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História Professor de Física (Imagine - Jackson Wang) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Aproveitem a leitura! 🔞🔞

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Professor de Física (Imagine - Jackson Wang) - Capítulo 1 - Capítulo Único

— (S/n), tá pronta para a última aula? — Eunji, minha amiga, questiona-me. 

— Claro. Qual é matéria mesmo? — pergunto de volta enquanto caminhamos pelos corredores do enorme colégio, a fim de chegarmos aos nossos armários. 

— Sua matéria favorita. — responde, sarcástica. — Física! Com o professor mais gato e sexy. 

— Droga. Péssimo dia para ter essa matéria do capeta e ainda lidar com aquele bendito professor. 

Pego meu material de física do armário e fecho, em seguida. Física nunca, nunquinha mesmo, foi a minha matéria. Eu juro que tento entender a gravidade, os capacitores e até mesmo o atrito entre corpos. Porém, não entra na minha cabeça de jeito nenhum. Não é à toa que sou de humanas. Argh.

Além disso, para melhorar a minha linda situação, o meu professor de física é um deus grego. Todas as meninas daqui babam nele, não só elas, claro, as professoras e funcionárias também. É como se fosse um pedaço de carne suculento no meio de várias tigresas famintas, sabe? 

— Bendito professor que você adora, né, (s/n)? — Eunji zomba, fazendo-nos rir. 

— Cala a boca. Ele é nosso professor! — repreendo-a.

— Ué? E daí? Casos proibidos entre aluna e professor só deixam as coisas mais picantes. — ela sorri maliciosa.

— Você é maluca. — digo rindo.

Entramos na sala de aula e o professor já havia chegado. Sento-me com a minha amiga no canto da sala, afinal, é o melhor lugar, certo? Conseguimos observar tudo o que ocorre dentro dela, e mais, conseguimos admirar este homem sem sermos pegas. Ele está vestindo uma camisa social azul bebê, a qual marca os seus maravilhosos músculos. Ó, céus. E aquela calça social...Deus que me perdoe pelos pensamentos impuros. Este homem é um pecado!

— (s/n), — desvio a minha atenção da baita obra de Deus para a minha amiga. — quer um lencinho? Você tá babando. 

— Idiota. — começamos a rir um pouco alto. 

— Meninas! — professor Jackson chama a nossa atenção, assustando-nos. — Gostariam de compartilhar a piada com o resto da sala? Também queremos rir. 

— A-ah, professor, desculpe. A gente vai ficar quieta. — envergonhada, falo. 

— Esta é uma sala de aula e eu exijo respeito! — eu e Eunji balançamos a cabeça, concordando. — Ótimo. Voltando ao corpo em repouso...

Sem fazer barulho, bato a minha cabeça na carteira, desistindo da ideia de tentar compreender esse bicho de sete cabeças, chamado física. 

Depois de longos quarenta e cinco minutos, o sinal toca, salvando-nos do pesadelo. 

— Vem, (s/a), to morta de fome. — Eunji me chama.

Estou quase saindo da sala quando escuto chamarem o meu nome. 

— (S/s), a senhorita fica. — professor Jackson ordena, encarando-me com um semblante sério. 

— Certo... — olho para a minha amiga e digo, sem emitir voz, um “depois te encontro”.

Assim que ela sai, na sala, só há eu e ele. Ele levanta e se aproxima de mim, ficando bem pertinho de mim, tipo, bem perto mesmo. Tão próximo que posso sentir sua respiração calma e suave, diferente da minha que está acelerada. 

— Está nervosa, (s/n)? — pergunta em tom de sussurro. 

— N-não? — gaguejo. Sou uma péssima mentirosa, já notaram isso, né? 

— Não senti muita firmeza na sua resposta, na verdade, ela soou mais como pergunta do que resposta. — solta um leve riso. — Sabe, você me decepcionou muito hoje com o seu comportamento na minha aula e nas provas anteriores também. 

— Sinto muito, professor. — tento manter o foco no meu raciocínio, não em sua boca tão atraente. — Sei que agi de forma desrespeitosa em sua aula, isso não se repetirá. Agora, as provas...é uma situação meio complicada. 

— O que é complicado? Ou melhor, o que está te atrapalhando enquanto tenta estudar física? — encara meus olhos com os seus, os quais são puxados e extremamente fofos, tirando-me do eixo.

Você. — murmuro. Arregalo os olhos após perceber a burrada que fiz. Socorro, que mico! — Q-quero dizer, prometo tentar me esforçar mais na sua matéria! Bom, até mais, professor. 

Antes que eu pudesse sair correndo, sinto a sua mão agarrar o meu braço e, consequentemente, colar os nossos corpos. Olho desentendida para ele. 

— Você foi uma aluna muito mal criada hoje. E eu, como um ótimo professor, terei que puni-la. Mas não se desespere, você vai gostar. — diz roucamente. 

Não deu nem tempo de eu absorver tudo que ele disse porque seus lábios estão nos meus, e sua língua está invadindo a minha boca de uma forma deliciosa. Retribuo o beijo, obviamente. Por Deus, estou no paraíso. 

Ele se afasta de mim, deixando-me confusa. Em seguida, ele vai até a porta e tranca a mesma. 

— Para garantir. — diz antes de retornar para perto de mim. 

Beija-me novamente, contudo, desta vez, com mais intensidade. Sinto suas mãos passearem habilmente pelo meu corpo, uma delas sobe a minha saia, expondo a minha bunda que está coberta pela calcinha fio-dental preta, seguidamente, aperta ela com força. Gemo em resposta. 

— Que bunda gostosa, (s/s). — prensa-me contra a parede gélida, possibilitando-me de sentir o seu membro duro roçando em minha barriga. Tudo bem, é oficial, eu estou explodindo de tesão. — Tá sentindo o meu pau duro? É assim que você me deixa. 

Mordo o meu lábio inferior, aproveitando a sensação do seu membro roçando em mim e da sua mão apertando o meu bumbum. Ele, rapidamente, desabotoa a minha camisa social e abaixa a minha saia quadriculada até o chão, deixando-me apenas com o conjunto de roupa íntima. Seu olhar percorre por todo o meu corpo, o qual está em chamas agora. Tudo nele é tão...excitante! 

— Você é gostosa para caralho, querida. 

Ele avança em mim, como um predador atrás da sua valiosa presa. Jackson arranca o meu sutiã e suja o mamilo do meu seio direito enquanto a sua mão massageia o esquerdo.

— A-ah... Meu...Deus... — gemo, aprovando o seu ato. 

— Você gosta disso, né, sua safada. — sorri maliciosamente para mim. — Vamos ver como está lá embaixo.

Ele desce a sua mão lentamente até a minha área mais sensível, vulgo minha intimidade.

— Está tão molhadinha para mim...não vejo a hora de te foder. — beija-me e, ao mesmo tempo, estimula o meu clitóris inchado, fazendo-me gemer entre o beijo. — Oh, querida, seus gemidos são músicas para os meus ouvidos. 

Ele introduz um dedo em mim, depois, mais um, levando-me a loucura. Meu professor ora faz movimentos circulares, ora faz vai e vem. 

— E-eu to quase...lá... — fecho fortemente os meus olhos, liberando o meu líquido. — A-Aaah. 

Retira os seus dedos de mim e, sem desviar seus olhos dos meus, chupa-os.

— Deliciosa. — apenas com essa cena, minha intimidade pega fogo de novo. — Agora, goza no meu pau, uh?

Jackson tira toda a sua roupa e fico surpresa pelo tamanho do seu membro, este é grosso e grande. Uau

— Que tal você dar umas chupadas no meu pau, linda? — mordo o meu lábio inferior, afirmando com a cabeça. 

Passo a minha mão pelo seu abdômen definido enquanto desço até o seu membro ereto. Primeiro, chupo só a cabecinha rosada do seu pau, depois, vou abocanhando-o aos poucos.

— Isso, linda. Porra. — ergo meus olhos até chegar em seu esbelto rosto, o qual está contraído de tesão. — Caralho...isso.

Não consigo abocanhar o seu pênis inteiro, então, faço movimento vai e vem com a minha mão na parte que sobra. Vê-lo assim, contorcendo-se de excitação por mim, é o suficiente para me deixar molhadíssima novamente. 

— Espera. — afasta gentilmente a minha boca do seu sexo. — Eu não quero gozar na sua linda boquinha, não hoje. Vem, deita na minha mesa. 

“Não hoje”, ou seja, haverá outras vezes? É isso mesmo? Meu subconsciente comemora igual doido. 

Deito em sua mesa e, imediatamente, ele me penetra com tudo, pegando-me de surpresa. Em consequência disso, gemo um pouco alto. 

— Oh...porra, como você é apertada. — não demora para ele se movimentar rápido e forte. — Cacete...que buceta gostosa de foder...ah...

— A-aaaaaah... — sentir ele me invadindo forte e fundo é tão bom. Ó, Deus. — Professor...ah.

Levo minhas mãos às suas costas largas e arranho estas. Já ele sobe a sua mão, que antes estava massageando o meu seio, até o meu pescoço, apertando-o levemente enquanto estoca-me loucamente. 

— Vou te comer de quatro, agora. — com a ajuda dele, desço da mesa e empino minha bunda para ele. — Gostosa. 

— Ah. — gemo ao senti-lo por trás, mexendo-se duramente dentro de mim. Recebo um tapa forte em minha nádega direita, o que deixa tudo melhor. Estou indo ao delírio, sim!

— Puta merda...quase lá... — geme, posteriormente, desfere outro tapa em minha bunda, fazendo-me gemer em resposta. Provavelmente ficaria marcada, mas quem liga? Santo Deus.  Não aguentarei por muito tempo. 

— Eu...eu v-vou...AAAAH. — quando chego em meu limite, explodo. 

— Porra! — sinto seu jato de esperma escorrer em mim. 

Não dizemos uma palavra sequer, apenas pegamos nossas peças de roupa do chão e vestimo-nos. 

— A partir da semana que vem, você terá aulas de reforço — avisa, quando destranca a porta. E antes de atravessar a mesma, continua. — comigo. 

Até que física não é tão ruim assim...












Notas Finais


😳😳😳


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