História Procura-se um Marido (Vondy) - Capítulo 27


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Categorias Rebelde, Rebelde (RBD)
Personagens Christopher Uckermann, Dulce Maria
Tags Casamento, Christopher, Dulce, Fanfic, Fanficsbrasil, Rbd, Romance, Ucker, Vondy
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Palavras 577
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 27 - Capítulo 9 (Parte 2)


Felizmente, cheguei dois minutos adiantada e, pela primeira vez, bati o ponto na hora certa. E o mundo era cheio de gente doida! Antes mesmo de Maite me mandar mais uma vez para os confins da sala da 
copiadora - o que achei totalmente injusto, já que não me atrasei naquele dia - , eu já havia marcado um encontro com meu possível futuro marido. Apesar de estar fula da vida por ter ficado o dia todo colocando papel na geringonça, mal vi a hora passar, ansiosa para ver os resultados do meu plano.


Na saída do trabalho, recebi mais algumas ligações. Christopher estava no elevador comigo, e foi difícil agendar os encontros sem que ele percebesse. Por algum motivo pareceu... errado que ele soubesse dos meus planos, mas justifiquei isso com o sábio raciocínio de que, se ele descobrisse o que eu estava aprontando, me dedudaria para Juan. Eu tinha cinco possíveis futuros maridos na mira. Era só uma questãode tempo para minha vida voltar aos eixos.


Encontrei-me com o primeiro candidato naquele mesmo fim de tarde, no café próximo à casa de Any. Eu não seria louca de levar um estranho para a casa dela, claro. Não foi difícil identificá-lo, já que ele havia me passado sua descrição física, e eu pedira que tivesse o jornal em mãos.


- Dul, eu prevumo - disse o homem de uns quarenta anos quando parei em frente à sua mesa.


Sua aparência era tão ruim quanto a língua presa. Os cabelos ensebados tinham uma camada de caspa que recobria as laterias e a nuca; os óculos enormes e fundos não ajudavam a disfarçar as orelhas de abano. E, por alguma razão, ele cheirava a naftalina. Não que isso importasse, afinal eu não estava procurando nenhum príncipe encantado. Mas aquela caspa toda era meio... repugnante.


- Mauro?


- Fi-fim - ele riu nervoso, fazendo um oinc-oinc.


Ah, Deus.


- Você... trouxe o atestado? - perguntei, enquanto me sentava do outro lado da mesa.


Ele assentiu apressado, me entregando um papel um pouco amassado.


- Eu nunca pivei numa delegafia. Fou um homem muito honefto.


- Certo - eu disse, examinando sua ficha de antecedentes criminais, uma folha totalmente em branco. Imaginei que a maior audácia que Mauro já cometera tinha sido sair de casa sem escovar os dentes. - Humm... Por que você quer casar?


- E-eu prefivo de uma namorada. Minha mãe eftá me deixando maluco - ele me lançou uma piscadela.


Reprimi um gemido.


- Hã... Começo a entender sua mãe. Mas você mora sozinho, certo? Ele se remexeu na cadeira.


- Praticamente. Meu quarto tem afefo direto à faída da garagem. Vofê mal ia ver minha mãe.


- Quer dizer que você imaginou que dormiríamos no mesmo quarto - constatei, cruzando os braços.


- Bom... fi-fim. Vofê dife que fexo não favia parte do acordo. Eu penfei que dormir não teria problema -  ele ergueu os ombros pontiagudos.


- Ah, tem! Tem sim! Tem muito!


- Eu fou muito fáfil de lidar - ele sorriu nervoso. – Vofê nem ia notar minha prevenfa.


Eu duvidava muito.


- Ferto... Quer dizer, certo. - Essa coisa pega! - Eu tenho o seu telefone. Preciso entrevistar outros candidatos. Sabe como é... - me levantei e sorri. Ele se apressou em ficar de pé, esbarrando na mesa ao lado.


- E-eu tenho uma renda muito boa. Poderia te levar ao finema uma vev por femana. A gente poderia jantar fora fempre que quivefe. Tenho vale-refeifão ilimitado.


- Vou manter isso em mente - encerrei e me obriguei a andar calmamente em direção à saída.



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