História Problemas de família - Capítulo 65


Escrita por:

Postado
Categorias Eliane Giardini
Tags Eliane Giardini, Maite Proença, Werner Schunemann
Visualizações 272
Palavras 16.847
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 65 - Capítulo 65


Fanfic / Fanfiction Problemas de família - Capítulo 65 - Capítulo 65

Narrado por ele

Cheguei em casa chateado, não gostava quando minha mãe ficava doente e sempre atribuía parte dos problemas dela a mim mesmo, pois sabia que ela ainda sofria por Antônio e me sentia culpado por isso. Laura estava deitada no sofá, lendo para Lucas e Ceci que deitavam a sua volta mas largou tudo quando me viu entrar - E como sua mãe está? - Perguntou preocupada - Não melhorou muito, mas o médico liberou para ficar em casa. Vim buscar umas coisas, vou dormir lá - Contei e sentei na poltrona - Não quer trazer ela pra cá? - Ofereceu - Ela não quer...- Respondi - Eu não vou ficar na casa dela, Guto. Depois daquilo da Leila, eu desisti da sua mãe - Respondeu mais séria - A situação é diferente, Laura. Ela está doente! Mas não importa, eu vou ficar com ela e você fica com as crianças aqui - Respondi - Você tem razão... E nós somos parceiros. Eu vou por você - Assenti - A gente vai dormir na vovó? - Ceci me olhou - Vamos, escolhe só um brinquedo pra levar - Apontei - Eu também posso escolher? - Lucas me olhou - Pode, só um - Avisei e os dois saíram - Você está tristinho meu amor - Laura levantou e veio sentar em minha perna - Não fica assim - Falou carinhosa e distribuiu beijos por meu pescoço - Eu fiquei preocupado - Acariciei o braço dela - Ela já está melhorando, essa carinha de dengo que você faz...- Brincou carinhosa e deu vários beijos por meu rosto - Eu vou fazer um jantar pra ela, a gente leva as crianças e ela vai ficar mais animada, tá? - Segurou meu rosto e me deu um selinho - Mesmo com tudo o que já aconteceu, você consegue mostrar que é muito melhor...- Respondi a abraçando em mim - Eu sei o quanto sua mãe é importante pra você. Ela vai melhorar pra perturbar mais minha vida - Falou e dei risada - Você é péssima - Apertei seu rosto e a beijei - Eu já escolhi meu brinquedo - Ceci interrompeu e Laura levantou do meu colo - Tá bom, vamos por uma roupa - A pegou no colo - Vou avisar minha mãe - Laura assentiu e quando estava quase escurecendo, saímos de casa. 


Narrado por ela

Chegamos na casa da minha sogra e visualmente ela aparentava estar muito melhor. As crianças logo foram até ela e ela se animou prontamente - Obrigada por virem ficar comigo - Falou abraçando Lucas e Cecília ao mesmo tempo - A minha mami vai fazer uma comida deliciosa pra você sarar, tá? - Apertou o rosto dela - Mas é linda, a Alice deveria ser assim também - Margô a apertou - Sobrou pra mim - Alice revirou os olhos - A Lice é adolecemente vovó. Não reclama dela - Ceci retrucou e rimos - É adolescente que fala, Ceci - Alice corrigiu - As crianças podem dormir comigo, vocês ficam no outro quarto - Margô nos olhou e eu sabia exatamente que esse era o quarto de Antônio nas últimas vezes que esteve aqui - Não eu quero dormir com a minha mamãe - Lucas correu para abraçar minhas pernas. Logo o peguei - Eles ainda tem mania de dormir com vocês? - Margô perguntou - Não, mas ficam até deitados com a gente antes de dormir - Guto respondeu e Lucas deitou em meu colo - O médico aumentou seus remédios? - Sentei ao lado dela - Aumentou e agora colocou novos - Explicou - Deixa eu ver - Pedi e ela mandou Alice buscar a receita. Olhei os itens e realmente ela estava tomando vários comprimidos em diversos horários - Você está tomando direito? É muita coisa - Perguntei - As vezes esqueço e me confundo - Reclamou - Eu vou arrumar separadinho pra você, pra ficar mais fácil - Falei carinhosa e ela acariciou minha mão. Sorri com o gesto - Pelo menos você está mais corada, só emagreceu - Passei a mão pelo braço dela - Estou sem apetite - Respondeu - Vamos fazer alguma coisa diferente pro jantar - Levantei e Lucas continuou agarrado em mim - Desce um pouco - Tentei solta-lo - Não mamãe - Grudou os bracinhos em meu pescoço - Vem com a vovó - Margô tentou pegar - Não!!! Quero você mamãe - Escondeu o rosto em meu pescoço - Ele está com sono daí fica enjoado - Falei e fomos andando para a cozinha. Guto estava andando pela casa com as meninas - Obrigada por ter vindo, eu achei que você não fosse querer - Falou pegando as panelas - Eu não queria mesmo... - Respondi e ficamos em silêncio. Eu tentava fazer as coisas mas Lucas não me soltava, então ela acabou me ajudando - Por que a Leila não veio ficar com você? - A olhei enquanto segurava Lucas - Porque ela começou a namorar - Falou sem graça - E por que não vem com o namorado? - Levantei a sobrancelha - Porque ele sabe que ela já teve um namoro com o Guto. Entendo ele não querer vir e ela é namorada dele né - Sorri irônica - Uma pena você entender um desconhecido e não entender quando eu pedia pra não trazer ela aqui pelo mesmo motivo - Falei séria e fechei a panela com força - As coisas são diferentes - Retrucou - Diferentes por que? Eu sou uma idiota, sabia? Você nunca vai entender - Balancei a cabeça - Nosso problema vai muito além disso - Respondeu - Mas nosso problema aconteceu há anos!!! Você não pode me punir pra sempre - Retruquei - Você imagina a Cecília roubando um namorado da Alice? Imagina ver a Alice definhando por isso? - Me encarou e respirei fundo - Não me tortura desse jeito, Margô... - Falei com a voz embargada - Mas foi o que aconteceu, Laura. Você precisa entender meu lado também. Agora você tem filhos, você sabe da dor que é quando mexem com um dos nossos - Me encarou - É muito injusti você me dizer isso agora. Nessa altura do campeonato - Limpei meu rosto, pois uma lágrima escorreu - Mamãe? - Lucas segurou meu rosto - Que foi? - Me olhou - Meu braço está cansado, vai andar um pouco - Pedi e ele beijou minha boca - Linda - Me deu mais um selinho - Príncipe - Beijei sua testa e seu rosto - Depois a mamãe deita com você, vai brincar com o seu pai - O deixei no chão e ele obedeceu - Me sinto traindo o Antônio quando vejo isso aqui embaixo do meu teto - Minha sogra falou - Mas o Antônio morreu! E você disse que tinha me perdoado - Abri os braços - Perdoar não significa esquecer - Gesticulou - Margô, ele me traía, ele tentava me forçar a transar com ele, ele já me bateu... Ele já tentou me matar. Como você pode exigir que eu chore a morte dele sete anos depois? Eu tinha pavor dele. Você só quer culpar alguém pelo filho que tinha e acha fácil me culpar - Chorei ao falar e ela também chorou - Mas por que o Gustavo? Com tantos homens, Laura - Continuou chorando - Mesmo com tudo isso eu nunca procurei outros homens, eu nunca correspondi a nenhuma cantada de ninguém... Mas o Gustavo apareceu e você conhece o Gustavo. Você sabe os motivos que eu tive pra me apaixonar - Limpei meus olhos - O que foi aqui? - Guto apareceu com Alice - Nada - Virei para limpar meus olhos - Já está quase pronto - Margô falou - O que foi? - Guto falou sério e segurou meu braço, me puxando para encara-lo - Nada, eu já disse - Tapei meu rosto - O que você fez pra ela? - Perguntou sério para sua mãe - A gente só... - Começou a falar - Eu tô cansado de tentar te ajudar enquanto você maltrata a minha mulher. A Laura não fez nada pra você. Muito pelo contrário, ela está te ajudando. Eu não vou sair da minha casa, pra você fazer isso com ela, sua ingrata - Apontou falando irritado - Pega suas coisas, meu amor. Vamos embora, desculpa ter te trazido aqui - Guto segurou meu pulso e beijou minha mão - Não fica chateada - Me abraçou forte e me apertou contra ele. Passei a mão por sua nuca - Desculpa, Laura - Margô chegou mais perto - Desculpa! Eu não quero morrer sozinha, sem vocês... Não vão embora, eu estou implorando desculpas - Falou mais nervosa e se abraçou em nós - Você sempre pede desculpa, mãe - Guto continuou bravo - Deixa amor, para de briga - Tentei amenizar - Nós não vamos embora, não chora - Passei a mão pelo braço dela - Obrigada - Ela se acalmou - Se você ficar brigando com a minha mãe, eu que vou embora - Alice se meteu - Alice, fala direito com a sua vó, respeita ela - Olhei séria - Mãe, você é muito boba, fica deixando as pessoas te tratar mal. Eu odeio vir aqui - Alice falou chateada e saiu correndo. Margô começou a chorar - Eu estraguei tudo - Falou para Guto e ele começou a falar sério com ela, mas fui atrás de Alice que estava com os braços cruzados na varanda da sala. Sentei ao seu lado - Vem aqui - Puxei seus braços - Não - Falou chateada e a puxei mais forte - Vem aqui logo - Abracei sua cintura e ela acabou sentando em meu colo. Sorri quando a arrumei em meus braços por perceber a diferença de tamanho dela, quanto havia crescido - O que foi? - Me olhou - Eu não gosto quando você fica desse jeito - Coloquei seu cabelo atrás da orelha - E eu não gosto quando a vó te trata mal. Por que você deixa?  Eu só queria te defender e você brigou - Falou com a voz embargada - O assunto é entre sua vó e eu. Você ainda é uma criança, não pode falar assim com a Margô. Ela ama você - Falei calma - Eu amo você, mãe. Você sempre me defende, eu quero te defender também - Sentou e abraçou meu pescoço - Eu fico com vontade de chorar quando você fala assim, eu te amo demais - Sussurrei e beijei seu ombro - Não chora não, sua boba - Falou e dei risada - Mas presta atenção: a sua vó está doente, ela é velha, deixa que seu pai conversa com ela por mim. Não vamos ficar brigando. Somos uma família - Acariciei seu rosto - Eu vou sentar do seu lado no jantar - Me abraçou outra vez e sorri - Pede desculpa pra Margô, tá? - Pedi em seu ouvido - Tá - Revirou os olhos e lhe dei um selinho. Em seguida fomos jantar - Eu não aguento mais - Alice largou o garfo - Então por que serviu tudo isso? - Guto apontou - Porque eu achei que minha fome era grande - Reclamou - A sua mãe sempre fala e você não escuta - Continuou sério - Para de implicar, daddy. Que coisa - Falou com manha - Ele tem razão, filha. Tem que parar de ser olho gordo - A olhei - Tá, tá - Alice cruzou os braços - É gula, sabia mami? A Lice tem gula - Ceci apontou - Ninguém te perguntou. Cala boca - Alice retrucou - Cala boca já morreu quem manda na minha boca sou eu - Ceci mostrou língua - Eu já mandei parar de mostrar língua - Belisquei Ceci - Ai meu bracinho - Ameaçou chorar - Se ferrou linguaruda. Bruxa fofoqueira - Alice provocou e Ceci começou a chorar. Respirei fundo - Calem a boca. Olha o seu tamanho, Alice. Toma vergonha - Apontei - E você fica quieta, não vem chorar na minha cabeça - Guto falou para Ceci. Margô começou a rir e olhamos sem entender - Todos os dias são assim? - Guto sorriu ao ouvir - As vezes a Laura para de comer e dá uns tapas neles - Respondeu e rimos. Depois do jantar passamos um tempo juntos e na hora de dormir, me recusei a ficar no quarto que Margô ofereceu, por isso levamos o colchão pra sala e nos acomodamos lá. Alice havia dormido com Cecília no sofá mas Lucas não dormia por nada, estava deitado comigo - Quero mama, mamãe - Fazia dengo, me abraçando - Nem sai mais Lucas, para - O deitei em meu braço - Sai sim, eu quero meu mama - Choramingava puxando minha blusa - Virei lateralmente e deixei ele mamar o que achava que ainda restava - Bebezinho da mamãe - Beijava seu rostinho e ele fechava os olhinhos - Ah Laura - Guto reclamou ao deitar do meu lado - O que? - Resmunguei - Nem tem mais nada pro Lucas ficar assim - Reclamou - Ele fala que tem, deixa ele dormir - Respondi - Daqui a pouco ele está com quinze anos pedindo mama - Continuou reclamando e dei risada - Se eu deixar até a Cecília mama, Guto. Você sabe - Respondi. Lucas soltou meu seio e aparentemente havia dormido mas começou a chorar quando tentei levantar com ele - Deixa eu dormir com você, mamãe - Me agarrou - Filhinho... - O deitei entre mim e Guto. O enchi de beijos enquanto o abraçava. Fiquei cantando baixinho até ele dormir mas Guto acabou dormindo junto. Depois de deitar Lucas na cama. Finalmente me acomodei no colchão. Cobri Gustavo e me abracei nele. A casa estava escura e várias lembranças voltaram a minha mente. Principalmente lembranças de quando vinha aqui com Antônio. Rolei vários minutos pelo colchão, me sentia amedrontada, assombrada e percebi que não iria conseguir dormir tão cedo - Guto - O balancei - Hum?? - Reclamou - Acorda - Abracei seu peito - Tô com sono, Laura. O que é? - Virou o rosto - Você sabe que eu não gosto de dormir aqui, fica conversando comigo - Pedi com manha - Para de frescura, vem aqui - Virou e me abraçou com o braço e a perna mas continuou de olhos fechados - Eu tô pedindo pra você acordar - Empurrei seu braço - Porra, Laura eu estou cansado - Abriu os olhos pra me olhar - Mas eu quero conversar, eu não consigo dormir - Reclamei me abraçando nele - Você já estava dormindo. Para de me perturbar - Resmungou - Eu não dormi, quem dormiu foi o Lucas. Mas tudo bem, quando é pra me acordar pra transar você acha lindo, agora pra me dar atenção você não pode. Eu vou lembrar disso - Falei irritada e o empurrei - Sem drama, amor... - Me abraçou de novo - Agora é drama... - Falei irônica - Já acordei não acordei? Então para de arrumar briga - Respondeu sério - Cala essa boca e me beija - Puxei seu rosto - Fala direito ou eu te coloco de castigo - Mordeu meu lábio e deu um tapa na minha bunda - Ai amor, você bateu forte - Reclamei - Desculpa, desculpa, minha linda - Acariciou aonde havia batido e me deu um selinho - Agora eu perdi o sono, está satisfeita? - Mordeu meu queixo e dei uma risadinha - Agora estou. Eu fico com medo de ficar acordada sozinha, essa casa é estranha - Abracei seu pescoço - Vou te contar um segredo, meus avós morreram nessa casa... É assombrada - Falou em meu ouvido - Cala a boca Guto - Bati forte em seu braço e ele deu risada - Ai... É sério, tem espíritos aqui - Continuou me assustando - Para, eu não gosto dessas coisas, eu vou pegar as crianças e vou embora - Falei nervosa e ele riu de novo - Deixa de ser medrosa, eu tô brincando - Beijou meu pescoço - Que brincadeirinha mais idiota. Não achei graça nenhuma - Belisquei seu braço - Boba - Sussurrou e me deu um selinho - Idiota - Bati de leve em seu rosto e lhe dei outro beijo - Confessa que você queria que eu acordasse só pra ficar te beijando - Falou afastando nossas bocas e dei risada - Ah, claro! Você é tão irresistível que não aguentei - Falei irônica e rimos. Em seguida nos beijamos outra vez - Vamos beber água? - Pedi e ele assentiu. Guto levantou primeiro e puxou minha mão para me ajudar. Fomos andando sem fazer barulho até a cozinha e realmente essa casa me dava arrepios. Abracei ele por trás e fomos assim. Fiquei mais aliviada quando ele acendeu a luz - Obrigada - Sorri e bebi a água que Guto serviu e ele bebeu no bico - Deixa sua mãe ver isso. Vai dizer que é minha culpa - Revirei os olhos - Não exagera, você tá implicando agora - Deu uma risadinha - É verdade, você sabe. Ela diria que deixo você fazer isso em casa por isso tem essa mania - Fiz careta - Mas ela tem razão, se você não deixasse em casa, eu não faria em outros lugares - Me provocou - Ah claro, você tem quantos anos mesmo? - Coloquei as mãos na cintura e ele tomou água no bico novamente, em seguida virou e me olhou - Ela só vai saber se você contar - Apontou e rimos - Bobo - Cruzei os braços e o encarei. Ele estava apenas de samba canção e era impressionante o quanto eu adorava observa-lo. Ele sorriu ao perceber - Vem aqui vem - Me chamou com o dedo e me aproximei - O que? - Passei as duas mãos por seu peitoral e deslizei lentamente até seu abdome - Em casa você usa uns pijamas melhores - Comentou e dei risada - Sua mãe já me odeia, se eu usasse o que uso em casa, ela iria me deixar dormindo lá fora - Respondi. Eu estava vestindo uma calça preta e uma blusa de manga comprida branca com algumas listras - Estou tão broxante assim? - Perguntei quando abracei seu pescoço e Guto riu - Nunca! - Envolveu os braços em minha cintura e me virou, me fazendo ficar encostada na geladeira - Você é linda de qualquer jeito, meu amor - Beijou meu pescoço e sorri - Te amo, vida - Sussurrei acariciando seus braços - Eu também te amo, você é maravilhosa - Beijou meus ombros - Você está tão gostoso, sabia? - Falei passando as mãos por seu peito e depois em suas costas - Ninguém passa a mão em mim e me chama de gostoso sem me dar um beijo - Falou em meu ouvido e dei uma risadinha - Com muito prazer - Sussurrei e puxei seu rosto. Prontamente abocanhei seus lábios e Guto encostou o corpo no meu, me deixando pressionada contra a geladeira - Por que eu não canso dessa boca? - Perguntou segurando meu queixo - Me faço a mesma pergunta todo dia - Respondi e lhe dei um selinho, depois outro e logo voltamos o beijo. Agora mais rápido. Guto deslizava a mão por baixo da minha blusa e apertava minha cintura. Minhas mãos estavam dentro do seu samba canção e eu retribuia apertando e arranhando sua bunda fazendo ele ficar ainda mais colado em meu corpo - Mami, por que você não está no seu colchão? - A voz embargada de Ceci ecoou pela cozinha nos assustando e Guto me soltou. Rapidamente empurrei seu peito e olhei para ela - O que foi? - Tentei controlar a respiração - Eu quero você - Falou chorando e abriu os braços para pega-la no colo - O que foi, filha? - A arrumei em meu colo - Por que está chorando? - Guto veio ao nosso lado e a beijou - Eu não consigo dormir, me leva embora papi - Abraçou o pescoço de Guto e passou para o colo dele - Vamos deitar na sala - Guto falou paciente e depois de apagar a luz fui deitar rapidamente com os dois. Ceci ficou deitada entre nós - Passou o medo? - A agarrei - Uhum, eu não tenho medo com vocês - Falou dengosa e levantou o pescoço quando sentiu meus beijos - A mamãe e o papai te protegem minha bebê - Passei a mão em sua barriguinha e ela riu - Mas a sua mãe também tem medo - Guto falou - Você tem, mami? - Ceci abraçou meu pescoço - É que essa casa é estranha - Sussurrei e ela me abraçou mais forte - Eu cuido de vocês - Guto nos abraçou com o braço e a perna, deixando Ceci esmagada entre nós - Mami, deixa eu dormir aqui - Abraçou meu pescoço - Filhinha, o espaço é pequeno - Passei a mão pelas costas dela - Mas eu sou magrinha - Respondeu e rimos - A vovó faz barulho dormindo, deixa eu ficar aqui - Insistiu - Que barulho ela faz? - Perguntei e ela imitou barulho de ronco, nos fazendo rir - Por que você fica grudada assim na sua mãe? - Guto perguntou ao ver que Ceci não me largava. Seu bracinho estava agarrado em meu pescoço e sua perna em volta da minha cintura - Porque ela tem cheirinho de mami - Falou dengosa e dei risada - Como eu amo você, meu pedacinho - A apertei - Por que eu sou seu pedacinho mesmo? - Me olhou - Porque você saiu da minha barriga - Apertei seu nariz - Mas eu cabia aqui, mami? - Alisou minha barriga - Cabia, você era tão pequena - Doeu quando eu sai? - Me olhou - Doeu, mas depois passou - Respondi - Mas eu sai por onde? - Depois te explico mas a mamãe te enrolava igual um charutinho - Falei e a apertei mais em mim - E você papi? - Virou o rosto para ele - Eu ficava te balançando pra você não chorar e sua mãe poder dormir - Guto respondeu e beijou a nuca dela - Te amo minha pequenininha - Guto falou dando beijos nela e sorri vendo a cena, adorava a maneira como ele nos tratava e passei a mão por sua barba - Também te amo papi - Ceci falou fofa - E eu princesinha? Você me ama? - Sorri - Te amo muito mami, muito muito - Falou manhosa e beijei sua testa - Dorme, a mamãe cuida de você - Sussurrei. Guto ficou dando beijos nela e eu também, Ceci acabou dormindo e logo a levamos pra cama. Guto me abraçou por trás e desceu a escada dando beijos em minha nuca - Hummm, que beijinho gostoso - Sorri e apertei suas mãos que estavam em minha cintura - Você é muito cheirosa - Mordeu meu ombro - Sou? - Sorri e virei de frente para ele - Muito. Vem aqui vem - Me levantou facilmente. Envolvi as pernas em sua cintura e ele saiu andando comigo depois de apagar a luz - Isso, me põe pra dormir - Sussurrei em seu ouvido e ele apertou as mãos em minha bunda. Foi se abaixando e me deitou no colchão, em seguida deitou sobre mim - O ar está gelado, fiquei com frio - Sussurrei - Vamos nos cobrir - Respondeu e puxei o edredon pra cima da gente. Guto me beijou e envolvi as pernas em volta dele. Suas mãos apertavam minhas coxas e sua língua sugava a minha - Que beijo gostoso - Puxou e soltou meus lábios, me fazendo sorrir - Por que você é assim? - Perguntou em meu ouvido - Assim como? - Sussurrei - Você me hipnotiza, hipnotiza as crianças... Você deixa a gente cada dia mais apaixonados - Mordeu minha orelha e me arrepiei - É que eu tambem sou apaixonada. Vocês quatro são meus amores, a melhor parte de mim - Respondi baixinho - Te amo muito, Guto... Muito - O apertei. Ele deslizou as mãos pela lateral do meu corpo por baixo da blusa, fez o mesmo por minha barriga e mordi os lábios quando segurou meus seios. A mão grande dele os apertava firme e a sensação de sentir os dedos dele repuxarem meus mamilos, me deixava louca - Vem aqui, vem... Vem mamar - Provoquei e ele deitou ao meu lado. Me ajeitei e levantei a blusa para deixar meus seios a mostra. Guto apertou minha cintura - Assim você faz eu perder o controle - Falou baixinho e sua boca faminta foi logo devorando meu seio - Ai... Isso - Acariciei sua barba - Ai... Guto... - Gemia baixinho sentindo meu sexo queimar pois os dedos dele apertavam minha intimidade por cima do pijama. Deslizei a mão por seu abdome e logo alcancei o volume de seu samba canção. O apertava por cima da roupa - Tira essa calça - Foi a primeira coisa que falou quando afastou a boca de mim - Não... Chega - Empurrei seu rosto e abaixei a blusa - Laura... - Puxou minha cintura - Não, já disse - Apertei seu rosto e lhe dei um selinho forte - Por favor, vida - Insistiu e me agarrou. Beijou meus lábios com desejo e meu corpo amoleceu com a maneira que sua língua invadiu cada canto da minha boca. Sua mão deslizou em minha barriga e logo parou em meu seio outra vez. Ele apertava um, depois o outro, sem deixar de me beijar - 


Narrado por ele

Enfiei a mão dentro de sua calça e apertei seu sexo. Laura gemeu baixinho - Não, Guto...- Puxou meu pulso - Só estou te beijando, não vou fazer nada - Sussurrei e mordi seu queixo - Você é um tarado - Entrelaçou nossos dedos para eu não lhe tocar - Por que você não quer? - Rocei o rosto em seu pescoço e ela apertou forte minha mão ao se arrepiar - Porque não estamos em casa, a qualquer hora alguém pode levantar - Falou deixando eu voltar a pegar em seu corpo - Mas você está com vontade? - Mordi sua orelha - Uhum... Você sabe que eu adoro fazer amor com você - Sussurrou - Olha as coisas que você me fala... Eu não aguento. Por favor... - Pedi baixinho - Vamos só brincar, tá? - Subiu por cima de mim - Fica só de calcinha - Pedi puxando o cós da sua calça. Ela ficou em pé rapidamente e depois de tirar, voltou a sentar em cima de mim. Nos cobri. Ela apoiou as mãos no colchão e se inclinou para mim até roçar os seios em meu seios. Eu ficava louco com suas provocações e sugava cada um lentamente - Hummmmm - Ela apertava meus ombros - Que delícia - Sussurrei e massageei seus seios que já estavam vermelhos de tanto que os chupei. Depois disso, Laura deitou em meu peito e abriu as pernas em volta de mim. Puxei meu membro pra fora e o acomodei entre as pernas dela - Tudo pra mim? - Sussurrou e segurou meu membro. Ela o apertou e gemi - É... Você me deixa com tanto tesão - Respondi e passei as duas mãos na sua bunda - Ah, Guto - Mordeu meu pescoço - Pra que negar, se você acaba assim? - Sussurrei e mordi sua orelha - É... sempre acabo na sua cama, pedindo mais - Falou safada - Sempre pede mais, você é uma gulosa - Enfiei a mão dentro de sua calcinha - Humm... - Esfreguei os dedos por ela - Guto... A gente só ia brincar... - Reclamou dando gemidinhos - Mas você está tão gostosa - Apertei suas costas - Beija minha boca - Puxei seu rosto e nos beijamos. Ela me masturbava com pressa durante o beijo e eu gemia com desejo, abria mais suas pernas e segurava sua calcinha de lado pra arrumar espaço para penetra-la - Chega, Guto - Afastou a boca de mim falando ofegante quando sentiu a ponta do meu membro tentando invadi-la - Deixa Laura, deixa eu te pegar gostoso - Segurei o quadril dela - Não fala assim -Apertou meus braços - Você está molhadinha, deixa eu te pegar logi - A puxei mais pra baixo - Eu não resisto, eu adoro sentar em você - Falou de uma vez e sentou firme em meu membro. A invadi com força e ela apoiou as duas mãos em meu peito - Tão apertada - Gemi e apertei suas coxas - É, safado? - Deu um tapinha em meu rosto - É... Porra, continua - Choraminguei e senti ela cavalgar mais forte - É gostoso me sentir assim? - Falou ofegante chocando nossos sexos com mais rapidez - Muito, Laura... Muito - Apertei suas coxas. Meu corpo pegava fogo a cada sentada firme que ela dava. A sala silenciosa deixava nossos gemidos e barulhos evidentes - Vem mais perto - Puxei seus braços e ela deitou por cima de mim. Seus seios ficaram apertados contra meu peitoral. Eu apertava suas costas e depois remexia seu quadril. Laura escondia o rosto no meu pescoço e o chupava tentando abafar seus barulhos - Está escuro eu quero ver seu rosto - Segurei seu cabelo e a fiz me encarar - Eu também quero te ver - Falou ofegante e esfregou os dedos na minha boca - Vamos pro sofá - Apertei sua cintura e prontamente mudamos de lugar. Liguei apenas a luminária que ficava ao lado e Laura deitou de bruços com a cabeça deitada lateralmente no braço do sofá. A penetrei novamente e segurei firme em seus cabelos. Seus olhos ficaram fixos nos meus e sorrimos - Assim que eu gosto - Sussurrou com a voz falhada - Eu também! Adoro ver essa cara de safada - Bati em sua bunda - Ahh - Ela mordeu o sofá e segurei firme sua cintura. Passei a chocar nossos corpos com força. Nossos barulhos já estavam exagerados e o medo de minha mãe acordar aumentava minha adrenalina - Que gostoso, não para Guto... Por favor - Choramingou desesperada - Então geme baixinho - Tapei sua boca - Só sente...- Mordi sua orelha e me movimentei várias vezes - Ahhh - Ela gemia abafado e mordia minha mão. 


Narrado por ela

Minhas pernas estavam muito bambas ao perceber isso Guto me virou de frente e fiquei deitada com uma das pernas apoiada na parte alta do sofá. Puxei minha blusa pra cima e fiquei acariciando meus seios enquanto ele voltava a me invadir feito louco. O sofá balançava junto com meu corpo - Eu vou gozar, Guto - Arranhei seus braços - Vou gozar pra você, pro meu homem - Falei descontrolada - Rebola pro seu homem, rebola minha gostosa - Apertou minhas coxas e sorri remexendo o quadril - Isso... Que delícia, vamos gozar juntos vai, não para - Falava ofegante e esfregava o polegar em meu clitóris - Como você é deliciosa - Deslizou a outra mão em minha barriga - É muito gostoso, Guto... - Apertei as mãos nos meus peitos com mais força - Vou sujar você todinha... - Falou rouco e estimulou seu membro em seguia espirrou seu jato em mim, sujou minha barriga, depois minhas coxas e mordi os lábios quando senti lavar minha intimidade, acabei chegando ao orgasmo e ele deitou por cima de mim - Isso foi demais - Beijei seu ombro e apertei as pernas em volta do seu corpo - Você é maravilhosa - Sussurrou - Fica encostadinho em mim - Pedi abrindo melhor as pernas. Guto encostou seu membro em meu sexo e passei as mãos por sua bunda - Que sensação gostosa - Sussurrei no ouvido dele - Não se esfrega assim... Vou querer mais - Sussurrou quando remexi meu quadril e dei uma risadinha - Sossega - Lambi sua orelha. Nossos corpos quentes continuaram agarrados. Ele estava com cabeça escondida em meu pescoço e eu deslizando as mãos por suas costas - Não dorme, vamos voltar pro colchão - Pedi baixinho e ele abriu os olhos pra me olhar - Vamos... - Me deu um selinho e levantou, fiz o mesmo e logo Guto falou - Sujamos o sofá - Apontou - Não acredito - Levei as mãos no rosto - Preciso limpar - Pegou sua camiseta - Não Guto, com a roupa não - Reclamei e ele pegou papel, depois esfregou aonde havia respingado - Está sujando mais, não faz isso - Segurei seu pulso - Minha mãe vai me matar se ver - Respondeu e dei risada - Ela nem deve mais saber o que é isso - Respondi e Guto riu. Puxei minha calça que estava caída no chão e a vesti - Vou pegar detergente - Avisei - Eu vou molhar aqui - Respondeu e tentamos novamente. Dessa vez conseguimos. Ficou a marca da água mas limpamos os restos que nos incriminavam - Não deixa as crianças sentarem aí - Avisei e ele riu - Que nojo, Laura - Balançou a cabeça e ri - Apaga essa luz antes que alguém acorde - Apontei - Vou guardar esse detergente - Guto falou mas antes de levantar, sua mãe surgiu - O que foi aqui? - Nos olhou. Guto virou pra ela mas ficou quieto - O Guto vomitou - Falei por impulso - Mas você estava tão bem. Vomitou por que? - Ela se aproximou - Devo ter pego algum vírus de você - Respondeu - Vem deitar comigo e tomar algum remédio - Ela falou - Não já vamos dormir. Estou melhor agora, foi algo que comi - Falou debochado e virei o rosto para não rir - É, ultimamente você anda comendo muita porcaria achando que é novo - Respondeu - Agora vou dormir - Puxou as coisas da mão de Guto e saiu em direção a cozinha - Ai que agonia - Deitei no colchão - Ela tem o sono leve, será que ouviu alguma coisa? - Deitou ao meu lado - Agora que você fala isso? Depois de me fazer gritar? - Ele me abraçou e riu - Eu estou brincando - Mordeu meu ombro - Agora me deu muito sono - Reclamou fechando os olhos - Eu quero tomar banho, você me sujou toda - Respondi abraçando ele - Daqui a pouco amanhece e você toma. Vamos dormir - Me cheirou e fechei os olhos. Meu corpo ainda estava mole e acabei dormindo junto com ele. 


*


- Amor, a Manu vai ficar uns dias aqui porque ela brigou com o Mauro - Falei pelo telefone - Mas foi tão séria a briga? Por que ela não fica na sua mãe? - Perguntou - Porque é muito perto da casa dela. Ela quer ficar aqui... - Expliquei - Tudo bem...- Respondeu meio contrariado - Guto, eu não quero você olhando pro lado e muito menos levantando de madrugada. Entendeu? - Perguntei séria - Para de ser louca, né Laura? - Retrucou bravo - Eu estou de olho! - Respondi - Mãe, a tia chegou. Pode abrir a garagem? - Alice veio até mim - Vou desligar, amor. Até depois - Me despedi de Guto - Não, deixa eu tirar nosso carro primeiro, nós já vamos sair - Avisei - Tá vou dizer a ela - Respondeu e saiu correndo - Mami já posso vestir minha blusinha? - Ceci apareceu de saia e sandália mas sem a blusa - Pode, vida. Nós já vamos sair. Traz aqui pra eu por - Pedi e ela foi buscar - Mãe, o Lucas sujou a camisa dele - Alice entrou com ele no colo e Manoela atrás - Por que você vestiu nele? Era pra esperar - Reclamei - Eu vou trocar, não briga - Alice retrucou e ri - Tá, não demora - Ela concordou e entao voltei a atenção para Manu - Por que essa mala? - Apontei - Porque não sei se vamos voltar - Suspirou - Manu mas você tem os meninos, você não pode ficar aqui tanto tempo - Respondi - Por enquanto está tudo resolvido, não se preocupe, só preciso de um abraço - Deixou o bebê conforto com Manoel no sofá e me abraçou chorando - Calma, tudo vai se resolver - A abracei - Obrigada - Ela beijou meu rosto - Fica no quarto do Lucas, vou levar as crianças no médico e volto pra jantarmos juntas - Acariciei seu cabelo e ela assentiu - Mami, a Lice me ajudou a por a blusa - Ceci voltou - Em mim também, mamãe - Lucas bateu palma - Vocês estão lindos. Vão indo pro carro - Falei e os três obedeceram. Dei alguns beijos em Manoel e fui pra garagem - Vamos arrumar esse cinto - Ceci me beijou quando a ajeitei na cadeirinha e sorri. Fiz o mesmo com Lucas e Alice foi no banco da frente - Por enquanto o Lucas vai dormir no seu quarto - Comentei com ela enquanto dirigia - Tá, mas não vai ser por muito tempo, né? - Me olhou - Não... Eu espero que não - Respondi séria - Você também  não quer que a tia fique lá? - Alice perguntou - Sinceramente não...- Respondi baixo para as outras crianças não ouvirem - Fala pra ela, mãe... Diz que eu não quero o Lucas no meu quarto - Gesticulou - É complicado, Alice. Eu fico irritada só de imaginar... - Bufei - Mami, ali é o shopping, vamos - Ceci interrompeu batendo no vidro - Outro dia Cecília - Respondi e algum tempo depois chegamos no consultório. Lucas quis vir no colo e Cecília foi tagarelando segurando a mão de Alice. Nos sentamos e Lucas abraçou meu pescoço - Quero mamar - Passou a mão por meu seio - Agora não - Respondi e o encostei em mim - Mama mamãe - Falou com manha e se desencostou - Não Lucas - Falei séria - Eu quero mama na minha mamãe - Começou a chorar alto - Lucas o peito da minha mami é dela e ela não quer te dar - Ceci se intrometeu - É meu - Lucas gritou - Meu mama - Colocou as mãozinhas sobre meus seios de novo - Para Lucas - Apertei seus braços - Deita aqui e fica quieto - O ajeitei em meus braços. Eu já estava envergonhada pois as outras pessoas que estavam aguardando me olhavam - Mãe, faz ele parar - Alice cochichou - Ele está com sono - Levantei e o segurei melhor - Cala a boca agora ou você nunca mais vai mamar - Falei firme no ouvido dele e o apertei em mim - Mas é meu mama - Falou com manha - Eu sei que é seu mas está cheio de gente aqui. Espera entrar no consultório - Continuei brava e ele encostou a cabeça em meus seios e ficou da do beijinhos em meu decote - Eu também quero colo - Cecília me puxou e quando virei para olha-la, ela estava em pé na poltrona, tentando subir em mim - Senta agora! Está louca? - A belisquei e fiz ela sentar - Mami você me apertou forte - Falou alto passando a mão no local - Silêncio Cecília - Apontei. Sair sozinha com os três era sempre um estresse. Alice ficava reclamando da demora o tempo todo - Você sabe que demroa, para de reclamar - Olhei sem paciência para ela - Você é muito chata, tudo fica brigando comigo - Resmungou - Minha filha, você está parecendo seu pai, arrumando motivo pra brigar. Para - Respondi e para meu alívio fomos chamados - Agora me dá meu mama - Lucas puxou minha blusa quando entramos no consultório - Me desculpa, ele está morrendo de sono - Falei depois de cumprimentar a médica - Oi tia Íris. Vou subir na balança, tá? - Ceci falou desibinida e subiu na balança em forma de dinossauro, nos fazendo rir - Deixa eu aproveitar e ver sua altura - Iris a mediu e quando propôs fazer o mesmo com Lucas ele chorou - Desculpa - Falei envergonhada e me sentei, deixando ele mamar - Ele melhorou? - Ela sentou atrás da mesa - Sim, não teve mais tosse, nem nenhum sintoma. Mas depois daquilo, voltou a mamar com mais frequência e ele estava quase largando. Acho que deixei ele mal acostumado - Reclamei - Ele está mamando quantas vezes por dia? - Perguntou - Na hora de dormir, mesmo quando vai apenas tirar uma soneca - Expliquei - Ele está com três anos, aos poucos vai ir largando. A orientação é livre demanda. Enquanto ele quiser, pode deixar. Se não estiver atrapalhando sua rotina - Gesticulou - O problema é que quase não sai nada e ele esta cheio de dentes... Não entendo - Apontei - É que sai de acordo com o tanto que é estimulado, se ele está mamando menos, vai sair pouco mesmo. Começa a introduzir a mamadeira novamente - Sugeriu e concordei - Fralda ele usa só na hora de dormir, porque estava fazendo várias vezes na cama mas durante o dia está indo ao banheiro - Contei e ela anotou. Lucas acabou dormindo enquanto mamava. Cecília estava brincando na mesinha colorida no canto da sala quando a médica a chamou - Agora é sua vez mocinha, vem aqui conversar comigo - Ceci rapidamente se aproximou - Eu tomei todos os dias aquela vitamina, né mami - Encostou na minha cadeira e a abracei - É, ela é um amor, Íris - Falei e beijei seu rostinho - Que orgulho! Por isso que você é uma criança saudável - Íris sorriu - Só a garganta que continua do mesmo jeito. Qualquer mudança de clima ela fica péssima - Falei passando a mão pelas costas de Ceci - Isso é imunidade, Laura. Pode deixar ela brincar descalço. Brincar na areia, na grama. Deixa ela adquirir imunidade - Gestiulou e assenti - Olha aí, agora ele só dorme assim - Apontei quando Lucas largou meu peito por estar dormindo - Aposto que isso é resultado do quanto você mimou ele durante a pneumonia - Brincou - É verdade - Balancei a cabeça. Depois de analisar os exames de rotina e conversar mais um pouco conosco, a médica entregou um pirulito para cada um e fomos embora - Mamizinha, eu também tô com soninho, me dá colo - Ceci abraçou minha cintura mas eu já carregava Lucas - Filhinha, a mamãe não consegue pegar vocês dois - Passei a mão no cabelo dela - Mas o Luquinhas já está no seu colo faz tempo. Eu fico com ciúmes - Chorou sentida limpando os olhinhos - Não chora, a mãe vai te pegar - Segurei a mão dela e coloquei Lucas na cadeirinha, depois peguei Cecília. Ela abraçou meu pescoço com os braços e minha cintura com as pernas - Pronto minha dengosinha. Tem colinho pra todo mundo - A beijei - Eu não chorei quando ele escutou meu coração - Cochichou e dei uma risadinha - Você é a mocinha da mamãe - Beijei seu pescoço - Eu sou bebê - Resmungou com o rosto escondido em meu ombro e ri - Tá bom, bebê. Vamos entrar no carro, em casa você ganha mais colo - Falei carinhosa e ela concordou. Lhe dei alguns selinhos e a coloquei em sua cadeirinha e logo voltamos para casa. Quando cheguei, o carro de Manoela estava no lugar do meu na garagem e precisei estacionar ao lado. Alice percebeu minha cara mas não comentou nada. Sai com Lucas no colo e ao ver o carro de Guto guardado, Cecília desceu correndo atrás dele. E quando entrei, respirei fundo para fingir normalidade. Guto estava sentado em um sofá com Manoelzinho no colo e Manoela no outro. Os dois estavam tomando suco e a jarra estava em cima da mesa de centro - Até que enfim - Manoela falou animada ao nos ver - Por que você não está no quarto? - Alice olhou séria para Gustavo - Eu acabei de chegar, filha - Ele respondeu prontamente - Foi tudo bem no médico? - Me olhou - Foi. Acorda o Lucas se não ele não vai dormir a noite - Entreguei Lucas para Guto e Alice pegou Manoel para ajuda-lo - Vem trocar de roupa Cecília - A puxei pela mão - Por que você tá brava, mami? - Perguntou quando tirei a blusa dela - Quem disse que eu tô brava? - A olhei - Porque você puxou meu bracinho com força e agora está tirando minha roupa sem esperar - Falou chateada e senti meu coração apertar - Oh meu amor, desculpa - A abracei - Foi sem querer, tá? Eu não estou brava não - A beijei - Então conta uma historinha pra mim? - Sorri - Na hora de dormir - Falei e ela concordou. Durante o jantar, Manoel não parava de chorar. Gritou o tempo todo e nem mesmo Manu conseguia acalma-lo - Ai meu ouvido, eu vou ficar surda - Ceci tapou as orelhas - Eu vou pro meu quarto mãe - Alice reclamou e subiu. Apenas Guto e eu ficamos na cozinha - Eu não estava brincando quando falei que não quero você sozinho nessa casa com ela - Apontei - Laura, não começa. A Manoela é sua irmã - Retrucou sussurrando - Você também era irmão do Antônio - Falei séria - Eu não vou nem responder essa loucura que você está falando - Retrucou bravo e passei as mãos no rosto - Desculpa - Segurei a mão dele - Você precisa se tratar - Soltou minha mão - Guto, traz meu copo por favor - Manu pediu alto e eu mesma levantei para levar - Por que não pediu pra mim? - Falei baixo ao ver que Manoel havia se acalmado - Achei que você tivesse subido - Respondeu - Vou dormir, boa noite - Guto passou por nós - E esse suco estava muito bom. Você que fez? - A olhei - Não, foi o Guto - Respondeu depois que a servi e engoli seco - Bom, suas coisas já estão arrumadas, fica a vontade - Falei e ela agradeceu com um abraço, em seguida subi.


Narrado por ele

A ideia de Manoela ficar aqui, definitivamente tinha sido a pior possível. Não é novidade que o ciúme de Laura é uma coisa doentia. E agora com certeza minha vida iria piorar. Ela implicava com cada coisinha mínima. Coloquei meu pijama e deitei na cama esperando ela subir. E após alguns minutos ela entrou e foi direto para o banheiro, sem dizer nada. Ficou algum tempo lá e ouvi o barulho do chuveiro. Depois voltou vestindo um roupão. Sentou na banqueta em frente a penteadeira. Passou as mãos pelo rosto e ficou se analisando. Em seguida penteou o cabelo e passou os cremes que sempre usava antes de dormir. Ela percebeu que eu estava deitando analisando seus gestos e se levantou - Que horas você chegou? - Levantou a sobrancelha - Um pouco antes de vocês - Respondi - E deu tempo de fazer suco? Eu sei que aquele suco foi você quem fez - Retrucou séria - É de saquinho Laura, queria refrigerante mas não tinha, então fiz rapidinho - Expliquei calmo e me levantei. Ela cruzou os braços e ficou encostada na penteadeira me olhando séria - Agora vai ser assim todos os dias? - A encarei - Todos os dias que você ficar fora do quarto quando eu não estiver - Falou firme - Eu vou te falar uma coisa, eu sou seu marido. Eu amo você e você me ofende com essa desconfiança - Apontei - Você acha que vou fazer o que? Para com esse ciúme louco, isso já é paranóia - Abri os braços - Eu amo a minha irmã mas eu não coloco a mão no fogo por ninguém - Gesticulou - Não quero saber da sua irmã. Quero saber da gente, aqui ó nessas quatro paredes - Apontei - O que me importa sou eu e você - Me aproximei e esfreguei o polegar nos lábios dela. Com a outra mão soltei o laço de seu roupão e mordi os lábios ao vê-la nua - Olha pra você, Laura... - Sussurrei e enfiei o polegar em sua boca. Ela o sugou enquanto me encarava - Olha esse corpo - Apertei cada um de seus seios e deslizei os dedos em seu abdome - Eu me perco nesse corpo...- Tirei seu roupão e ele caiu em seus pés - Promete que nunca vai olhar outra mulher? - Abraçou meu pescoço - Prometo - Mordi seus lábios - Olha aqui, meu amor... - A virei de frente para a penteadeira e apertei seus seios, fazendo ela ver isso pelo reflexo - É aqui que eu gosto de tocar - Lambi sua orelha e repuxei seus mamilos - Ahh - Ela gemeu alto - Você é só meu, Guto - Virou o rosto e abocanhou meus lábios. Segurei seu quadril com força e fiquei me esfregando em sua bunda. O volume do meu membro ficava preso entre o bumbum dela e eu esfregava seu clitóris ao mesmo tempo. Laura gemia e largava meus lábios, então eu chupava seu pescoço. Ela estava completamente nua e era delicioso apertar cada parte de seu corpo. Laura ficava na ponta do pé e se apoiava na penteadeira para rebolar em meus dedos e no volume em meu samba canção. Nossa respiração estava ofegante e eu mordia sua nuca e suas costas. E sentia meu membro latejar ao ver pelo espelho as caras de prazer que ela fazia entre os gemidos. Passei as mãos por suas coxas e abri melhor suas pernas. Lhe dei um tapa ao perceber que seu desespero era tanto que sua umidade escorria por sua virilha. Provoquei ainda mais, passei a bater nossos sexos como se estivesse penetrando seu corpo. Laura apertava o móvel e gemia quando eu puxa seu cabelo. Meu samba canção cinza, ficou marcado pelo tanto que ela estava molhada - Ai Guto... - Choramingou e colocou a mão para trás puxando minha cueca para baixo e não resisti empurrei meu membro com facilidade dentro dela - Ahhh - Ela gemeu alto e deitou o rosto lateralmente na penteadeira - Porra... Que delícia - Massageei suas costas, depois seus ombros e passei a penetra-la cada vez mais rápido - Ahhh... Ahhh... Ahh - Laura gemia freneticamente o móvel batia na parede acompanhando o ritmo de seus gemidos. Apoiei o queixo no ombro dela e passamos a nos encarar pelo espelho - Você é muito linda - Falava ofegante e a invadia mais forte - Ahhh - Ela jogava a cabeça para trás - Eu estou sentindo tudinho, que tesão... - Ela delirava e mordia meu rosto - Morde sua cachorra, pode morder seu dono - Bati em sua bunda - Ela afundou o rosto em meu pescoço, depois em meu queixo e mordeu com força aonde alcançava. Ela cravava os dentes em minha pele e repuxava com desejo - Ahh - Perdeu as forças quando a masturbei ao mesmo tempo e quase gritou quando teve um orgasmo. Beijei suas costas e seus braços e ela sorriu de olhos fechados. A virei de frente e a sentei na penteadeira - Cuidado com a minha maquiagem, é caro amor - Apontou e rimos. Guardei na gaveta e voltei a me encostar nela. Ela passou a estimular meu membro enquanto nos beijamos. Deslizei a boca por seus seios e depois de tanto chupa-los, também brinquei com os lábios em sua barriga - Que gostoso, vida - Sussurrou quando lambi seu ponto de prazer - Ahhh - Ela apoiou as duas mãos em minha cabeça e rebolou em meus labios - Ain... - Massageava seus próprios seios - Eu não resisto - Falei ofegante e voltei a beija-la. Ela chupava meus lábios e eu ameaçava penetra-la. Até que não resisti e empurrei meu membro dentro dela - Ahhh - Ela arranhou meus braços - 


Narrado por ela

Guto enlouquecia dentro de mim. Seu membro forçava meu sexo cada vez mais rápido e eu mordia seu ombro tentando aguentar aquela sensação deliciosa mas era impossível ficar quieta. Era muito bom ouvir seus gemidos roucos e desesperados em meu ouvido. Guto apoiou as mãos na parede e passou a se mexer com violência dentro de mim. Meu corpo pequeno balançava a cada estocada e eu me segurava no corpo dele. Nossa respiração ofegante ecoava pelo quarto e a sensação era que morreríamos sem ar. A penteadeira batia tantas vezes contra a parede que com certeza acordaria todos da casa. Guto largou a parede e apertou firme as mãos geladas em meus seios - Vamos gozar juntos - Sussurrou me encarando - Só mais um pouquinho - Avisei e apertei as mãos por cima das dele. Ele enfiou até o último centímetro em meu corpo e ficamos completamente encostados - Meu homem todinho dentro de mim - Joguei a cabeça para trás  e arranhei a lateral do seu corpo - É assim que você gosta, gulosa - Mordeu meu pescoço e fiquei de pernas bambas quando ele gozou dentro de mim e fiz o mesmo. Em seguida tirou seu membro e o esfregou em minha barriga. Suspirei sentindo minha intimidade derramar o prazer dele e nos abraçamos com força - Sou louco por você - Confessou em meu ouvido - Eu te amo mais que tudo, Guto - Rocei o nariz em seu pescoço - Eu te amo demais - Segurou meu rosto - É sério, você é a melhor parte da minha vida - Me beijou e o abracei de novo e logo ouvimos o choro de Manoel - Será que ele não vai dormir? - Reclamei - Tomara que sim - Guto respondeu - Eu estou com sede, amor. Vou pegar água - Avisou - Deixa que eu pego e já vejo se a Manu precisa de alguma coisa - Falei e ele concordou, em seguida deitou na cama. Passei rápido pelo banheiro e me lavei, depois coloquei meu roupão de volta -  O que foi com ele? - Falei ao ver a porta de Manu aberta - Ele assustou com o barulho da parede e agora não quer mais dormir - Falou balançando ele no colo e fiquei sem graça - Quer que eu pegue um pouco? - Entrei no quarto e ela deixou eu pegar. O balancei várias vezes e ele ficou quieto - Acho que você estava estressada - Sorri e entreguei ele a ela - É que também me assustei, fez um estrondo - Respondeu séria - Nossa, vou ver se as crianças estão dormindo - Me esquivei do assunto e sai rapidamente do quarto. 


Narrado por ele

Já estava quase dormindo quando Laura voltou com minha garrafinha - Você demorou - Reclamei - Ai amor, estou morrendo de vergonha, o Manoel estava chorando porque assustou com o barulho - Falei mais baixo - Mas deu pra ouvir? - A olhei - Nós estávamos loucos... - Falou tapando o rosto e ri - Para de rir, que vergonha - Deitou ao meu lado - Vamos tomar mais cuidado - Falei dando beijinho por seu rosto - Espero que ela não tenha escutado as besteiras que a gente falou - Sussurrou - A gente falou baixinho, não se preocupa - Tentei acalma-la e lhe dei selinhos - Bebe sua água - Acariciou meu rosto e bebi, depois dei pra ela também - Não quer dormir sem essa roupa? - Sussurrei depois que apagamos a luz - Pra que? - Preguntou provocante - Pra eu pegar no seu corpo - Mordi sua orelha - É só pra ficar abraçadinho, tá? Sem me provocar - Respondeu e tirou o hobby. A abracei e dormi acariciando seu corpo. Quando acordei pela manhã, estava deitado com a cabeça encostada entre os seios de Laura e ela já estava acordada, acariciando meus cabelos - Resolveu acordar? - Sorriu e me deu um selinho - Você me deixou cansado - Respondi e rimos - Vamos repor nossa energia tomando café - Falou carinhosa e concordei. Me arrumei para o trabalho e para não arrumar briga, esperei Laura descer comigo. Quando chegamos todos já estavam na mesa e fiquei sem graça quando Manu me encarou depois encarou Laura - Daddy, me dá dinheiro pra eu levar na escola - Alice pediu e sentei ao seu lado - Tá bom, mas termina de comer - Respondi - Eu também quero - Ceci reclamou - Come também que eu te dou - Falei e ela ficou feliz - Mami posso levar minha bolsinha? - Pediu fofa - Não, guarda na sua bolsinha e deixa aqui em casa, a tarde nós vamos sair e você usa - Laura falou com calma e Ceci aceitou - Onde você vai amor? - Acariciei sua mão - Vou comprar umas roupas de frio pras meninas. Vai esfriar e elas estão perdendo tudo - Respondeu comendo. Depois do café da manhã, Laura foi até a garagem comigo - Essa gravata está torta - Soltou o laço e a arrumou, depois me deu um beijo - Não gasta muito, tá? - Acariciei seu rosto - Não começa a ser pão duro - Segurou meu rosto e ri - É que sempre que você sai com as crianças você compra coisas desnecessárias - Falei com as mãos apoiadas em sua bunda - Amor é sério, elas estão sem casaco. Não vou gastar tanto assim - Falou sorrindo e beijei seu queixo - Você vai chegar com mais roupa pra você do que pras crianças, mas tudo bem - Ela riu - Quando eu chego cheia de calcinha cara você não reclama né? - Deu um tapinha em meu braço e dei risada - Começou a jogar sujo, assim não vale - Segurei seu queixo mas as crianças nos interromperam. Me despedi de Laura e os levei para a escola. 


Narrado por ela

Fui com Manoela buscar as crianças na escola e de lá fomos ao shopping  para comprar roupa para as crianças. Alice já se virava melhor sozinha e assim que entrou na loja, saiu em busca do que queria. Já Cecília não desgrudava de mim - Vamos comprar uma bota pra você - Falei olhando os tamanhos - Eu quero vermelha - Ceci começou a tentar alcançar - Espera!  Eu pego - Falei e peguei para ela experimentar - Eu quero essa - Ficou animada depois de calçar - Ai filha, vermelha está feia - Coloquei as mãos na cintura - Mami é da moranguinho - Retrucou - Alice, vem ver a bota da sua irmã - A chamei e ela veio segurando alguns casacos - Está bonitinha - Falou sorrindo - Eu achei estranho vermelho - Gesticulei - Mas eu quero - Cecília sapateou - Ai mãe, deixa ela - Alice respondeu - É mami, deixa eu - Ceci fez uma cara fofa e sorri - Tá bom, então vamos tirar pra levar - Abaixei para tirar - Não, eu quero usar ela - Ceci se afastou - Depois que eu pagar você usa - Não mami eu quero usar agora - Cruzou os braços - Cecília para com isso, vem aqui - Fui atrás dela e ela saiu correndo pela loja - Volta aqui, eu não vou mais comprar essa porcaria - Falei brava e ela entrou entre uma arara de roupas. Enfiei a mão entre as roupas e a puxei pelos cabelos - Ai mami - Ela reclamou e logo saiu - Você é boba? - Abaixei brava e puxei seu pé - Ai eu vou cair - Agarrou meu pescoço - Nunca mais faça isso. Entendeu? Eu deveria ir embora sem comprar nada pra você - Falei brava e tirei as botas dela - Eu não quero tirar - Começou a chorar andando de meia pela loja - Vai colocar o seu tênis - Apontei - Eu não vou - Falou com birra. Mais uma vez me abaixei em sua frente - Para de ser mal educada - Falei firme - Se você continuar me desobedecendo, eu vou te bater - Apontei - O papi já falou que não é pra bater em mim nem no Luquinhas. Me bate e eu conto tudo pra ele - Falou malcriada - Quando a gente sair daqui você está ferrada. E você não vai mais levar essas botas - Apontei e levantei - Eu vou sim, eu quero as minhas botas - Começou a chorar e agarrou as botas da moranguinho. Ela literalmente fazia um escândalo e a levei para o banheiro - O que está acontecendo com você? - Falei irritada - Eu quero minhas botas - Retrucou - Você está me fazendo passar vergonha - Bati em sua bunda - Ai - Voltou a chorar e lhe dei outro tapa - Agora você tem motivos pra chorar - Falei brava e só depois disso Cecília parou quieta. Fui ajudar Alice e quando saimos da loja contei tudo para Manoela que estava cuidando de Manoel e Lucas. Passamos por outras lojas e acabei gastando muito mais do que deveria. Durante o caminho de volta pra casa, Ceci dormiu e então entendi que sua chatice era sono. Fomos para a casa da minha mãe e passamos o dia com ela. E voltamos apenas no fim da tarde. Coloquei as crianças para tomar banho e Manu subiu para o quarto. Fiquei sozinha jogada no sofá e logo Gustavo chegou - Oi amor - Levantei e o abracei. Ele me abraçou e logo se afastou - Chegou mais de cinco notificações de saque no meu celular. Você gastou tanto com o que? - Me olhou - Ah, eu acabei comprando umas coisinhas a mais - Respondi sem graça - Laura eu já estou cansado disso, a gente conversa e você faz a mesma coisa. Você gastou demais - Guto reclamou alto - Que diferença faz pra você? Você ainda pode usar o cartão - Retruquei - Você compra o que você quiser, eu não me intrometo nisso mas porra acabar com o meu crédito também - Reclamou - Gustavo, eu não usei o seu crédito, eu peguei dinheiro. Para de ser ignorante - Gritei - Você já tem tanta coisa, eu não sei porque gasta tanto. Você não tem mais onde guardar - Gesticulou - Você gasta com coisas que você nem usa, não tem direito nenhum de reclamar - Apontei - É diferente - Respondeu - Diferente por que?  Você tá muito mão de vaca - Falei brava - Nós gastamos um monte na viagem, gastamos trocando as coisas so quarto da Cecília. E você não entende, acha que é milionária - Falou grosso - Eu vou devolver tudo, seu ridiculo - Retruquei - Além de tudo é dramática - Falou irônico - Quer saber eu ajudei a comprar, não vou devolver nada - Gesticulei e quando vimos Manu descer as escadas, ficamos quietos - Eu vou comer - Falou grosso - Faz o que você quiser, me deixa em paz. E come só um pão porque o pão tá caro - Provoquei e ele saiu. Em seguida, sentei no sofá e respirei fundo - Nossa vocês  brigam muito até vim aqui achando que estava acontecendo algo sério - Manoela falou receosa - A gente só estava discutindo, não quero mais olhar na cara dele - Retruquei - Casamento é complicado - Ela falou e fiquei quieta - Desfaz essa cara - Balançou minha coxa - Está tudo bem, só estava pensando - Sorri - Agora vão ficar sem se falar? - Me olhou - Sim, é melhor isso do que ficar brigando na sua frente e das crianças - Ela assentiu e ligou a tv. Ficamos assistindo e algum tempo depois, Guto apareceu atrás do sofá - Trouxe pra você - Se inclinou e me deu um pratinho com um pedaço de bolo. Sabia que isso era um pedido de desculpas e aceitei - Quer sentar aqui comigo? - Perguntei baixinho - Uhum...- Beijou a lateral do meu pescoço e deu a volta para sentar ao meu lado. Me encostei nele e passei a comer o bolo enquanto assistia e as vezes dava uma colherada para ele. Manoela nos olhou perplexa mas não disse nada - Eu vou na academia, tá? - Guto perguntou - Sozinho não - Respondi prontamente e fiquei olhando pra tv - Você não deixa o Gustavo sair sozinho? - Manu riu - Na academia não. Ele também não deixa eu ir sozinha, não sei como ainda teve coragem de pedir - Respondi e rimos - Isso é tão abusivo - Ele bateu em minha coxa brincando - Vou tomar banho - Levantou e me deu um beijo rápido. E quando ficamos sozinhas na sala, Manu me olhou - Vocês são bipolares? Por um segundo achei que iriam se matar e agora até bolo na boca dele você deu - Manu provocou e ri - Não adianta ficar brigados...- Gesticulei - Agora me conta o motivo da sua separação - A olhei e ela ficou quieta - Manu??? - Ela respirou fundo e me olhou - Eu trai o Mauro - Coloquei a mão na boca ao ouvir - Ele descobriu? - Perguntei - Na verdade eu contei, não aguentei segurar essa mentira... Ele também já me traiu, acho que fiz por vingança - Falou calma - Desculpa mas acho é pouco para ele - Ela deu uma risadinha - Eu me arrependi porque depois disso percebi que gosto desse desgraçado mesmo - Gesticulou e ri - Você teve vontade de verdade? Foi por impulso? - A olhei - Eu tive vontade, ele deu em cima de mim e acabei cedendo - Balançou a cabeça - Ele quem Manu? - Perguntei curiosa - O encanador... - Falou e gargalhei - Você está brincando né? Eu achava que essa sua fantasia era brincadeira - Ela riu também - Eu também achava, até ficar sozinha com um encanador - Rimos mais - Eu não gosto de traição, mas você é louca, demorou até...- Provoquei - Você é a pior pessoa pra falar sobre traição - Levantou a sobrancelha e escondi meu rosto - Laura, foi uma coisa casual e eu não consegui esconder. Como você fez durante tanto tempo? - Me olhou - Foi difícil... Muito difícil... Principalmente pelo fato de que eu queria tirar a roupa pro Gustavo cada vez que via ele perto de mim - Brinquei e rimos - Sua piranha - Me deu um tapa e rimos - Mas fora de brincadeira é horrível, eu acho que você fez certo em contar. Eu jamais aceitaria se o Guto fizesse isso comigo e jamais faria isso com ele. Mas você precisa falar com o Mauro - Ela assentiu ao ouvir - Eu vou falar com ele... Vou tentar falar amanhã - Respondeu e sorri - Cadê meu papi? - Ceci apareceu - Foi tomar banho - Respondi - Vou lá contar pra ele que você me bateu - Falou abusada e saiu correndo - As vezes eu tenho vontade de esganar essas crianças - Falei e Manu deu risada - Você fala isso mas os três são igual você, até a Alice - Comentou e ri. Guto logo apareceu descendo as escadas com Ceci no colo - Laura, por que você bateu na Cecília? - Perguntou e ela abraçou o pescoço dele pra esconder seu rosto - Desse tamanho e já é falsa - Falei e ele riu - O que aconteceu? - Levantou a sobrancelha - Essa queridinha aí no seu colo, fez um escândalo por causa de uma bota. Correu pela loja, respondeu, chorou... Quer mais motivo? - Ele colocou Ceci no chão - Não acredito nisso, sua mãe te bateu com razão. Deveria além de bater, te por de castigo - Falou bravo - E nem desculpas ela me pediu - Completei - Vai pedir desculpa pra sua mãe - Apontou e ela veio chorando sem fazer barulho e pediu com um jeitinho fofo que logo me fez esquecer suas mal criações. 


*


- Laura? - Ouvi Guto me chamar e sai enrolada na toalha - Já estou terminando - Respondi - Você demorou, vim te esperar aqui - Encostou na porta - O almoço já está pronto? - O olhei - Não sei, mas está cheirando - Se aproximou e me abraçou por trás - Então deixa eu me trocar - Tentei me soltar e dei uma risadinha quando ele beijou meu pescoço - As crianças estão ocupadas? -Virei de frente - Estão, elas não vão subir aqui. Dá tempo de você me dar uns beijos - Falou e agarrou minha cintura - Tá bom...- Segurei seu rosto e chupei seu lábio - Mas fica pelada...- Pediu enquanto me levava em direção a nossa cama. Sentei na ponta e abri a toalha. Guto ficou de joelho entre minhas pernas e sorriu ao me ver nua - Pra você, amorzinho...- Apoiei as mãos para trás no colchão e deixei meu corpo a sua disposição - Eu adoro te ver nua...- Guto sorriu e primeiro deu alguns apertões em minha cintura, depois chupou minha barriga - Ai, vida...- Dei uma risadinha e puxei seu cabelo - Humm, que pele gostosa - Falou com um sorriso e deslizou a língua em meus seios, depois em meu pescoço. Arranhei sua nuca quando senti morder minha pele - Guloso - Mordi sua orelha. Guto apertava minhas coxas e deslizava a mão pela parte interna delas. Isso me dava arrepios e eu abria a perna dando espaço para ele me tocar - Safada, é só chegar perto que você já quer - Provocou dando uma mordida em meu rosto - É que eu amo quando o meu homem me toca - Segurei seu rosto com as duas mãos e me inclinei para encostar nossos lábios - Então pede - Mordeu meu queixo e ameaçou me beijar. Apertei seus braços - Me toca Gustavo, me faz gozar na sua mão - Falei excitada e abocanhei seus lábios. Nos beijamos e ele afastou nossos lábios - Gostosa! - Me encarou e deu um tapinha em meu sexo - Ahh - Gemi e levei outro tapinha. Essa sensação era gostosa. Abri mais as pernas e levei outros três tapinhas seguidos - Ai... Que vontade de transar - Sussurrei e mordi o ombro dele - Adoro quando você fala isso - Falou com desejo e passou a me masturbar com pressa - Ahh Guto - Gemi mais quando senti seus dedos entrando em meu corpo. Ele mexia deliciosamente dentro de mim e seu polegar movimentava meu ponto de prazer em círculos. Voltei a apoiar as mãos para trás no colchão e fiquei gemendo sem parar. A boca dele logo alcançou meus seios e eu fiquei ali servindo meu corpo para ele - Ahh... Você me deixa louca - Grudei uma mão em seu cabelo e falei delirando. E para minha frustação ele tirou os dedos de mim. Meu sexo latejava querendo ser preenchido e protestei - Guto, não para - Reclamei e ele deu uma risadinha - Está só começando - Alcançou a boca em minhas coxas e abracei seu pescoço com as pernas - Isso é a melhor coisa que inventaram - Falei e deitei meu tronco na cama - Humm...- Ouvia seus barulhos chupando meu sexo. Sua língua passeava em cada parte dele e minhas coxas ficavam marcadas pelos apertões - Rebola - Falou rouco e segurei seus cabelos com as duas mãos. Literalmente esfregava meu sexo em seu rosto enquanto ele repuxava os bicos dos meus seios. Estava tão concentrada nisso que nem me dei conta quando a porta foi aberta bruscamente. Guto se assustou e afastou a boca de mim. Seu queixo estava vermelho e seu rosto lambuzado por aonde eu havia rebolado - Laura, o almoço tá pronto você vai tomar banho até que horas? - Manu perguntou mas paralisou ao nos flagrar - Desculpa eu não sabia que... - Imediatamente soltei os cabelos de Guto - Sai daqui - Falei desesperada e ela fechou a porta imediatamente - O que foi isso? - Ele levantou no mesmo momento - Não acredito, meu deus - Tapei meu rosto - Assim não dá, Laura... Que falta de privacidade. Porra porque você não avisou - Reclamou bravo e colocou a camiseta - Eu sou adivinha agora? Eu não sabia que ela iria entrar aqui - Falei irritada e levantei para me enrolar na toalha - Com que cara a gente vai descer? - Abriu os braços - Eu que pergunto Gustavo. Ai eu não acredito - Tapei meu rosto nervosa - Eu não vou descer - Ele falou - Vai descer sim, você vai me deixar descer sozinha? Você está na vergonha junto comigo - Reclamei irritada - Mas você é irmã dela Laura - Retruquei - Porra viu, estava tão bom - Falou irritado - Eu odeio quando estou quase e alguém interrompe - Bufei - Agora ela já sabe mesmo, deixa eu terminar meu serviço pra você - Puxou minha cintura - Você não tem vergonha na cara né Guto? - Falou e rimos - Acabou o clima - O empurrei - Não é possível, você estava tão molhada, não pode ter acabado em dois minutos - Se aproximou de novo e ri da sua cara de pau - Secou, Gustavo!!! Você não se deu conta do que aconteceu? Velho tarado - Dei um tapa em seu rosto de brincadeira e ele riu - Você desce agora e eu já vou em seguida, pode ser? - Perguntou e concordei. Me vesti rapidamente e cheguei na cozinha com meu rosto queimando pela vergonha, Manu me olhou - Desculpa, é que são meio dia e meia, todos estão em casa, eu não sabia que...- Falou e a interrompi - Não, desculpa eu... Foi uma coisa por impulso - Respondi - Mas a casa é sua, eu deveria ter batido - Gesticulou - A gente pode esquecer isso? Estou muito constrangida - Tapei meu rosto - Foi a cena mais nojenta que já vi - Respondeu rindo - O que aconteceu? - Minha mãe apareceu com Lucas no colo - É que eu demorei no banho, a Manu foi me chamar - Menti sem graça - É, no banho,  Manu debochou,  mas parou quando Guto apareceu - Guto, já pode usar a piscina? - Por sorte minha mãe mudou o assunto - Já, o produto já fez efeito - Respondeu evitando olhar para Manu - Então vamos servir que está pronto - Ela falou - Vem com a mãe, pra sua vó servir - Abri os braços pra Lucas - Quero a vovó - Agarrou o pescoço dela, que sorriu contente - É grudado em mim - Falou metida e concordei. As crianças também vieram almoçar e passamos o resto do dia bem. Depois do trauma, Guto sequer encostava em mim na frente dos outros e eu dava risada da maneira que ele se esquivava de mim quando eu tentava agarra-lo com alguém perto. 


*


- Amor, vamos fazer uma coisa diferente hoje? - Guto me abraçou por trás enquanto eu fazia suco - Que coisa? - Sorri e o olhei - Assistir um filme pornô - Respondeu e dei risada - Você está brincando, né? - Virei para ele - Não, o que tem? - Ele riu e apertou minha barriga me fazendo rir de novo - Não é estranho ver isso? - Perguntei - Não sei, vamos descobrir - Respondeu e mordeu meu ombro - Mami a gente estamos esperando o suco - Ceci nos interrompeu e Guto me soltou - Fala direito é nós estamos esperando - Respondi e servi os copos - Tá mas põe o meu no meu copo especial - Apontou - Mãe, que demora com esse suco - Alice também apareceu - Vocês acham que eu sou escrava de vocês? Não faz nem dez minutos que vim fazer - Coloquei as mãos na cintura - Está brava? - Alice provocou e me abraçou - Estou - Respondi fingindo - Não fica brava não, linda - Deu beijinhos por mais braços - Seu suco é o mais gostoso, por isso a gente quer logo - Continuou me dando beijos e ri - Vocês sabem me comprar ne? - A abracei e bati na bunda dela. Em seguida a beijei - Eu tô vendo você me trocar, mami - Ceci cruzou os braços - Dramática! Vem pegar o suco de vocês - Terminei de servir os copos e entreguei a elas. Fomos para a sala e nos acomodamos para ver televisão. As meninas ficavam paparicando Guto e Lucas queria ficar só em meu colo. A sala como sempre estava com brinquedos espalhados e só deixamos os três subir após arrumarem. Guto e eu tomamos banho juntos - Cuidado pra não molhar meu cabelo - Pedi enquanto ele ensaboava minhas costas - Uhum...- Respondeu e beijou minha nuca. Virei de frente e agora eu que ensaboei seu peito, depois seus braços. Ele me abraçou pela cintura e joguei a cabeça para trás, para não cair água em meu cabelo. Ele aproveitou e beijou meu pescoço algumas vezes - Que gostoso - Sussurrei e o puxei para sair de baixo do chuveiro. Guto me encostou no box e me beijou.  Entrelaçou nossos dedos e segurou minhas mãos contra o box - Essa pegada que você tem - Sussurrei e chupei seu lábio depois seu queixo - Você quer me deixar louco - Apertou minhas mãos e pude sentir seu membro endurecer conforme se esfregava em minha barriga - Chega, estamos gastando água demais - Dei uma risadinha quando ele mordeu meu ombro - Vamos continuar na nossa cama - Respondeu depois mordeu minha bochecha e concordei. Terminamos de nos enxaguar e nos jogamos na cama - Você vai por o filminho? - Acariciei o peito dele ao perguntar - Você vai querer? - Perguntou surpreso e concordei. Ele arrumou a televisão e voltou a sentar na cama e fiquei quieta quando começou. A história se passava em uma ilha e as péssima atuações antes do ato acontecer me faziam rir - Amor...- Guto reclamou - Guto, não dá pra levar isso a sério - Apontei - Eu vou pular essa parte - Tentou levantar - Não, espera - O segurei e depois de alguns minutos a parte sexual do filme passou a acontecer e ri outra vez - O que foi agora? - Segurou meu rosto e também riu - Você está excitado com isso? - O olhei - Não, você não para de falar, não consigo me concentrar pra ficar excitado - Respondeu e dei risada - Tá, eu vou ficar quieta - Me encostei nele mas não consegui ficar em silêncio - Como é bom ser nova, né? - Comentei - Por que?  - Ele me olhou - Olha o que ela está fazendo... Quando a gente faz desse jeito, eu fico com dor nas costas - Apontei e ele riu - Laura, nunca mais te chamo pra ver filme pornô, já consegui te pegar muito mais rápido vendo o desenho das crianças - Reclamou e ri de novo - Você é muito tarado - Apertei seu rosto e lhe dei um selinho forte, nesse momento, os gritos na tv ficaram altos e levamos um susto - Abaixa - Falei rindo e ele logo diminuiu o volume. O abracei e ele me acomodou em seu braço - Você fazia isso quando era mais novo? - O olhei - Isso o que? - Apertou meu queixo - Ficava chamando as meninas pra ver filme pornô, seu tarado - Bati em seu rosto de leve e ele riu - Eram outros tempos né? - Respondeu - Eu gostava de um menino que me chamou pra ver um filme e quando eu cheguei na casa dele, era um filme pornográfico. Eu fiquei traumatizada - Contei rindo - É daí que vem sua péssima companhia pra esse tipo de filme? - Brincou - Eu era virgem, Guto, foi nojento - Ele riu - Eu fico com ciúme quando você conta essas coisas - Me puxou pra cima dele - De verdade? - Ri - Não, mas dá uma pontinha - Reclamou e rimos - Eu tenho de verdade quando você fala dessas vagabundinhas que você já namorou - O belisquei - Você fica com ciúme de quando eu pisco, está tudo bem - Rimos - Bobo! - Deitei em seu peito - Eu não consigo imaginar você falando de amor com outra mulher - Reclamei enquanto ele acariciava meu cabelo - O passado é passado, entre nós dois é tudo diferente - Respondeu calmo - Eu sei... Por isso te amo muito - Cheirei seu pescoço - 


Narrado por ele

Laura estava agarrada em mim, sorrindo e acariciando meu peito, estava linda como sempre e olhar pra ela, me fazia ter vontade de cuida-la o tempo todo. Acariciei seu rosto e lhe dei um selinho - Também te amo muito, amo tudo em você - Acariciei seu lábio com o polegar - Até minhas chatices? - Sorriu - Tudo, Laura... Cada pedacinho de você - Beijei seu nariz - Eu sou muito apaixonado por você - Sussurrei e rocei o nariz por seu pescoço - Você me mata de amor quando fala essas coisas, eu esqueço tudo - Acariciou meu rosto e me deu outro selinho - Você me faz tão feliz, meu amor - Falou meiga e sorri roçando o nariz no dela - Deita aqui comigo - A puxei pra cima de mim e ela se aconchegou em meu peito, nos cobri e ela escondeu o rosto em meu pescoço. Lentamente fiquei acariciando suas costas por baixo da camisola e fazia o mesmo em seu bumbum. Ela ficava quietinha, agarrada em mim e eu adorava curtir esses momentos - Que calcinha é essa? A vermelha? - Sussurrei ao sentir o pequeno tecido perdido em seu bumbum - É... Coloquei ela porque achei que a gente iria transar - Respondeu e rimos - Mas agora deu preguiça, quero ficar só assim - Falou baixinho - Assim também é uma delícia, adoro dormir sentindo esse cheiro bom que só você tem - Beijei seu ombro e apertei os braços em volta do corpo dela - Fica cheirando - Sorriu e levantou o pescoço. Depois ficou acariciando minha nuca. Ficamos agarrados no escuro, trocando carinhos, por isso não demorou para pegar no sono. 


Narrado por ela

- Mãe? - Senti alguém me balançar - Mãezinha? - A voz carinhosa de Alice foi me acordando aos poucos - Hum? - Resmunguei - Acorda, a gente fez café da manhã pra você e pro daddy - Abri os olhos ao ouvir - Você que fez meu amor? - Sorri - O daddy me ajudou, mas eu que arrumei tudo - Falou sorridente - Te amo - Sorri e a puxei pra deitar comigo - Mãe, é pra levantar - Riu quando a prendi na cama - Você fez torradinha pra mamãe? - A apertei - Fiz!!! - Respondeu rindo - Bolo? - Fiz cócegas em sua barriga - Para, mãe - Ela gargalhou - Minha amorzinha - A enchi de beijos. Depois de paparicar Alice, tomei um banho rápido e desci para tomar café da manhã com todos juntos. E isso foi o suficiente para me deixar de bom humor o dia todo. Guto saiu para jogar bola e para não ficar sozinha em casa levei as criancas para passear na minha mãe.

Cheguei em casa e logo chamei por Gustavo - Amor, cadê você? - Joguei as chaves na mesa de centro e ele logo apareceu, apenas de bermuda, com os cabelos molhados - Cadê as crianças? - Me olhou - Uns parentes estavam lá na casa da minha mãe e eles quiseram ficar por lá, mais tarde eu busco - Expliquei - Você chegou cedo - Fui até ele e lhe dei um selinho - Não joguei muito, estou com uma dor muscular aqui - Passou a mão pelas costas - Quer uma massagem? - Acariciei seu rosto - Quero, eu ia deitar agora - Reclamou com drama - Eu cuido de você - Sorri e passei as mãos por seu peitoral - Cuida? - Deu um sorrisinho safado - Claro, eu adoro cuidar do meu maridinho - Sussurrei e mordi seu peito. Ele abraçou minha cintura - Vou trocar de roupa e já volto - Lhe dei outro selinho - Eu quero você sem nada por baixo, tá? - Mordeu minha orelha e o apertei - Você gosta de uma safadeza, né Gustavo? - Dei uma risadinha - E como gosto...- Deu um tapinha em meu bumbum - Tudo bem, temos a tarde toda - Respondi e sai andando para trocar de roupa. 


Narrado por ele

Enquanto Laura subiu, separei um vinho e alguns bombons e os levei para a sala, arrumei na mesa de centro, depois fiquei no sofá, esperando ela voltar, o que demorou alguns minutos - Até que enfim - Sorri ao vê-la - Eu fui tomar banho rapidinho, pra ficar cheirosa pra você - Sorriu e a analisei. Ela estava com uma camisola branca de seda, que marcava perfeitamente. Logo de cara, pude ver os bicos dos seus seios que já apontavam no tecido e mordi os lábios - Você é linda - Falei e servi nossas taças. Ela pegou a sua e parou em minha frente, em pé entre minhas pernas. Em seguida se inclinou e me beijou devagar - O que mais você acha que eu sou? - Deslizou o dedo pelo meu peitoral - Você é muito gostosa - Acariciei sua barriga por cima da roupa e ela empurrou minha mão - Ainda não é pra tocar - Bebeu seu vinho - Você está muito mal acostumado a me pegar do jeito que quer - Falou e sentou em uma de minhas coxas. Apertei a almofada ao sentir sua intimidade quente se acomodar em minha perna - E o que você vai fazer? - Passei a língua em seu pescoço - Eu mandei não encostar - Segurou meu pescoço, me afastando - Tá - Sussurrei e lambi seu pescoço outra vez - Que parte você não entendeu? - Deu um tapa em meu rosto e em seguida puxou meu lábio com o dente - Só eu vou encostar - Puxou meu lábio outra vez - Porra, Laura...- Virei o resto da bebida que havia na minha taça - É meu dia de judiar de você - Deslizou as unhas pelo meu peitoral, me deixando louco de desejo. Meu membro já estava saltando na cueca quando Laura levantou bruscamente e mordi meus lábios vendo sua marca em minha coxa - Olha aqui - Falei e apertei a mão no volume entre minhas pernas - Não é pra se tocar, você só vai olhar, Gustavo - Falou autoritária e deu um tapinha em meu pulso e logo larguei meu membro. Ela terminou de beber sua taça e logo encheu outra - Será que essa mesinha me aguenta? - Olhou para o movel a nossa frente - Claro... - Sussurrei tentando imaginar o que ela faria. Laura empurrou o que tinha em cima para o chão e sentou ali, bem em minha frente. Ela fez questão de abrir as pernas e me deliciei com a visão de sua intimidade exposta para mim - Porra...- Falei afobado e apertei meu membro - Para de se tocar, eu já disse - Esticou o pé e empurrou minha mão com ele - Tá, parei - Sussurrei - Põe as mãos atrás da cabeça - Apontou - Se quiser mais... É claro - Provocou e prontamente obedeci. Ela terminou de levantar a camisola acima da cintura - Primeiro olha... - Sussurrou. Uma mão ela apoiava na mesinha e a outra segurava a taça de vinho - Olha aqui também - Abaixou uma das alças, deixando apenas um seio a mostra, eu enlouquecia com essa imagem a minha frente - Que delícia... Você é demais - Falava a encarando - Olha o tamanho que você está - Sussurrou e esfregou o pé entre minhas pernas - Vou por tudo em você - Ela bebeu mais ao ouvir - Será que eu aguento? Você vai acabar comigo - Apertou seu seio ao falar - Eu vou por bem gostoso - Falei e ela levou a mão ao próprio sexo ao ouvir - Você gosta, safada...- Continuei falando e ela se masturbava mais rápido ao ouvir - Olha como você fica, você adora saber que seu homem fica louco pra te comer todinha, né? - Falava para provoca-la e enlouquecia com o que via. Laura lambia os próprios dedos e voltava a se tocar mais rápido. Remexendo em seu sexo e gemendo sozinha - Você é uma tentação, Gustavo - Enfiou dois dedos em seu sexo e passou a rebolar neles. Não resisti, puxei meu membro pra fora e gemi aliviado quando o apertei - Quem mandou você fazer isso? - Levantou ofegante e subiu por cima de mim - Não era pra se tocar, eu avisei - Bateu em meu rosto e senti formigar - Eu preciso... - Supliquei - Malcriado - Prendeu meus braços com a primeira coisa que achou - Você está de castigo - Sentou em minha coxa outra vez e abraçou meu pescoço - Passa a mão Laura, não aguento mais - Implorei tentando morder ela - Não! Você não se comportou - Falou gemendo pois estava se esfregando para frente e para trás descaradamente em minha coxa - Humm, que tesão - Mordeu meu pescoço com força - Cachorra - Remexi o quadril - Eu sou...- Sussurrou ofegante enquanto praticamente quicava em minha coxa - Não nego que sou sua cachorra - Arranhou minha nuca sem parar de se esfregar - Você já está molinha... Olha como você está deixando minha perna - Mordi sua orelha - Goza de uma vez - Falei rouco - Não vou aguentar - Mordeu meu ombro - Passa a mão nele, Laura. Goza segurando nele- Falei descaradamente e ela já estava delirando tanto que não negou. Segurou firme em meu membro e amoleceu em meu colo movimentando ele para cima e para baixo - Isso - Gemi aliviado mas ela logo parou - Ahhh - Beijou meus ombros depois meu pescoço e foi deslizando a boca em meu peitoral - Você quer me matar - Falei tentando me soltar - Já disse que vou brincar o quanto eu quiser - Ajoelhou entre minhas pernas e encheu minhas coxas de mordidas. Ela roçava o rosto em meu membro - Que gostoso - Me encarou e o lambeu lentamente de baixo para cima - Joguei a cabeça para trás - Eu fico louca imaginando tudo isso dentro de mim - Arranhou a lateral de minhas coxas e acariciou a ponta dele com a língua - Me dá de uma vez Laura - Me remexi no sofá quando ela o chupou com calma - Não - Respondeu sorrindo e limpou o canto da boca. Achei que ela iria continuar mas me surpreendi quando ela levantou e vendou meus olhos. Ela realmente estava a fim de me torturar e isso me deixava louco. Sentia seus movimentos mas não sabia o que poderia acontecer, por isso assustei ao sentir o líquido escorrendo em meu peitoral. Me arrepiei prontamente - Que isso? - Dei uma risadinha - Só estou te deixando ainda mais gostoso - Ela falou e foi deslizando a língua em meu corpo, podia sentir o cheiro do vinho que ela limpava cada gota com a boca. Chupava, mordia e arranhava minha pele. Ela fazia isso com certa força mas o prazer era muito maior que a dor de seus arranhões - Você é meu Gustavo...- Senti ela se abaixar outra vez - Só meu - Repetiu e abocanhou meu membro - Eu vou te devorar todinho - Falou entre as chupadas e logo começou a me sugar sem trégua. Eu gemia e implorava para não parar - Que boca deliciosa - Falava ofegante e literalmente sentia Laura me engolir. Ela passava a mão por meu corpo e logo alcançou os dedos em minha boca - Sente meu gosto também - Falou ofegante e lambi seus dedos - Deixa eu te ver - Implorei ofegante e ela puxou a venda. E quando abri os olhos, fiquei ainda mais louco. Ela estava com meu membro todo em sua boca e apertava meu quadril se apoiando para subir e descer a boca nele. Não resisti, gozei instantaneamente e gemi alto - Safado - Falou e segurou meu membro entre seus seios. Passou a movimenta-los e logo gozei mais. Laura deitou a cabeça em minha coxa e sorriu ofegante - Eu adoro isso - Falou baixinho e foi subindo por cima de mim - Agora você vai me soltar? - Perguntei - Não sei, você merece? - Segurou minha nuca e encostou os seios em minha cara - Seja boazinha - Sussurrei e passei a lamber cada um de seus seios, ela puxava meus cabelo e os esfregava em meu rosto. Logo passei a chupa-los. Primeiro um, depois o outro. Começava devagar e depois mais rápido fazendo ela gemer pelo tanto que a devorava - Ahh, que delícia isso - Falou ofegante. Eu olhava para seus seios que já estavam vermelhos. Roçava a boca por eles e voltava. Laura me apertava, se remexia em cima de mim e acabou me soltando. Meus pulsos já estavam até vermelhos, mas quando senti que estava livre, literalmente a ataquei. A segurei pelos braços e a apertei, em seguida a girei no sofá, a deixando de bruços - Ahh Gustavo - Gemeu alto. Arranquei a roupa que ainda estava enroscada em seu corpo. Passei a dar mordidas em sua nuca, repuxava sua pele, depois descia as mordidas por suas costas, marcando cada parte de seu corpo. Seu quadril também era pressionado por meus dedos - Meu deus.. - Ela falava ofegante - Agora sou eu quem vai te devorar - Abocanhei sua bunda e ela deu uma risadinha - Eu sou toda sua... Me devora - Colocou a mão para trás e puxou meus cabelos e não demorou até eu abocanhar seu sexo. 


Narrado por ela

Sentia meu corpo flutuar com a boca quente de Guto entre minhas pernas. Ele pressionava a língua dentro de mim e dava vários tapas em minha bunda. Minha pele estava quente e meus gemidos ecoavam pela sala - Você me deixa louca - Rebolei em seu rosto e mordi o sofá. Minhas pernas já estavam bambas e essa sensação só aumentava com as sugadas que ele dava em meu ponto de prazer. Fazer isso mais algumas vezes foi o suficiente para eu chegar ao orgasmo. Prontamente ele veio para cima de mim e me virei para agarra-lo. Nos abraçamos forte, nossos corpos estavam suados - Eu estou mole - Sussurrei de olhos fechados - Quer mais vinho? - Perguntou em meu ouvido - Quero...- Sorri e ele saiu de cima de mim. Saiu do sofá e ajoelhou próximo a mesinha para servir vinho. Levantei e fiz o mesmo. Peguei um dos bombons e comi sorrindo para ele - Um brinde? - Levantei a taça - A que? - Ele mordeubo chocolate em minha mão - Ao melhor sexo da minha vida - Brinquei e ele gargalhou, depois me puxou pela cintura - Nunca imaginei ter uma mulher tão linda assim - Falou e mordeu meu lábio. O abracei e ele sentou no tapete para me colocar em seu colo - Depois de tanto tempo você ainda me acha linda? - Mordi seu rosto - Pode passar mil anos, eu sempre vou te achar perfeita - Me deu um tapinha e fechei os olhos quando senti ele me encaixar em seu membro - Eu penso a mesma coisa - Apertei seus ombros e fui sentando lentamente - Não importa o tempo, você sempre vai ser meu homem - Ele gemeu ao sentir e segurou minha cintura - Então senta gostoso no seu homem - Falou rouco e arranhei seus braços, passei a rebolar mais rápido sobre ele. Guto me beijava, apertava meus seios e eu gemia, sentindo cada parte dele dentro de mim. Ficamos alguns minutos assim e depois ele me jogou sobre o tapete. Abriu minhas pernas e deitou sobre mim, novamente volto a chocar nossos sexos, cada vez mais rápido, nossos corpos suados colavam um no outro. A respiração dele próxima ao meu rosto, sr misturando com a minha, me deixavam ainda mais excitada - Eu amo seu corpo - Sussurrei ofegante - Eu amo ser sua - Falei de olhos fechados enquanto ele chupava meu pescoço. Ele segurou meu rosto - Sempre vai ser minha - Puxou meus lábios com o dente e abri os olhos para encara-lo. Puxei seu cabelo com as duas mãos e senti meu corpo chacoalhar cada vez mais. Meus gemidos saiam altos e podia sentir o corpo dele tremer sobre o meu - Não aguento mais, Laura - Mordeu meu rosto - Cuidado pra não sujar o tapete - Ele deu uma risadinha ao ouvir - Tá... - Sussurrou e não demorou até explodirmos de prazer - Ahhh - Gemi ao sentir o último tapa que ele deu em minha coxa. Em seguida deitou sobre meu corpo e acariciou onde havia batido - Que coisa boa - Sussurrei roçando as coxas na lateral do corpo dele - Você ainda vai me fazer infartar - Ele respondeu e rimos - Seu fôlego está muito bom, não vai acontecer isso - Respondi e ele riu - Estou morta, não sinto nada da cintura pra baixo - Ri ao falar e ele deitou ao meu lado - E ainda tem que buscar as crianças - Falou mexendo em meu cabelo - Você busca pra mim? - Pedi dengosa - Depois dessa tarde eu te empresto até meu cartão de crédito sem reclamar... Faço o que você quiser - Dei risada - Interesseiro - Apertei seu rosto e nos beijamos rapidamente - Mas pode deixar que minha mãe vai ligar quando for pra buscar - Avisei e ele assentiu. Ficamos em silêncio e agarrados. Guto acariciava meu cabelo depois meu rosto, por isso logo dormi em seus braços. E só acordei quando a campainha passou a tocar incessantemente - Guto...- Reclamei de olhos fechados - Hum?? - Resmungou mas o barulho estava tão chato que acabei abrindo os olhos. Olhei meu celular e tinha várias mensagens ds minha mãe - Guto, acorda - O balancei - Que foi? - Acordou bravo - A gente dormiu demais - 


Narrado por ele

A campainha continuava tocando - Esse barulho - Reclamei e levantei. Laura estava com as mãos no rosto, parecia aérea ainda e mesmo sem roupa atendi o interfone - É sua mãe com as crianças - Despertei e ela deu um pulo - A gente esqueceu das crianças - Falou desesperada e foi catando nossas roupas - Já vou abrir - Avisei - Minha cueca - Apontei e Laura também a pegou. Me vestid rapidamente e ela subiu as escadas com pressa. Em seguida, abri o portão e não demorou para as crianças correrem para dentro - Daddy, por que você sempre demora? A mãe abre na hora - Alice reclamou largando a mochila no sofá. Minha sogra logo entrou com Lucas dormindo no colo - Ele deu um show antes de dormir - Reclamou depois de me cumprimentar - Ele está muito mimado - Falei e o beijei - Cadê a Laura? - Olhou em volta - Foi trocar de roupa. E a Ceci? - Olhei - Está na varanda com a Penélope - Alice respondeu e fui para fora - Você prefere dar oi primeiro pra cachorra? - Reclamei e ela correu para pular em meu colo - Oi papi - Riu quando a joguei no ar - Você ficou longe a tarde inteira, eu tô com saudade - A beijei e ela abraçou meu pescoço - Por que você me ama né? - Segurou minhas bochechas e dei risada - Te amo muito - A apertei e quando entrei em casa Laura já estava de volta a sala, devidamente vestida, com Lucas no colo. Deixei Ceci no chão e ela logo correu para os bombons - Lice nosso doce tá aqui - Mostrou - Vocês pegaram tudo? - Alice catou os bombons que viu - Não, tem mais no armário - Laura respondeu - Eu vou lá ver - Ceci saiu correndo e ri. Ficamos conversando e minha sogra acabou ficando para o jantar com a gente. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...