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História Professors At Hogwarts - Capítulo 16


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Capítulo 16 - Os irmão


Eu estou esperando os alunos terminarem de guardar seus materiais e irem para o jantar. Bem, eu consegui localizar as crianças antes do Potter, acredito que ele ficaria exaltado demais ao conversar com as crianças, então, eu decidi fazer isso. O menino mais velho está na minha aula e estou esperando o momento certo para o confrontar. Ele está vestindo o uniforme da Grifinória, sua gravata está bagunçada, ele parece estar mascando chiclete, seu cabelo mal penteado e sua postura é debochada.

-Ryan? -Perguntei. Ele se virou de uma maneira brusca.- Você é filho do Robert Edric Casper, o mesmo que me acusou, certo? -Seus olhos se arregalaram por um segundo.

-Sim, o que você quer? -Sua voz irritantemente preguiçosa me dá nos nervos, sempre evito de responder as perguntas dele na aula.

-Gostaria de saber se foi você quem manipulou seu pai a me acusar no tribunal. -Ele ficou congelado enquanto me encarava com as sobrancelhas levantadas, então me olhou de cima a baixo e cerrou os dentes.

-Eu não vou responder abobrinhas, senhor. -Disse, e, graças ao Merlim, foi embora. Não adianta ir atrás dele e também não estou afim. Irei falar com o outro depois do jantar, vamos ver se consigo algo dele.

-Sério, às vezes eu tenho que responder cada pergunta que por Merlim! -A Granger desabafou.- Não sei como alguns alunos conseguem passar de ano.- Ela e o Potter estavam conversando do meu lado, mas eu estava prestando atenção nos movimentos do irmão mais novo, um lufano rodeado de amigos.

-Você recebe muitas perguntas estúpidas, Draco? -Longbottom perguntou.

-De vez em quando. -Respondi sem tirar meus olhos do lufano.

-Você está tão sério, trabalhou muito hoje? -Potter pergunta ao meu lado.

-Sim. -Respondi sem muito ânimo. Vejo então o lufano sair da mesa e se direcionando a saída.- Eu preciso ir. -Digo aos demais colegas ao meu lado e então saio apressadamente ao encontro do garoto. Consigo alcança-lo no corredor fora do salão principal. Ele estava com uns amigos ao redor dele.

-Felícios? -Pergunto ao lufano. Ele se vira e balança positivamente a sua cabeça.- Ótimo, seus amigos poderiam nos dar licença? -Falei olhando para os colegas do garoto, os quais saíram depois de darem uma olhada ao Felícios.

-Algum problema, professor? -Perguntou de olhos arregalados. Sua estrutura era baixa, claramente mais novo que o outro.

-Digamos que sim, só quero que você responda algumas perguntas, ok? -Ele acenou positivamente com a cabeça. O coitado estava morrendo de medo.- Sua mãe é a Morgana, a mesma que se casou com Robert Edric Casper, correto? -Mais uma vez, ele acenou positivamente com a cabeça, suas sobrancelhas estavam levantadas e suas pestanas inferiores tensas, estava com medo. E pra ser sincero, ele parece bem mais calmo que o outro, não preciso o amendontrar. Me agachei e fiquei um pouco mais baixo que ele.- Então, você sabe que ele me acusou no tribunal, e eu queria saber o porquê, você pode me dizer?

-S-sim, éééé... -Ele paralisou em pânico.

-Tá tudo bem, pode me contar. -Falei segurando seus ombros.

-B-bem, o Ryan estava bravo pois o senhor tirou a-alguns pontos da G-grifinória. -Ele olhou para trás inseguro.

-Só isso? Obrigado, foi de muita ajuda. -Dei um sorriso para tranquilizar o garoto, ele respondeu com um sorriso amarelo e saiu correndo para alcançar seus amigos.

-Quê? -Levantei assustado e vi Harry me encarando com dúvida atrás de mim.

-Você está aqui a quanto tempo?-

Perguntei assustado.

-O suficiente Draco, pretendia me contar quando, hein? -Harry tinha os braços cruzados ao corpo e uma expressão de poucos amigos.

-Quando estivesse tudo resolvido, não quero que se meta em confusão por minha causa, você e seu senso grifinório ia intimidar os garotos! -Falei em um tom um pouco mais alto.

-Ora Malfoy, eu só queria lhe ajudar! -Potter aumentou o tom de voz, e fechou as feições.

-E eu o agradeço. -Dou um suspiro- Vou ser eternamente grato por você ter me apoiado no tribunal e querer caçar as crianças para mim, mas não é necessário, e aliás, eu descobri o por que disso tudo. -Disse.

-É, eu Ouvi -A voz do Potter estava mais calma agora, assim como suas feições.

Potter começou a caminhar pelos corredores e me fez um  sinal com a cabeça para eu o seguir. Caminhamos tranquilamente pelos corredores sem dizer uma só palavra um para o outro.

-Você não acha estranho? -Harry finalmente quebrou o silêncio.

-O que? -O olhei com dúvida.

-O motivo para terem te acusado, digo, não acha muito... vago? -Potter tinha as feições de dúvidas estampadas no rosto.

-Não muito, ele é um menino mimado, certamente o pai faz tudo que ele pede, não me surpreendo com esse tipo de situação -Certamente aquele garoto ruivo se parece muito comigo quando eu era apenas um aluno.

-É, pode ser, mas meus instintos dizem que tem mais alguma motivação para essas acusações. -Potter parecia bastante incomodado, não é para menos, o seu senso de justiça irritante não o deixava ficar em paz, estava sempre atrás de alguma confusão.

-Já esta tarde cicatriz, amanhã damos aulas, acho melhor irmos deitar. -Falei sem tirar os olhos do extenso corredor.

-Certo, até amanhã, Malfoy.

-Até amanhã, Potter.

Nos despedimos e fomos cada um para um lado do corredor, caminhei por alguns minutos pelas masmorras até chegar no meu quarto, estava sem sono algum aquela noite. Foi então que olhei para um pergaminho e um tinteiro em cima da minha mesa, e resolvi então mandar uma carta para a minha mãe. Fazia muito tempo que não escrevia para ela, andava muito ocupado com o ministério e as aulas de poções e acabava por não conseguir escrever para ela como gostaria.

"Olá mamãe, eu sei que faz algum tempo que não te escrevo. Imagino que já saiba sobre o escândalo do ministério da magia, não se preocupe já está tudo resolvido, Potter novamente nos ajudou, Longbottom e Granger também colaboraram, e eu não fui demitido, continuo dando aulas em Hogwarts. Está tudo bem por aqui, estou morrendo de saudades suas mamãe, faz muito tempo que não vejo seu sorriso, e tenho seus abraços, espero poder te reencontrar logo, te amo.

-DM"

No final da cartas já me encontrava chorando, tive que tomar muito cuidado para não estragar a carta com minhas lágrimas. A embrulhei e caminhei apressadamente até o corujal na torre oeste, mandei minha carta pela coruja e fiquei vendo as estrelas como de costume.

-Sinto sua falta, mãe. -Minhas bochechas já se encontravam molhadas e ruborizada pelos frio.- Sinto muito a sua falta.


Notas Finais


Tô sumida né? kKkkkkkkk bom aqui está a atualização, prometo não demorar para atualizar, aaaaaaa vão no wattpad lá também ta tendo atualização :3


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