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História Profano! - Imagine Kim Taehyung (BTS) INCESTO - Capítulo 13


Escrita por: Obrien_hyung

Capítulo 13 - Minha irmãzinha.


Um banho quente, era tudo o que eu precisava. 

Depois do ensaio, pedi carona para Rose e esta me levou para casa. Lalisa havia ficado mais um tempo na escola para tomar banho e quando terminasse ligaria para o pai ir buscá-la. 

- Obrigada, Rose. - Eu agradeci brevemente, e desci do automóvel. 

Sem olhar para trás, fui para a entrada da residência e adentrei na mesma. A sala estava um completo silêncio. Se não fosse pelos sapatos de Taehyung ao lado da porta, eu certamente diria que ele estava na rua. Descancei os meus pés, e me arrastei até o segundo andar. Ao passar na frente da porta do Hyung escutei o volume baixo da televisão. 

Ignorei e fui para o meu. 

Coloquei as bolsas sobre a cama, e fui para o banheiro. Tirei toda a minha roupa e deixei-a no cesto. Adentrei no box, já ligando o chuveiro e aproveitei um bom tempo embaixo do mesmo. 

[...] 

Eu já devia estar me banhando por uns trinta minutos. Quando me senti melhor, sai do mesmo. Me enrolei na toalha e fui na direção da porta do quarto. Eu estava começando a sentir fome e procurar algo na geladeira parecia uma ótima idéia. 

Desci silenciosamente e cheguei à cozinha. Na bancada, havia um pote de biscoitos amanteigados que mamãe havia feito. Aproveitei, e peguei uma lata de refrigerante na geladeira. 

Abri a tampa da vazilha de vidro, e peguei um dos biscoitos. Este que derreteu na minha boca. Comi aproximadamente uns quatro. 

- Me dá um? - A voz rouca do meu irmão surgiu no meio de todo aquele silêncio. 

Eu não estava com a mínima vontade de olhar para o rosto perfeito daquele playboy prepotente, então apenas empurrei a vazilha pela bancada, até a direção do mais velho. Com os olhos baixos, visualizei quando o Hyung se aproximou. Agarrou a vazilha e tirou dois biscoitos de dentro do pote. 

Ele comeu em silêncio e eu continuei olhando para baixo. Taehyung levou a mão até a minha lata de coca cola e tentou levá-la aos lábios. Segurei-o antes que roubasse meu refrigerante gelado. 

- Um gole apenas, S/n. - Ele pediu, levemente manhoso. 

Apontei para a geladeira sem olhar para o rosto do coreano. 

- Eu quero o seu. - ele confessou e eu não pude evitar de olhar para o garoto. 

- Tem certeza? - perguntei. Desta vez, olhando fixamente para o Kim. 

- Tenho. - Ele confirmou. 

Peguei a lata e levei aos lábios. Deslizei minha língua por toda a extensão da lata, onde ele deveria colocar a boca para beber. Quando já estava tudo extremamente úmido pela minha saliva, eu devolvi a bebida para meu irmão. 

- Pode beber. - falei, irônica e me surpreendi quando o Hyung levou o refrigerante até a boca. 

- Que porra, Taehyung! - Grunhi e este soltou uma risada baixa. Uma daquelas risadas que sempre fazia meu corpo inteiro se arrepiar. 

- O quê? Você é minha irmãzinha! Não acho isso nojento. - ele comentou e só então, eu senti o quanto aquilo era deprimente. 

Taehyung nunca me veria como algo a mais do que uma simples irmãzinha. Ele deixava aquilo bem claro cada vez que abria a boca. 

Abaixei os meus olhos e encarei minhas próprias mãos sobre a bancada. As unhas pintadas em um tom azul escuro e todos os anéis nos meus dedos. 

Afastei-me da bancada e caminhei lentamente até a porta da cozinha. Taehyung não moveu um dedo, e não soltou quaisquer palavra. Ele não fez a menor questão de me ter por perto, e sem mentir, eu estava verdadeiramente acreditada que ele me pediria desculpas. 

Aquilo não aconteceu. 

Hyung era orgulho e prepotente demais para pedir desculpas. 

Voltei para o meu quarto, e me apressei em trocar de roupa. Ali, eu percebi que ainda estava vestindo apenas uma toalha na frente do meu irmão, qual eu sou apaixonada. 

Me deitei na cama, e peguei o celular. Entrei no chat de conversas com Namjoon e perguntei se ele se disponibilizaria a ajudar Yoongi com as atividades que ele tinha dificuldade. Como o bom amigo que é, ele disse que o Min poderia contar com ele. 

[...]

Era oito da noite. Meus pai, Taehyung e eu estávamos reunidos na mesa de jantar apressiando a deliciosa refeição de minha mãe.  

- Aconteceu alguma coisa? - meu pai perguntou. Ele intercalou sua atenção entre o filho e eu. 

- Porquê? - Perguntei, fingindo desinteresse. 

- Vocês estão estranhos. - Meu pai comentou, e mamãe concordou. 

- Não. Não estamos. - Taehyung respondeu, simplista. 

- Tem certeza? - Meu pai continuou. 

- Temos. - Eu respondi, calmamente. 

- S/n? - minha mãe chamou e eu me apressei em olha-la. 

- Hum? - Perguntei, levemente incomodada.

- Aconteceu alguma coisa? Você parece triste. - ela disse, e eu balancei minha cabeça abrindo meu melhor sorriso forçado. 

- Tudo bem, mãe! Só estou cansada. O ensaio anda me matando. - comentei, e vi quando Taehyung girou o rosto na minha direção.

- Se tivesse aceitado a Irene no grupo não estaria tão cansada. - ele provocou. 

- Está trabalhando como defensor das oprimidas por uma noite de sexo? - Perguntei, com ar zombeteiro.

- S/n! - meus pais me repreenderam, e eu voltei a olhar para minha mãe.

- A senhora consegue me ajudar com as roupas da apresentação? - Eu perguntei, e a mais velha foi rápida com sua resposta. 

- Não, S/n. A mamãe anda muito sobrecarregada com o trabalho. Vou ver se encontro uma boa costureira para começar o projeto. - Ela disse, e eu assenti.

Minha mãe era gerente de vendas em uma loja no shopping. Seu salário não era tanto para que fossemos milionários, mas era suficiente para sobrevivermos. Afinal, papai recebia bastante com seu cargo na empresa e assim, podíamos desfrutar de coisas caras. 

- Tudo bem. - Falei, e ela abriu seu melhor sorriso amoroso para mim. 

Terminamos o jantar e cada um foi para o seu quarto. Eu me deitei, mas o sono não vinha. E me revirando de um lado para o outro, eu passei a noite. 



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