História Prison World Bonkai - Capítulo 55


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Categorias The Vampire Diaries
Personagens Bonnie Bennett, Damon Salvatore, Malachai "Kai" Parker
Tags Bonkai, Bonnie Bennett, Kai, Malachai Parker
Visualizações 81
Palavras 2.886
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amados.

Não aguentei esperar até amanhã, espero que vocês também estejam empolgados.

Espero que gostem!

P.S Achei esses desenhos na internet e achei que serviriam lindamente para ilustrar a Tori e a Ruby. 💜

Capítulo 55 - Eu irei encontrá-lo.


Fanfic / Fanfiction Prison World Bonkai - Capítulo 55 - Eu irei encontrá-lo.


Bonnie 

O dia hoje foi tranquilo tirando a discussão com Tori mais cedo. Céus, eu a entendo, esse amor desmedido pelo pai, essa busca incessante por uma resposta, ela é exatamente quem eu era a cinco anos trás. Ela é apenas uma garota, tão nova, com tantas coisas que precisa aprender e viver ainda, me enlouquece vê-la tão presa a uma única narrativa. Mesmo Theo e eu sentindo falta de Kai, a vida de Tori gira completamente em torno do pai dela. Foram os oito anos mais difíceis de nossas vida, e eu acho que tem muitos outros anos ainda em que a sombra de Kai estará pairando sobre nossas vidas. 
    ⁃    Vamos fazer o jantar? O que querem hoje? Perguntei indo até a sala de TV onde os dois jogavam vido game. 
    ⁃    Poderíamos fazer frango xadrez. Theo falou animado. 
    ⁃    Hoje é dia da Tori escolher. Falei lembrando que tínhamos uma democracia participativa em casa, desde que Rita se aposentou, e as crianças cresceram, eu nunca mais quis ninguém para cuidar da casa, nós fazíamos todas as tarefas, dividíamos tudo e era super tranquilo para ambos, isso era ótimo pois desenvolveu neles um senso de responsabilidade grande. Agora eu estava esperando que Tori me respondesse. 
    ⁃    E então? Perguntei mais uma vez. 
    ⁃    Tanto faz. Ela falou pausando o jogo e jogando o controle no sofá. Depois saiu da sala me dando as costas. 
    ⁃    Victoria, volta aqui. Falei tentando controlar minha raiva, eu detestava quando ela fazia aquilo, e ultimamente ela vinha fazendo muito. 
Ela se virou para mim com aquela cara que adolescentes impacientes fazem e eu me controlei para não deixá-la de castigo pela próxima década. 
    ⁃    Vamos conversar. Falei sinalizando para que ela se sentasse de volta e ela o fez, eu também me sentei, tinha que dar satisfação aos meus filhos. Nós não mentíamos uns para os outros, e isso era muito importante. 
    ⁃    Eu sei que está chateada por Will ter dormido aqui. Falei olhando os dois. Ela se remexeu incomodada. - Eu deveria ter falado com vocês antes. Não quero que pareça que não me importo, ou que não respeito vocês dois. Falei sendo sincera. 
    ⁃    Você não só não nos respeita, como também não respeita o papai. Ela falou com a voz completamente firme e acusatória. 
    ⁃    Victoria eu não vou discutir isso com você pela milésima vez. Falei exausta, falar sobre Kai, principalmente com ela, era desgastante. 
    ⁃    O papai não está mais aqui, Tori. Deixa a mamãe viver a vida dela. Theo falou em minha defesa. Eu detestava vê-los em lados opostos, eles sempre se defenderam e se protegeram, então vê-los antagonizar qualquer discussão era triste para mim. 
    ⁃    É isso que vocês querem? Os dois? Querem alguém para esquecer o papai? Ela falou rindo com ironia. 
    ⁃    Nós não precisamos esquecê-lo, mas não podemos passar o resto da nossa vida esperando que Kai simplesmente passe por aquela porta. Argumentei pela milésima vez. 
    ⁃    É claro que ele não vai voltar assim, ele está pedindo nossa ajuda, mas vocês não quererem saber, não é? Estão acomodados e querem se agarrar a essa felicidade patética. Ela gritou irritada se levantando. 
    ⁃    Tori o papai deve estar morto. Esqueça isso. Theo falou se levantando também. 
Céus, nós nunca dissemos isso em voz alta, ainda mais na frente dela. Eu ouvi o coração dela se quebrar e não havia nada que eu pudesse fazer. Os olhos de Tori encaravam o irmão com uma incredulidade dolorosa. 
    ⁃    Eu esperava isso vindo dela. Victoria falou apontando para mim. - Mas nunca esperei isso de você. Você também o sente, Theo. Sabe que eu estou certa. Ela falou deixando as lágrimas lavarem seus olhos azuis. 
    ⁃    Eu o senti; uma vez.... a muito tempo. Theo falou abaixando o olhar, ele não conseguia encarar a irmã. Eu me odiava por estar entre os dois, preferia mil vezes que eles estivessem os dois contra mim, do que um contra o outro. 
Victoria secou as lágrimas com as mãos e saiu da sala. Dessa vez eu deixei que ela me desse as costas, não seria capaz de dizer nada a ela, eu não queria machucar ainda mais minha menina. Aquela pareceu ser a primeira vez que ela cogitou a morte do pai, e isso porque foi Theo quem disse. Desde muito pequenos eles sempre dividiram sensações e sentimentos, dividiram dores e alegrias, a palavra de um era lei para o outro, e vice versa. Mas agora estavam protagonizando uma fase de conflito. 
Theo correu atrás dela e eu deixei na esperança de que os dois conseguissem encontrar um meio termo e fazer as pazes. 

✨✨✨✨✨✨

Tori 

Eu não posso acredita que Theo disse que papai está morto. Ele deve estar louco, como minha mãe está. Céus, o meu coração está sangrando, eu mal consigo respirar. 
    ⁃    Para de culpar a mamãe pelo o que aconteceu. Theo falou atrás de mim, ele estava irritado. 
    ⁃    Ela é culpada por desistir dele. E você também, como pode achar que ele esteja morto? Falei quando entramos no meu quarto. 
    ⁃    Você é uma garota muito egoista, Tori. Ele me acusou. 
    ⁃    Vocês são hipocritas, estão aí seguindo com suas vidas, enquanto o papai está lá fora, em algum lugar precisando da gente. Gritei rebatendo. 
    ⁃    Eu te apoiei, eu fui seu melhor amigo, mas a mamãe está certa. Ele não vai voltar, e você precisa superar isso. Theo falou encerrando o assunto. 
Ele foi ajudar a mamãe com o jantar, eu me tranquei no quarto e chorei por alguns minutos. Depois comecei a planejar o que faria no dia seguinte. Essa história não ficaria assim. 
Meu pai jurou para mim que nunca me abandonaria, se ele estava longe era porque tinha alguma coisa errada, os sinais que ele me enviava eram muito confusos, e eu precisava de ajuda. 

✨✨✨✨✨✨

No dia seguinte, depois da aula eu fui sozinha para casa, Theo saiu com a insuportável da namorada dele, a Lucy. Eu corri para arrumar minha mochila com uma troca de roupa, dinheiro, documentos e o grimório que usei para transcrever as mensagens do meu pai, eu fui até a casa da Ruby, uma amiga do clã Bennett e da escola. Ela era a única que poderia me ajudar a aquela altura. 
    ⁃    Preciso de ajuda para decifrar alguns sonhos. Falei quando ela abriu a porta. 
    ⁃    Minha mãe vai demorar. Ela respondeu se referindo a bruxa mais experiente do clã Bennett em desvendar sonhos e visões. 
    ⁃    Não, eu quis dizer... preciso da sua ajuda. Falei quando ela me deixou entrar. 
Ruby é uma garota muito doce, temos a mesma idade, ela é muito divertida e popular na escola, enquanto eu tenho fama de ser pavio curto, todos adoram ela. Atualmente ela usa boxbraids, é bonita, muito inteligente, e uma bruxa incrivelmente poderosa, sua pele é alguns tons mais escura que a minha, e é tão linda, tem um brilho natural. As vezes enquanto conversávamos eu ficava admirando seus olhos castanhos, o formato arredondado do seu nariz e os lábios mais bem desenhados que eu já vi no mundo, e quando ela sorri, as covinhas em suas bochechas parecem incrivelmente desenhadas pelas mãos de Deus. Eu sei o que isso parece, e sim, eu estou apaixonada! Mas não tenho tempo para isso, diferente da minha mãe e meu irmão, eu estou focada em encontrar meu pai, além do mais, não faço ideia se o que sinto por Ruby poderia ser recíproco, então prefiro que ela seja minha amiga, do que não seja nada. 
    ⁃    Eu ainda não sei decifrar todos os tipos de sonho, mas posso tentar. Ela falou se jogando no chão junto comigo, pegou um bloco de papel e canetas, alguns livros da sua mãe e meu grimório. 
Passamos horas desvendando algumas das mensagens que meu pai me mandava por sonhos, algumas eram mais claras, outra pareciam enigmas indecifráveis. Ruby era boa, mesmo que ela apenas estudasse aquela arte, ela tinha talento, e me ajudou sem questionar, sem ressalvas. 
Quase no fim do dia já havíamos desvendado 90% dos sonhos e então eu contei para ela a verdade. 
    ⁃    Ruby, preciso de mais um favor. Falei tentando criar coragem para pedir que ela mentisse. 
    ⁃    Qualquer coisa por você, Vic. Ela falou me fazendo sorrir, ela era a única que me chamava de Vic e eu achava aquilo muito fofo. 
    ⁃    Se minha mãe vier até você, não conte nada do que descobrimos. Falei preocupada. 
    ⁃    Mas, Vic...pode ser perigoso. Ela disse cruzando os braços sobre o peito. 
    ⁃    Eu sei, mas prometo que te ligo, você vai ser a única a saber onde eu estou, mas minha mãe e meu irmão não podem me encontrar antes que eu consiga salvar meu pai. Por favor RB? Pedi andando até perto dela, usei o apelido que tinha dado à ela e que sabia que ela adorava. Toquei seus braços e ela desfez a postura rígida, suspirou me segurando pelas mãos. Trocamos um olhar de cumplicidade. 
    ⁃    Tudo bem, mas se você não me der notícias a cada meia hora eu vou falar pra sua mãe. Ela disse preocupada e eu adorei saber que ela se importava comigo. 
    ⁃    Combinado. Eu tenho um celular descartável, assim minha mãe não vai poder me achar pelo GPS. Falei tranquilizando-a. 
    ⁃    Okay! Ela falou soltando minha mão. Seu olhar era intenso e ela parecia aflita. Eu guardei minhas coisas na mochila, não iria demorar para minha mãe ligar para saber onde eu estava, então deixei o celular na mesa da Ruby, coloquei a mochila nas costas e andamos juntas até à porta. 
    ⁃    Se cuida, Vic. Ela disse me abraçando. Eu a abracei apertado, estava tão grata por poder contar com ela. Soltei seu abraço e abri a porta. 
    ⁃    Vic! Ela chamou com a voz um pouco trêmula. Quando eu me virei ela avançou e me beijou na boca. Meu primeiro beijo. Eu a correspondi, era um beijo tão delicado, tão inocente e que significava tantas coisas. Sua mão acariciou a lateral do meu rosto e eu copiei o gesto nela. Nossas línguas tão tímidas se acariciavam enquanto nossos corações pareciam que saltariam da boca. Quando nos afastamos nossos olhos se encontraram e eu não pude esconder o sorriso gigante que nasceu no meu rosto. 
    ⁃    Quando você voltar, conversaremos sobre isso. Ela falou também sorrindo. 
    ⁃    Sem duvida. Eu respondi me sentindo incrivelmente bem. 
Sai dali flutuando. Céus! Será que Ruby gostava de mim também? 
Me forcei a esquecer aquilo por um momento e voltei a me concentrar na missão da minha vida. Trazer meu pai de volta! 


✨✨✨✨✨✨✨✨

Os sonhos me indicavam um lugar próximo a Mystic Falls, andei até um cemitério, que descobrimos existir em meio a alguns enigmas, os sonhos não eram muito claros, mas aparentemente fizemos a leitura certa, pois assim que eu pisei no cemitério reconheci uma estátua de anjo que eu nunca havia visto antes, apenas no meu sonho. Liguei para Ruby mais uma vez, ela disse que minha mãe ligou para meu celular e ela atendeu dizendo que eu havia esquecido lá. Ela lamentou que minha mãe estivesse tão aflita, mas eu não poderia desistir agora. Deixei um bilhete nas coisas do Theo explicando tudo, mas pelo visto eles ainda não haviam achado. 
Fui até o ponto do cemitério em que o enigma do papai dizia que “nossos corações sempre se encontrariam.” Fechei os olhos e respirei fundo, ele poderia estar falando figurativa ou literalmente, então eu precisava tentar. 
Fiz a técnica de meditação que mamãe me ensinou, e que foi ele quem ensinou a ela. Silenciei tudo ao redor, me concentrei apenas nas batidas do meu coração, era difícil me concentrar, estava de noite e eu havia invadido o cemitério que já estava fechado, ou seja, eu poderia ser pega por um zelador a qualquer momento, então a adrenalina me deixava inquieta mesmo sem querer. 
Passei um tempão tentando meditar e me conectar com meu pai, mas era tão difícil. Senti as lágrimas correrem por meu rosto. Eu não teria mais chances depois disso, minha mãe me trancaria em uma masmorra por eu ter fugido e com razão. Nós nunca mentíamos, e agora eu estava sozinha em outra cidade, sem avisar, sem que ninguém soubesse do meu paradeiro. Estranhamente o choro diminuiu minhas batidas cardíacas e eu comecei a sentir o transe da medicação, então me aprofundei ainda mais. 
É minha última chance, preciso achar meu pai! 
“Nossos corações sempre se encontrarão!” Ele me disse em um sonho. 
Silêncio. 
Eu ouvia as batidas ritmadas do meu coração, de repente elas dobraram. Pareciam repetidas e por um momento pareceu ser igual a Theo e eu, nós sempre conseguimos sincronizar nossos corações e nossas respirações. Mas dessa vez era diferente, era algo novo. Agucei os ouvidos e tentei usar um pouco do instinto de vampiro que eu tinha. 
    ⁃    Pai? Sussurrei sentindo a presença dele tão forte ao meu redor. 
    ⁃    Tori? Ele sussurrou um pouco abaixo de mim. 
Eu me levantei em um pulo. 
Eu ouvi a voz dele. 
É ele, sim é meu pai. 

✨✨✨✨✨

Bonnie 


Voltei cedo para casa hoje, as crianças não estavam então aproveitei para lavar roupas. As tarefas de casa me ajudaram a me reorganizar, e a criar hábitos para lidar com meu vicio em sangue. Desde o massacre que eu causei, e depois de desligar a humanidade, era como se eu estivesse sempre à beira de um colapso. Eu poderia ter me tornado uma estripadora como Stefan ou Lily Salvatore, e só não fui mais longe pois Kai me parou. Me lembrar dele era difícil, a saudade doía em meu peito, mas de certa forma eu era tão grata, ele era o único motivo pelo qual hoje eu estava junto aos meus filhos. Não existiam sentimentos fáceis quando se tratava de Malachai Parker. 
    ⁃    Mamãe, cheguei. Ouvi a voz de Theo. 
    ⁃    Oi amor. Como foi seu dia? Perguntei quando ganhei um beijo. 
    ⁃    Tranquilo. Ele respondeu do seu jeito todo descolado. 
    ⁃    E a Lucy? Perguntei interessada. 
    ⁃    Está bem, fomos a casa do Martin fazer trabalho e a mãe dela me deixou aqui. Theo falou se servindo de água. 
    ⁃    E Tori? Perguntei achando que os dois estariam juntos, eles sempre estavam. 
    ⁃    Ela veio para casa depois da aula. Ele falou estranhando minha pergunta. 
    ⁃    Ela não está em casa. Falei pegando meu celular. Liguei no celular dela uma vez e deu caixa postal. 
Liguei novamente já me sentindo preocupada quando finalmente atendeu. 
    ⁃    Senhora Parker, é a Ruby! Ela falou ao telefone. 
    ⁃    Oi, Ruby. Estou tentando falar com a Victoria, ela está na sua casa? Perguntei. 
    ⁃    Ela esteve aqui a tarde, mas já foi embora e esqueceu o celular. Ruby falou com uma voz estranha. Céus, Victoria nunca esquece o celular, é mais fácil esquecer a cabeça. 
    ⁃    Ruby, ela disse se estava vindo direto para casa? Perguntei ficando mais preocupada ainda. 
    ⁃    Ela não disse senhora Parker. Ruby respondeu claramente mentindo. 
    ⁃    Ruby, por favor, se você sabe onde Victoria está, me diga. Exigi a ela, eu não queria intimidar uma menina de 15 anos, mas o faria se fosse necessário. 
    ⁃    Me desculpe, senhora Parker... Ela disse que deixou um bilhete para Theo. É tudo o que eu sei. Ela falou. Eu desliguei o celular na mesma hora e corri até o quarto de Theo sendo seguida por ele. 
    ⁃    Ruby disse que sua irmã deixou um bilhete. Falei revirando a cama e o criado mudo. 
    ⁃    O que? Ele perguntou confuso. 
    ⁃    Theo, acho que sua irmã pode estar fazendo alguma besteira. Falei para ele. Theo se apressou em olhar pelo quarto. Foi até sua escrivaninha, na tela inicial do seu MacBook tinha uma nota. 

“ Eu sinto muito que nós não estejamos compartilhando este sentimento, como sempre compartilhamos tudo. Mas eu sei que o papai está vivo, e que precisa de nós. Eu decidi que não vou mais discutir e tentar convencer você e a mamãe de que devemos fazer algo, eu simplesmente vou fazer minha parte. 
Theo, eu amo você e a mamãe, mas também amo o papai, e se eu não puder voltar com ele são e salvo, então eu não voltarei.
Ele é parte de mim, e prefiro morrer do que desistir dele.” 

XX Tori. 

A carta terminou e eu tremia como se tivessem arrancado um pedaço de mim. 
    ⁃    Mãe? O que vamos fazer? Theo perguntou apavorado. Ele tinha os olhos marejados pelas lágrimas. 
    ⁃    Temos que achá-la. Falei pegando o telefone. Liguei para Elena, ela estava na cidade e me ajudaria a encontrar minha filha. 
Corremos para o carro, Theo escrevia bilhetes tentando enviar com mágica para Tori, mas ela havia bloqueado todas as formas de nos contactar. Os bilhetes queimavam nas mãos de Theo enquanto ele trincava o maxilar em sinal de raiva. Ele se parecia muito com Kai, e pensar em perder Tori o lançava à beira de um penhasco. 
    ⁃    Theo. O chamei enquanto dirigia o mais rápido possível. - Vamos achá-la, ok! Falei tocando sua mão, ele engoliu o nó na garganta e concordou comigo. 
Pegamos Elena e fomos até a casa de Ruby, ela deveria saber mais do que disse e eu iria descobrir. 

 


Notas Finais


Antes que alguém pergunte, sim eu sou bissexual, então em todas as minhas histórias vai ter alguém lgbtq+ pq a gente merece ser representado em todos os lugares e com afeto 🖤

Comentem!
Kaizinho tá voltando babe! 😈


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