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História Problemas de se apaixonar por uma garota - Capítulo 57


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Capítulo 57 - Cara a cara com ele.


Capítulo 57 

Pov Soluço

Ainda estava arrasado com a morte de meu pai, e pela internação de minha mãe, iria se fazer um mês que era apenas eu, o Banguela e o Desdentado em meu apartamento. Eu não queria mais sair da cama, por causa que para mim nada fazia mas sentido. Eu não fui más para a escola desde daquele fatídico dia, eu só rezava todos os dias para que aquele dia fosse apenas um sonho aonde eu estaria preste a acordar. No entanto a cada dia eu caía cada vez mas na realidade. As contas começaram a chegar, e mesmo com aquele dinheiro todo que eu recebia das vendas de meus robôs a conta vinha cara demais. Sorte que eu fiz uma economia e consegui pagar todas elas. Também estáva me ferrando cada vez mais depois que trocaram de síndico. E o novo não queria permitir mas animais no prédio. Caso contrário era multado todos os dias, fiquei praticamente um mês recebendo multas de 1.000 para cada animal que u tinha no caso 2.000 por mês devido a eu ter dois animais de estimação. No entanto eu não iria deixar ninguém tirar o Banguela nem o Desdentado de mim, nem que eu virasse morador de rua de tanta multa a se pagar porém não iria me desapegar deles. 

Durante àquele mesmo mês eu, consegui alugar uma casa de uma uns 6 cômodos e um quinta no fundo. O aluguel era de 1.500 por mês, era muito mais barato do quê no meu apartamento. Em dois dias eu me mudei para aquela casa, deixei ela do jeitinho que eu gostava, no entanto eu também arrumei como minha mãe gostaria, porém ela ainda estava em coma no hospital e ninguém sabia se ela iria acordar ou não. 

Uma das únicas coisas boas nisso era que a casa que eu aluguei era na mesma rua a da casa da Astrid. Com isso as visitas dela eram cada vez mais frequentes, praticamente morávamos juntos se for ver num ponto de vista mais maduro. No entanto ela me ajudou bastante nessa etapa difícil de minha vida, me apoiando me mostrando matéria nova da escola para eu ir estudando em casa, não me sentia preparado para o meu novo normal, por causa que eu teria que ser 1000% independente agora, sem contar que eu me sustentava com o dinheiro da lanchonete de minha mãe, já que a prefeitura não queria de forma alguma ajudar a família do melhor prefeito que aquela cidade teve, que era o meu pai. 

Quando Dezembro começou eu ainda não voltei para a escola eu decidi sair de vez de lá, e ainda estav com o pé atrás devido a faculdade de Santa Natalie. Como eu poderia ir para quelé lugar e deixar a minha mãe no hospital. 

Estava entre todos esses pensamentos quando a Astrid chegou em minha casa. 

Astrid — Soluço você não sabe a maior de hoje na escola — ela já chegou animada e sentando do meu lado no sofá. 

Eu — o que seria Astrid? — perguntei desanimado porém tentando me animar.

Astrid — vai ter um baile de formatura semana que vêm. Então vamos só nós dois? — ela me perguntou. 

Eu — olha eu não sei Astrid, estou achando que nem para faculdade eu vou ir com você, enquanto a minha mãe não saí daquele coma eu não sei nem mais se eu estou afim de estudar — disse e o sorriso no rosto dela se desmanchou. 

Astrid — Soluço, por favor, você prescisa sair de casa um pouco meu bem, eu não quero ir sem par na nossa formatura, e principalmente sem você na universidade — ela disse desesperada sentada do meu lado do sofá ainda.

Eu — olha Astrid se a minha mãe não acordar eu infelizmente não irei contigo na faculdade, quem irá ficar tomando conta da casa e principalmente dos meu bichinhos? — perguntei para ela me levantando. 

Astrid — eu iria dizer que meus pais poderiam, porém em casa não têm espaço para eles dois, sem contar que meu pai é alérgico a gatos e cães — ela falou pensativa — sua mãe vai acordar, não se preocupa — ela disse se levantando e me abraçando. 

Eu — reze para isso acontecer Astrid — disse retribuindo o abraço dela. 

Astrid — estou rezando desde que tudo isso aconteceu na sua vida amor — ela disse enterrando a cara dela em meu peito — mas tudo vai acabar bem, como sempre acabou... não é? — ela perguntou olhando para os meus olhos naquele olhar de inocente dela. 

Eu — vai sim, tudo vai acabar bem e concerteza vai ir para melhor — falei sem saber 100% se a minha resposta seria o que o futuro reservaria para mim principalmente. Mesmo se eu não fosse para a faculdade de Santa Natalie, a Astrid iria no entanto não seria igual sem mim, segundo ela mesma. Estou querendo até hoje que tudo isso não se passa-se de um pesadelo aonde estou perto de acordar. 

Dois dias após essa conversa com a Astrid em minha casa, sobre esse baile e tudo mais. Estáva dando entrada no hospital para ver a minha mãe quando o médico chegou para mim, assim que o né viu.

Médico — Soluço Haddock, certo? — ele me perguntou, depois de ter se aproximado. 

Eu — sim, sou eu — respondi já me prepara emocionalmente para uma resposta triste e desagradável.

Médico — bom, sua mãe acordou do coma ontem a noite, no entanto não contamos nada sobre o falecimento de seu pai, o coração dela de alguma forma, a qual desconhecemos ainda, foi uns dos órgãos mais afetados depois da queda, então qualquer notícia muito triste ou revoltante para ela, fará que ela tenha um cardíaco irreversível o qual concerteza causará a morte dela também — ele me explicou e eu fui compreensivo. 

Eu — tudo bem eu não conto nada. Além disso, como anda o tratamento dela? Quero dizer, ela ficou com alguma sequela além do coração? — perguntei feliz já que a minha mãe acordou do coma, porém também preocupado já que eu não podia contar certas coisas para ela.

Médico — fiz exames recentemente, incluindo uma tomografia e um raio-x no crânio dela. E não vimos nenhuma sequela, além do coração dela que está fraco devido a queda — ele explicou anotando alguma coisa na prancheta dele — e a respeito da alta dela, talvez daqui uns dois ou três dias ela pôde ir para casa — ele explicou.

Eu — mais três dias? É por causa do coração não é? — perguntei não contrariando ele e sim curioso.

Médico — exatamente, a visita para ela está liberada no entanto nada de notícias pesadas — ele disse depois voltou para ver outros pacientes. 

Não demorou muito para com segui para o quarto aonde a minha mãe estáva, assim que eu entrei vi ela deitada olhando para a TV com um aparelho preso no peito dela, aonde ficava o coração. 

Eu — oi mãe — entrei no quarto e me sentei na cadeira que ficava do lado da cama dela. 

Valka — filho, nossa que coisa boa você ter aparecido — ela disse sorrindo de alegria — sério ontem depois que eu caí daquele prédio eu fiquei um dia apagada...

Eu — um mês na verdade mãe — respondi pensando nas palavras por causa do coração dela.

Valka — nossa!, um mês em coma? — ela tentou se levanta da cama. Porém a impedi — cadê seu pai?, Soluço presciso falar com ele, vai chamar o mesmo — ela disse e eu já fiquei com medo de dizer algo errado.

Eu — meu pai está...na prefeitura...ele está vendo uns problemas na cidade e tentando resolver — não gostava de mentir, principalmente para ela, porém era um mal nescessário. 

Valka — certo então, assim que você se encontrar com ele, fale para o mesmo vir aqui, presciso muito conversar com ele — ela disse se aconchegando na cama. 

Eu — sim mãe, pôde deixar que eu aviso — disse colocando a mão na minha testa preocupado. 

Depois que o tempo da visita acabou, eu voltei para casa e na frente da mesma a Astrid estava me esperando. Depois de ter entrado junto com ela, nos sentamos no sofá e começamos uma conversa séria. 

Astrid — então Soluço como anda a Valka? — ela perguntou preocupada.

Eu — ela acordou do coma — falei sério olhando para a mesma. 

Astrid — que coisa ótima Soluço, mas por que você está com essa cara em ? — ela disse animada porém seria também comigo.

Eu — ela está com o coração fraco, e ela também não sabe sobre a morte do meu pai. E eu ficou preocupado nesse ponto, se eu contar mesmo que depois que ela melhore, se dá um ataque cardíaco nela, o que eu faço? — perguntei mesmo sabendo que não haveria uma resposta concreta da Astrid. 

Astrid — fica calmo, logo, logo tudo será resolvido, e se não for, eu estarei aqui do seu lado te apoiando — ela me abraçou e retribuí.

Eu — estou com tanto medo — falei soltando algumas lágrimas. 

Astrid — estou aqui Soluço, e enquanto eu estiver do seu lado, garanto para tu que você jamais ficará sozinho — ela disse num tom firme.

Eu — obrigado Astrid só você mesma para ficar do meu lado nesse momento tão difícil — apertei ela no abraço e a mesma fez a mesma coisa comigo. 

Astrid — então ela fica com alta quando do hospital? — ela me perguntou depois que me abraçou.

Eu — possivelmente essa semana, segundo o médico dela — falei e nos sentamos no sofá da sala — caso eu contar, o que eu devo dizer para que a mesma não fiquei..."agitada"? — perguntei para ela e a mesma colocou a mão na minha coxa.

Astrid — olha Soluço, tente ser o mais calmo possível, e principalmente não fique gaguejando na hora — ela me explicou sendo direta.

Eu — tudo bem, depois conversamos sobre isso novamente. Então como anda a investigação para ver se foi um atentado ou um engano? — perguntei e ela tirou uma mecha de franja de seu rosto. 

Astrid — o delegado que está assumindo o caso, disse que está mais plausível que eu tenha sido a suposta vítima do atentado. A perícia examinou o carro e a maioria das balas estava alojadas aonde eu estava no carro, tipo no capô, porta... já deu para entender. Bom seu pai só saiu morto por causa que ele não conseguiu se proteger durante os tiros e acabaram atirando nele também, porém segundo a investigação, era a minha pessoa o alvo dos tiros — ela explicando e eu não perdi um detalhe se quer — eu não tenho 100% de certeza mais eu acho que sem bem o responsável por isso — ela disse mudando de expressão. 

Eu — quem? O Arcturo está preço, ele não tem acesso a nenhum preso e também a ninguém de fora da cela dele — comentei com ela sobre a estadia do Arcturo na prisão. 

Astrid — você tem 100% de certeza que isso é verdade? — ela me perguntou séria.

Eu — não, porém eu também não fui ver ele, eu iria fazer o que naquele lugar miserável? — comentei com ela dando uma risada sarcástica.

Astrid — então Soluço o que garante que não tenha sido ele o culpado de tudo isso? — ela continuou — deveríamos tirar isso tudo a limpo — se levantou ficando na minha frente. 

Eu — você quer fazer uma "visita" para ele? — perguntei me levantando e com um olhar de "você não está falando sério?". 

Astrid — é o único modo Soluço, mesmo que àquele idiota minta, porém saberemos como é o lugar aonde ele se encontra — ela falou andando um pouco. 

Eu — olha Astrid não vou atrás daquele cara novamente, foi um enorme tempo para finalmente colocar ele atrás das grades e juramos que nunca mais iríamos ver ele novamente — expliquei parado no meio da sala. 

Astrid — você tem toda razão Soluço. O entendo por completo. Mas eu quero muito ver aquele desgraçado preso... quero dizer, ver se ele vai pelo menos dizer algo sobre o que ocorreu — ela falou parando em minha frente novamente. 

Eu — ele não é de minha confiança e se depender ele nunca será. Ele batia em você e também em outras mulheres, como eu vou perdoar alguém que bateu em minha loirinha — disse colocando a mão no rosto dela, e fazer um carinho nela. 

Astrid — eu sei Soluço — ela fico sem jeito depois que eu fiz àquilo com a minha mãe — falando sério agora — disse tirando com delicadeza a minha mão do rosto dela — temos que "tirar a limpo essa história mau contada". E nada melhor do que ir atrás do "nosso" principal suspeito de ter encomendado a minha morte e principalmente ter matado o seu pai Soluço — ela disse e realmente estava decidida com isso. 

Eu — tudo bem, que tal amanhã bem cedo Astrid? — perguntei cedendo.

Astrid — ótimo! Não tenho nada amanhã de importante além da aula é claro, mas você entendeu o que eu quis dizer — ela comentou meio enrolada mas palavras — vou indo em casa — ela disse pegando a mocinha dela e voltando a ficar em minha frente — até amanhã — ela indo em direção a porta. 

Eu — até... — ela a antes de abrir, ela parou deu meia volta e me deu um selinho rápido.

Astrid — te amo — ela disse rapidamente com a testa ainda encostada na minha.

Eu — te amo também milayd — retribui com outro selinho, logo após ela se virou foi até a porta abriu e a fechou.

Fiquei alí em casa, fiz um jantar rápido e fiz uma faxina na casa, bom eu não chamei a Marta para limpar a casa, não tinha muito dinheiro para pagar uma empregada, eu mesmo comecei a ter mais responsabilidade e limpava já sozinho mesmo. Depois de ter colocado a ração para os dois eu só deitei na minha cama e fiquei ali até anoitecer e só depois que eu fechei os olhos e deitei.

Logo no dia seguinte foi tirado dos meus sonhos pela campainha de casa. Me levantei e fui até a porta, eu antes de abrir olhei no "olho mágico" da porta e vi que era a Astrid, e a mesma já estava arrumada para irmos na penitenciária. Assim que eu abri a porta ela deu um passo para frente. 

Astrid — bom dia Soluço, estou pronta para irmos — ela disse séria.

Eu — Astrid, acabei de acorda...e sem contar que aquele cara não vai a lugar nenhum — repondo com ara de cansado e ela entrou e parou no meio da sala. 

Astrid — tudo bem então, espero você se arrumar para irmos — ela disse se sentando no sofá e cruzando as pernas.

Revirei os olhos e fui direto para o banheiro para eu tomar um banho, por causa que se eu não fizesse isso ela iria ficar martelando isso em minha cabeça até agora. Tomei um banho rápido, porém caprichado, me troquei no banheiro mesmo (tinha levado roupa junto para depois que eu terminasse de me lavar). Depois disso eu escovei os dentes e voltei para sala aonde ela já estava me esperando. Assim que ela já me viu trocado ela se levantou com um sorrisinho no rosto.

Astrid — bom agora vamos — ela disse indo para a porta da frente. Revirei os olhos novamente e peguei a chave da minha moto e também os capacetes — vamos logo Soluço se não o horário de visita acaba — ela disse do lado da minha moto já com o Banguela 2.0 acoplado nela.

Eu — deixa eu só lembrar você, que estamos indo ver um psicopata — disse colocando o meu capacete, subindo na moto e entregando o dela logo em seguida.

Astrid — eu sei bem quem vamos ir visitar Soluço, precisamos ter pelo menos uma palavra dele mesmo ele não tendo nada haver com essa história — ela disse colocando o capacete e depois subindo na garupa da minha moto.

Banguela 2.0 — qual o destino de hoje Soluço? — o Banguela 2.0 perguntou ligando o GPS.

Eu — Prisão de CostLong — disse e ele marcou no GPS, em seguida eu dei partida na moto e sai com a Astrid em direção a prisão aonde o Arcturo estava preso. 

Não demorou muito o trajeto, a prisão ficava perto de minha casa. Vocês devem está se perguntando, "ué ele não tinha dado como fugitivo daquele manicômio?", Sim ele tinha escapou porém a polícia logo após todos aqueles eventos de atentado a Astrid (daquelas facadas na festa e aquele tiro na cabeça da mesma), a polícia conseguiu pegar ele novamente e agora ele está numa prisão de alto rigorosidade. 

Assim que parei no estacionamento da prisão, eu já fiquei com um pé atrás. Olhei para aquele lugar e eu conseguia houvir o barulho dos detentos gritando o brigando do lado de dentro.

Eu justamente com a Astrid, fomos até a sala aonde as visitas tinham que ficar. Demorou meia hora até que a nossa visita fosse permitida, e entrámos fomos revistados e só logo depois disso tudo que nos levaram até uma sala aonde só tinha uma mesa com duas cadeiras numa ponta e uma na outra. Tinha uma grade que separava a sala e a mesa era presa na grade, não tinha como fugir da prisão por ali. Sem contar o reforço de robôs da marca do Banguela 2.0 que colocaram na sala para garantir uma segurança maior minha e da Astrid. 

Astrid — agora não tem mais volta — ela disse nervosa com os braços apoiados na mesa. 

Eu — fica calma, lembra que foi você mesma que teve essa ideia — disse colocando a mão no ombro direito dela. 

Do nada começamos a houvir uma escândalo vindo da porta que ficava do outro lado da cerca. 

Arcturo — JÁ FALEI NÃO QUERO CONVERSAR COM NENHUM IDIOTA!!! — ele entrou fazendo um escândalo ainda bem que tinha uma grade separando nós dois — a não acredito...vieram tirar com a minha cara — ele disse ficando mais calmo assim que viu a gente — então anda trepando muito com a minha garota seu nerd desprezível? — ele já tinha começado com as provocações para cima de mim.

Astrid — primeiramente Arcturo, nossa vida sexual não interessa como nunca interessou para você, segundo eu não sou e nunca fui a sua garota, você me batia e....

Arcturo — vai começar o blá blá blá de novo — ele interrompeu ela sendo sarcástico e nos observando com aquele olha de psicopatia dele. 

Eu — vamos a que interessa. Arcturo você já deve está sabendo porém o meu pai vou morto isso a um mês atrás. E gostaríamos de saber se tu sabe de algo sobre — comecei e ele deu uma risada de psicopata dele.

Arcturo — nossa eu chorei de tanto rir quando eu vi no jornal que o papai do nerd foi morto — ele disse e já tinha abalado o meu emocional — como anda a cabeça em Astrid, a bala deixou o seu crânio mais "pensativo" não foi? — ele perguntou dando mais uma risada de psicopatia dele.

Astrid — graças a uma cirurgia plástica, eu consegui corrigir o estrago que aquela bala fez, porém não ache que te perdoei ainda, aliás quem está pensando em perdoar você seu demente! — a Astrid já disse se alterando.

Arcturo — aí aí Astrid quando eu sair daqui, eu primeiramente vou matar esse seu namoradinho, depois vou achar e dar a minha vingança final, garanto o seu corpo nunca vai ser encontrado mesmo — ele disse com aquelas palavras feias dele. 

Astrid — CHEGA!! — ela bateu as duas mãos na mesa e soltou algumas lágrimas — vamos embora Soluço...— ela disse se levantando. 

Eu — más...

Astrid — VAMOS EMBORA !!— ela disse brava.

Arcturo — faça o que a minha garota está te mandando — ele disse se levantando da cadeira e indo até a porta.

Eu — você jamais vai chegar perto dela novamente, se chegar você vai se arrepender muito!!! — disse me levantando também um pouco alterado.

Arcturo — vamos ver meu caro, vamos ver — ele deu mais uma daquelas risadas dele.

Saí daquela sala com um ódio enorme. Porém me acalmei quando vi a Astrid chorando no estacionamento. Me aproximei dela e ela imediatamente veio e me abraçou. 

Astrid — desculpa eu ter forçado a gente vim aqui, nesse lugar desprezível — ela disse entre as lágrimas — por favor quando terminamos a faculdade, me promete que iremos nos mudar para bem longe daqui ? — ela me perguntou com o rosto encostado no meu peito.

Eu — não 100% mais eu prometo isso, e também nunca a deixarei nas mãos daquele cara — disse colocando a mão no rosto dela.

Astrid — mesmo o Arcturo está no fundo do poço, ele não desisti de vir atrás da gente — ela falou enxugando as lágrimas do seu rosto. 

Eu — eu sei como é que é isso Astrid, e prometo que não deixarei ele chegar perto de você, vivo...ou morto — respondi e ela já emocionada novamente me beijou.

Quase três dias depois eu recebo a notícia que a minha mãe estava de alta. Fui buscar ela, chamei um Uber por causa que a minha moto era muito pequena e eu vendi o carro que foi metralhado.

Assim que eu cheguei em casa com ela (já tinha contado que eu tinha arranjado outra casa para moramos). A mesma desceu e foi direto para dentro, eu tinha arrumado o quarto aonde ela ficaria. 

Valka — milagre o seu pai ter deixado você arranjar numa casa nova para nós três...quer dizer cinco, me esqueci do Banguela e do Desdentado — ela disse dando risada — cadê o seu pai Soluço? — ela perguntou e eu engoli em seco porém era naquele momento que eu deveria contar tudo. 

Eu — mãe melhor você se sentar — disse e a mesma já se sentou preocupada.

Não quero descrever muito como ela reagiu, porém naquela noite eu e ela choramos novamente e muito pela morte de meu pai. Ela por sorte não teve nenhum ataque cardíaco nem um desmaio, porém a dor dela era de tristeza e saudade. 

No dia seguinte eu levei a mesma para o cemitério para ver o túmulo do meu pai. 

Três dias depois disso a Astrid apareceu em casa novamente com aquela notícia do Baile de formatura. Eu aceitei por causa que a minha mãe já estava em casa e saudável, porém triste como eu estava quando recebi a notícia.

Eu estava de certa forma animado para esse baile, finalmente estou me formando no ensino médio. Agora é só ir para a faculdade de Santa Natalie. 




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