História Problem boy - Em revisão - Capítulo 33


Escrita por:

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Hizashi Yamada (Present Mic), Iida Tenya, Katsuki Bakugou, Mashirao Ojiro, Midoriya Izuku (Deku), Mina Ashido, Minoru Mineta, Momo Yaoyorozu, Shouta Aizawa (Eraserhead), Tsuyu Asui, Uraraka Ochako (Uravity)
Tags Bakudeku, Boku No Hero, Katsudeku, Lemon
Visualizações 415
Palavras 3.237
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi bebês olha só quem voltou
Mais de dois meses né................
bem eu tô revisando a fanfic então talvez ainda demore pro próximo mas eu senti uma necessidade enorme de dar mais umzinho pra vcs
SOMOS QUASE 500LIKES E 600COMENTARIOS MEU DEUS VCS SÃO DEMAIS EU AMO DE MAIS MEUS NENES
é isso e boa leitura xuxus.

Capítulo 33 - Os olhos vermelhos a me surpreender.


— Você precisa ser mais cuidadoso, Kacchan. — Segurei seu corpo evitando assim que ele caísse. Katsuki havia tentado a proeza de andar até sua classe sem a ajuda das muletas e se eu não houvesse agido rápido provavelmente estaria no chão agora.

— Estou bem, porra! — O ajudei a sentar-se em sua cadeira mesmo com ele a contra gosto. A sala de aula estava vazia, já que havíamos chegado quase 10 minutos antes, devido a locomoção de Katsuki, precisávamos sair de casa mais cedo, mesmo com ele reclamando que não se importaria em chegar atrasado, já que aquilo era algo rotineiro, porém, eu me importava.

Sentei me ao seu lado, encarando a caranca que já estampava seu rosto. A manhã estava quente, o que lhe permitia vestir uma regata preta que realçava seus bíceps bem definidos, fazendo com que eu agradecesse a Deus pelo calor nada habitual da região.

A visão de perfil de seu rosto era ainda mais expledorosa, o maxilar trincado e o cenho franzido enquanto ele fitava fixamente a lousa da sala sem motivos aparentes — já que a mesma permanecia vazia — era o suficiente para fazer meu corpo aquecer-se.

Era como se eu estivesse ouvindo seus pensamentos, provavelmente ele estava xingando a si mesmo por não ter conseguido andar sem as muletas, enquanto refletia sobre o ocorrido.

Eu conhecia cada pedacinho que fosse dele, eu tinha certeza.

— Você precisa dar tempo ao tempo, Kacchan. — Entrelacei meus dedos nos seus, tentando lhe passar confiança e os olhos vermelhos me encaram.

— Sabe que sou impaciente. — Sorri ao lembrar de todas as vezes que ele já havia repetido aquela frase, nesse mesmo contexto.

—Eu, melhor do que ninguém, sei disso, mas mesmo assim, quero que tente. — Soltei sua mão apenas para levá-la a sua nuca e então, ele imediatamente virou-se a mim.

— Não prometo nada. — Sorri já imaginando a resposta que viria e, então aproximei meus lábios dos seus em um beijo calmo, apreciando o gosto da boca que eu tanto amava.

Acaricei os ralos fios loiros rebeldes ali presentes enquanto ele pousou a sua mão em minha coxa esquerda, adentrando o tecido azul escuro causando um arrepio a percorrer meu corpo e, logo a língua morna passou a invadir minha boca.

— Pelo amor de Deus. achem uma sala vazia pra vocês seus pervertidos! — Kirishima gritou, assim que colocou os pés dentro do cômodo fazendo a boca carnuda largar a minha.

— Estava vazia até você empreguinar local com a sua presença de merda. — Katsuki o encarou furioso por interromper seu ato, enquanto eu precisei segurar o riso com as bochechas levemente avermelhadas.

Kaminari, Uraraka, Tenya e Todoroki entraram na sala, logo em seguida enquanto a maioria nos encarava pretensiosos, principalmente a garota de cabelos castanhos como uma avelã, porém o bicolor mantinha um expressão em desagrado pintando sua face.

— Já está de mau humor a essa hora da manhã, Kacchan? — Kaminari, zombou do apelido que havia dado ao loiro, enquanto Kirishima gargalhava juntando-se a ele no canto oposto da sala.

— Quer quebrar a outra perna, Denki? — Katsuki brandou furioso, enquanto os dois garotos pareciam duas hienas de tanto que gargalhavam.

Aizawa adentrou a sala mais cedo do que de costume, bocejando sonolento e largou suas coisas em cima da mesa dos professores, enquanto bebericava seu café em seu copo de alumínio. O dia poderia estar quente, mas ele nunca largava a bebida escaldante.

Escorou-se na mesa de madeira de frente para a turma que falava pelos cotovelos, enquanto alguns alunos ainda adentrantravam o cômodo decidindo quando de fato iria começar a aula.

Saboreou o gosto amargo de seu café extra forte, durante alguns minutos, com uma das mãos enfiada no bolso da calça escura, até que o sinal tocasse, logo levando o copo de alumínio a bater na madeira causando um estrondo no cômodo. fazendo cada uma das bocas se calassem.

— Devido ao horário, creio que todos já identificaram meu mau humor, então peço que mantenham-se calados ou, caso contrário, daqui em diante, seus fériados serão recheados de trabalhos. — Cada aluno presente engoliu a seco.

— Pelo visto alguém dormiu com a bunda destapada essa noite. — Kirishima sussurou a Kaminari, que precisou tampar sua boca segurando o riso, porém aquilo não passará despercebido pelos olhos de águia de Aizawa que os fuzilava com as orbes em chamas.

—Página 37, questões 1 a 25. — O moreno disparou e, eu senti minha preciosa tarde agregado com Katsuki se esvaindo. — Teóricas e cálculos, para aproxima aula após o feriado de amanhã.

O silêncio da sala barulhenta, logo se tornou uma rebelião dos alunos contra o ruivo.

— Até a questão 40. — No momento em que as palavras foram proferidos pelos lábios finos do moreno, cada um na sala se manteve estático, o que o levou a dar o último gole na bebida escuro antes de prosseguir. — Antes de começar a torturalos eu tenho um aviso. Os primeiros preparativos para sua formatura já estão sendo iniciados, então sugiro que comecem a levar as coisas a sério. As folhas para os preparativos estão aqui. — Ele retirou alguns papéis de sua pasta e os alcançou a Todoroki, que estava sentado na primeira mesa a sua frente. — Deixarei que se reunão para discutir isso, mas se fizerem muito barulho, passarei mais atividades do livro, pretendo dormir. 

Os alunos imafiatanebte se reuniram ao redor de nossas classes, já que Katsuki, não poderia sair dali e aizawa nos deixando sozinhos na sala, provavelmente em busca de mais café na sala dos professores.

— Finalmente essa merda vai acabar. — O loiro resmungou, enquanto os colegas se acomodavam em cima das classes ao nosso redor ou aratavam suas cadeiras. — Já estou exausto dessa porra.

— Confesso que estou ansioso. — Eu compartilhava do mesmo sentimento que ele desde que pus meus pés nessa cidade, almejando o tão esperado final do ensino médio, porém, agora isso me assustava.

— Vamos Todoroki, diga logo o que tem aí! — Uraraka sentou-se ao lado do bicolor, que logo lhe entregou os papéis a garota em completo desinteresse. — São tantas coisas, estou tão empolgada! — Ela bateu palminhas e abriu um sorriso radiantes, enquanto seus olhos castanhos variam as palavras ali escritas. — Calem a boca, irei ler.

— Era estranho e reconfortante ao mesmo tempo como as coisas haviam voltado ao normal. Vê-los todos reunidos ali fazia meu peito inflar em afeto, havíamos passado por momentos angustiantes e alegres de modo tão rápido. Esta formatura teria de ser a formatura.

— Precisamos escolher um orador da turma, fazer um discurso, escolher um professor omenagiado. — De repente, sua animação morria a cada frase entediante que saia de seus lábios, porém quando ela leu aquilo que tanto almejava, o brilho voltou ao par de olhos castanhos. — Esqueçam isso, precisamos decidir o tema do baile de formatura! 

— Baile? Isso soa tão antiquado. — Momo se sentou ao lado da garota para analisar as folhas em sua mão.

— Baile me lembra filme de adolescente, por isso será baile de formatura e está decidido. — Uraraka disse decidida e como conhecia bem a garota, de fato, seria aquilo.

— Eu gosto da idéia. — Pronuncie-me encarando Katsuki, que parecia alheio a todo aquele falatório.

Não negaria que me agradava, na verdade, sempre sonhei com um baile de formatura.

— Pronto, não há objeções, será isso e esta decido. — A garota correu a sua classe, retirando de sua mochila seu caderno e estojo, anotando rapidamente o tema de nossa festa de formatura com um sorriso enorme no rosto, logo voltando ao aglomerado de alunos para resolvermos o restante dos requisitos.

O restante da aula passou-se rapidamente, já que estivemos completamente focados na tão falada formatura.

Aquilo fazia meu peito encher-se de ansiedade e, ao mesmo tempo medo. Ainda não sabia o que fazer após o ensino médio, não tinha certeza da profissão, que de fato queria seguir, nada me chamava atenção.

Encarei Katsuki, enquanto fazíamos o caminho para nossas casas, o loiro anda em silêncio como sempre, concentrando-se a andar sem cambalear com as muletas.

Queria ter pelo menos um terço da confiança a tomar decisões que ele tinha, aposto que desde que se considera gente, Katsuki, já sabia o que queria para seu futuro e certamente, o que havia escolhido combinava de todo modo com ele. Agradeci a deus pelo acidente não ter afetado aquela parte de sua vida tão diretamente, óbvio que teria dificuldades, mas não seria como o futebol, ele ainda teria aquilo.

— Está muito quieto. — Os olhos vermelhos integrados cravaram nos meus, cessando assim seus passos. — O que foi? 

— Nada importante. — Disse vendo-o franzir o cenho, como se duvidasse de minhas palavras.

— Se não fosse importante, não estaria com essa cara. — Katsuki, insistiu. — Me conte.

Suspirei derrotado, encarando o sol escaldante daquele raro dia, devidamente quente naquela cidade

— Já estamos no meio do ano e eu ainda não sei o que fazer quando terminarmos a escola. — Segurei sua mão indicando que deveríamos seguir caminho e assim fizemos.

— Sabe que não sou bom com essas merdas de concelhos, então a única coisa que posso lhe dizer é: não escolha nada apenas pelo salário, faça algo que goste. Não quero aguentar você podre de rico e infeliz. — Disse, e o sorriso em meu rosto não conseguiu conter-se. Apenas o fato de pensar que estaríamos juntos no futuro, faria meu coração explodir em amor, por aqueles olhos vermelhos.

— Pobre ou rico, não seria infeliz com você. — Dobramos a esquina adentrando a rua onde moravamos, e eu pode notar um pequeno sorriso Formar-se em seus lábios. — Você fala para fazer algo que goste, mas eu sequer sei do que gosto.

— Então não faça nada até descobrir. — Katsuki encarou-me, tentando soar o mais compreensível possível, enquanto o vento remexia seus fios loiros. - Você não precisa terminar o ensino médio e logo iniciar a porra da faculdade, tire um ano para descobrir a si mesmo, ou se for necessário tire dois, mas nunca, em hipótese alguma, faça algo que definirá seu futuro por pressão, tenha paciência, Deku.

Ele tinha total razão, cobrava a mim mesmo por pressão pessoal, afinal ver a todos conversando tão empolgados sobre o que iriam cursar na faculdade e, as profissões que iriam seguir me esmagava de uma forma horrenda. Eu queria sentir aquilo, aquele intusiasmos e paixão, correndo por minhas veias. porém, eu não consegui sentir nada.

Ainda sim, sabia que logo que terminassemos a escola, Katsuki iria ingressar na faculdade e meu maior medo era que nos afastariamos, já que a faculdade mais próxima ficava a alguns longos quilômetros de nossa cidade

— Katsuki Bakugou, está dizendo para mim ter paciência?! — O encarei com um sorriso zombeteiro, deixando os pensamentos negativos de lado, já que estávamos próximos de sua casa.

— Faça o que eu digo e, não o que eu faço. —Katsuki disse fazendo-me gargalhar. — Estou falando serio, não quero que faça nada por impulso. 

Paramos no portão de sua casa, e os olhos vermelhos me fitavam apreensivos.

— Eu sei Kacchan.

— Assim que a porra de minha perna voltar ao normal, eu prometo que levarei você para conhecer a faculdade mais próxima. — Puxou-me pela mão aproximando meu corpo do seu. — Quero ajudá-lo e ter certeza que não irá escolher uma profissão entediante. 

— E se eu quiser cursar administração? — Entrelacei meus braços a seu pescoço o encarando com um sorriso provocativo.

— Não divido minha cama com nerds. —Seus lábios tocaram minha bochecha de modo calmo, enquanto mais uma vez ele me fazia rir.

— Então agora está cuspindo no prato que comeu? — Acariciei os fios loiros e seus beijos seguiram ao pé de meu ouvido.

— Eu realmente queria estar deixando você completamente babado agora. — Sussurou, fazendo meu meu corpo tremer.

— Kacchan! — O repreendi a contra gosto, já que estávamos na rua.

Katsuki sorriu ladino, colando sua boca na minha e segurando minha cintura de modo firme.

O vento era a única coisa capaz de refrescar-me naquele momento, já que aqueles lábios me tornavam um incêndio cruel.

Amava de todo modo aqueles momentos simples que tínhamos, conversas sem sentidos ou as importantes como aquela. Sintir que as coisas de fato, haviam voltado ao normal, depois do turbilhão de acontecimentos ruins, enchia meu peito em alegria.

Afinal, ele estava em meu braços e o calor de seu corpo era o único lugar capaz de me confortar.

— Tenho uma surpresa para você hoje. — Disse assim que sua boca deixou a minha e, meu estômago contorseu-se em ansiedade. — As oito da noite, aqui em casa. — Abriu o portão de ferro pintado em marrom de sua casa, beijando-me em despedida. — Não se atrase. 

O observei até a porta onde sua mãe o aguardava, me lançando um aceno e um sorriso amigável.

Não era de seu feito aquele tipo de coisa. na verdade, era a primeira vez, e eu nunca estive tão ansioso para que aquela tarde passasse voando.

Corri até minha casa adentrando o terreno apressado, beijei as bochechas de minha mãe, que já estava com a mesa pronta para o almoço, enquanto ela gargalhava perguntando o motivo de minha animação contagiante.

— Eu tenho um encontro. — Lhe respondi, explodindo em alegria.


A tarde passou-se arrastada e, para meu azar, nem mesmo Katsuki, queria tirar meu tédio. Respondia minhas mensagens de hora em hora, me deixando ainda mais curiosos sobre a tal surpresa.

Guardei em minha mochila o livro de física e o caderno já que havia desistido de tentar resolver aquelas questões, no qual eu sequer entendia uma palavra dos anunciados.

Suspirei checando meu celular pela milésima vez, Katsuki ainda não havia sequer visualizado minha mensagem e, então logo corri ao chuveiro já que faltavam apenas alguns minutos para o tão esperado encontro.

Se quer tive paciência para um banho longo, estava uma pilha de nervos e nem mesmo a água escaladante que escorrera por meu corpo fora o suficiente para relaxar-me.

Vesti minha camiseta branca favorita e um jeans azul claro, descendo as escadas rapidamente causando estrondos pela casa.

— Se acalme, Izuku. — Minha mãe riu assim que me viu calçar os tênis rapidamente. — Katsuki não irá fugir.— 

 — Nem que quisesse ele conseguiria. — Sorri e me repreendi ao mesmo tempo por fazer piada a suas custas. — Não sei que horas irei voltar. — Beijei sua bochecha, enquanto concordava e logo sai pela porta.

Assim que toquei o gramado da casa de Katsuki, meu celular vibrou com uma mensagem do loiro, dizendo para que o encontrasse nos fundos.

Cada célula de meu corpo tremia em ansiedade e eu me sentia ferver em expectativa.

Segui contornando a construção de tijolos, encarando as lindas roseiras que eram iluminadas pela luz acessa de seu quarto.

O barulho de água corrente se tornará sonora e eu franzi o cenho desconfiado.

—Pontual como sempre. —Escorado na borda da piscina, o dono daqueles lindos olhos vermelhos disse encarando-me com um sorriso em seu rosto , e Deus! como amava aquele sorriso!

A água com contraste azulado batia na altura de seu abdômen, deixando a mostra seu peitoral malhado que escorria a líquido transparente. Os cabelos molhados jogados para atrás lhe dando um ar mais relaxado, destacando assim suas feições nas quais era devoto.

—Venha cá. — Chamou-me e assim que a voz rouca adentrou meus ouvidos um arrepio percorreu por meu corpo. Segui até a pequena escada de apoio me segurando no metal gélido. — Tire a roupa, Deku.

Engoli a seco, Katsuki estava com um ar muito misterioso naquela noite, e Deus! aquilo me fazia tremer como na primeira vez que me encurralou na loja de seu pai.

Toquei a barra de minha camiseta sentindo o rubor tomar conta de minhas bochechas, enquanto os olhos vermelhos me devoravam. Não importava quanto tempo estivéssemos juntos, no momento em que me encarasse daquela maneira minhas pernas se tornavam bambas e meu coração ameaçaria escapar por minha boca.

Retirei o tecido macio o jogando no gramado verde e logo minha calça jeans a fez companhia. O contraste da luz da lua com o aquele olhar predatório me tornava um alvo fácil. Um pobre coelho acoado, seria uma ótima refeição para aquele lobo faminto, e de fato, eu esperava saciar sua fome.

Desci os pequenos degraus, sentindo a água gélida arrepiar meu corpo, sem demora me aproximei do loiro que agarrou minha cintura, colando sua boca na minha de modo calmo fazendo borboletas voarem em meu estômago.

— Vamo pegar um resfriado. — Disse, assim que os lábios carnudos deixaram os meus.

—Farei valer a pena — Katsuki sussurrou, levando suas mãos a minha coxa puxando minhas pernas a sua cintura. Estar submerso facilitava em manter seu equilíbrio, podendo segurar-me em seus braços sem dificuldade. Toquei seus ombros sentindo a pele quente sob meus dedos e seu perfume adentrar minhas narinas. — Olhe para o céu. 

Encarei a imensidão negra, agora pintada com vários pontos brilhantes a dançar na escuridão. Era um chuva de meteoros.

— É lindo. — Sorri, sentindo a brisa da noite bagunçar meus cabelos.

— Feche os olhos e faça um pedido.— Katsuki disse, e assim o fiz.

Pedi aos deuses de todas as crenças que aquele momento se eternizasse.

Envolto naquele aconchego senti um de seus braços deixar-me e o corpo a minha frente mivimentar-se.

— Não me orgulho do modo que fiz isso, essa merda ficava martelando na minha cabeça, então eu precisava fazer novamente. —Franzi o cenho, sem entender suas palavras. — Abra os olhos, Deku. 

Encarei os olhos rubros, e no momento que meu olhar desviou-se para a pequena caixinha vermelha em sua mão meu coração parou.

— Izuku Midoriya, você quer namorar comigo pela segunda vez? — Disse com um sorriso a pintar seu rosto e os olhos vermelhos e encarar-me em expectativa.

Era a mesma caixinha que havia encontrado na gaveta de sua cômoda na semana anterior.

A ansiedade que tomava minhas veias havia transformado cada gota de meu sangue em amor.

Deus e como o amava!

—Kacchan, e-eu namoraria com você, todas as vezes que me pedisse — Minha visão de seu rosto perfeito se tornou turva assim que as lágrimas repletas de alegria parrasaram a inundar-me. Toquei a pele macia de seu rosto e Katsuki beijou a palma de minha mão.

Ele abriu a pequena caixinha revelando um par de alianças, em cor prata, com uma pequena pedra em seu centro. segurou minha mão direita e a colocou em meu dedo anelar, beijando-o logo em seguida, enquanto eu me derretia em lágrimas e sorrisos.

— Eu precisava encontrar algo além de marcas em seu pescoço que denunciase que você é meu.— Katsuki disse, enquanto a luz da lua e das estrelas o tornavam ainda mais bonito.

— Eu sempre serei seu e você sempre será meu. — Coloquei o anel em seu dedo, largando a caixinha na borda da piscina e logo juntei meus lábios com os seus.

O gosto daquele beijo era repleto de alegria e recheado de amor. Eu me sentia imensamente feliz e cada celular de meu corpo vibrava em meus tecidos denunciando exatamente isso.

— Amo você, izuku. — Katsuki disse, separando seus lábios dos meus por um breve momento e beijando a ponta de meu nariz. — E quero ama-lo até o fim de meus dias.

 —Deus! Kacchan! O amo tanto. — Colei minha testa na sua, me deleitando com o sorriso enorme que pinta a seus lábios.

Explosões de sentimentos tornavam meu interior uma bagunça, a melhor a mais perfeita bagunça e eu queria que ele me bagunçasse pro resto de minha vida.


Notas Finais


quero agradecer de coração ao Rafa meu bebê que revisou o capítulo e a todo mundo que tá acompanhando.
beijinhos e obrigada por ler ❤️


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...