História Prison Of Sex 4 - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags 5sos, Adam, Alex, Alex Høgh Anderson, Ashton Irwin, Calum Hood, Cashton, Drama, Fuck, Gay Sex, Harry Styles, Jail, Jasper Madison, Larry Stylelinson, Lemon, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, One Direction, Sex, Zayn Malik, Ziam
Visualizações 17
Palavras 3.744
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Genty desculpa a demora!!! Desculpa mesmo, eu fiquei meio ocupado essas semanas. Em compensação, vai ser um cap grandinho.

Capítulo 19 - Domingo!


J.A.S.P.E.R.

Quando me levantei, senti o gosto de sangue na minha boca. Não entendi o porquê que Zayn havia me dado aquele soco, mas agora já tinha feito, e estava doendo muito.

— Ai meu Deus! — Michael exclamou.

— Porra... — Murmurei, passei os dedos sobre o canto esquerdo de minha boca, onde sangrava.

— Seu idiota! — Liam gritou. — Por que fez isso?

Zayn não respondeu, o que me deixou um pouco aborrecido. Como assim ele chega e me bate do nada e nem explica o motivo? Quem ele pensa que é para fazer isso.

— Alguém tem alguma toalha ou lenço? — Harry perguntou. Mas ninguém lhe respondeu.

— Vamos até a cozinha pedir um pouco de gelo. — Liam disse, se aproximou de mim com o rosto rubro de tão vermelho, estava claramente envergonhado pelas atitudes de seu marido.

— Você vai ajudar ele? — Zayn soou indignado.

Liam, assim como todos nesse momento, se viraram para encara Zayn. Ele estava com uma expressão vem aborrecida; como se fosse voar no meu pescoço a qualquer momento.

— O que foi que deu em você?

— Sério, que merda eu fiz dessa vez? — Perguntei, levantando os braços.

— Vamos! — Liam segurou no meu pulso e saiu me arrastando para fora do círculo de pessoas que nos cercavam.

Poucas vezes na minha vida eu sentia vergonha de mim mesmo, mas naquele momento era um dos raros em que eu sentia. Ter levado um soco no meio de todos e ficar sangrando sem nem ao menos saber o motivo; bem isso é vergonhoso, até porque eu nem revidei.

Seguimos para o balcão, onde eu fiquei com mais vergonha ainda. Aquele cara que eu sempre ficava encarando, aquele de olhos azul-intenso, cabelos compridos e amarrados. Sim, era ele quem estava ali me encarando desta vez. Eu pela primeira vez em muito tempo, fiquei de cabeça baixa olhando somente para os meus pés.

— Você poderia me dar um pouco de gelo? — Liam perguntou.

— Hmmm... — A voz dele soou grave e suave ao mesmo tempo. Eu sorri ouvindo sua voz pela primeira vez; preciso pegar esse cara.

— E algumas toalhas também. — Falou Liam impaciente. Este continuou segurando meu pulso com força. — Deixe-me ver isso. — Eu levantei meu rosto finalmente; nunca tinha visto aqueles olhos azuis tão de perto. Ele se afastou sumindo por uma porta traseira. Tinha ido pegar as coisas que Liam havia pedido.

— Eu sinto muito! Eu não sei porque ele fez isso.

— Seja lá qual foi o motivo, deve ter sido bem ruim para ele ter me socado desse jeito na frente de todos.

— Na verdade eu acho que sei o que foi. — Liam disse. Eu franziu o cenho me afastando um pouco. — Estávamos brigando antes de eu sair e vir para cá. Ele estava falando que você estava fazendo minha cabeça para ficar discutindo com ele todos os dias.

— Isso é idiotice! Por que caralhos eu faria isso? — Exclamei, logo me arrependo porque a dor aumentou.

— Ele está meio fora de si, não quer assumir a culpa dos atos deles. Enfim, ele não gosta de você desde o Halloween quando me convenceu a competir usando aquela fantasia.

— Isso explica o "isso é tudo sua culpa!".

— É... Eu sinto muito mesmo. — Liam estava ficando cada vez mais vermelho. A porta se abriu e o de olhos azuis veio vindo com um pouco de gelo presos em uma toalha branca; tinha outra toalha na outra mão, esta sem gelo algum.

Estendeu a toalha primeiro para Liam, que logo pegou a mesma. Ele me fitou mas eu não consegui encará-lo por muito mais tempo, além de eu estar envergonhado, Liam cobriu metade do meu rosto com toalha tentando secar o sangue que estava escorrendo.

— Liam... Ah... LIAM! — berrei.

— O quê foi?!

— Tu tá me machucando mais ainda! — respondi.

Liam se afastou um pouco e olhou para o meu rosto. Eu nem precisava que ele dissesse mais nada, dava para sentir o sangue espalhado por toda minha bochecha.

— Eu posso...? — ele estendeu seu braço novamente. Eu pude ver todas aquelas veias torneando um braço musculoso.

Liam entregou a toalha para ele. Este abriu a mesma sobre o balcão assim como fez com a outra. Retirou o gelo da toalha limpa e passou para a suja, em seguida deu um nó na mesma. Já a limpa estava um pouco úmida, ele então a pegou e ficou com ela presa em mãos me olhando. Liam não disse nada, muito menos eu. Apenas fiquei encarando ele.

— Se estiver úmida é mais fácil. — Ele respondeu, deixando claro através de seu sotaque de ele não era britânico.

Eu caminhei até o balcão, meu coração nunca esteve tão acelerado daquele jeito; eu estava tão perto dele que podia sentir seu cheiro, e era maravilhoso. Ele me olhava somente para o lugar que sangrava, enquanto eu não tirava meus olhos dos seus.

Ele encostou a toalha sobre o machucado e eu me esquivei um pouco, afinal ainda estava bem dolorido. Só neste momento ele desviou sua atenção para os meus olhos; eu voltei para mais perto do balcão, havia somente ele separando nossos corpos agora. Forçou um pouco mais e continuou a limpar.

— Está quase pronto. — ele disse, atentamente encarando o machucado. — Só ficar com isso por alguns minutos. Sabe, para não inchar. — falou e, me entregou a toalha com gelo dentro.

Eu sem prestar atenção, acabei posicionando a mesa de um modo esquisito na bochecha, bem distante do machucado. Ele sorriu brevemente e então pousou sua mão sobre a minha, arrastando suavemente a mesma até o lugar onde realmente precisava.

— Obrigado. — falei. A voz um pouco abafada.

Ele apenas sorriu, eu amava quando ele fazia isso. Pena que não pude ficar olhando por muito tempo, porque Liam fez o favor de sair me arrastando para longe.

H.A.R.R.Y.

Depois daquela confusão, todos fomos nos deitar, aposto que muitos querendo entender porquê Zayn tinha socado a cara de Jasper. Mas isso se tornaria assunto para outro dia. Ass como minha busca por Louis.

Não que eu não quisesse procurar por ele, mas as portas já iam sem fechar e Peralta iria fazer a contagem, se eu não estivesse no meu quarto estaria com certeza com problemas. E eu não tô nem um pouco afim de ir para a solitária. Eu me joguei na cama e nem vi a hora que Jasper chegou; dormi a noite toda e só acordei no dia seguinte, quando senti algo pesado pular sobre minhas costas.

— Awn... Ele é tão fofo! — pude ouvir a vozinha que Calum fazia quando via algo realmente fofo.

Me levantei um pouco e olhei para trás; pude ver que o quê estava nas minhas costas era Chester. Consegui reconhecer suas orelhas marrons e compridas. Me virei de lado e o mesmo caiu sobre o colchão fazendo um baque profundo. Como se eu tivesse jogado um vários edredons pesados com força em cima da cama.

— Desse jeito você vai machucar ele! — Calum exclamou, se abaixou e pegou Chester no colo, deu alguns beijos no fucinho do coelho e começou a sacudi-lo nos braços como se fosse um bebê obeso.

— Sério? — falei com a voz mais rouca do que o normal.

— Harry, cancele seus planos dessa tarde. Temos um compromisso! — Jasper exclamou. Pulou da beliche de cima, caindo em pé suavemente, assim como os gatos fazem ao pular de um muro.

— Eu já disse que não vou foder com você. — respondi. Me colocando sentado na cama.

— Não é compromisso sexual, seu bastardo! — Calum respondeu. — Hoje teremos um padre visitando a prisão, e ele vai realizar uma missa durante a tarde. E vocês vão comigo!

— Realizar? — perguntei, achando estranho o vocabulário de Calum.

— Qual é Harry? Se até eu vou, você não tem desculpas. — Jasper disse.

— Fica quieto ou o próximo a lhe dar um soco serei eu!

— Ainda é muito recente pra fazer piadinhas! — Jasper disse. Se inclinou e deixou um tapa forte na minha testa.

— Harry vamos! — Calum exclamou. Se sentou ao meu lado e deixou Chester pular por toda minha cama. — Liam vai estar lá, Michael também, talvez até Louis esteja lá.

— Acho que não. Ele não é muito religioso. Eu acho. Na verdade nos nunca conversamos sobre isso.

— Então chame ele para ir também. Com tudo o que tem acontecido, nós...

— E o que vai acontecer! — Jasper interrompeu Calum. Ele estava claramente falando sobre esse tal de Pazzo que, eu tenho certeza de que não existe.

— Nós! — Calum disse aborrecido. Me lembrei que ele não gostava de ser interrompido. — Nós precisamos de ajuda espiritual.

— Vamos mais devagar, OK? — falei segurando nos ombros de Calum. — Desde de quando você se tornou uma pessoa religiosa?

— Eu sempre acreditei em Deus. Mas confesso que comecei a ir na capela há alguns meses, me conforta estar lá.

— Mas eu não sei... — respondi desviando o olhar levemente.

— Harry, meu cheiro! Tu acha mesmo que tem a opção de escolha? — disse Jasper convencido.

— Meu cheiro? Sério gente, que merda de vocabulário é esse de vocês? — indaguei.

— Só esteja pronto ás três da tarde, eu venho buscar vocês. — Calum disse. Por um instante ele olhou para o outro lado da cama e fez uma careta. — Eu vou indo então. Sabe é domingo mas eu tenho muita coisa para fazer. Jasper? Proteja o Chester por mim. — Calum terminou e saiu rapidamente do quarto.

Achamos estranho sua atitude, mas tudo ficou explicado quando nós olhamos para o canto, onde Chester havia acabado de fazer coco em cima da cama.

— Um dia eu ainda mato esse coelho.

— Mas ele é tão fofo! — Jasper disse com uma voz bem aguda e boba.

— Você vai limpar isso. Eu tenho que fazer uma coisa. — respondi me levantando.

— Fazer o quê?

— Tentar recuperar uma coisa que eu perdi há um tempo.

— Ser enigmas logo de manhã... Eu não mereço isso depois de ter sido socado e de uma noite horrível de sono.

— Ah é mesmo, eu tinha esquecido de perguntar. O que você fez para ter recebido aquele socão?!

— Eu juro que não fiz nada! Eu não sei o que deu naquele idiota! Mas até que não foi ruim.

— Não foi ruim?

— Ele limpou meu machucado Harry! E buscou gelo para mim! Eu me senti muito bem! — Jasper disparou animado e em seguida me abraçou sem motivos.

— Ele quem? — perguntei quando o garoto finalmente me soltou.

— Eu ainda não sei o nome dele, mas eu vou descobrir.

— Depois sou eu quem faz enigmas logo cedo. — Peguei algumas mudas de roupa e desci para ir tomar banho. — Limpe minha cama! — berrei do lado de fora do quarto.

Novamente eu me peguei me arrumando muito para alguém que passaria o dia inteiro preso. Mas quando eu encontrasse Louis de novo eu não pretendia estar completamente desarrumado. Eu iria procurar por ele em todos os lugares, não deve ser difícil de encontrar um cara com uma bunda enorme em um lugar como este, certo?

Passei na lavanderia para deixar a roupa suja, vi rapidamente meu reflexo no vidro de uma das tampas das máquinas de lavar. Eu usava um calça jeans preta, rasgada nos joelhos que, eu havia pego de Jasper como sempre; uma camiseta branca gola "v" sem estampa; uma bandana vermelha que também era de Jasper, amarrada na sobre a testa e, um par de botas marrons. Meus cabelos estavam começando a crescer, então eu simplesmente balancei a cabeça loucamente deixado-os bagunçados. Até eu mesmo estava com vontade de dá para aquele reflexo.

Eu fui no primeiro lugar óbvio onde Louis podia estar. O seu quarto. Caminhei pelo corredor, ignorando os comentários que os outros caras estavam fazendo sobre mim. Acredite, poucos eram maldosos. Parei sobre a porta do dormitório de Louis e bati na porta três vezes seguidas. Consegui ouvir ele murmurar do algo do lado de dentro, então presumi que podia abrir a porta. Assim eu fiz, mas não era a cena que eu esperava; talvez lá no fundo eu soubesse que aquilo poderia acontecer, mas eu não pensei que chegaria a acontecer de verdade depois de termos ficado de novo. Louis estava com outro cara na cama, deitados usando apenas cuecas.

— Merda! — Não pude deixar de ficar irritado.

— Harry? — Louis disse meu nome com dificuldade. Levantou-se um pouco para me encarar e, quando teve certeza de que era realmente eu quem estava parado em sua frente, ele fez um esforço para ficar sentado. — O que houve? — sua voz fraca não me convenceu.

— Me diz você! — Berrei.

— Fala baixo pelo amor de Jesus Cristo. — disse ele, levando as mãos até a cabeça e fechando os olhos. — Minha cabeça está estourando.

— Eu vou por um fim nisso agora. — Caminhei em passos largos até a cama de Louis; com um único puxão eu tirei o lençol fino que cobria suas pernas e joguei no chão.

O homem que dormia ao lado de Louis acordou e resmungou algo. Eu não quis saber, segurei nos seus ombros e arrastei para fora da cama o jogando no chão.

— Harry! — Louis disse lentamente, porém levemente assustado.

— Você está louco? — disse o homem no chão, que começava a se levantar.

— Você não faz ideia do quanto! — Eu o ajudei a ficar de pé. Como Louis podia ter dormido com aquele tipo? Ele era de fato asqueroso e seu cheiro não era dos melhores. — Você vai sair agora!

— Você não... — O interrompi dando um soco em sua boca.

Neste momento Louis saltou para fora da cama. O homem tentou me bater, mas graças a sua ressaca brusca, ele não acertou nada além do vento. Eu dei mais uns dois socos na cara do mesmo, um pouco fortes demais, a julgar pelo seu sangue em minha mão.

— Harry, pare com isso! — Louis disse se pondo na frente.

Eu lhe empurrei para o lado frustrado e comecei a empurra o outro homem em direção a porta; com um chute na bunda, eu o joguei no corredor, onde todos começaram a encará-lo e rir dele. Aquilo me fez sentir uma adrenalina que eu não sentia há tempos.

— Por que fez isso? — Louis perguntou se aproximando. Eu segurei em seus ombros e o empurrei de volta para trás.

— Ainda acha que não tem problemas com bebida?

— Eu já...

— Eu não queria ouvir essas desculpas! Não vai me enrolar de novo! — gritei tão alto que já estava na espera de um dos guardas vir ver o que estava havendo.

— O que eu faço só diz respeito a mim! — bradou ele.

— Não mais.

— Veremos. — Louis disse, e saiu do quarto sem se preocupar em colocar o resto de suas roupas.

— Sim, nos veremos.

Sozinho no quarto, eu comecei a procurar por bebidas. Não demorei para encontrar garrafas vazias e cheias; todas nos lugares mais inusitados possíveis.

A.D.A.M.

Hoje era o dia, eu finalmente havia conseguido marcar um dia para ir conte tudo para Pazzo. Esse é o melhor plano, se bem que eu acho que há esta altura ele já deve estar sabendo da morte do meu irmão, mas ele não sabe a minha versão, a versão que realmente aconteceu. Agora todos eles vão pagar pelo o que fizeram.

Eu subi e desci escadas, entrei e sai de becos e buracos no chão, assim como me foi instruído. Mark e eu sempre precisávamos ir até Pazzo orar encomendas e coisas do tipo, e sempre que íamos o caminho já se tornava outro completamente diferente do anterior. E desta vez não foi diferente. Mas eu consegui chegar; um cômodo pequeno e que parecia ficar há uns cem metros abaixo da prisão; era muito escuro e muito quente lá embaixo. Havia dois homens vestidos de preto um á cada lado da porta, eu disse meu nome e um deles entrou para verificar, o outro ficou com a mão sobre algo em sua cintura, eu sabia que ele estava segurando uma arma e estava preste a atirar em mim caso eu estivesse mentindo.

O outro homem voltou e fez um sinal para que eu entrasse, ambos estavam com os rostos cobertos por panos, assim eu não poderia saber quem eles eram. Eu entrei e me sentei na cadeira de couro que ficava de frente para uma mesa cheia de papéis e outras coisas, como drogas, remédios, desodorantes... tudo o que os presos conseguiam misteriosamente nos andares de cima. De repente ele se virou, mais dois homens com os rostos escondidos apareceram e se puseram em posição ao seu lado. Bem na minha frente estava um homem alto sentado em outra cadeira. Todo de preto e com uma máscara de ski, na qual eu só com seguia ver seus olhos tais escuros quanto aquele lugar pouco iluminado.

— Chegou até mim — disse ele pausadamente. Sua voz metálica e com efeitos estranhos, se ele não estivesse na minha frente eu.podia jurar que ele era um robô. — Que você queria falar comigo sobre a morte de seu irmão.

— Sim, mas eu queria mesmo era falar sobre quem causou a morte dele. — respondi já sabendo o que viria depois disso.

N.A.R.R.A.D.O.R.

quando o relógio marcou dez para as três Calum gritou do lado de fora do quarto de Harry e Jasper.

— Saíam logo daí seus filhos de uma puta!

Minutos depois Jasper abriu a porta, estava vestindo uma calça branca bem justa, uma camiseta preta com o símbolo das relíquias da morte em branco bem na frente e, uma jaqueta de couro por cima. Seus cabelos ruivos estavam perfeitamente fixos em um topete como sempre, porém não estavam tão vermelhos quanto antes; Jasper percebeu que Harry estava usando suas roupas escondido, por tanto pegou o par de botas de couro de Harry, que encontrou escondida em uma das gavetas do criado mudo.

— Você está indo para a missa falando palavrão desse jeito? — Jasper disse ironicamente. — Que feio.

— Duvido que Deus se importe com meu vocabulário. E desde quando você é fã de Harry Potter? — Calum respondeu.

— Sua vadia nojenta!

— O quê foi?

— Eu sempre fui fã de Harry Potter, eu leio os livros quase todos os dias, eu sempre fico falando... Sério que nunca notou?

— Não.

— Ai, por que a gente é amigo mesmo? — Jasper falou incrédulo.

— Só vamos logo. Aonde está o Harry?

— Ele me disse que nos esperaria lá. — Jasper falou começando a andar.

Ele poderia até não dizer, mas estava animado com aquilo.

Pelo visto não era o único, muitos estavam indo na mesma direção que eles. Tantos que mau tinham terminado de descer as escadas e deram de cara com Ashton para variar; que para variar sempre aparecia do nada na frente de alguém.

— Vocês estão indo ouvir as histórias daquele padre? — disse ele, se.oondo de pé na frente de Calum e Jasper, fazendo com que eles quase tropeçassem nele.

— Ashton!! — Jasper berrou se assustando.

— Sério! Tem que parar com essa merda! — Calum disse.

— E sim nós estamos. E você, antes de nós julgar devia pelo.menos tentar dar uma chance para as tais "histórias". — Jasper disse deixando as aspas bem claras.

— Você é ateu? — Calum perguntou.

— Bem, não, mas tem algumas coisas que são exageradas demais. — Ashton respondeu. Eles ouviram um sino.

— Vamos logo!! — Calum segurou no braço de Jasper e saiu puxando o mesmo.

Ashton ficou parado, o que deu tempo de Jasper pegar seu pulso, assim Calum o puxava e ele puxava Ashton também.

Quando chegaram na pequena capela, se assustando com o número de pessoas que tinha, os bancos já aparentavam estar todos ocupados. No altar estava o padre usando suas vestes comuns de padre. O cheiro de incenso estava forte; Calum se espremeu no meio de alguns homens e entrou para dentro da capela. Puxou Jasper pelo braço, que puxou Ashton pelo pulso. Liam gritou Calum. Ele estava sentado na última fileira de bancos. Os três correram até lá e se envolveram para caber em um branco onde já estava Liam, Michael e outro cara.

— Aonde está o Harry? — Michael perguntou.

— Ele já deve estar vindo. — Jasper respondeu.

— O que ele faz aqui? — Liam perguntou apontando para Ashton.

— Estou tão surpreso quanto você. — Ashton respondeu.

Quando deu três e cinco, o padre então começou sua missa. Harry chegou atrasado e teve de ficar em pé ao lado de outros caras na porta.

— E por isso devemos sempre amar ao próximo como se fossemos nós mesmos. — terminou o padre com a voz esganiçada. — Como um dia em que... — Ele parou e fez uma careta ao ver uma mão levantada no ar.

Todos na capela se viraram e viram que Jasper era o dono daquela mão.

— O que está fazendo? — Calum sussurrou discretamente para Jasper. — Isso aqui não é a escola.

— Eu só tenho uma dúvida, para de ser fresco. — Jasper respondeu e abaixou a mão. — Bom — aumentou ele a voz. —, você diz que devemos amar o próximo como se fossemos nós mesmos, certo?

— Sim. — respondeu o homem.

— Mas e quando o próximo é uma pessoa ruim que te causou muito mau, ou quando ela é um ladrão, ou assassino, talvez estuprador estava. Esta capela está cheia deles, e você diz que devemos amar essas pessoas mesmo assim. Me diga padre, você ama todos nós, até mesmo aqueles com passados macabros? — o silêncio tomou conta da capela.

— Acredito que todos têm direito a serem perdoados por seus pecados, mas é claro que têm de estar arrependidos. — outro mão estava no ar. O padre não estava acostumado com esse comportamento nas igrejas.

Desta vez era Ashton quem tinha uma dúvida.

— É que você não respondeu a pergunta dele. Sabe, ama todos mesmo? Por que muitos na igreja pregam sobre o amor mas vivem excluindo e excomungando aqueles que têm opiniões diferentes, gays por exemplo. — Alguns murmúrio a curiosos foram ecoando pelo local.

O padre pareceu intrigado. Assim como muitos ali presentes.

— Meu jovem, isso vai do coração de cada um, não culpaís Deus pelos atos dos homens. — respondeu o padre. Estava prestes a tomar o rumo da missa novamente quando Jasper tornou a levantar a mão.

Calum se encolheu no banco, já sabendo que aquela seria uma longa tarde. Mas eles precisavam daquilo, talvez não tivessem uma chance como aquela novamente. Se eles soubessem o que estava por vir, eles aproveitaram aquela missa para pedir perdão antes que fosse tarde demais.


Notas Finais


Assim, o Jasper é muito eu cara


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