História Prisioneiros do Prazer (Romance Gay) - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Boys, Casamento, Crossdresser, Escravo, Esposa, Fantasia, Femboy, Garotos, Gay, Hardcore, Hentai, Hot, Lgbt, Peido, Prisão, Sexogay, Teen, Tortura, Violencia, Yaoi
Visualizações 40
Palavras 1.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, LGBT, Mistério, Orange, Romance e Novela, Saga, Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gay +18

Capítulo 2 - Capítulo Dois - Dakota


Após a prisão de Seu irmão, Max, não demorou muito para o juiz decretar a prisão de Dakota também. Ele mesmo já previa isso, pois se tinha alguém que tinha culpa no cartório esse alguém era Dakota. Ele foi o grande arquiteto do plano para emboscar e agredir sua ex-namorada Amanda. O motivo para essa agressão foi o fato dela ter espalhado pra todo o Colégio o boato de que ele era gay, pois há algumas semanas que antecederam esse episódio, eles, ainda namorados, se encontraram na casa de Amanda para transarem, porém não saiu como o combinado pois Dakota broxou na hora da relação, ela se irritou com aquilo e de tanto discutirem nos dias seguintes, resolveu espalhar o tal boato. Dakota ficou furioso com a atitude de Amanda então bolou um plano para se vingar junto com mais três amigos e seu irmão mais novo Max. O plano deu certo, eles a cercaram usando máscaras e a agrediram em uma esquina próxima ao Colégio. Porém Max deixou seu celular cair durante a fuga o que fez com que fosse o primeiro a ser preso e condenado. Sua prisão e as informações contidas em um aplicativo de mensagens no seu celular logo levou os investigados aos outros culpados, dentre eles Dakota, que estava sozinho jogando video game em casa quando os policiais bateram em sua porta.

- JÁ ESTOU INDO ABRIR! - ele gritou, enquanto ia verificar quem estava tocando a campainha tantas vezes.

Quando abriu a porta tomou um susto, havia dois carros, um de policia e outro não.

- Estamos aqui para cumprir esse mandato - um dos quatro policiais disse segurando um papel - Dakota Jones você está preso por tentativa de homicídio!

Outro policial o algemou e o puxou a força para colocá-lo na viatura. Quando ele reconheceu o carro ao lado do de Polícia seu desespero aumentou.

- Espera! Me deixa telefonar pra minha mãe, ela não está em casa! - ele disse, logo antes de ser atingido por um soco na cara de um homem que havia saído do carro ao lado.

Esse homem era o irmão mais velho de Amando que estava furioso.

- Você quase matou a minha irmã seu imbecil! - ele exclamou, enquanto dava outro soco na cara de Dakota.

- Já chega rapaz! - o policial que levava Dakota algemado disse, e então o jogou na parte de trás da viatura e fechou a porta - Vamos!

O veículo seguiu por algumas horas até o presídio Underground.

Dakota tinha dezenove anos de idade quando foi preso, um a mais que Max. Seu físico era bem diferente do irmão, pois ele era um pouco mais alto e tinha olhos e franja castanhos. E é claro, sua bunda não era tão grande quanto a de Max.

Ele fez quase o mesmo procedimento do irmão, de deixar seus pertences e ficar só de cueca, entretanto o carcereiro, que era o mesmo que conduziu Max mais cedo à sua cela, não trouxe o uniforme de detento tradicional e sim uma toalha branca.

- Cadê meu uniforme? - Dakota questionou.

- Não vai usá-lo agora, é horário de banho do detentos do bloco B, que por sinal é onde fica sua cela - o carcereiro informou - essa toalha é para você!

- Eu preciso tomar banho, estou limpo! É melhor trazer meu uniforme e depois me levar para a cela!

- Isso não é uma sugestão garoto, é uma ordem - o carcereiro disse - Você vai para o banheiro mesmo que não esteja precisando de um banho, anda logo!

Dakota, com cara de poucos amigos, decidiu obedecer, já que apesar de não estar precisando de um banho, estava sentindo necessidade de ir ao banheiro para urinar. Ele então cobriu sua cintura com a toalha e acompanhou o carcereiro em direção ao banheiro.

- Essa prisão não tá tão ruim assim - ele disse pra si mesmo em voz baixa enquanto andavam pelos corredores - esperava algo mais barra pesada.

- Chegamos - o carcereiro comunicou - Aí está o banheiro, entre!

Dakota entrou no banheiro que era trancado por uma porta com grades, essa que logo após sua entrada foi trancada. O banheiro até que era grande, se comparado com o que ele esperava encontrar, porém era bem sujo e fedia muito a urina. Bem no canto dele ficavam aos vasos sanitários divididos e separados do resto do banheiro apenas por paredes de um metro e alguns centímetros de comprimento e que iam do chão ao teto. Nada de portas, ou seja, nada de privacidade. Já que estava sozinho, Dakota não viu problema em ir até um deles urinar. Enquanto se aliviava e relaxava, tentava esquecer da enrascada em que se meteu. Após alguns minutos, Dakota ouviu vozes e passadas, notou que estavam vindo pessoas. Porém não era para os vasos que eles vinham e sim para os chuveiros pois ele começou a ouvir um barulho de água caindo. Dakota deu uma leve espiada pondo os olhos numas frestas que haviam na parede, e viu que eram três homens. Fisicamente parecidos, altos e um pouco barrigudos e bastante peludos. Estavam nus tomando banho, um em cada chuveiro. Eles começaram a conversar algo:

- Meu primo quer que eu faça um favor pra ele! - um dos homens disse.

- E o que é? - o outro perguntou.

- Quer que eu resolva uns problemas pra ele aqui dentro! Hoje entraram uns moleques, que foram presos por agredir minha sobrinha! Vou dar um jeito em um deles!

- Porque não nos dois? - o terceiro cara questionou.

- Porque ele me pediu pra focar em um, um tal de Dakota!

Ao ouvir isso dakota tirou os olhos dá brechas rapidamente e começou a ficar com medo.

- Como é o muleque?

- É um gayzinho magricela! Não vejo a hora de trombar com ele aqui dentro.

- Vamos arrombar o cuzinho dessa puta!

Dakota estava começando a suar frio. Enquanto urinava bateu o joelho no vaso, que fez um barulho alto!

- Vocês ouviram isso? Tem algum filho da puta ouvindo a gente - um dos caras falou, enquanto andava até os vasos.

Venham ver o que eu achei aqui rapazes - ele disse ao dar de cara com Dakota ao lado da privada.

Quando o suposto tio de Amanda se aproximou de Dakota, foi logo reconhecendo:

- Não acredito! Essa puta estava bem debaixo do nosso nariz!

- Como sabe que é ele?

- Hora eu vi fotos dele, reconheceria essa franja de viado em qualquer lugar!

- O que vão fazer comigo? - Dakota perguntou assustado - Eu preciso me limpar!

O tio de Amanda puxou Dakota do vaso pelo braço e disse:

- Pode deixar isso comigo sua vadia - ele respondeu, enquanto levava Dakota para o chuveiro à força - põe a bunda no chuveiro, anda!

Dakota pôs a bunda no chuveiro, e então um dos caras chegou por trás dele e pôs dois dedos sobre seu ânus, depois começou a esfregar.

- O que tá fazendo?

- Preparando seu cu, viadinho!

Após alguns segundos ele não mais esfregava mas sim enfiava os dois dedos no ânus de dakota. Enquanto isso o tio peludo começou a masturbar o pênis de dakota, ele fez isso para tirar a prova de algo. Há medida que ele masturbava o pinto ficava ereto.

- Ele broxou com minha sobrinha! Parece que não tá broxando com três machos prestes a fuder ele até bufar.

Dakota não sabia o que dizer, pois ele estava certo. Esse era o verdadeiro motivo de Dakota não ter conseguido transar com Amanda, talvez fosse realmente gay.

- Bem vamos começar a brincadeira - um dos homens disse, então levou Dakota até um dos vasos, e o colocou de quatro com os joelho em cima do vaso e as mãos na parede.

Ele primeiro enfiou a cabeça do pênis no ânus de Dakota, que estava nervoso. Naquele momento havia um contraste entre o pênis peludo dele e a bunda lisinha de Dakota. Então ele começou a enfiar... Deu duas, três, quatro, e o gemido já dava para ser escutado. Ele aumentou a intensidade, dez, onze, doze bombadas no ânus que já estava vermelho nas beiradas, treze, catorze, quinze, e o rosto de dakota também havia avermelhado.

Eles passaram quinze minutos em alta intensidade, até que o detento gozou... fazendo a porra quente penetrar fundo na ânus. Dakota reagia ao calor do sêmen, dando leves contorcidas.

- Agora é minha vez! - o outro detento disse, e então mandou Dakota levantar do vaso, e ele mesmo sentou no vaso e ordenou que Dakota sentasse em seu colo, eles então transaram nessa posição.

O encaixe foi perfeito, os dois começaram em um ritmo lendo. Pelo menos nessa posição Dakota é quem dava o ritmo, uma... Duas... Três... Quatro enfiadas suaves. E ele soltou outro pum, mas dessa vez seu parceiro de transa não se irritou como o outro. Oito, nove... Dez, onze... Dakota foi aumentando a velocidade tentando fazer com que seu parceiro gozasse logo. Quinze, dezesseis, dezessete, dezoito...

Seu objetivo estava para ser alcançado, pois o segundo detento estava prestes a ter orgasmo. Entretanto antes que isso acontecesse, ele mandou Dakota levantar de seu colo, em seguida ele levantou-se também.

- Esse seu rosto limpinho é um desperdício aí sem ser usado! - ele exclamou, então deu um abraço em Dakota e beijo de língua  - Agora Ajoelhe-se e abra a boca!

Então começou a masturbar seu pênis até disparar uma rajada de porra na boca de Dakota, que naquele momento sentia não só seu ânus queimar como também sua garganta, ele sentou-se de volta no vaso, e dessa vez era o pênis dele que pulsava.

- Dá pra ver no seu rosto o prazer que está sentindo em quicar e peidar nesses pênis - o tio de Amanda disse.

- Só estou fazendo isso porque não tenho outra escolha.

- Já tenho até um apelido pra você - ele disse enquanto se aproximava - Bufante! Dakota Bufante, esse é seu nome de hoje em diante. E vá se preparando porque chegou minha vez.

- Esse nome caiu como uma luva nele, já que vive peidando no meio da transa. - um dos detentos afirmou - o que achou de seu novo sobrenome?

Por incrível que pareça Dakota, não só havia gostado de sua primeira transa anal, mas também de como estava sendo tratado pelos presidiários. Pois apesar de não o tratarem como um homem, também não o tratavam com um gay, mas sim como uma mulher. Ele nunca havia tido seu corpo desejado tanto quanto estava tendo na prisão, nem mesmo por garotas. Finalmente havia saído do armário.

- aí grandão, qual o seu nome? - ele perguntou ao tio de Amanda.

- Me chamo Bob.

Dakota, ainda sentado no vaso, segurou suas pernas e as levantou, deixando seu ânus à mostra. As beiradas do orifício ainda estavam avermelhadas e ardiam e ainda saía um pouco de sêmen de dentro.

- O que está esperando, Bob? Meu Bufante é todo seu! - ele disse enquanto dava piscadas com o ânus.



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