História Prisioner... (Imagine Park Jimin BTS) - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Imagine Park Jimin, Prisioner
Visualizações 654
Palavras 2.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii Spirits!
Primeiramente, mil desculpas!!
Eu estou ciente que demorei (pra porra) mas eu estava em semana de provas (inclusive tenho mais essa semana), e o ano tá acabando e tals, então fiquei sem tempo pra postar.
Mas no meu tempo livre fiz esse capítulo, e pretendo fazer de mais outras fics minhas!
Vamos ver o que nos aguarda hoje?
#__________ = Seu sobrenome.

~~ Kisses!

Capítulo 12 - 12 - Justice.


Fanfic / Fanfiction Prisioner... (Imagine Park Jimin BTS) - Capítulo 12 - 12 - Justice.

"Minha cabeça está embaixo da água, mas estou respirando bem...
Você é louca e eu estou fora de controle."


Capítulo 12 - Justiça.

— YA! HOSEOK! MEU SORVETE!

Após mais uma semana agitada, lá estavam eles novamente reunidos. O trio desleixado, vulgo __________,Taehyung e Hoseok.
Ao longo do tempo, foi difícil os três terem que lidar com a morte de seu querido amigo. É claro, sempre lamentavam pela falta que sua presença fazia. Porém, o quê adiantava chorar pelo leite derramado? Ele já havia partido, e eles teriam que lidar com isso.

— ME DEVOLVE!! — Naquele momento, os três se encontravam em uma praça de alimentação do shopping, local onde sempre tinham o costume de ir depois de uma tarde de jogos de fliperama. De fato, a garota havia se apegado ao de sorriso quadrado e seu amigo bobalhão. Juntos, eles conseguiram superar as dificuldades e estavam seguindo em frente com suas vidas. Hoseok corria desesperadamente, quase tropeçando nos pés das tantas pessoas que haviam em sua frente, carregando um sorvete em sua mão e o da amiga logo na outra, quase derrubando-os no chão.

— AISH, ESSE MERDINHA! — Gritava a mais nova e Taehyung apenas ria da palhaçada em público dos demais, enquanto tentava acompanhar a menina enfurecida.

— _________... calma.. vamos r-respirar... — Taehyung comentava sem fôlego tentando chamar a atenção da amiga, já exausto da brincadeira maldita do Jung.

— RESPIRAR?! COMO EU POSSO RESPIRAR SABENDO QUE AQUELE FILHO DA MÃE ROUBOU MEU SORVETE PREFERIDO?! — Ebravejava a outra já ruborizada de tanta raiva contida em sua face, o que deixou o Kim assustado.

— Olha! Ele parou! — Apontou com o indicador para Hoseok há alguns metros de distância dos dois, aparentemente recuperando o fôlego, com seu peito subindo e descendo rapidamente.

— AH, AGORA ELE VAI VER! — Caminhou em passos largos com uma cara séria, com Taehyung a acompanhando atrás. — SEU IDIOTA! — Tratou de pisar no pé do mais velho, que começou á resmungar de dor.

— AIGOO! PRECISA PISAR NO MEU PÉ? — Entregou-lhe o sorvete —— já um pouco derretido —— em suas mãos, com uma careta de dor estampada em sua face.

— Quem mandou roubar o m-e-u sorvete. — Debochou a outra, virando-se de costas de uma maneira um tanto provocativa. — Agora, com licença, eu preciso realmente trabalhar. Meu turno já vai começar. — Saiu andando em direção á um dos restaurantes disponíveis ali perto, passando por Taehyung que estava ofegante, vendo-o ficar com uma cara de tacho. Em seguida, ele e Hoseok passaram á segui-la —— com alguns centímentros de distância, é claro —— pois ela poderia fazer mais um escândalo bem ali.

Você deve estar se perguntando: Trabalho?

Sim, por incrível que pareça, depois de passar dias trancada em seu quarto e finalmente sair, Jin a convenceu á arranjar algum trabalho —— mesmo que fosse fazendo alguns bicos como garçonete ——. E no final, ela conseguiu um restaurante bem no lugar onde custumava ir seguidamente que estava precisando de novas garçonetes —— inclusive, pagando bem, o que era um milagre ——.
É, parecia que sua vida estava entrando nos eixos novamente, como quando tinha 16 anos.

•••

 

O chão sujo, o mal odor, o barulho das goteiras, tudo, tudo se fazia presente no local onde se concentrava o pobre Park.
Ele sabia o que queria, queria sair daquele lugar de uma vez por todas, aquilo tudo o fazia se sentir solitário, e a sensação de culpa o preenchendo pelos poucos só estragava toda a sua confiança.

Mas pela primeira vez, ele sentiu que estava pagando por tudo de errado que havia feito;

Em outras palavras: Seguir a escolha de seu pai.

Jimin devia ter deistido daquilo enquanto podia, porém, sua cabeça se concentrava em apenas o foco principal de suas ações, o foco principal das ameaças daquele que o criou.

Passar noites se lamentando, encolhido no canto de uma cela, com os braços abraçando as pernas enquanto liberava sua dor em lágrimas solidárias, para ele não era um dos maiores problemas.

Parecia que os papéis haviam sido invertidos...
Mas por pouco tempo.

— Prisioneiro 0095. — Ouviu o policial gritando de longe, logo fechando os olhos por poucos segundos.

— Sim? — Gritou, ouvindo som de passos próximos de si.

— Visita, para você. — O homem próximo de sua cela citou e suas lágrimas logo foram enxugadas pelas mangas da típica blusa laranja.


-x-

 

— Oi, Yoongi. — Ditou baixo o Park observando o de cabelos negros pelo outro lado da parede transparente que dividia os dois, possuindo alguns furos.

— Jimin... — Começou o pálido, com o objetivo de dizer algo reconfortante para o outro, porém resultando em nada mais saindo de sua boca. — Você está bem? — Mordeu o lábio, enquanto se culpava. Era óbvio que ele não iria estar bem, foi preso injustamente.

Os olhos de Jimin aos poucos começaram á arder novamente enquanto marejavam. Ele não queria que um de seus únicos amigos o visse naquele estado, sem poder fazer nada. Mesmo parecendo ser uma ação de pura fraqueza, ele permitiu que as lágrimas saíssem, soltando algumas fungadas uma hora ou outra. Yoongi apenas abaixou a cabeça, odiando ver Jimin naquele estado deplorável.

— Eu comprei uma casa para quando você sair. — Mumurou baixo o Min. — Quando é o julgamento final?

— Hoje. — Enxugou os cantos dos olhos, que já estavam vermelhos. — Não precisa gastar dinheiro comigo, Yoon. — O encarou, sorrindo mínimo e forçado, pensando que aquilo o confortaria. Mas o contrário aconteceu.

— Quais foram os resultados dos outros julgamentos? — Apenas questionou sério.

— Prisão perpétua e pena de morte. — Um suspiro escapou do Min, ao mesmo tempo em que Jimin abaixou a cabeça.

— Eu e Namjoon iremos estar aqui para você sempre, Jimin. — O outro assentiu, sentindo as palavras lhe reconfortarem um pouco.
Yoongi não estava ciente do porquê, mas achava que definitivamente Jimin não era um assassino.


-x-

 

Naquele mesmo dia, o julgamento que todos tanto ansiavam, aconteceu. Jimin já se sentia fraco, como se ele estivesse traçando um caminho mas já prevendo que tudo daria errado.

Mas, para seu azar, o contrário havia acontecido.

Depois de noites em que advogados e promotores discutiam entre si —— assim como os juízes ——, eles finalmente haviam chegado á uma conclusão.

Estavam divididos os lados, promotores á esquerda, e advogados á direita.

Por mais sério que seu advogado fosse, Park acreditava que ele demonstrava afeto por seu trabalho, e naquele julgamento, a evidência que ele havia mostrado —— no caso a filmagem da câmera de segurança da casa de Jimin enquanto o assassinato ocorreu ——, pareceu convencer muito os juízes.

Então, devido ás provas contra Jimin serem apenas circunstanciais, os juízes do Supremo Tribunal aceitaram improcedência das mesmas, como um motivo para absolvê-lo.

— Eu declaro o réu inocente! — O pequeno martelo do juíz foi de encontro ao pequeno pedaço de madeira em sua enorme mesa, dando fim ao julgamento.

Alguns dias depois, Jimin havia sido finalmente liberto. Mas ele não se sentia livre.

Nas primeiras 24 horas, passou um tempo na casa que Yoongi havia comprado para o mesmo viver, já que ele havia perdido todos seus direitos. Mansão, conta bancária, tudo havia acabado para ele.

Agora ele era apenas um jovem sem muito dinheiro e com a enorme culpa ainda em sua mente.

Passava por mercados para comprar bebidas alcoólicas, —— que viraram suas melhores companheiras. As pessoas o olhavam torto enquanto cochichavam uma para a outra, obviamente falando asneiras e xingamentos para o mesmo.

Disfarce, capuz, óculos, nada. Nada adiantava, nada cobria sua face deixando-a irreconhecível. Mais um motivo para passar noites se embebedando achando essa uma das únicas coisas boas em sua vida, deitando-se em sua cama e aliviando todas as coisas ruins em gotas que deslizavam por seu rosto.

E pela primeira vez vivendo como se tudo aquilo tivesse acabado,
Ele definitivamente decidiu acabar com tudo.

Caminhou em passos desleixados até a porta de seu banheiro, não tardando á abri-la rapidamente e adentrar o pequeno cômodo. Ligou o registro de sua banheira e aguardou alguns minutos, enquanto trocava sua roupa para algo simples.

Era a hora, de pôr um fim em tudo aquilo.

Adentrou a banheira e derramou uma última lágrima ali. Se agachou até a água cobrir sua face por inteira —— enquanto transbordava ——.

Ouviu a campainha, mas apenas não ligou. Seria ali definitivamente o seu fim.

Porém, antes de fazer qulquer outra coisa, uma cena passada veio em sua mente.

Flashback

"— Quem está vindo para cá? — Questionou o senhor Park enquanto olhava Jimin, que mantinha um sorriso de lado em sua face.

— A filha da senhora #_________. — Murmurou baixo, tão obcecado em ver as mensagens em seu celular e nem notando um sorriso psicopata surgir na face de seu pai.

— Ah, é mesmo? — Questionou, movendo-se sutilmente para trás de Jimin. — Por quê ela viria? — Ergueu uma sobrancelha, curioso em saber um pouco mais.

— Os pais dela irão viajar á negócios, e então ela vai passar algumas semanas aqui. — Respondeu o outro, logo clicando no botão para ligar para mãe de _________.

— Alô? — A voz da mulher foi ouvida do outro lado da linha. — Jimin? — Questionou em um tom de voz alegre.

— Sim, sou eu senhora! — Respondeu com um sorriso radiante em seu rosto, notando seu pai apenas observando-o quieto.

— Ah, estou tão feliz em ouvir sua voz depois de tantos anos... — Refletiu a outra.

— Igualmente.

— Então... quando ela poderá ir até aí? Amanhã? — Questionou a mais velha.

— Se a senhora puder, talvez possa até mesmo ser seman... — O garoto foi interrompido por seu pai, que agarrou seu pescoço, fazendo-o arregalar os olhos, surpreso.

— A-Appa? — Murmurou com dificuldade, pois o local agarrado estava começando á ser apertado pelas mãos grandes de seu pai.

— Alô? Jimin? — A mulher que ainda continuava na linha perguntava sem parar. — Está me ouvindo? Alô?

— P-Por... quê i-isso? — Questionava o outro, quase ficando sem ar. — M-Me s-solta! — Aos poucos ele estava ficando cada vez mais fraco.

— Diga á ela para a garota vir amanhã. — Ordenou o senhor Park em voz baixa, para a outra, que ainda estava na linha, não ouvir. — Agora! — Afrouxou o aperto no pescoço de Jimin, olhando para o mesmo, que possuía uma careta amedrontada.

— S-Sim senhora, eu estou ouvindo... — Respondeu depois de um tempo. — O sinal deve estar ruim. — Inventou uma desculpa rápida.

— Ah, que susto menino! Já achei que algo havia acontecido com você!


E havia acontecido.

 

— Ela pode vir amanhã... sem problemas.

— Okay ent... — O pai de Jimin desligou no mesmo instante, fuzilando-o com o olhar.

— Cansei de ir nos seus joguinhos, Jimin.

— A-Appa, por quê fez aquilo? — Questionava enquanto dava leves passos para trás, vendo um sorriso maroto surgir no rosto do mais velho.

— Porquê eu quero uma coisa Jimin... — Se aproximou do menor rapidamente. — Vingança. — Murmurou próximo ao seu ouvido, sentindo o coração do mais novo saltitar rapidamente. — Apartir de agora, você fará tudo que eu mandar.

— O-Oquê? — Sussurrou inrédulo, se perguntando porquê seu pai ficou daquele jeito de repente.

— Primeira coisa, você irá fazer aquela menina sentir a maior dor que já sentiu antes. — Observava a feição do outro, apavorada. — Você irá... estuprá-la. — Jimin arregalou ainda mais os pequenos olhos, deixando sua boca entre-aberta.

— E-EU NUNCA VOU FAZER ISSO! — Gritou, observando seu pai reagir imediatamente e tampar sua boca, impossibilitando o mesmo de gritar.

— Não gostaria de morrer, não é, filho? — Ameaçou o outro, vendo-o tirar suas mãos imundas de si, indo diretamente para a direção de seu celular.

— Eu vou ligar para a polícia! — Chantageou, vendo o outro rir escandalosamente, derrubando o celular no chão com apenas um tapa, e tratando de pisar em cima do mesmo.

— Quer ter uma bala bem no seu peito, Jimin?

— PREFIRO MORRER DO QUE FAZER O QUE VOCÊ QUER! — Esbravejou, acertando um tapa em seu rosto. Observando-o se manter sério novamente.

— Okay, vamos jogar assim então. — Murmurou, agarrando o pescoço do mesmo novamente em seguida. — Se você não me obedecer, ELA QUE IRÁ MORRER! — Os olhos de Jimin ficaram marejados em questões de segundos, apenas com aquelas palavras. — Não gostaria de ver uma garota nova e inocente como ela com um tiro no meio da testa, não é? — Forçou mais ainda o aperto no pescoço do outro, que derramava lágrimas em seu rosto.

— E-Eu faço... só p-por favor... não machuque ela. — Rendeu-se rapidamente, abaixando a cabeça e não sentindo mais a mão do mesmo agarrando seu pescoço.

— Boa escolha... — Sorriu. — Lembre-se, mesmo que consiga fugir, mesmo que proteja ela ou não, eu sempre irei achar vocês. Sempre."


Flashback

Jimin de uma vez por todas abriu seus olhos e tirou sua cabeça do fundo da banheira, respirando ofegante.

Parecia que tudo havia sumido, toda a amargura dentro de si, todas as pessoas que o criticavam por ter sido preso, ele apenas lembrava-se de ___________ naquele momento.

Ele sabia de uma coisa...
Querendo ela ou não, ele tinha que salvá-la, pois ela estava em perigo.

— Não vou deixar ninguém te machucar. — Levantou-se da banheira ás pressas, sem ligar se estava molhado ou não, e tratou de destrancar a porta da frente, dando de cara com a pessoa que menos esperava encontrar...


 

 

 

 

 

 

— Mi-Cha? — Comentou surpreso, vendo a mulher observá-lo séria.

— Eu descobri tudo, Park Jimin.

E pelo jeito, agora ele não era o único que queria justiça.

Continua...
 


Notas Finais


Ixi, Mi-Cha descobriu, fudeu tudo. Ou será que não?
Capítulo bem W porquê sim kkkk (Entendedores entenderão).
E então, será que vai dar certo esse negócio de querer justiça? Será que a Mi-Cha vai ajudar o Jimin ou vai ficar contra ele?
Isso só descobriremos no próximo.
Um beijo da Liah, até!! ❤


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