História Procura-se um príncipe - Capítulo 4


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Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Curiosidades sobre as roupas típicas coreanas

Os primeiros trajes coreanos na antiguidade eram tecidos a partir de fibras da araruta (planta que possui uma raiz que dá origem a farinha, goma, polvilho e fécula e é muito presente na culinária brasileira), do cânhamo, do algodão, sendo ainda outros criados a partir da seda extraída do bicho de seda. As vívidas cores que compunham os trajes eram extraídas de corantes e essências naturais, como plantas e pétalas de flores, que passavam pelo processo de moagem e enxágue com soda caustica quente, e que mais a frente davam pigmentação aos tecidos, originando o Hanbok.
Hwarot- é um tipo de roupa tradicional coreana (Hanbok) usada durante a Dinastia Goryeo e Joseon, por mulheres da realeza para ocasiões cerimoniais ou por pessoas comuns para casamentos.

Capítulo 4 - Um novo ofício?


Fanfic / Fanfiction Procura-se um príncipe - Capítulo 4 - Um novo ofício?

Um novo ofício? 

Amanheceu. O senhor e eu fomos para o Palácio. Confesso que estava nervoso, não pela investigação  que começaria o mais rápido possível. Mas sim por aprender o novo ofício. Nunca fugi de trabalho mas não  era muito educado pra servi pessoas importantes. E sem falar que eu sou desastrado e vivo tropeçando, caindo, machucando. Eu estava mais pra bobo da corte do que pra serviçal. 

Não  acredito! O uniforme parece um vestido. Socorro eomma!! O uniforme era largo e comprido. Sentia-me como uma daquelas senhoridas da alta sociedade. E para completar ainda tinha um avental. -_- 

Depois de uniformizado comecei a aprender como se servia as mesas. Naquele dia sempre que podia espreitava pelo Palácio. Talvez eu tenha começado pelo caminho errado. Talvez não. Queria encontrar algo que me levasse ao paradeiro do príncipe. Mas ainda não tinha encontrado nada. Porém era só  O primeiro dia no Palácio. 

Voltando para casa...

Olhar de ódio era pouco. A S/n tinha fogo nos olhos quando me via. Eu imaginava que a qualquer momento ela me queimaria com seu lança-chamas. 

Depois do jantar sai ao terreiro para olhar as estrelas. E encontrei a S/n lá, já esquadrinhando o céu com seus olhos de fogo. 

S/n :     - Você  está  se divertindo as custas do meu pai?

Jimin:    - Do que você está  falando?

S/n :     - Não  se faça  de desentendido. Você  está  usando meu pai como escudo na sua investigação? 

Pensamentos do Jimin : Aishh tinha esquecido que falei da investigação  pra ela. Eu achei q ela nem ia acreditar no que eu estava falando. 

Naquele momento corri e tampei a boca dela com a mão. 

Jimin :     - Não é bem assim.   - Disse segurando a boca dela. 

               - Não  estou usando seu pai como escudo. Ele só me ajudou. 

Dessa vez ela me respondeu com uma mordida. Mais uma vez fui atingido na mão. Então soltei-a instantaneamente. 

S/n:      - Eu mato você  antes de acontecer algo com meu pai.    - Disse isso e saiu pisando alto.

Seria bom se ela escutasse o resto da história. Mas nem fazia sentido eu explicar. Quanto menos as pessoas soubessem mais chances eu tinha de não  ser descoberto. 

 

S/n ( on) 

Amanheci parecendo um panda com olheiras enormes. Porque passei a noite planejando como me livraria do Jimin. Eu precisava fazer algo antes que acontecesse alguma coisa com minha família. Podia ser que aquela história  sobre a investigação fosse mentira. Mas e  se fosse verdade quando descobrissem ele meu pai também seria visto como perigoso. 

Meus medos têm fundamento pois a família real é  extremamente reservada e até  hoje o rapto do príncipe nunca havia sido investigado. Pelo menos não publicamente. 

Então  para me livrar do Jimin pensei em diversas maneiras como por exemplo dar um chá  de cogumelos e jogar ele do precipício, ou coloca-lo desacordado dentro de um saco e vender para os mercadores de escravos, ou ainda dar ele para a tribo de canibais. Mas não  consegui chegar a nenhuma conclusão sobre o que fazer com ele.  O pior de tudo é ter que encara-lo toda manhã. Não  gosto de como ele me olha. Seus olhos são tão convidativos e ao mesmo tempo intimidadores. As vezes parece que ele consegue ler a minha mente. 


Notas Finais


Obrigada por ler essa viagem kkkkkkk


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