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História Processo inesperado - Capítulo 1


Escrita por: Fattom

Notas do Autor


Se deliciem!

Capítulo 1 - Molhando la fora e aqui dentro


Hoje a manhã foi completamente estressante, acordei às cinco da manhã com insônia e não consegui mais voltar a adormecer, todavia ainda assim estava com o mínimo de esperança que o resto do dia seria agradável. 

Perdi o primeiro ônibus para o trabalho, o que fez com que me atrasasse por meia hora. Quando cheguei ao escritório, Patrícia já estava arrumada para sair, a audiência seria a algumas horas. Felizmente eu já havia deixado toda sua papelada organizada na noite anterior enquanto eu pensava que pecado havia cometido em uma vida passada para estar trabalhando como secretária atualmente (mas acho que o pecado da Patrícia foi bem maior, porque ter como profissão advocacia de divórcios me parece bem medíocre). 

Ajudei a colocar os documentos nas pastas e voltei a minha mesa, assim que me sentei a chefe começou a falar algo que fingi escutar enquanto iniciava o computador, quando tirei os olhos da tela vi uma jovem ao lado da Patrícia e voltei minha atenção as suas falas. 

Ela dizia que era sua filha, a garota iria prestar vestibular para advocacia e a mãe queria que sua menina pudesse ver de perto como fluem os processos no escritório. Anunciou que ela passaria o dia comigo como auxiliar duas vezes por semana enquanto ela estivesse fora, eu deveria deixa la ajudar no meu trabalho e tirar dúvidas se houvesse. 

Júlia, como chamava se, havia acabado de completar dezenove anos, já é de se esperar que não nos daríamos tão bem. Eu, com trinta anos, simplesmente não tive assuntos com aquela pessoa, ficamos boa parte do tempo em um silêncio constrangedor. 

Faltando poucos minutos para o fim do expediente, Júlia e eu finalizávamos as coisas para ir embora; Patrícia já havia partido nos deixando a missão de fechar o escritório, Júlia ficou, pois iria a outro lugar depois. Quando o primeiro resquício de sorriso começou aparecer em minha face depois de um dia onde eu desejei em todos os instantes estar deitada no mais profundo dos sonos, ouvi um forte barulho de chuva e torci para ser sons de esquizofrenia. Não eram, de fato começou uma tempestade fortíssima, mesmo se eu estivesse de sombrinha, coisa que eu não levei, ainda assim não daria para sair. 

Pela primeira vez no dia, Júlia e eu compartilhamos de algo em comum: Ódio. 

Nos sentamos no pequeno sofá na sala de espera, e lá se vai mais um silêncio constrangedor até que ela me perguntou como era trabalhar com sua mãe, respondi secamente que era ótimo. 

A moça começou a devagar sobre a personalidade de sua mãe, dizia que ela era uma boa pessoa, mas com uma personalidade difícil, que gostaria de saber como eu achava que a mãe dela reagiria diante de um segredo que ela queria contar. A palavra “segredo” me interessou, ajeitei a postura e fixei bem os olhos perguntando qual segredo seria. 

Ela ficou um pouco sem graça, olhou para o chão enquanto apertava os dedos e então me contou que era lésbica. Acredito que fiquei mais surpresa do que sua mãe ficaria (ou não, porque para ela precisar desabafar com uma estranha acho que a família não veria com bons olhos), como meu gaydar não me avisou disso? Aquela menina de vestido até os joelhos, sapatilhas cor de vinho e um laço no cabelo me mostrou que meus instintos não são tão afiados assim. 

Disse a ela pra sentar e conversar francamente com sua mãe, que eu já havia passado por isso e o diálogo foi bem melhor.  

Ela me olhou surpreendida, confirmando se eu também gostava de mulheres, afirmei que sim. 

Deu uma risadinha de lado, jogou uma mecha de cabelo para atrás da orelha com os dedos e se aproximou mais. Agradeceu pelo conselho e disse que havia mais uma coisa que ela queria fazer e eu não deveria contar a sua mãe, quando me virei para olha la e perguntar do que se tratava senti seus lábios encostando nos meus.  

Aquele beijo lento onde sente se todas as curvas dos lábios, senti sua língua entrando na minha boca e agarrei sua cintura puxando a mais pra perto de mim, deslizei os dedos por sua nuca dando uma leve puxada em seus cabelos. Seu beijo começou a deslizar por meu pescoço, sentia meu corpo se esquentar, podia sentir minha buceta molhando minha calcinha. 

Como em um estalo a empurrei para trás, pois me veio à cabeça que aquilo poderia custar meu emprego. 

Disse que não poderia continuar por medo do que poderia acontecer ao meu trabalho. A jovem sorriu e disse que nada de ruim poderia acontecer. Em seguida, abaixou as alças de seu vestido expondo seus seios, eram lindos, nem grande nem pequeno demais, o tamanho perfeito para caber em uma boca. E foi o que fiz, quase no automático enfeitiçada pelos peitos mais bonitos que já vi, abaixei me e comecei a chupar seu mamilo enquanto acariciava o outro, enquanto isso descia minha mão pelo seu quadril e levava até sua bunda. Escorreguei a mão para frente passando os dedos de leve sobre sua calcinha, deslizava lentamente a mão enquanto aquela putinha soltava respirações ofegantes. Arrastei sua calcinha pro lado e pude sentir sua bucetinha, estava completamente encharcada. Desci a cabeça lentamente, beijando sua barriga e passando a mão pelo sua bunda. Lambi sua xota de cima a baixo algumas vezes, depois foquei no seu clitóris intercalando entre linguadas e chupada. Seus gemidos eram como os sons da harpa no paraíso. Ela empurrou mais minha cabeça contra seu corpo, agarrei seus pulsos e os segurei pelas suas costas. Essa vadia queria ser minha, agora ela seria minha submissa. 

A cada linguada mais ela se contorcia. Soltei um de seus pulsos, com a mão livre pude enfiar três dedos em sua vagina, metendo rápido e com força sua respiração se pesava mais. Tirei os dedos e os levei até seu cu, enfiei dois dedos, primeiro em movimentos bem leves e elevando aos poucos a velocidade. Fodi com força o cuzinho daquela vagabunda, e em poucos minutos ela se contorcia em um orgasmo descomunal, pude sentir todo seu liquido escorrendo para minha boca. 

Levantei me e a puxei pelo cabelo dando lhe um beijo caloroso de língua, dei um tapa na sua carinha de anjo, ela mordeu os lábios. Deitamos no sofá e nos pegamos por mais um tempo, ela estava por cima, contudo logo a empurrei para o lado deitando a por completo, subi até sua cabeça e sentei na sua cara. Que delicia sentir seus lábios encontrarem os lábios da minha buceta. 

Segurava seu cabelo e forçava sua cabeça contra minha xota, sua língua deslizava com força por tudo, sentia do meu clitóris a minha vagina. Comecei a rebolar na cara daquela cachorra, estava cada vez mais molhada, meu cuzinho estava piscando, e poder ver o olhar de satisfação daquela mulher me chupando dava me cada vez mais tesão. Sentia meu corpo se esquentar e tudo se retorcer, estava a um ponto de gozar gostoso naquele rostinho. 

Gemia e gritava alto, até que ouvi um grito que não vinha de mim nem da júlia. Ao olhar para a frente, pude ver Patrícia, sua mãe e minha chefe com a expressão mais barbarizada do mundo estampada em seu rosto; ela havia ido até lá nos buscar, pois deduziu que ficamos presa pela chuva já que não atendíamos ao celular, ficou preocupada com a filha (sem necessidade, pois supervisionei muito bem aquela beldade). 

Um orgasmo cortado, um emprego perdido, mas uma putinha pra me servir sempre que eu quiser. Aprendi com advogados que os clientes sempre estarão ali, estando eles certos ou não você os atende. 



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