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História Professor - Imagine Suho (EXO) - Capítulo 2


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Notas do Autor


Volteeeei❤️
Boa leitura, bolinhos✨

Capítulo 2 - Seu olhar é penetrante!


Fanfic / Fanfiction Professor - Imagine Suho (EXO) - Capítulo 2 - Seu olhar é penetrante!

O som da chuva do lado de fora fazia a aula ficar cada vez mais chata. Deixei meu queixo sobre minha mão, que estava apoiada com o cotovelo na cadeira. Revirei os olhos, fechando os cadernos. Me levantei, saindo da classe junto de Jay, que tentava me animar.

— Temos Educação física agora, você vai?

Me sentei nos bancos que ficavam no corredor da escola. Me encostei, fechando os olhos, ainda escutando a voz de Jay.

— Vamos, Emma. Precisamos se vestir. Passo aqui daqui á dez minutos.

Continuei sentada. O observei saindo do corredor, e indo para o vestiário dos meninos. Suspirei, relaxando um pouco no banco, e fechando meus olhos. Imagines do professor novo veio em minha mente, o quanto ele é lindo. Sempre perceber, eu já estava sorrindo feito boba, com os olhos fechados.

— Senhorita, falta cinco minutos para sua aula de educação física.

Me arrepiei ao escutar sua voz. Abri rápido meus olhos, vendo o dono dos meus pensamentos por esse fim de tarde. O olhei, de cima a baixo, tentando assimilar o que o falar. Me levantei rápido, apalpando meus dedos em minha saia. Apenas me curvei, e segui em passos rápidos até o vestiário feminino. Bom, nenhuma menina daquela escola olhava na minha cara. Por eu ser filha de um dos antigos professor, e ser afilhada da filha do dono da escola, eles acham que tenho alguma excessão, acham que sou tratada diferente. Tadinhos! Alguém avisa eles que eu não passo de uma mera aluna aqui?

— Droga!

Exclamei ao bater meu braço no ferro do armário. Fui a pia, limpando o sangue que começa a descer. Fui até meu armário novamente, pegando meu shorts e blusa sem mangas. Os vesti, fiz um rabo de cavalo em meu cabelo, e fui em direção a quadra.

— Eu falei em dez minutos! Você demorou vinte e cinco, Emma! — Suspirei, encarando meu amigo.

— Larga de ser chato, Jaebum!

Rio da sua cara de taxo. Os olhares de Jay, se fixaram na ruiva que passava pela quadra, acompanhada de outra ruiva.

Íris e Ísis.

— Quer um balde? — Fiz uma piada boba, por ele está a encarando sem nem disfarçar.

— Idiota! Emma, você disse que ia me aproximar dela! Ela tá vindo na sua direção!

Caí na gargalhada, vendo meu amigo ficar mais vermelho que pimenta. Corri até Ísis, e todos olharam para nós, com nosso abraço de duas crianças do jardim de infância. Beijei sua bochecha, recebendo o mesmo dela.

— Quer ir no cinema comigo mais tarde? Quero ver aquele filme que está em cartaz!

Olha!

Essa é uma ótima oportunidade!

Puxei Jay, que recusava por todo o caminho.

— Prima, na verdade, hoje tenho que estudar e, tenho prova de física amanhã, e papai é mestre em física, preciso de nota boa! Olha, meu amigo tem ingressos, ele comprou dois, gostaria de o acompanhar?

Jay me olhou de soslaio, sorrindo de lado. Ísis me olhava, tipo: “Por favor, não faz isso comigo!”

— Ah...ok! Bom…você dirige?

Jay confirmou, ainda sem falar nada.

— Passa na minha casa às vinte horas, e nós vamos. Ah, sua mãe mandou você ir cedo para casa, parece que sua irmã quer fazer um trabalho, e precisa de você.

Revirei os olhos.

Lis sempre me metia nessas drogas de trabalho da escola dela!

Confirmei, com um sorriso falso. Ísis trocou olhares com meu amigo, e pela primeira vez, vi minha prima com as maçãs do rosto risadas.

Uh!

Tá rolando um clima aqui!

— Veio fazer o que na escola? Não devia estar na faculdade?

Perguntei a ela, assimilando o horário que estávamos.

— Hoje é prova para contábeis, e é com a turma que eu detesto. Preferi fazer amanhã.

Sorrio junto dela. Ísis me encarou com seus olhos azuis, o que me fez querer decifrar o que ela tentava demonstrar.

— Bom, tenho que ajudar a dona Íris e meu avô nas contas da pedagogia. Beijo, te amo.

Ela deixou um selar em minha bochecha, e saiu andando rápido.

— Cara, ela gosta de você!

Falei para Jay, que surtou, me tirando do chão e rodando comigo.

— Hey! Hey! Para!

Pulei dos seus braços. A aula de educação física começou com alguns exercícios básicos. Confesso que não gosto de aula prática de Educação Física, tenho vergonha de usar as roupas curtas e apertadas daqui, e também, por que eu não sei nem pegar em uma bola.

[…]

Sentia meu rosto pegando fogo, por já ter dado umas dez volta na quadra, junto de Jay que já ameaçava silenciosamente denunciar o professor por estar praticando trabalho infantil. Meu braço estava ardendo como nunca, e eu não fazia ideia do por que isso estar acontecendo. Parei em um canto, respirando um pouco, olhei para frente, e meus olhos se encontram com seu olhar negro. Por um momento não consegui desfocar meu olhar do seu, sentia necessidade desse contato visual.

Depois de ter pegado viagem com seu olhar, o mesmo começou a se aproximar de mim, de uma maneira inexplicável. Minha respiração passou a acelerar, sentia meu corpo esquentar cada vez mais.

Seus dedos tocaram meu pulso, o virando levemente. Olhei para onde seu olhar se encontrava, vendo sangue descendo por todo meu braço.

— O que houve com o seu braço, senhorita?

Esqueci completamente do acontecido no vestiário.

— Ah, E-eu...arranhei no armário do vestia-

Fui interrompida por sua voz grave.

— Precisa ir na enfermaria! A ferrugem causa doença grave! Vamos!

Fiquei sem entender nada!

Por que toda essa preocupação comigo?

— M-mas…e a aula de-

Fui cortada novamente.

— Depois eu falo com seu professor, vamos!

[..]

Me encontrava sentada sobre a cama que tinha ali, com meu braço enfaxado, e ardendo muito. Mordia meus lábios, me sentindo insegura naquele ambiente, sozinha com meu professor.

Balancei meus pés, olhando para meu sapato com os cadarços desamarrados. Levantei a cabeça encarando meu professor, que me olhava a um tempo.

— Eu…já posso ir? Tenho aula de cálculos agora!

Dei impulso para descer, mas senti seus dedos em minha cintura, como se eu não pudesse sair dali naquele momento. Olhei nos seus olhos, vendo sua íris negra encarando também meus olhos. Desci meus olhar pelo seu rosto, o vendo quão bem desenhado esse cara foi. Sua boca risada estava entreaberta, e ele ainda me olhava profundamente.

— Deixa que eu faço o nó no seu sapato.

O mesmo se abaixou, fazendo o nó em meu sapato esquerdo. Fiz um som com a garganta, e ele logo se levantou, me olhando.

— Pode ir, iremos lhe liberar mais cedo, por causa do incidente.

Franzi o cenho.

— Mas…não pode me liberar. Tenho aulas importantes agora.

— Não se preocupe, senhorita Park, pode deixar comigo. Pegue suas coisas, e pode retornar para casa. Tenha um bom fim de tarde.

O que?

Na escola Young, nenhum aluno pode ser liberado ,embora pelo professor, temos que passar pelo diretor e coordenação. E assim, somos liberados.

Ele tá querendo ser demitido?

Meu Deus, o que ele quer com isso tudo?

-CONTINUA…


Notas Finais


Comentem!❤️
Meu perfil: @Park_Annah3
Beijo na bochecha ❤️


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