História Prisão Máxima: Escola - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Escola, Luta, Mortes, Sobrevivencia, Terror, Zombies, Zumbi
Visualizações 6
Palavras 1.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Seja bem-vindo(a) a essa história!! Espero que goste da temática dela, favorite e comente!!

Boa Leitura!! ❤❤

Capítulo 1 - O Início


Fanfic / Fanfiction Prisão Máxima: Escola - Capítulo 1 - O Início

Sexta/ segundo período/ 10:15Am

O dia está bastante quente, pois as nuvens estão dissipadas no céu fazendo a temperatura aumentar. Um vento seco passou da porta e passeou pelo meio da sala de aula tocando a pele de cada aluno fazendo-os arrepiarem-se. Uma bolinha de papel é jogada perto do professor que pega o papel amassado em mãos e vira-se para os alunos.

- Muito bem alunos! – O professor fala tentando manter a paciência. - Quem atirou essa bolinha de papel? - Perguntou erguendo a “prova do crime” em sua mão direta enquanto encarava a classe. O silêncio se fez presente como em nenhum outro momento daquela manhã. A atenção de quase todos se fez no professor de geografia - Irei perguntar novamente e quero alguma resposta – Todos os alunos sabiam o que isso queria dizer - Quem é o responsável por essa bolinha de papel? – Quem iria confessar ter atirado uma bolinha de papel no professor?

- Foi o Matt, professor! –Uma voz ressoa pela a sala de aula quebrando o silêncio e atrai a atenção dos alunos e do professor para o aluno que tinha esse apelido. Matt está descansado com a cabeça apoiada sobre o braço com fones nos ouvidos enquanto observava a paisagem do céu além das janelas.

- Matthew - o professor chamou o loiro que não escuta por causa dos fones - Matthew! – O professor fala praticamente gritando ao não receber uma resposta fazendo o loiro o olhar.

- O quê? – Matt pergunta ao levantar a cabeça e encarar o professor - Que é agora, tio?

- Eu não sou seu tio! – O professor fala respirando fundo para manter a calma que já está quase se esgotando.

- Pode repetir, tio? É que eu não ouvi! – O loiro fala retirando um dos fones e sorrindo para o mais velho que o manda para a diretoria – De novo, tio? - o garoto retirou o outro fone e começa a enrola-los ao entorno de seu smartphone - Eu sei que sou lindo, mas o povo da direção ainda não se encheu da minha cara não?

- Fora dessa sala! - O professor fala pela última vez já com a sua paciência esgotada fazendo o menino se levantar. Matthew era um rapaz alto, de bom porte físico, rico, loiro e dono de um deslumbrante par de olhos esmeraldas. Há dois anos capitão do time de basquete, famoso entre as garotas e sempre rodeado de amigos que, na sua maior parte, não queriam nada com a vida. Nunca fora de tirar notas baixas, pelo contrário, tirava ótimas notas em todas as matérias. Mas isso só servia para conferi-lo uma confiança ainda maior em tirar piadas com a cara dos professores. O garoto passou entre os demais alunos se dirigindo à porta enquanto imaginava outra longa conversa com a diretora e, em seguida, tendo uns minutos com a nova coordenadora que era uma mulher muito bonita. Faltava cerca de dois metros quando viu a porta costumeiramente aberta durante as aulas de geografia começar a se fechar. O menino ficou confuso e pegou a bolsa de um aluno que estava jogada no chão e colocou entre a porta e o portal para impedi-la de fechar-se por completo.

- Ei, Matt, meu notebook está nessa bolsa, sabia? – O garoto sentado perto da porta protestou já imaginando o prejuízo que teria se o notebook quebrasse, pois, por ser um modelo de última geração, o concerto dele seria bastante caro.

- Se quebrar ele paga um novo, não é mesmo senhor Matthew? - Indagou o professor com certa ironia.

- Está bem, mas agora envia o comando para a porta reabrir - O loiro voltou a encarar o professor com um sorriso cínico enfeitando os seus grossos lábios - É que eu prefiro ficar o resto da aula conversando com a coordenadora nova que é uma gata, do que ficar aqui apreciando essa visão genuína do senhor, professor. Meus pobres olhinhos carnais não seriam capazes de suportar tanta... formosura. – Falou e sorriu ao final da sua frase irônica fazendo o professor bufar. Não entendia como aquele garoto não era expulso da escuta ou talvez entendesse. Matt era o melhor esportista do colégio. O homem se aproximou da porta e começou a digitar a senha de segurança no painel, em seguida confirmou. Uma mensagem bem grande em vermelho apareceu na tela. "PERMISSÃO NEGADA!" O professor levou uma das mãos à cabeça e coçou por entre os fios finos e escuros.

- Acho que é algo com o sistema. – informou o professor virando-se aos alunos.

- E o que faremos agora professor? – Uma aluna pergunta confusa olhando para o professor e todos os alunos olham o professor esperando-o falar algo.

- Vou contatar a direção, eles resolverão logo. – Disse o professor indo até sua mesa. Pegou um tablet branco e digitou uma mensagem para um dos coordenadores. Na tela do aparelho tudo indicava que a mensagem fora enviada com sucesso, mas que não chegou. Matt já voltava para o seu lugar, não pretendia esperar em pé.

- O quê foi, prof? - Uma garota branca de cabelos lisos e negros como os olhos perguntou ao perceber a testa do mais velho franzir – Aconteceu algo?

- Parece que a mensagem não chegou - Olhou de relance para a garota que se chamava Milena - Duvido que o sinal tenha caído.

- A bateria deve está descarregada professor - Opinou outro aluno chamado Bruno. - Se quiser, eu posso tentar passar e ir informar o problema com a porta. Olha! – Levantou-se e ergueu parte da camisa mostrando seu físico esquelético.

-Tudo bem! Agora abaixa a camisa, Bruno. - Respondeu o professor e o menino o obedeceu. - Agora vai, anda logo - Ouviu-se risos de algumas garotas na sala por onde Bruno ia passando.

- Agora até para ir para a diretoria a gente tem de fazer um esforço nessa escola. - Matt comentou e o professor preferiu o ignorar. Bruno passou um braço e uma perna sem grandes dificuldades. Em seguida começou a mover seu corpo através do pequeno espaço para passagem até que seu corpo fique metade de cada lado. Então a porta voltou a forçar para fechar o quê causou certo pânico no rapaz que tentou atravessar a porta o mais rápido possível. Ouviu-se um estalar alto dentro da bolsa, o notebook havia acabado de quebrar fazendo a porta prender o garoto.

- SOCORRO! – Gritou Bruno enquanto sentia o seu corpo ser imprensado pela a porta que tentava se fechar. Todos estavam perplexos - ME AJUDEM!

- GENTE, ALGUÉM AJUDA ELE! - Uma garota loira gritou - ESSA MERDA VAI MATAR ELE!

O garoto dono do notebook recém-quebrado foi o primeiro a reagir. Levantou-se e começou a tentar empurrar a porta e, logo em seguida, outros se juntaram a ele para ajudar o menino que está gritando de dor, porém, por mais que fizessem força, nada parecia dar certo.

- Isso não está funcionando! - Disse um dos garotos que estava tentado puxar a porta e se afasta da porta cansado. Bruno grita novamente por ajuda.

- Me dá espaço! – A garota loira se levantou e correu até a porta. Começou a puxar o garoto de volta para dentro da classe conseguindo move-lo aos poucos. O garoto começou a chorar e gritar de dor quando apenas sua perna e o braço ficaram presos. A porta fez pressão cada vez com mais força até ser possível ouvir o som de ossos quebrando. Quando finalmente conseguiram leva-lo para dentro da sala, Bruno estava com a perna quebrada em dois cantos e o braço em um fazendo uma parte do osso ficar para fora. O professor e outros cinco alunos desmaiaram ao ver mais de perto o sangue que escorria pelos membros de Bruno que gritava de dor. A sala foi tomada pelo o choro de um dos alunos e a perplexidade dos demais alunos. Ninguém quis acreditar no que seus olhos viam, talvez fosse só um pesadelo e eles abririam os olhos para acordar e voltar à realidade, mas a única coisa que se abriu foi a porta.


Notas Finais


Espero que tenha gostado do capítulo!! Qualquer erro me avise!!

Bjs, até a próxima!! 😘😘😘


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