixando todos os servos alvoroçados. Hyoga soube pelos servos  o fato ocorrido e  não achou nenhuma coincidência algo do castelo sumir depois que aquele camponês chegou ao castelo. O aquariano tinha perdido Afrodite de sua vista o que levantou ainda mais suspeitas e sem pensar duas vezes reuniu alguns homens e deram uma busca pelo castelo, atrás do rapaz. 

Afrodite ainda caminhava pelo castelo, encantado, mas falaria com o príncipe ou com o rei, queria devolver o cordão, pois alguém devia estar procurando por aquilo. Caminhava o pisciano por um corredor, quando viu a sua frente um rapaz loiro, era Hyoga com dois guardas. Se aproximaram do jovem e o revistaram achando o cordão no bolso do outro e rapidamente Hyoga deu ordem aos guardas para prender e o levar para as masmorras. O pisciano arregalou os olhos com aquilo. - Eu não roubei não, não roubei, vim devolver ao dono por isso estou aqui. - O pisciano se debatia, sendo segurado pelos homens. 

- Quem vai decidir é o rei! Levem- no. - Deu um sinal para que os guardas os levassem. 

O pisciano não acreditava no que estava acontecendo, não seria preso por algo que não tinha feito sendo jogado numa masmorra úmida, fria e escura. O pisciano por mais forte que era, não se conformava e começou a gritar. - Me tirem daqui!!! Eu não fiz nada!!!! - O grito era de desespero e não conteve as lágrimas ao pensar no seu pai, na decepção que seria para ele. Enquanto isso, Shaka, Ikki e Shun, já estavam almoçando, quando  Hyoga  entrava na sala todo imponente e seguro de si. - Meu rei, Principe Shun - Ignorando  Shaka, os reverenciou. -  Achamos seu colar, príncipe Shun! 

Ikki e Shun arregalaram os olhos, Shaka se mantinha quieto e na mesma, somente prestando atenção no assunto e pensando para que pudesse aconselhar o rei da melhor forma possível. - Onde estava? - Perguntou Ikki enquanto Shun via o cordão com o pingente nas suas mãos. 

- É ele mesmo, meu pingente! - Shun admirava o colar e logo colocava no pescoço aliviado. 

Hyoga olhou para o príncipe e logo em seguida para o rei. - Tinha um camponês zanzando pelo castelo, quando o abordamos encontramos o cordão real no bolso da calça dele, entao o prendemos na masmorra! - Disse o aquariano. 

- Ótimo, deixem ele lá e amanhã o levem até minha presença, lhe alimentem até eu decidir o que farei com ele. 

Shun ao ouvir aquilo sente um aperto no peito, não sabia o porquê se sentia assim, Shaka olhava para Hyoga que se sentia o maioral e logo depois para Ikki, pensando que conselho daria para ele em relação a isso.  Ikki saiu da presença de todos, precisava resolver algumas coisas para a chegada do seu amigo Camus, deixaria para pensar no prisioneiro amanhã. Shun volta para seu quarto pensando no que tinha acontecido. - Não podia ter sido o camponês, já que o colar sumiu ontem e não hoje! - Suspirou deitado na cama. Enquanto isso, Shaka tentou conversar com Ikki, mas ele não queria tocar nesse assunto, tinha outras preocupações na cabeça, o sumo sacerdote suspirou e deixou o salão indo para o templo meditar. 

Com o passar das horas, Albafica começava a ficar preocupado, pois seu filho estava demorando. Ficava olhando da janela para o lado de fora torcendo para que seu filho entrasse pela porta. No castelo além da chegada de Camus, outra notícia chegou, o carregamento do reino tinha sido interciptado no caminho e o reino ficaria sem frutas. Isso deixou o rei, Ikki preocupado e marcou uma reunião com os membros do conselho e com o chefe da guarda para tracarrm uma melhor estratégia para reaverem o que tinha sido roubado. O clima estava muito tenso no castelo por conta da ação dos rebeldes, os problemas para Ikki já com caram a surgir em tão pouco tempo de reinado. 

 





Notas Finais


O que acontecerá com Afrodite?
Porque Hyoga tem tanto ciúmes de Shaka, será que ama o loiro ou o Ikki?
Conseguirão pegar os rebeldes e recuperarem a carga de frutas que foi saqueada?
Vamos acompanhar os próximos capítulos.


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