História Problem Child - Capítulo 7


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Categorias Ariana Grande, Camila Cabello, Demi Lovato, Fifth Harmony, Selena Gomez
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dallas Lovato, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Camila Cabello, Camren, Demena, Demi, Demi G!p, Demi Lovato, Demi Lovato G!p, Fifth Harmony, Lovez, Norminah, Selena, Selena Gomez, Semi
Visualizações 144
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Atualmente, vôo 468


 

Beemp Beemp Beemp

 

Ouvi ao longe meu relógio digital despertando, ignorei o mesmo e remexi-me na cama me acomodando mais. Ouvi o som da porta sendo aberta e logo se fechando, quando estava quase voltado a dormir, eis que uma forte luz invade meu rosto me incomodando.

 

— Bom dia — Ouvi a voz de Edna invadindo meus ouvidos. Abri os olhos e senti logo a ardência nos mesmos causado pela luz fazendo-me fechar imediatamente.

 

— Bom dia — Resmunguei sonolenta e piscando os olhos freneticamente para me acostumar com a claridade.

 

— Seu voou vai sair daqui a duas horas e meia — Ela disse amarrando a cortina para prendê-las.

 

— Vou tomar banho — Disse sentando na cama e olhando para a parede em minha frente sem coragem para levantar.

 

— Preguiça? — Perguntou Edna já sabendo a resposta, mas mesmo assim respondi:

 

— Sim — Respondi simplesmente. Me levantei  dirigindo-me ao banheiro.

 

— Vou fazer o café da manhã da senhorita enquanto está no banho — Ela disse, eu assenti preguiçosamente com a cabeça entrando no banheiro e fechando a porta do mesmo.

 

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Entrei na sala de estar e vi a mesa, como sempre, recheada de comida. Eu vestia uma calça jeans clara com detalhes de flores diferenciadas espalhadas pela mesma, um tênis da Nike cinza e rosa claro, uma blusa cropped de manga longa cinza larguinha e o cabelo de lado com uma trança despojada. Maquiagem era básica, quase nada, e um brilho labial de pêssego.

 

— Senhorita, está pronta para o café da manhã? — Perguntou Edna terminando de por a jarra de suco que faltava na mesa e percebendo minha presença.

 

Eu acho exagero o tanto de comida que põe na mesa sendo que só eu irei comer.

 

— Sim — Respondi me sentando a mesa.

 

— Senhorita, as malas que separou já estão no carro — Ela disse sorrindo fraco para mim. 

 

— Obrigada — Agradeci — Por favor, não me chame de senhorita, é muito formal — Disse rindo fraco e ela assentiu em concordância com a cabeça.

 

— Irei me retirar — Ela disse — O motorista está a sua espera — Ela avisou antes de se virar e entrar na cozinha me deixando sozinha.

 

Peguei uma torrada e passei geléia a mordendo. Botei um pouco de café na xícara e dei um gole da bebida quente e doce. Comi o resto da torrada e logo depois peguei um prato pequeno de sobremesa que tinha uma maçã descascada e cortada em tiras as comendo. Bebi o resto do café que continha na xícara me levantando e saindo da sala de estar entrando na sala que ficava as escadas e a porta que dava para a varanda e pátio enorme. Saí de casa sentindo a brisa fresca da manhã com cheiro de grama molhada do jardim. Olhei em volta com dificuldade por causa do feixe de sol que batia em meu rosto e vi que o jardineiro começava seu trabalho. Olhei para frente, vi meu motorista me esperando e segurando a porta de trás para mim. Desci as escadas da varanda e fui até ele que sorria para mim.

 

— Bom dia — Disse gentilmente e ele acenou com a cabeça.

 

— Bom dia senhorita — Ele disse retribuindo a gentileza. Entrei no carro e ouvi a porta bater cuidadosamente ao meu lado. Ele deu a volta no carro e entrou no lado do motorista ligando a chave na ignição logo partindo.

 

No caminho, eu admirava a cidade pela manhã na janela. Nunca cansava, nunca odiava, nunca me entediava. Amava ver a rotina das pessoas pela manhã, gostava de ver pessoas correndo, gostava de ver os carros passando com empresários, mulheres levando filhos na escola e ônibus escolar cheio de adolescentes. Gostava de passar pela praia e ver pessoas praticando Cooper, brincando na areia pela manhã e surfando. Gostava de passar pelo Starbucks e sentir o maravilhoso aroma do café expresso, das pessoas entrando para tomar seu café da manha e ir trabalhar logo em seguida. Gostava de ver mães passeando com seus filhos e cachorros pelo parque, sentia o cheiro da grama fresca, via o quanto aquela mãe e pessoas amavam está na presença uma da outra. Poucas coisas eu não gosto quando estou no carro, era quando estava no engarrafamento, não gostava de ouvir um monte de buzinas soando desesperadamente e impaciente, não gostava de ouvir xingamentos de baixo calão e gritos de pessoas impacientes. Não que eu não xingasse palavrão, mas odiava ouvir muitos em uma vez só, odiava ouvir pessoas brigando por coisa bobas sobre quem fechou quem e outros.

 

— Senhorita, chegamos — Ouvi a voz do meu motorista que me despertou dos meus pensamentos. Olhei em volta e percebi que o carro estava parado e meu motorista já dava a volta pelo mesmo para abrir a porta do meu lado. Ouvi a porta se abrindo e eu saio do carro sorrindo gentilmente para ele.

 

— Muito obrigada — Agradeci e ele sorriu, como sempre.

 

— Nada, senhorita — Ela disse e logo foi abrir o porta-malas para pegar meu quite de malas verdes.  

 

Entramos no aeroporto que não estava tão cheio e cheirava a desinfetante, devido a uma funcionária da limpeza que passava pano úmido de produtos de limpeza no chão. Andando pelo o aeroporto com meu motorista com minhas malas no encalço, via pela parte do portão de desembarque pessoas saindo de lá apressadas e falando ao telefone, outras saindo olhando em volta a procura de alguém, famílias se reencontrando e namorados se vendo pela a primeira vez. Rendiam em lágrimas, pessoas com lágrimas de tristeza, outras de alegria e desespero.

Fui até um banco e me sentei com meu motorista ao meu lado. Levantei um pouco a manga da minha blusa para ver as horas do meu relógio de prata com ouro branco, ainda faltava trinta minutos para meu vôo chamar.

Enquanto as horas passavam, eu olhava as lanchonetes do aeroporto que não estava muito cheio assim como as lojinhas. A essa hora não enchia muito, era mais movimentado no horário da tarde. Eu observava crianças no colo de suas mães dormindo, crianças correndo com seu responsável atrás desesperado o chamando pedindo para parar e entre outras cenas clichês que ocorrem no aeroporto devido à quantidade de vezes que vim para cá, ora para viajar, ora para esperar o desembarque de meus pais. Mas agora irei me mudar. Uma nova vida, pessoas novas, amigos novos, inimigos novos e entre outros. Agora viveria em outra cidade, uma que só fui uma vez.

 

Passageiros do vôo 468, o vôo decolará em dez minutos, ultima chamada para o embarque — Ouvi a voz feminina soar pelos autos falantes do aeroporto. Fiquei tão desligada em meus pensamentos que nem percebi as horas passando.

 

— Senhorita, creio eu que agora irá sozinha ou quer que eu lhe acompanhe até o portão de embarque? — Perguntou meu motorista formalmente se levantando com minhas malas junto a mim.

 

— Pode ir, eu me viro daqui para frente — Disse sorrindo leve.

 

— Tem certeza, senhorita? — Perguntou ele apreensivo e preocupado.

 

— Sim, está dispensado — Disse gentilmente e ele assentiu se despedindo de mim. Ele se virou e saiu andando pelo aeroporto desaparecendo da minha visão por causa das pessoas que passavam pelo o local.

 

Virei-me deixando o olhar por onde ele passou e fui até o portão de embarque. Fiz os processos que eles pediram e entrei no avião indo para minha poltrona da primeira classe. Já acomodada e com o fone de ouvido, que estava conectado no iPod, no ouvido, ouvia uma de minhas musicas prediletas, ela era clama e suave. A letra dizia palavras que eu entendia, mostrava na voz do cantor a emoção que ele transmitia, a emoção que eu também sentia. Agora é só relaxar, Selena.

 


Notas Finais


Oi!
Um capítulo fresquinho para vocês e espero que me digam sobre o que acharam do capitulo!!
Obrigada pelo o apoio e atenção.

DISPONÍVEL NO WATTPAD:

https://www.wattpad.com/story/148438080-problema-crian%C3%A7a-semi

ONE SHOT:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/little-demi-13067113


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