História Prision of Memories - Capítulo 9


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Mpreg, Prision Of Memories
Visualizações 85
Palavras 2.958
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


❎❌LEIA POR FAVOR❌❎
Primeiramente, olá meus filhos (todos os meus leitores são meus filhos😜). Outra que já vou me desculpando se tiver qualquer erro de ortografia ou gramatical. Revisei, mas acho que tá ruim. Depois eu faço isso com mais calma.
Acho que muitas já sabem, até porque eu já repeti isso duas vezes e essa vai ser a terceira.
Vou dar spoiler sim porque eu posso :)
O Kanata vai dar a luz por PARTO NORMAL E DESCREVI ESSE ATO COM MUITO GOSTO!
Então, se não gosta, não leia. Pula sa parte porque não faz muita diferença mesmo.
O aviso foi dado. Depois não me venham reclamar. Qualquer tipo de xingamento ou comentário que me ofenda, serei obrigada a denunciar aos Staffs do Spirit Fanfics.

Capítulo 9 - Complicações


\!/ ANTES DE LER, LEIA AS NOTAS DO AUTOR! AGRADEÇO! \!/

O dia amanheceu preguiçoso. Sem nenhum sinal de vida dos raios de sol. O tempo estava fechado e nevava fraco.

Levantei me com certa dificuldade por conta do tamanho da minha barriga.

Respirei fundo o ar gelado. Olhei para o meu lado e percebi que o Kenjirou já havia se levantado.

Será que eu dormi demais de novo?

Espreguiçei me e disse bom dia para o meu bebê.

— Bom dia, filho. Mais um dia se inicia. — Acariciava minha barriga sentindo ele se mexer. Desci da cama, fiz minha higiene diária, troquei de roupa e sai do quarto. Hoje será o meu dia de folga, ou seja, posso fazer o que eu quiser. Bem, nem tudo.

Tomo meu café da manhã de sempre e resolvo caminhar pelos arredores do castelo, mais especificamente, o jardim. Voltei ao meu quarto e peguei o casaco mais quente que tinha. O frio lá fora está de matar.

— Será que ainda cabe em mim? — Olhava com dúvida para o casaco. — Desde que me aqueça, está ótimo.

Vesti e me serviu certinho. Sorri ao ver que minha barriga se sobre saia. De algum modo fiquei feliz e orgulhoso. Sai do quarto e fui em direção a saída do castelo que dava para o jardim.

— Aonde você vai, filho? — Minha mãe disse passando pelo corredor.

— Eu vou dar uma saída. Andar um pouco pelo jardim.

— Ah meu Deus... — Ela põe a mão em frente a boca. — Melhor não. Está um frio de rachar.

— Eu sei, por isso eu coloquei um agasalho. Viu? — Mostrei o casaco. — Está aquecendo bem a gente. Não é? — Passei a mão a minha barriga e senti ele chutar. — Até ele concordou.

— Ok, mas acho que vou pedir para alguém ir com você. — Ela se vira, mas eu a impeço.

— Mãe, não precisa. Pelo amor, que exagero. Eu consigo me cuidar sozinho. Não tenho mais 5 anos de idade!

— Eu sei... — Ela se mantinha em uma expressão de dúvida e preocupação. — Ok, pode ir, mas tome cuidado para não tropeçar, esbarrar e nem escorregar no gelo. Caso aconteça alguma coisa, dá um grito, ok?

— Tá bom, mãe. — Sorri para ela e sai do castelo.

O céu estava nublado e a neve dançava conforme os ventos, elas caiam graciosamente. Há quanto tempo que não saia do castelo? Desde que descobri que estava grávido, ninguém me permitia sair. O porquê eu não sei. Só sei que é muito bom estar fora daquele ambiente escuro e enxergar um pouco da claridade natural.

Respiro o ar gelado e solto pela boca.

— Está bem quentinho aí? — Perguntei ao meu bebê enquanto acariciava minha barriga. — Espero que sim. — Sorri ao sentir ele se mexer. Hoje ele está bem agitado.

Caminhava e admirava a paisagem, o campo e as flores pintadas pelo branco. De certa forma, havia beleza nelas mesmo não podendo enxerga-las direito.

— Esticando um pouco as pernas, Majestade? — Ouço a voz do General Kaidou atrás de mim. — Bom dia.

— Bom dia. Não é fácil ficar dentro do castelo por meses. Estava começando a ficar louco lá. — Ri fraco. — Precisava sair um pouco.

— Entendo.

— E o senhor, o que faz aqui? — Perguntei a ele, que caminhava ao meu lado.

— Estou fazendo minha ronda diária. Sabe como é, ordens do Kenjirou.

— Hum, sei.

— E o senhor deve estar ansioso pela chegada do seu filho, não?

— Se estou, mas ao mesmo tempo estou com medo. Tenho medo que algo de ruim aconteça. — Falei enquanto passava a mão na minha barriga.

— Vossa Majestade é forte, tenho certeza que irá conseguir. — Kaidou sorriu gentilmente para mim.

— Obrigado. — Retribui o gesto.

De repente, senti uma fisgada na minha barriga, gemi de dor e passei mão no local.

— O senhor está bem? — Kaido diz se aproximando de mim.

— S-sim, estou. Ah! — Senti uma pontada forte, como se o bebê tivesse chutado, mas é uma sensação diferente. Se assemelhava as cólicas que tinha no início da minha gravidez, porém mais fortes. — Ai! — Senti outra pontada. Apenas fui perceber que se tratava de contrações. Respirei fundo, numa tentativa de aliviar minhas dores.

— Majestade, deixe me te ajudar. — Kaidou se oferece.

— Não precisa. Ai! Ah... — Gemi ao sentir outra contração. Dessa vez, foi um pouco mais forte, então acabei indo o chão, me ajoelhando na neve. — Ai meu Deus... Ai. — Continuava a respirar, passando a mão por toda minha barriga.

— Majestade, precisamos entrar e chamar a Doutora. O senhor está em trabalho de parto.

— Certo. Pode me ajudar, por favor?

Kaidou me ajudou a levantar e, ao poucos, me levou até o castelo. Parecia que à medida que andava, as dores pioravam. Só conseguia gemer de dor. Nunca tinha sentido algo parecido. Quando finalmente entramos no castelo, Kaidou disse para uma das criadas chamar a Elisa.

— Chame o Kenjirou também. Eu quero ele do meu lado. — Falei com certa dificuldade. Respirava fundo, mas as dores só se intensificavam.

— O que está acontecendo aqui? — Meu pai estava passando pelo local junto com a mãe.

— Mãe, pai... — Mais uma contração, abaixei minha cabeça e respirei. — Ah... O bebê está nascendo.

— Meu Deus! Alguém chame um médico! — A mulher disse aflita.

— Não precisam se preocupar, Majestade. Já mandei chamar. — Kaidou disse polidamente e com respeito.

— Levem-no para o quarto até que a Elisa chegue. — Meu pai ordenou.

— Ok. — Kaidou, delicadamente, me conduziu até o quarto.

Eis aqui um problema: os quartos ficam a três andares a cima, ou seja, vou tem que aguentar ou ter o meu filho no caminho. Esse é o problema de se morar em um castelo.

— Eu não vou aguentar... — Disse entre gemidos.

— Com licença, Senhor. — Kaidou me pegou no colo e correu até o meu quarto.

Se o Kenjirou estivesse aqui ele morreria de ciúmes.

POV'S Kenjirou

Um dia a mais. Ah, estou tão exausto esses últimos dias. Ainda bem que faltam mais três dias para o fim de semana. Não, é... Vai demorar. O bom é que semana que vem finalmemte será o nascimento do meu filho. Kanata deve estar tão nervoso, mas farei de tudo para ajudar e apoiá-lo.

— Comandante Kenjirou! — Arthur, um dos soldados, se aproxima de mim.

— Fale soldado. Não devia estar treinando? Hoje será o teste se resistência. — Disse o olhando rígido.

— Sim, eu deveria, mas preciso te dizer algo importante.

— E o que seria? — Falei indiferente.

— O Príncipe Kanata entrou em trabalho de parto.

— Aham, é?

— O seu filho está preste a nascer. — Ele disse sério.

— Hum... — Processava as informações. — Espera, o quê?! — Espantei me.

— É isso mesmo. E então te chamando.

— Ai Meu Senhor! Tome conta de tudo! Eu preciso ir! — Sai em disparo até o Kanata.

— Bom parto a ele. — Gritou Arthur de longe.

— Eu vou ser pai! — Revidei, super feliz e ansioso, porém preocupado.

~∆~

Dor.

Era a única coisa que sentia.

Uma dor insuportável.

Tentava de todas as maneiras me acalmar, mas a dor é tanta que me faz querer gritar. Coloquei em prática as técnicas de respiração que Elisa tinha me passado, mas não adiantou muita coisas.

— Que dor... — Deitado na minha cama, gemia com um dos meus braços cobrindo os meus olhos e o outro na minha barriga. — Cadê aquele desgraçado quando eu mais preciso?

— Acalme-se, Majestade. — O General passou uma toalha molhada em meu rosto. — Tenho certeza que ele está a caminho.

— Kanata! — A porta é aberta com força pelo Kenjirou que pareceu que correra até aqui. — Amor! — Ele caminha desajeitadamente até mim e me beija na testa. — Eu estou aqui.

— Ainda bem. — Disse ofegante e o Kenjirou pega minha mão. — Estava mais que na hora. — Mais uma contração, e das fortes. Gritei de dor e apertei a mão do Kenjirou com força.

— Calma, amor. Respire.— Kenjirou falou atenciosamente.

— E o que eu estou fazendo? — Falei estressado. — Ai! — Apertei sua mão com força novamente.

— Ai minha mãozinha. — Ele grunhiu.

— Nem reclame! Eu estou passando por mais dor do que você!

— Eu sei, amor. — Ele me acaricia meus cabelos. — Mas tente se acalmar. Vai dar tudo certo.

— Esta bem... — Disse ofegante.

O tempo foi passando, e as dores aumentavam, ficando mais fortes e frequentes. E eu? Bem, eu sofria. Ó dorzinha ruim... Só sei que depois dessa nunca mais. Kenjirou estava sentado do meu lado, segurando minha mão e me dizendo palavras de consolo.

— Cadê a Elisa?! — Perguntei aflito.

— Tenho certeza que ela já está vindo. — Kenjirou disse acariciando meus cabelos e apertei forte a mão dele, o ouvindo suspirar.

— Eu estou numa situação pior que a sua. Reclama não!

— Eu sei amor.

— Que bom que sabe! — Mais uma contração. — Ah! Que dor! — Respirava tentando me acalmar.

— Com licença, desculpe pela demora. — Elisa disse entrando ao lado do Kaidou. — Começou a nevar forte e tive que esperar um pouco.

— Graças você chegou! — Soltei um aleluia. — Agora tira essa coisa de dentro de mim! Faça o que deve ser feito, por favor!

— Essa coisa é nosso filho. — Kenjirou sussurrou.

— Você entendeu, não? — Arranhei seu braço quando senti mais uma contração.

Finalmente começamos o procedimento. Enquanto Elisa preparava tudo que era necessário, Kenjirou ajudou me a tirar as calças. Após isso, separei minha pernas. Foi aí que a veio uma contração e não passava. Gemi alto por conta da dor.

— Kanata, o senhor precisa empurrar. — A doutora ordenou.

Respirei o mais fundo possível e empurrei com força, apertando, ou melhor, esmagando a mão do meu marido.

A cada empurrão que dava, a dor se intensificava. A dor é insuportável, mas tentava de todas as maneiras me manter calmo.

Perco minha respiração. Respiro fundo novamente e volto a empurrar. Foi basicamente isso por dez minutos. O medo me dominava, mas eu não ia desistir. Não até o meu filho estiver aqui comigo.

— Ah... Que dor! Ai! — Reclamei sem parar de fazer força.

— Continue assim... — Elisa disse concentrada. — O senhor está indo muito bem.

— Você consegue, Kanata. Só mais um pouco. — Kenjirou me incentivava a continuar.

— Isso mesmo, já estou começando a ver a cabeça dele sair. — Disse Elisa.

— Sério? — Kenjirou falou animado.

— Ah! — Respirava tentando buscar por mais ar.

E assim foi, empurrei por mais alguns minutos. Só sei que passei a tarde toda dando a luz. No quarto, estava apenas​ eu, o Kenjirou e a Elisa.

Quando eu parei para respirar e dei mais um empurrão, senti a cabeça do bebê sair. Gritei e me contorci de dor.

— Ai! Me ajuda. — Pedi aflito para o Kenjirou.

— Calma, já está quase nascendo. Mais um pouco. — Ele me beija na testa. — Eu sei que você consegue. Ele precisa da sua ajuda para nascer. Por isso, não desista. Não agora.

Sua palavra me renovaram. Quando senti outra contração, respirei fundo e empurrei com todas as minhas forças. Aos poucos, sentia que uma hora minhas pernas iam falhar, mas mantive firme. Aguente! Falta só mais um pouco. Quando o ar fez falta, tomei a repor e continuar a empurra. Mais um pouco de força e um grito que rasgou minha garganta, sinto algo grande sair de mim.

Meu corpo antes contraído para frente, deitei me dê volta, batendo minhas costas na cabeceira. Afrouxei minha mão na do Kenjirou. Cansado e ofegante, apenas fechei meus olhos e respirei fundo, tentando controla-la.

— Parabéns, amor. — Kenjirou beija minha testa. — Sabia que conseguiria.

— Onde o bebê está? — Perguntei sem forças.

Após dizer aquilo, ouvi um fino choro.

— Meus parabéns, Majestade. O Senhor deu a luz a um menino forte e saudável. — Elisa disse me entregando o meu filho recém-nascido embrulhado na toalha.

— Meu filho... — Disse trêmulo. Não pude evitar e chorei. Chorei de alegria.

— É um menino! — Comemorou Kenjirou, logo me abraçando. — Eu te amo, amor!

— Ahaha... Eu também te amo. — Kenjirou, então, me beija apaixonadamente, sentindo minhas lágrimas quentes rolarem pelo meu rosto. — Então o seu nome será Kenro. — Sorri para ele.

— Eu preciso fazer um check up nele. Só para ver se realmente está tudo bem. — Elisa pediu.

— Claro. — Entreguei o meu filho que ainda chorava a ela. — Enquanto isso, descanse. O senhor foi muito bem. Senhor Kenjirou, eu acho que vai querer dar um banho nele, não?

— Eu posso? — Kenjirou disse feliz.

— Claro, vou checar se está tudo bem com ele e já te chamo.

— Ok. — Kenjirou mantinha o radiante sorriso em seu rosto.

Elisa levou o Kenro para o banheiro e lá fazia o check up nele.

— Finalmente eu posso ficar mais calmo. — Respirei aliviado​.

— Agora nossas vidas vão mudar para sempre. — Kenjirou beija minha mão.

— Estou tão feliz. — Disse meio sonolento.

— Parece que alguém está cansado. — Meu marido riu. — Descansa amor, você fez um ótimo trabalho hoje.

— Só uma coisa; que dia é hoje e que horas são? — Perguntei.

— Hoje é dia 15 de janeiro do ano de 1858, e o nosso pequeno veio às 17h15min. — Kenjirou disse olhando para o seu relógio de bolso.

— Dia 15 de janeiro agora será um dia especial. — Falei na maior felicidade.

— Senhor Kenjirou — Elisa o chamou. — Quero informá-lo que o seu filho nasceu bem saudável. Já pode vir, está tudo pronto. Quando terminar de darmos banho nele, já te devolvemos para amamenta-lo.

— Ok. — Falei gentilmente e o Kenjirou foi até o banheiro dar banho ao pequeno Kenro .

POV'S Kenjirou

Finalmente! Finalmente ele nasceu! Nosso pequeno milagre. Ah, estou tão feliz. Agora estou dando um banho no Kenro. Que nome bonito, né? Ele é tão perfeito!

Derramava delicadamente a água que escorria dos meus dedos pelo peito dele. Eu simplesmente não consigo tirar o sorriso do meu rosto. A Elisa me orientava a como fazer e qual é a melhor forma. Ao terminar, o seco com cuidado. Como o Kenro é calminho e tão fofo! O vesti com uma roupinha. Ela é toda branca e junto com o conjunto, tinha um touquinha que serviu certinho nele. Se bem que ficou meio grande, mas logo logo ele cresce.

Após vesti-lo, devolvo ao meu amado para que ele possa alimentá-lo.

— Pronto, aqui está o seu papai. — Entreguei ao Kanata com um sorriso.

Logo, o meu marido pegou em seus braços, deixando o contra o seu peito. Pude perceber a felicidade reluzindo em seus rosto. Seu semblante é de alegria e orgulho. Sim, ele estava orgulhoso e realizado. Agora uma nova etapa de nossas vidas se inicia.

Elisa auxiliou o Kanata a como amamentá-lo de forma correta. Ele seguiu as orientações certinho.

— O Kenro é tão calminho... — Sussurrei próximo a ele.

— É... — Kanata observava o pequeno com um lindo sorriso no rosto.

— Amor, vai lá no quarto do Kenro e pega um paninho para mim? — Kanata pediu.

Acendi e fui até lá. Abri uma das gavetas da cômoda e peguei o paninho, logo entregando a ele. Kanata limpou de leve a boca do Kenro quando o mesmo terminou.

Elisa nos parabenizou uma última vez antes de ir embora.

— Eu recomendo que o Senhor permaneça em repouso por 40 dias, até o seu corpo se recuperar do parto. — Disse ela próximo a porta.

— Certo, obrigado. — Kanata sorriu gentilmente.

Logo a moça saiu do quarto, nos deixando a sós. Bem, quase a sós. Os pais do Kanata entraram assim que a doutora saiu.

— Filho, meu parabéns! — A Katrina, mãe do Kanata, entra sorrindo.

— Então, como foi? — Alexender, pai dele, disse se aproximando.

— É, não foi fácil — Kanata riu, mas esboçava uma face cansada. — Mas deu tudo certo no final. Ah, é um menino! — Ele disse mostrando o rostinho do nosso filho.

— Ai Meu Deus! — A mulher deu um pulo de felicidade. — E qual é o nome?

— Decidimos que será Kenro. — Kanata sorriu.

Todos ficaram muito felizes, mas o Kanata deve estar muito mais. Até porque ele que fez tudo, não? Colaborei com uma pequena porcentagem. Os pais dele ficaram mais um pouco, mas logo depois nos deixaram a sós. Finalmente!

Apenas me sentar com o meu amor e desfrutar do momento em família será ótimo.

— Ele é tão calminho, né? — Sussurrei ao lado dele.

— Pois é. Quero ver mais para frente. — Kanata não parava de sorrir.

— Obrigado por me dar esse presente. — Sussurrei no pé do ouvido dele.

— Eu que agradeço, por sempre estar ao meu lado me apoiando. — Ele me deu um beijo, trocando doces carícias. Isso apenas foi interrompido quando o Kenro começou a resmungar.

— Opa — Kanata começou a dar leves tapinhas nele para acalmá-lo. — Acho que acabamos incomodando ele. — Kanata ri fraco.

— É melhor deixar ele descansar.

O Kanata o acalmou e, assim, o Kenro adormeceu e nós dois ficamos observando ele dormir tranquilo.

Nossas vidas mudarão para sempre, isso é fato. Agora o futuro nos aguarda com novas experiências e momentos.


Notas Finais


* Solta e vai embora *
Finalmente me livrei do trabalho de matemática. Posso voar agora. Mais ou menos, agora me preocupar em passar de ano.
Vejo vocês em breve. Amanhã talvez tenha capítulo novo. Fiquem atentos para o próximo capítulo da sessão da tarde.
Beijo pras minhas cabrinhas 😘🐐


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...