História Problemas de família - Capítulo 38


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eliane Giardini
Tags Eliane Giardini, Maite Proença, Werner Schunemann
Visualizações 124
Palavras 3.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Final - Parte I

Ainda hoje posto o resto!
😘😘😘

Capítulo 38 - Capítulo 38


Fanfic / Fanfiction Problemas de família - Capítulo 38 - Capítulo 38

Coloquei Cecília dentro do carrinho e Alice veio ao meu lado - Laura, você não colocou os ingredientes das minhas waffles na lista - Guto reclamou olhando o papel - Porque disso a gente lembra, coloquei só o que não podia esquecer - Respondi - Cecília, senta - Apontei - Não!!! - Ela continuou em pé no carrinho - Agora Cecília!!! Senta logo - Balancei o carrinho - Não quer - Retrucou - Cecília, a sua mãe mandou você sentar. Ela vai precisar falar de novo? - Guto falou sério e ela prontamente obedeceu - Por que ela te obedece só de falar? E eu preciso gritar? - Reclamei indignada e ele riu – E a Alice obedece mais você, não sei qual nosso problema - Apertou minha cintura e ri - Molho de tomate, pega - Apontei - Qual deles? - Me olhou e parei ao seu lado - Acho que é desse que a Maria gosta - Mostrei e pegamos alguns - Ai me solta! - Alice gritou e olhamos. Cecilia de dentro do carrinho puxava o cabelo da irmã que estava parada ao lado e gargalhava com o gritos dela tentando se soltar - Cecília, larga a sua irmã - Desenrosquei seus dedos dos cachinhos de Alice - Machucou - Alice agarrou minha cintura - Vem aqui - A peguei no colo - Pede desculpa pra sua irmã, que coisa feia o que você fez - Falei brava e Ceci esfregou a mão nos olhinhos - Dicupa lice - Falou manhosa - Não faz mais, tá? - Alice falou carinhosa e ela concordou. Coloquei Alice dentro do carrinho com ela e ela sentou no colo da irmã. Ficava tagarelando algumas palvras e Alice estimulava ela a falar mais. Guto empurrava o carrinho e eu colocava as compras dentro e aos poucos as meninas iam sendo soterradas por cada ingrediente que jogava ali dentro e acabavam se divertindo com  isso. Demoramos algum tempo até pegar tudo o que era necessário e fomos direto pra casa - Estou exausta, nunca pensei que fosse  tão cansativo ter a Maria de férias - Reclamei depois de ajudar Guto a guardar as comprar - Senta um pouquinho, não precisava ter ficado aqui - Me encostou no balcão - Tinha muita coisa, pelo menos acabamos mais rápido - Passei as mãos por seus braços - Vou fazer alguma coisa pra você comer, espera lá no sofá - Beijou meu rosto com carinho - Adoro quando você fica me mimando - Abracei seu pescoço e sorri - Eu gosto de cuidar da minha esposa - Falou sorrindo e segurou meu cabelo para o lado - Você cuida muito bem - Falei dengosa quando senti seus beijos em meu pescoço - Mãe??? - Alice gritou - Já vai - Respondi e beijei Guto rapidinho - Mamãe, eu quero água - Gritou outra vez - Vou levar - Guto me soltou e fui para a sala - Obrigada - Alice agradeceu e bebeu a água, depois que me sentei Ceci veio para meu colo e sua irmã fez o mesmo. Fiquei abraçada com cada uma de um lado - Mas vocês amam ficar juntinho com a mamãe mesmo!!! - Beijei as duas - Quer mama mami - Ceci puxou a alça da minha blusa - Você nem gosta mais de peito. Por que quer agora? - Apertei sua barriga e ela riu - Quer mami - Sentou com as perninhas em volta de mim e deitou a cabeça entre meus seios - Tá bom - Beijei seu rostinho e deixei ela mamar. Alice continuava ao meu lado - Deixa eu mexer no seu cabelinho? - Pediu me dando vários beijos - Deixo, pode mexer - Joguei o cabelo para o lado. Ela correu e logo voltou com a escova e suas presilhinhas. As duas ficaram distraídas comigo e me deixaram ver tv. Era indescritível a sensação desse amor inocente e incondicional. Me sentia completamente apaixonada pelas duas e totalmente feliz. Todos os problemas e obstáculos pareciam nunca ter existido quando estava assim com elas - As três quietas? Isso é mesmo possível? - A voz do Guto ecoou e ri - Papi - Ceci me soltou e arrumei minha blusa - Daddy olha a trança que fiz nela? - Alice mostrou orgulhosa – Está ficando linda, mas termina ela depois wonderfull, agora vamos comer - Colocou um prato grande com alguns sanduíches na mesinha de centro - Obrigada amorzinho - Sorri e ele sentou ao meu lado - Quer suco? - Perguntou carinhoso e aceitei. Serviu para mim e para as meninas - Mastiga bebê, não pode só engolir - Falei enquanto ajudava Ceci comer - Toma mamãe - Alice dava pedaços do dela na minha boca para me fazer desviar a atenção de Cecília e eu ria. Depois que terminamos de comer, as duas ficaram em cima de Guto dessa vez e depois de receber toda a atenção que queriam dormiram. 

 

Narrado por ele

Colocamos as crianças na cama e fomos tomar banhos juntos - É uma conquista quando elas dormem cedo - Laura falou e ri concordando - Hoje a Cecília estava terrível - Abracei seu corpo molhado - Ela é muito bagunceira, acho que é a idade - Respondeu enquanto eu esfregava lentamente a esponja ensaboando suas costas - Mesmo assim não queria que crescesse tão rápido - Reclamei e ela concordou - Nem eu, quero todas bebezinhas pra sempre - Falou dengosa e ri. Entramos embaixo da água relaxante e enxaguamos nosso corpo. Sai primeiro do banho e vesti uma bermuda. Laura logo veio atrás e da cama pude observar seu corpo enquanto ela encontrava uma roupa. Vestiu apenas uma camisola sem nada por baixo e deitou ao meu lado depois de se perfumar com o hidratante – Que cheiro bom – Segurei sua mão e a beijei, depois fiz o mesmo em  seu braço – Você também está muito cheiroso – Beijou meu rosto e a aconcheguei em meu braço - Boa noite - Falou e trocamos um selinho - Te amo, dorme bem - A abracei com a pena também - Te amo muito - Entrelaçou os dedos nos meus e dormimos. Estava tão cansado que dormi profundamente por várias horas e no meio da madrugada acordei assustado - Daddy?? Daddy?? - Alice me balançava - O que? - Reclamei - Eu quero água, mas a luz do corredor está apagada, eu tenho medo - Choramingou - A Laura sempre deixa água na sua cômoda - Respondi e me virei - Ela esqueceu, daddy por favor eu estou com sede - Me empurrou com as duas mãos - Está bem, Alice - Resmunguei e sentei na cama, respirei fundo, depois levantei - Me dá a mão - Alice pediu - Vem aqui medrosa - A peguei no colo e fomos para a cozinha. Lhe dei água e pegamos sua garrafinha - Matou a sede? - A olhei - Agora sim - Sorriu - Perdeu o sono? - A levei de volta pra cama - Um pouquinho, conta uma historinha - Deitou em minha perna e inventei uma história que a fazia rir - Essa história parece a nossa história - Me olhou - Por que? - Apertei seu nariz - Porque tem o rei que é a você, a rainha a tia Laura e as princesas eu e a maninha - Ri ao ouvir a explicação - Daddy é muito mais legal agora, né? - Sorriu - Mais legal? - Levantei a sobrancelha - Agora a tia Laura é só nossa pra sempre e eu tenho irmãos. A nossa família era assim - Fez o número 2 com os dedos - E agora é assim - Mostrou o número 5 e sorri - É, wonderfull. Você é feliz? - Passei a mão por seu cabelo - Sou muito feliz daddy, nossa família é a melhor e a mais bonita. Eu quero ficar no Brasil pra sempre - A apertei e a beijei várias vezes - Te amo minha pequena - Ela me abraçou de olhinhos fechados - Te amo te amo te amo daddy, você é muito lindinho - Ri ao ouvir - Você também minha princesa - Beijei sua testa e alguns minutos depois a fiz dormir. Quando voltei para a cama Laura resmungou sonolenta - O que houve? - A abracei de conchinha - Fui levar a Alice pra beber água - Sussurrei em seu ouvido - Que horas são? - Falou manhosa - 3 da manhã - Rocei a barba por seu pescoço - Não amor - Sussurrou arrepiada - Deixa eu fazer carinho em você - Mordi sua orelha - Não, vamos dormir - Fechou os olhos e deslizei a mão por baixo da sua camisola - Amor...- Reclamou quando apertei seu seio - Só carinho - Falei malicioso em seu ouvido e desci a mão pra sua barriga - Isso não é só carinho – Sussurrou – Esse cheiro gostoso, essa pele, não consigo resistir - Levantei sua camisola até a cintura e logo levei a mão entre suas pernas - Para de abusar de mim – Falou provocante. Virou o rosto e rocei nossos lábios - Não - fiquei por cima dela e abaixei as alças da sua roupa - Para de ser safado, me deixa dormir - Gemeu baixinho enquanto eu sugava seus seios - Eu sou viciado em você - Deslizei a boca por seu corpo e ela abriu as pernas quando cheguei em seu sexo. Acariciou meus cabelos – Isso amor – Gemeu baixo enquanto eu saboreava calmamente seu gosto - Hummm que vontade - Rebolou contra meus lábios e a provoquei com lambidas e alguns chupões. Em seguida voltei a ficar por cima dela e puxei meu membro para fora da roupa. Ela o segurou e passou a estimula-lo durante nosso beijo - Você está prontinha pra mim - Sussurrava contra sua boca e massageava seu sexo completamente molhado - Você também, que gostoso - Com a mão livre arranhava minha nuca. Eu esfregava meu membro em sua entrada e em seu ponto de prazer. Laura flexionava os joelhos e empinava o quadril buscando a penetração - Não provoca assim - Sussurrou esfregando os dedos em sua própria intimidade - Olha pra mim - Segurei firme seu rosto e empurrei meu membro contra ela lentamente. Laura se contorceu ao sentir e seus olhos verdes demonstraram todo seu prazer - Ahh - Abriu a boca e grudou uma das mãos no lençol - Era isso que você queria? - Puxou meus cabelos e encostou a boca na minha - Era - A penetrei mais forte - Eu sei matar sua vontade? - Chupou meus lábios e me perguntou sensual - Só você sabe, é uma delícia te sentir assim - Grudei as mãos em suas coxas e passei a me movimentar mais rápido - Eu não sei negar pra você, é só você me tocar que eu não resisto e já quero fazer - Confessava ofegante em meu ouvido e eu ficava ainda mais louco. O quarto estava escuro mas os barulhos dos nossos gemidos e respiração ecoavam pelo cômodo. Trocavamos beijos, mordidas e chupões - Você não nega porque gosta Laura... você gosta de transar gostoso - Falei descarado contra sua boca e ela deu uma risadinha - Gosto, gosto muito - Apertou minha bunda com as duas mãos - E está tão gostoso agora - Roçou as coxas pela lateral do meu corpo. Eu estava louco dentro dela, não conseguia parar e abafava meus gemidos chupando os seios dela. Laura não se preocupava com o barulho, arqueava a cabeça para trás e gemia alto ao mesmo tempo segurava uma mão na cabeceira da cama. Bastou alguns minutos para chegar ao orgasmo e ao sentir sua intimidade se contrair fiz o mesmo, a lavando com meu jato - Humm - Suspirou aliviada depois apertou os próprios seios e rocei o rosto por seu pescoço, sentindo seu cheiro. Laura me abraçou forte contra si - Que sensação boa - Beijou meu ombro - Você é maravilhosa - Respondi e deitei ao seu lado -  Arrumamos as roupas no lugar e a abracei de novo - Me sinto completamente relaxada - Sussurrou - Eu também... me faz dormir - Pedi carinhoso e ela sorriu - Eu adoro quando você faz isso - Falou no meu ouvido - O que? - Sussurrei rouco - Quando fica dengoso assim, pedindo carinho pra dormir - Beijou meu pescoço e ri - Porque você faz carinho muito bem - Respondi - Bobo - Me deu um selinho - Eu sou apaixonado por você, não canso de falar - Passei a mão pelo cabelo dela – E eu não me canso de ouvir... lindo - Beijou meu nariz - Lembra quando eu ia pro seu quarto de madrugada só pra te fazer dormir? - Sorri assentindo - Eu só dormia bem quando você aparecia - Beijei seu ombro - Agora temos isso todo dia, por isso eu sou tão feliz - Passou a mão por minha nuca e encostamos nossas testas - Te amo minha Laura, você ilumina tudo - Rocei o nariz no dela - Te amo muito, vida - Me deu um selinho - Descansa - Sussurrou, logo dormi com seu cafuné e seus beijos por meu rosto.

Narrado por ela

No outro dia pude dormir até mais tarde pois a escola não estaria funcionando, Guto foi trabalhar normalmente e sai com as meninas para resolver os últimos detalhes da festa que aconteceria no outro dia. As duas adoravam passear e ficaram ainda mais animadas quando encontramos Manu no shopping – Você demorou – Me abraçou – Desculpa, fui ver as coisas da festa – Expliquei. As crianças já estavam fazendo barulho e decidimos deixa-las no parquinho enquanto tomávamos um suco - Manu eu preciso de ajuda - O que aconteceu? - Eu quero dar um presente para o Guto - Quer ajuda pra escolher? Vai ser sapato? Camisa? Podemos andar pelas lojas não tenho hora pra voltar - Dei uma risadinha ao ouvir - Não, nenhuma dessas opções. Estou me sentindo péssima agora - Ela franziu o cenho - Por que? - Balancei a cabeça - Porque não é necessariamente esse tipo de presente - Mordi o lábio - É alguma coisa mais cara? - Perguntou curiosa - Não é bem uma coisa. Digamos que seja algo pra intimidade de casal que se adora - Ri durante a explicação - É um presente sexual? - Ela riu - É - Ri outra vez - E o que eu tenho a ver com isso? Laura eu jamais faria um ménage com você, se for isso nem...- Gargalhei ao ouvir - Que espécie de pervertida você pensa que eu sou? - Gesticulei - Você me chama para falar que precisa de ajuda e logo em seguida fala com todo esse suspense que é algo sexual. Quer que eu imagine o que minha irmã? - Riu - Eu te pedi ajuda porque quero fazer uma surpresa para ele. E não sei onde encontrar o que eu quero - Expliquei - E o que você quer? - Me olhou - Eu quero dançar pra ele, preciso de músicas e não sei... algum adereço pra dança? - Ela sorriu - Tive uma ideia, já sei como te ajudar - Como? - Balancei a mão dela - Eu vou ver com um amigo e te explico depois - Manu, é segredo -Falei séria - Claro que não vou falar nada. Vou fingir que é pra mim. Enquanto isso, pensa na sua roupa - A roupa eu já tenho - Sorri - Mas eu estou falando uma roupa sexy, corpete, cinta liga, coisas assim e não uma lingerie comum - Explicou - Eu sei, tenho tudo isso. Inclusive vou usar um que o Guto escolheu e não consegui usar antes - Confirmei - Laura, quem é você? Minha irmã foi abduzida? - Gargalhou e apertou meus braços - Para, Manu! Não vou te contar mais nada - Senti meu rosto corar - Você era a pessoa mais careta que eu conhecia. E agora usa cinta liga escolhida pelo Gustavo? - Tapei meu rosto rindo - Minha vida sexual vai se tornar assunto mesmo? - Segurei o riso - Quando eu te falava das minhas aventuras você ficava abismada e atualmente me sinto uma virgem perto de você - Ri alto ao ouvi-la - É sério, não tenho nada há duas semanas - Reclamou - Mas você não está namorando? - Assentiu - Temos trabalho, filhos, o tempo não bate - Explicou - É complicado mesmo - Respondi - Mas com as meninas também fica mais difícil pra vocês. Não é? - Concordei - Muito mais, a Ceci e a Alice parecem ter um sensor. É um malabarismo para fugir delas - Gesticulei - Então estamos na mesma situação! Faz quanto tempo pra você? - Olhei no relógio - Faz umas oito horas - Ri ao falar - Laura eu estou me sentindo humilhada - Gargalhou e a ligação de Guto interrompeu nossa conversa - Oi amor. Onde você está? - Falou animado - Eu vim no shopping com as meninas. Você não está no escritório? - Cancelaram os compromissos da tarde. Quero almoçar com as minhas três paixões - Sorri ao ouvir - Em casa ou em um restaurante? - Em um restaurante, no de sempre. Ok? - Concordei - Estou indo daqui meia hora - Falou - Tá bom amor. Te amo! - Nos despedimos e desliguei - Não morre tão cedo - Manu falou e assenti - Preciso ir, o Guto saiu mais cedo e vamos nos encontrar - Levantamos e depois de pagar a conta, fomos buscar as crianças - O bebê vai demorar para nascer? - Alice perguntou no caminho - Vai amor. Ainda está no começo, ele precisa crescer muito - Expliquei - Eu preciso que ele nasça logo - Falou impaciente - Por que? - Ri - Porque eu estou brava com a Ceci mas mesmo assim tenho que brincar com ela. Se meu irmãozinho já estivesse aqui eu deixava ela e brincava só com ele - Cruzou os braços e ri - Por que você está brava? - Porque ela não me deixou brincar direito. Toda vez que algum amiguinho ou amiguinha me chamava pra brincar a Ceci chorava e queria colo. E ficava repetindo "minha lice" "minha lice" - Contou brava e continuei rindo - Ah, ela sentiu ciúmes de você. Ficou com medo de você trocar ela - Falei calma - Mas ela é minha irmã eu não vou trocar, ela não precisa me atrapalhar - Cecília olhava para a irmã falando - Então diz isso à ela, vocês não precisam brigar por bobagens. Você não gosta quando eu fico brava com o daddy e eu também não gosto quando vocês brigam - Ela me ouviu atentamente e se virou para a irmã - Te amo mana - Beijou o rosto de Ceci - Lice!! - Cecilia abriu os bracinhos e Alice abraçou ela na cadeirinha. Sorri vendo as duas e logo chegamos no restaurante. Almoçamos tranquilamente e em um clima totalmente agradável. Guto planejava alguma coisa para fazer no outro dia por causa do seu aniversário e ficava frustado quando eu e Alice ignoravamos suas ideias por conta da surpresa. Depois do almoço levamos as crianças ao cinema e jantamos na casa da minha mãe. Manu conseguiu me dizer que havia arrumado o que pedi e fiquei curiosa porém Guto sempre chegava no meio do assunto. Depois de um dia cheio chegamos cansados e dormimos rapidamente.

 

Narrado por ele

Levei um susto a abrir os olhos, Alice estava segurando meu rosto com as duas mãos e me olhava fixamente – O que foi? – A olhei – Ele acordou, pode vir, ele acordou – Saiu correndo pelo quarto e sentei na cama sem entender. Antes de chamar por Laura ela apareceu carregando uma bandeja e as crianças correram até a cama animadas cantando parabéns – Feliz aniversário daddy, eu te amo – Alice agarrou meu pescoço e também peguei Cecilia – Papi, papi – Repetia empolgada – Obrigado minhas princesas, o papai também ama vocês – Laura colocou a bandeja repleta de comidas e frutas em cima do criado mudo – Agora licença que é minha vez de dar parabéns – Falou sorridente e apoiou um dos joelhos na cama. As meninas saíram de cima de mim. Logo estavam pulando no colchão mas Laura sequer reclamou, apenas me abraçou pelo pescoço – Parabéns meu amor – Beijou meu rosto várias vezes – Que este seu aniversário seja ainda mais feliz – Sorri ao ouvir – Já está sendo – Segurei seu rosto – Eu amo você, te desejo o melhor. E você é um coroa lindo – Sussurrou rindo e apertei sua cintura – Eu mal completo mais um ano e você me chama de velho? – Ri – Coroa é diferente de velho, é o que nós somos – Riu também – E que coroa!!! – Falei em seu ouvido e dei um tapinha em sua bunda – Para!!! – Riu segurando minha mão – Toma seu café, eu fiz tudo o que você gosta – Peguei a xícara e servi café para ele – Um ótimo jeito de começar um aniversário – Sorriu e Alice veio ao meu lado – Eu ajudei a fazer as torradas – Laura sorriu concordando e me deu mais algumas coisas para comer. Ela e as meninas fizeram o mesmo e depois de terminar Laura juntou as bagunças que estavam sobre a cama – Obrigado pelo café, vocês três são as melhores – Falei alegre – Ah, falta uma coisa!!! – Apontou para o guarda roupa – Pega o presente Alice – Pediu e ela obedeceu rapidamente. Fiquei feliz ao abrir o embrulho e ver que era o relógio que eu estava querendo há algum tempo. Laura nunca deixava passar nenhum detalhe – Quantas surpresas – A puxei pela cintura e ela sentou comigo rindo – Gostou? – Puxou minha nuca – Amei – A beijei e a joguei na cama – Não – Ela esperneou quando comecei a fazer cócegas nela . Alice e Cecilia riam da cena – Para Guto – Laura gargalhava e tentava se livrar – Tadinha – Alice me batia com o travesseiro e Ceci tentava ajudar a mãe – Ah, vocês estão contra mim? – Virei e passei a fazer cócegas nas duas agora. Com certeza nada me fazia mais feliz do que estar aqui, em família. Não trocaria o amor de Laura e a felicidade das crianças por nada. Depois de sentir por muito tempo o vazio da solidão, finalmente entendi o que era passar por cima de tudo para ser ser feliz. 



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