História The Sin Of Sex - Capítulo 11


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Categorias Harry Styles
Personagens Harry Styles, Personagens Originais
Tags Harry Styles, Hot, Igreja, Padre, Profano, Shortfic
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Palavras 1.417
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Capítulo Dez - Recomeçar


Alguns dias depois...


Aimée Morrice

Minha cabeça estava tão dolorida e eu não conseguia lembrar aonde estou ou que aconteceu.

Abro os olhos com dificuldade, tudo ao redor parece girar, estou tonta, com fome e sede. Vejo que estou em um quarto todo branco, aparelhos por todo o lado, estava com uma agulha enfiada no meu braço esquerdo e percebo que estou em um hospital.

Minha barriga doía muito. Porra! Que dor é essa?

Viro meu rosto para o lado procurando alguém que pudesse me ajudar e encontro o Harry deitado desajeitado em uma poltrona bege. Ele dormia profundamente e parecia um anjo com o cabelo castanho caído na sua face.

Olho pela janela e parecia ser noite ainda.

Meu deus, o que aconteceu?

— H- harry... — o chamo e noto que a minha garganta estava seca e dolorida. — Harry?

Ele se mexe um pouco e acorda e ao perceber que estou o olhando, levanta-se apressadamente vindo até o meu leito.

— Graças a deus. Eu estava com tanto medo de te perder, Aimée.

— Desde quando você acredita em deus?

— Desde que orei pra ele para te trazer de volta e você está aqui comigo.

Harry beija minha testa e dou um pequeno sorriso e fecho os olhos novamente.

— O que aconteceu, Styles? Por que estou aqui?

— Depois te explico melhor, meu amor.

Quero insistir e perguntar, mas o sono me vence e eu durmo novamente e só consigo escutar o som de uma porta sendo arrombada.

Me levanto rapidamente com o lençol cobrindo meu corpo ao mesmo tempo que o Harry olha ao redor da sala procurando algo para vestir e eu posso ver o olhar furioso da minha mãe. Meu pai parecia atordoado e eu não sei exatamente o que ele estava sentindo. Decepção, talvez.

Fui criada para ser uma menina recatada, discreta e futura dona de casa e agora eu estava transando com o padre da minha cidade. Não é algo que os meus pais vão perdoar com facilidade. Já tinha sido difícil eles esquecerem que eu e Violet tínhamos dormido juntas, agora que eles nunca iam esquecer esse erro. Eu sou o pior tipo de filha.

— Você é uma vagabunda, Aimée! Como você foi capaz de seduzir o padre? — antes que eu pudesse responder, a mulher que me deu a luz avança sobre mim e começa a me encher de tapas me fazendo cair no chão e bater com a cabeça.

— A cidade toda está falando sobre isso e eu não queria acreditar. Eu não acredito ainda... Eu não sei o que falar. — meu pai parecia tão chateado e confuso.

Minha mãe arranhou meu rosto e continuava a me dar tapas fortes para machucar. O ódio dela era evidente.

De repente, ela é retirada de cima de mim e noto que o Harry, já vestido com uma bermuda, está segurando minha mãe pela cintura impedindo que ela me agrida novamente.

— Ela não teve culpa, Sra. Morrice. Foi eu que a obriguei a transar comigo. Aimée não queria nada disso... — Harry tenta assumir a culpa sozinho e todos olhamos para ele perplexos, mas eu o interrompo, porque não era justo uma única pessoa assumir a culpa de algo que, claramente, ambos quiseram.

— Os dois queriam. Os dois são culpados. Não tem santo nessa história. — me intrometo na conversa enquanto levanto, ainda sentindo minha cabeça latejar de dor e o Harry parece furioso por eu ter o desmentido.

— De qualquer maneira, eu sou o adulto nessa história, eu deveria ter dito não. Aimée não tem culpa de nada. Se vocês querem bater em alguém, esse alguém sou eu, não ela. — ao olhar para o meu pai, que está atrás do Harry e da minha mãe, me espanto ao perceber que ele está com uma arma na mão apontando pra mim.

Styles ao perceber o meu olhar desesperado olha para trás e solta minha mãe e vai em direção ao meu pai, mas não é rápido o suficiente para impedir que ele dispare contra mim e eu sinta minha barriga queimando e ao olhar para baixo vejo sangue manchando o cobertor branco e caio no chão.

— Aimée! — o grito desperado do Harry é a última coisa que escuto antes de apagar completamente.

Sinto alguém balançar meus ombros e acordo vislumbrando os olhos verdes preocupados do meu amado.

— Meu pai atirou em mim. — falar aquilo em voz alta doía mais do que queria admitir.

— Está tudo bem, meu amor. Agora você está protegida e longe dele.

— Ele foi preso, Harry?

— Podemos falar sobre isso depois?

— Me conte o que aconteceu, por favor. Eu preciso saber, Harry.

— Seu pai enlouqueceu. Depois que atirou em você, atirou na sua mãe e tentou atirar em mim. Tivemos uma briga corporal e a arma disparou em cima do gás da cozinha. A casa pegou fogo e eu consegui escapar por um triz.

— Como estão meus pais, Harry?

— Infelizmente, mortos. Eu sinto muito, Aimée.

Começo a chorar e logo uma enfermeira entra no quarto me cedando para que eu não passasse mal.

***

Estava saindo do inferno que era aquele hospital, depois de semanas internada, ao lado do Harry e ele me contava os vários planos para nós dois.

— Como eu consegui sua guarda até você completar a maioridade, vendi a casa que era da sua família e o dinheiro é o suficiente para recomeçarmos em outra cidade. Eu fingindo que sou padre e você que é minha filha puritana.

— Eu serei sua filha? Sério mesmo? — começo a rir não acreditando que isso poderia dar certo.

— Você pode me chamar de daddy, baby girl. — ele dá um tapa forte na minha bunda.

— Outro fetiche estranho, daddy?

— Talvez, baby girl. Talvez.

Entramos no carro e partimos para a nova cidade. A ansiedade tomava conta de mim, mas eu estava ao lado do Harry. Não podia deixar de estar feliz ao seu lado.

Durante o trajeto, acabei adormecendo e fui despertada com o peso de um corpo em cima do meu.

— Que inapropriado acordar a sua filha assim, papai. — o provoco e ele sorrir safado.

— Minha filhinha é uma putinha e eu preciso levá-la para o caminho de deus novamente. — Harry começa a beijar meu pescoço e vai descendo até os meus peitos.

Eu já estava pelada e nem senti quando ele me despiu. O cansaço realmente tinha tomado conta de mim, mas era gostoso acordar assim.

— Me fode, papai. Me pune por ser uma menina tão má. — puxo seu cabelo e deixo um gemido alto escapar quando sua mão começa a acariciar meu clitóris.

Nós dois estávamos no banco de trás do carro, estava embaixo e o Harry em cima de mim.

Ele se livra rapidamente das suas roupas e morde os lábios ao me encarar.

— Fala o que você quer que eu faça com você, baby girl. — seus dedos adentram a minha intimidade e começam a se mover rapidamente dentro dela.

— Que você me foda com o seu pirulito, daddy. — seu sorriso se amplifica e ele começa a me foder com maior velocidade.

— Diga que quer meu pau dentro de você. Implore por isso.

— Me foda, papai. Foda essa bocetinha molhada e apertada.

— Implore!

— Por favor, papai.

Ele retira os dedos dentro de mim e se posiciona de maneira mais confortável entre as minhas pernas e mete com força.

— Tão gostosa!

Seu quadril começou a se mover contra o meu e puta que pariu, como é bom!

Harry grunhia e estocava cada vez mais rápido. O prazer de intensificava para os dois e os nossos gemidos de prazer eram altos. Nenhum de nós dois estava se controlando.

— Daddy, mais rápido, por favor...

— Assim? — ele pergunta deitando-se um pouco mais sobre meu corpo e me beijando delicamente até voltar a meter tão freneticamente que doía.

Por um momento, cheguei até me arrepender de ter pedido, mas aquela sensação de dor e prazer era boa, então deixei o Harry continuar até gozarmos juntos.

Depois que nos recuperamos, percebi que estávamos na entrada da nova cidade.

A partir dali seria tudo novo. Novas experiências. Novas brigas. Novas amizades. Eu só esperava poder continuar com o Harry.

— No que você está pensando, Aimée? — Harry pergunta vestindo sua roupa.

— Que eu não quero te perder.

— Você não vai. Você é minha e eu sou seu.

Ele me puxa para mais perto e me beija.

Quando estou beijando o Harry, qualquer dúvida desaparece e tudo parece certo.

— FIM —



Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado.

Vou fazer um bônus hot no próximo capítulo e logo depois tem o epílogo.

Espero que vocês gostem.

Amo vocês

❤️


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