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História Prisoner Love - Fack - Capítulo 37


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Notas do Autor


Oioi atrasei? Hm talvez, vocês devem estar esperando por esse capítulo desde do dia 17 então boa leituraaa!

Capítulo 37 - Confusion Part One - 2 x 02


Fanfic / Fanfiction Prisoner Love - Fack - Capítulo 37 - Confusion Part One - 2 x 02

꧁༻ꕻ༺꧂

Finn estancou no lugar, ficou paralisado olhando para Jack, como se nunca o tivesse visto antes, ele não sentia raiva, ele sentia ira.

Pela primeira vez desde que pusera os olhos em Jack ele quis agredi-lo fisicamente, de verdade, tamanha a sua fúria.

Aquilo não podia mesmo ser verdade, ele se negava a acreditar, aquela pessoa que ele tanto amava e que tanto depositara confiança não podia mesmo ter feito isso com ele.

-Eu quero que você repita o que disse para mim, Jack Wolfhard Grazer! -Finn falou bem próximo ao rosto choroso do pequeno, sua voz exalando ódio, colocando o dedo em sua cara. Estava cuspindo fogo -Por que eu duvido que o meu amor faria isso comigo! Eu duvido! Você não é assim!

-Eu estava com muita raiva, Finn! -Jack se desesperou -E… ele me implorou ajuda quando eu cheguei lá! Me disse que você ficaria ainda pior se soubesse que eu o libertei… e como eu estava morrendo de raiva por você ter matado o meu pai eu simplesmente o soltei. Foi na hora da raiva amor!

-E POR QUE CARALHOS VOCÊ NÃO ME FALOU DEPOIS? -Finn gritou tremendo de fúria -SETE ANOS NÃO FORAM O SUFICIENTES?

Jack arregalou os olhos dando dois passos para trás. Estava com medo, porque Finn nunca falou assim consigo, nunca!

-E-Eu…

Wolfhard segurou seu braço o puxando para si com força, os rostos próximos se encararam fixamente.

-Por que não me falou depois, Jack? -Ele sussurrou, sua voz fria como nunca antes, os olhos negros pareciam pedras duras, seu rosto exalava raiva por todos os poros -Algo não está fazendo sentido aqui!

Jack engoliu em seco, fitando os olhos irados do amado.

-Finn… eu sei que está chateado, mas nós precisamos salvar as crianças…

-Primeiro você responde a porra da minha pergunta! -Ele apertou ainda mais o braço do ruivo, o rosto duro avaliando todas as expressões faciais do mais novo -Por que você nunca me falou dessa merda antes?

Jack estava assustado com tudo isso, ele o apertava tão forte que doía. Soube, morrendo de medo, que Finn não sairia dali sem uma resposta.

Sentiu uma imensa vontade de chorar, que não pôde mais ser controlada.

-Por que eu tive medo da sua reação! -Jack disse aos prantos, os soluços altos -E parece que eu estava certo em temer isso, olha só pra você!

Finn ainda lhe avaliava de perto, o aperto em seu braço parecia ferro de tão forte. O maior nunca esteve com tanta raiva de Jack, até porque nunca tivera esse sentimento pelo baixinho, não de verdade.

-Olha só para mim? -Ele disse indignado, soltando brutalmente o braço do menor, que cambaleou e caiu na cama de Alice. Jack estava olhando assustado para Finn que parecia um touro enraivecido chutando os móveis, grunhindo de raiva -Eu sempre fiz e faço tudo por você Jack, sempre! Tudo o que você me pede eu te dou, sem exceção! Porra, até eu que odeio criança aceitei sequestrar os gêmeos por você Jack! É sempre por você, mas que droga!

-Finn… faz sete anos! Eu não sei o que ele quer fazendo isso, mas eu não ligo pra ele, eu só ligo para você e as crianças…

Ele soltou uma risada alta.

-Ah, claro! Diga isso para as missões que você tem feito escondido! Olha para minha cara, Jack! -O maior disse puxando o menor pelo braço novamente, o fazendo levantar e olhá-lo mais de perto -Você é muito inteligente, mas eu te conheço! Você mente, e mente bem demais! E eu caio em tudo porque eu sou um idiota ridiculamente apaixonado! Mas obviamente esse amor é unilateral e só agora eu estou percebendo isso! Como eu sou ridículo!

-Finn, do que você está falando? -Jack tentou se aproximar do mais velho -Eu te amo, por favor não duvide disso!

-O Jacob é mesmo um filho da puta mentiroso, foi ele quem me disse que você matou o Noah! -Finn rosnou ao lembrar disso -Todo mundo me fazendo de otário!

-Eu dei instruções aos homens que decidiram ficar ao meu lado naquela época, disse para que contassem a você que eu tinha matado ele, não soltado -Jack falava choroso -Por que depois que fiz, me arrependi!

-Que merda! -Ele dizia transtornado, chutando tudo o que via pela frente -MAS QUE MERDA!

-Amor… me desculpa, amor!

Finn Wolfhard era absurdamente fraco quando se tratava de Jack Dylan Grazer. Tudo nele era lindo e perfeito, porque ele era feito para si. E aquilo já foi o suficiente para deixá-lo abalado. Se sentia muito burro por amá-lo tanto e ser tão vulnerável quando se tratava dele, não sabia como agir.

-Eu quero ver essa carta! -Ele disse tomando-a da mão do pequeno.

Jack ficou ainda mais desesperado. O coração disparado, os olhos arregalados conforme ele desamassava o papel para ler o conteúdo que o deixaria ainda mais irado do que já estava.


“Oi Jackie. Tudo bem primo? Quanto tempo, não é mesmo? Está com saudade de mim? Porque eu estou morrendo de saudades de você, priminho! Percebo que está ainda mais lindo do que sempre foi e isso me enlouquece! Me enlouquece tanto Jackie… tanto que eu me sinto meio stalker, você causa isso nas pessoas, sempre causou.

Agora vamos direto ao ponto? Eu estou com esses dois anjinhos e sabe, eu não sou do tipo que machuca anjinhos inocentes não é mesmo? Ou será que eu sou? Veremos!

Você me soltou, mas me traiu, me largou pelo que achou ser melhor? Acho que não Jack, e você sabe disso!

Os pequenos não saem machucados (não tão machucados) mas eu quero você para mim! E claro, não poderia mais simplesmente te pegar, quero jogar antes, eu quero que você venha até mim.

Eu peguei os dois, e vou fazer algumas brincadeirinhas com eles, afinal foi o que o Finn fez comigo, lembra? Sim, eu ainda sofro as sequelas, seus bebês também sofrerão. Ora, olho por olho dente por dente né?

E eu estou mais perto do que imagina, Jackie. Eu vejo tudo, e só você vai saciar a vontade louca que eu estou de te foder como nos velhos tempos, como nas tardes depois da aula, na minha casa, lembra?

O Finn deve estar com muito raiva agora, né? Eu pagaria para ver essa cena!

Eu quero você, Jack! Em troca deles, e te digo… a pequena Alice realmente é um doce… bem doce mesmo!

Eu não disse nada priminho, você tem uma escolha! Pense bem no que você quer fazer, nos vemos em breve!”


Quando Finn terminou de ler, rasgou o papel em milhares de pedaços, olhando para Jack que parecia totalmente apavorado.

Ele andou até o pequeno e olhou seriamente dentro dos olhos arregalados cheios de lágrimas.

Agarrou seu rosto com certa força.

-Você falou com ele depois que tirou o desgraçado do cativeiro? -Perguntou segurando firmemente o seu maxilar, os olhos do moreno estavam felinos, irados e completamente transtornados -Por que depois de sete anos ele tem toda essa merda de intimidade com você?

-Não! Não falei! Por favor Finn acredita em mim! Sou eu! -Ele foi até o maior e segurou seu rosto com força, o olhando no fundo dos olhos. -Você saber ler as pessoas, olha nos meus olhos e me diz se eu não te amo mais do que tudo no mundo!

Finn olhou para Jack, e não precisava mais de nada, ele sabia que o pequeno o amava. Estava bem óbvio em seus olhos, em seus toques, o amor transbordava por seu corpo todo. Mas ele tinha muita raiva no momento, ele queria muito matar Noah lentamente, se sentia absurdamente magoado com as mentiras de Jack.

Finn tinha esse direito, afinal eles sempre deviam contar tudo um para o outro.

-Eu fiquei sete anos andando por aí sem saber que esse filho da puta estava vivo, sem saber que ele podia voltar a qualquer momento, você entende a gravidade disso? -Ele disse olhando fundo nos olhinhos marejados do pequeno.

-Me desculpa? Por favor! Eu te amo tanto! -Jack sussurrou amoroso, se colocou na ponta dos pés dando um selinho em seus lábios finos e macios -Estou muito arrependido!

Finn se sentiu balançado por aquilo. Por que só Jack o fazia se sentir assim? Por que ninguém mais era como ele?

Santo Deus... só de saber que Noah estava vivo todo o seu corpo queimava em ódio, ainda mais sabendo que ele havia entrado em sua casa e pegado os filhos que ele tanto aprendeu a amar.

Alice tinha medo do escuro, e morria de medo de estranhos, ela deveria estar apavorada. Ele havia prometido que nada aconteceria a ela, ainda mais depois de tudo o que as crianças já passaram.

Anthony deveria estar acalmando a irmã, porque ele era mais mentalmente maduro do que ela, e mais forte.

Finn mataria Noah da forma mais cruel possível, depois que recuperasse os seus filhos.

-Jack, eu juro que nunca senti tanta raiva de você como estou sentindo agora! -Ele falou sério olhando para o pequeno, que arregalou os olhos, deixando algumas lágrimas caírem -Mas nem essa merda que você fez diminuiu o que eu sinto! Acho que nem se você me traísse mudaria, e isso me irrita tanto! Por que eu tenho que ser tão viciado em você? Mas que merda!

Jack olhava para o nada ouvindo suas palavras, as lágrimas correndo por seu rosto.

-Eu quero os meus filhos, eu quero eles de volta! -Sussurrou com a voz embargada.

Finn o olhou sério.

-Eu também, e eu vou pegar eles de volta! -Disse simplesmente -E acho muito bom que ele não tenha encostado em um fio do cabelo daquelas crianças, porque eu realmente não sei do que eu sou capaz, eu ainda não cheguei no meu limite!

-Eu quero arrancar seus ossos, bem devagar. Eu quero ouvir seu grito de dor, eu vou quebrá-lo inteiro, eu mesmo vou tirar tudo o que ele ainda tem no corpo, da forma mais dolorosa possível! -Jack narrava, os olhos brilhando em fúria -Eu o odeio mais do que tudo, e me odeio por não ter feito nada com ele antes, que ódio de mim mesmo!

Finn olhava Jack falando e estava encantado com as suas palavras. Ele não queria que Jack chegasse nem perto de Noah, mas saber tudo o que ele sentia pelo mesmo lhe deu um grande alívio.

Porque sim, sentia um ciúme assassino de qualquer um que trocasse mais do que duas palavras com o ruivo, mas de Noah era ainda pior, tudo o que envolvia aquele ser era muito pior.

-Você não vai fazer nada, Jack! -Finn disse saindo do quarto das crianças e indo para o seu, ele tinha que saber se aquele sangue todo no chão era dos gêmeos, e precisava tentar rastrear o desgraçado de alguma forma, estava louco para pegá-lo.

Jack foi atrás de Finn com o cenho franzido e os braços cruzados.

-Como assim não vou fazer nada? -Perguntou indignado -Eu não sou mais um adolescente, Finn!

O moreno ignorou sua pergunta, ainda estava com raiva. Sabia que qualquer palavra e atitude do pequeno o fariam amolecer por ele, e Finn já se sentia atraído só por sua voz.

Amaldiçoava o próprio corpo por ser tão atraído e o coração por ser tão apaixonado.

Puxou o tapete do quarto e abriu um dos compartimentos secretos que tinha no subsolo da casa, ali haviam muitas de suas armas, facas, rastreadores, e até mesmo uma bazuca e algumas granadas, muito bem escondidas.

Pegou algumas de suas melhores facas, e várias pistolas.

-Eu vou contatar alguns homens, e vou pegar os nossos bebês, você fica aqui! -Ele disse sério, fechando o compartimento e cobrindo com o tapete novamente -E me obedeça pelo menos uma vez na vida!

Jack estava com a boca aberta em choque, o cenho franzido em raiva.

Finn estava guardando as armas no corpo, as facas nos tornozelos e braços, as armas em lugares estratégicos.

-Você só pode estar louco se acha que eu não vou fazer nada! -Jack esbravejou indignado. -Tudo o que eu mais quero é matar aquele desgraçado!

-E tudo o que ele mais quer é você! -Finn grunhiu irritado -Óbvio, é tudo o que ele sempre quis, e eu não estou disposto a te entregar de bandeja!

Jack parou em frente a Finn com o rosto contorcido em raiva.

-Finn Wolfhard, olha bem para a minha cara! Eu não tenho mais dezessete anos, eu tenho vinte e quatro! Eu não sou mais um idiota inocente, eu sou um assassino! Eu sou o melhor atirador que você já teve, você mesmo fala isso!

-Você não entende que não é essa a questão? -Finn estava extremamente irritado, suas sobrancelhas escuras unidas em seu cenho franzido -Eu não te quero perto daquele escroto!

-E eu não quero meus filhos perto daquele estuprador nojento! E se... -Jack fez cara de desespero e choro, não gostava nem de pensar no que ele poderia fazer -Eu não duvido de nada que ele faça Finn, nada!

Jack nunca havia superado aquilo, antes não teve tempo de sofrer sua dor por ter sido violado, afinal, tudo aconteceu tão rápido. Ele tinha tanto medo de que Noah pudesse cometer esse tipo de monstruosidade com seus filhos, tremia inteiro só de pensar nisso, o desespero o atacou novamente.

-Eu preciso começar a agir agora! -Jack falou desesperado.

Finn suspirou, afetado com o que Jack falou, e desesperado ao pensar nessa possibilidade.

Afinal ele tinha sido uma criança abusada também, e não queria aquilo para seus filhos, era o tipo de coisa que se seguia para o resto de suas vidas, era tão doloroso.

-Tudo bem amor, tudo bem! -Ele falou finalmente esquecendo da raiva que sentia, como sempre acontecia, puxando o pequeno para um abraço forte -Você vai me ajudar!

Jack se sentiu melhor pelo abraço do amado, o retribuindo com ainda mais força.

-Mas a distância, Ok? -Ele sussurrou em seu ouvido -Você mata bem de longe, enquanto eu mato corpo a corpo! Como uma equipe, hm?

Jack assentiu concordando plenamente. Cada um com sua melhor habilidade.

-Sim!

-Então, vamos! -Finn falou mais seriamente -Depois disso, temos que conversar seriamente Jack!

-Eu sei, mas depois de salvar nossos filhos!

Finn suspirou e confirmou com a cabeça.

-Definitivamente depois disso!


꧁༻ꕻ༺꧂

Os gêmeos.

O pequeno Anthony tinha horror a pessoas felizes, só sua irmã e seus pais eram felizes e não o incomodavam.

Na verdade, ele não gostava de pessoas, ele as achava muito chatas, principalmente os adultos, que sempre eram muito maus com ele e com a sua irmã.

Definitivamente ele não gostava dos seus pais, os pais antes de Jack e Finn. Eles eram falsos, o tratavam mal, batiam nele, e sempre o colocavam no cantinho do castigo, sim, aquele era o pior lugar do mundo para se estar. Era um lugar pequeno e escuro, que ficava no último lugar da casa, era um andar todo empoeirado e bem nojento porque haviam ratos e baratas.

Por mais que fosse legal caçar os ratos e colocá-los na lareira. Os bichinhos gritavam bem alto, era um som agradável aos ouvidos, por mais que Alice tivesse muito medo, e não gostasse de ouvir os gritos desesperados dos animais sendo queimados vivos. Ela sempre pedia por favor para ele parar, então ele parava os experimentos que fazia com os bichos muito a contragosto, afinal, aquela era a única coisa legal para se fazer no cantinho do castigo.

Papai Jack era diferente de todos os outros adultos, ele era pequeno e bonito. Anthony era encantado por ele assim como era encantado pela irmã, porque eles eram fofos e legais. Mas papai Jack era muito importante para o pequeno porque ele lhe tirou do cantinho do castigo e nunca mais deixou que voltasse para lá, ele amava papai Jack por isso, ele era o melhor papai de todos, era o papai verdadeiro e lhe tratava com muito carinho.

-Anthony! Eu tô com medo! -Alice disse baixinho para ele com as mãozinhas no rosto.

Alice sempre estava com medo, e ele sempre a protegia dos homens maus e dos monstros da madrugada.

Anthony gostava de se sentir forte como um super-herói, e nisso ele se inspirava no papai Finn, que era muito alto e forte. Ele também era mais bravo do que o papai Jack, mas nunca foi mau com ele como o primeiro papai que lhe deixava no cantinho do castigo. Anthony também gostava muito, muito do papai Finn, e queria ser como ele quando crescesse.

-Não tenha medo Lice! -Anthony falou tentando confortar a irmã de algum jeito -Ele nem é assim tão grande!

-Mas ele vai voltar, ele vai voltar e vai machucá a gente! -Ela murmurou apavorada.

-Eu não deixo, prometo que não deixo Lice! -Ele disse, completamente convicto da sua força.

-Promete? -Ela sussurrou agarrada ao braço do irmão.

-Sim, prometo.

-De dedinho? -Ela sussurrou lhe oferecendo o dedinho minúsculo.

Aquele era o pacto deles, e ele nunca era quebrado.

-De dedinho! -Ele disse cruzando seu mindinho com a garotinha.

Agora eles estavam em um lugar bem parecido com o cantinho do castigo, mas dessa vez eles não tinham feito nada de errado, Alice chorava sempre que o homem mau vinha, ela tinha muito medo dele.

Ele era tão estranho. Não tinha uma mão, e sim uma arma pontuda no lugar.

Primeiramente Anthony ficou fascinado por aquilo, mas papai Finn tinha facas bem mais legais do que aquela arma, e o sonho do garoto era pegar alguma para brincar com os passarinhos que ficavam do lado de fora da casa, abrir suas barriguinhas gordinhas para ver o que tinha dentro, o que será que eles comiam?

Ouviram os passos assustadores novamente, e logo em seguida o homem mau entrando. Ele era mesmo muito estranho, perguntando qual dos dois era o favorito de papai Jack, claramente achava que era a Alice, pelo menos na cabeça de Anthony afinal todos amavam a Lice.

Ele sabia que era meio esquisito e que nunca seria o favorito de ninguém.

Então o homem mau pegou o braço fininho da menina, e a levou para longe do irmão.

Nenhum dos dois sabia o que ele faria, mas o homem mau prometeu que não machucava ninguém, e que ele não era assim. Deu até um doce para a menininha, então Anthony acreditou firmemente nele e ficou tranquilo.

Isso até ouvir os primeiros gritos de sua irmãzinha.

CONTINUA...


Notas Finais


E vamos de smuts no próximo capítulo KKKKKKKK VÃO SER QUASE 15 K DE PALAVRAS SUWNWIEJ meu record ok?

O que acharam do surto do Finn? Próximo capítulo vai der imensoooo, vocês vão amar💕

E agora vocês poderam ver quando os capítulos vão ser lançados, através de um fórum! Isso mesmo, la tem todas as datas, das minhas próximas atividades aqui no spirit.

https://www.spiritfanfiction.com/historia/forum--calendario-21740557

Até o próximo capítulo💕❤


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