História PROFISSIONAL DO SEXO - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 2.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Festa de fraternidade. OITO


Fanfic / Fanfiction PROFISSIONAL DO SEXO - Capítulo 8 - Festa de fraternidade. OITO

Fecho a porta do carro e ligo o alarme, antes de correr até o corredor que dava para a sala da primeira aula de hoje que para minha total tristeza ou prazer era com o professor Losano, reviro os olhos enquanto abria a porta, eu realmente não acredito que de todos os cara que contratam uma puta e de tantas putas que ele deve contratar, ambos tivemos de pegar alguém com quem teríamos de conviver quase que a semana toda, isso só podia ser praga da irmã Carmelita, mas que merda, Alice.

Ando até meu lugar de sempre sem prestar muita atenção no mundo, já que assim que entrei reparei que o professor não estava em sala, nada parecia estranho, até que me sento e percebo que o lugar estava vazio, calma, eu pude sentar no meu lugar, oque significava que ele estava realmente vazio, mas se não tinha ninguém aqui passo os olhos pelo lugar e percebo que ele não está na sala, o que era realmente estranho, já que ele era a merda do badboy mais nerd que eu já tive o desprazer de conhecer. Onde diabos ele estava?

Dou de ombros e abro a pequena agenda que normalmente eu carregava comigo, não tinha porque eu saber onde ele estava, nós nem eramos amigos, reviro os olhos mentalmente e encontro uma pagina em branco começando a a rabiscar uma pequena lista de coisas que eu precisava comprar. Eu realmente odiava ter de ir ao mercado ou qualquer outro lugar que eu tivesse de enfrentar uma fila. Nunca tive muita paciência para nada, mas fila era realmente algo que me tirava do serio, mas ou eu ia hoje, ou comeria iogurte coalhado com pão velho.

— Bom dia, pessoal

Escuto a voz grossa que faz alguns arrepios subirem pelo meu corpo, mas que merda, qual a maldita necessidade desse cara ter essa voz incrível, ele parece procurar algo pela sala quando ergo meu olhar para ele fechando o caderninho em minhas mãos, Thiago sorri e parece morder o interior da boca e na boa eu não tinha ideia do que caralho isso significava, pelo menos até agora eu não tinha escutado o grito de dona Rose, então me entregar ele não tinha entregado. Volto a observar seus passos quando ele anda até o quadro e escreve o nome de um livro "dom casmurro" um sorriso me escapa, era uma historia que eu adorava, mesmo que nunca tenha terminado ele de fato. Bem, eu já terminei, mas estava bêbada demais para me lembrar o que estava escrito (pois é, a minha versão cachaceira também é culta) depois disso nunca mais o peguei.

— Lillith?

Pressiono meus olhos ao escutar meu nome de trabalho e acabo por soltar uma careta, eu não acredito que este animal me chamou assim em frente a classe toda, ao menos o novo amiguinho da minha mãe não estava aqui, escuto o nome ser chamado mais uma vez, só que agora com o "senhorita" na frente, como se esse tivesse sido o problema, tenho certeza que ainda encarava seu rosto com certo espanto, mas acabo por balançar a cabeça e respirar fundo.

— Desculpe, acho que está me confundindo com alguém, me chamo Maria Alice, ou melhor, só Alice 

— Alice, okay, já leu o livro, Maria Alice?

Cada vez que meu nome de batismo saia de sua boca me dava um arrepio, ele estava forçando a voz ao falar de uma maneira completamente convencida e com certo humor, oque estava me irritando, mesmo que soasse sexy pra porra, olho em volta e algumas garotas me olhavam e sussurravam alguma coisa. (ótimo, agora metade da sala achava que eu tinha ido para a cama com o professor) o que tecnicamente eu fui, mas isso não vem ao caso, eu não sabia.

— Só Alice, e bem, ler exatamente é um termo forte, eu talvez não me lembre do que li desde o capitulo dez (?)

Thiago arqueia uma sobrancelha e volta a andar colocando as mãos atrás do corpo, sem fazer nenhum comentário, apenas escolheu outra garota do fundo da sala para lhe falar o que achava da historia, a menina como se quisesse mostrar que estava mais bem preparada conta tudo nos mínimos detalhes, como se ele não fosse a porra do professor e não conhecesse a historia. Reviro os olhos algumas vezes durante a aula, que assim como a anterior não demora muito, na verdade o dia todo parece ter passado bem rápido, quando olho no relógio, já estava no fim da ultima aula, e eu realmente agradeço muito por isso quando sinto meu estomago tremer.

Pego os livros e canetas de cima da mesa e ando até a porta, tentando abrir com o pé, o que obviamente não dá certo, suspiro irritada e coloco a caneta entre os lábios, liberando uma mão para a abrir, quando faço isso e levo minha mão para a abrir, sinto que alguém do lado de fora já o fez, oque obviamente me faz dar uma desequilibrada rápida, derrubando tudo no chão. Reviro os olhos e me abaixo para pegar, quando escuto a voz levemente rouca soltando um "É claro que é você" reviro os olhos outra vez por já saber de quem se tratava, pego a agenda e as canetas que caíram e ergo meu olhar para ele.

— É claro que obviamente foi você que entrou no meu caminho só pra fazer merda, você não cansa de estragar minhas coisas?

Digo me referindo a camiseta que ele me fez derrubar da janela do seu quarto naquela maldita festa, oque me faz dar um sorriso enquanto arqueava a sobrancelha o encarando de forma completamente divertida, oque fez Alec dar um puta sorriso aberto e abaixar a cabeça, de modo que seu cabelo caísse na frente de seu rosto, quando ele volta a erguer a cabeça, seus dedos já estão nas madeixas as colocando (ou tentando) no lugar.

— Admita, você estava louca para perder sua blusa e levar uma minha para dormir com ela

Faço a minha melhor cara de deboche junto com a de nojo, o que a tornou uma perfeita cara de "ta maluco, garoto?" ele riu mais uma vez, o que me deu a chance de observar duas crateras na sua cara, o tornando irritantemente adorável.

— Não acredito que fui tão obvia, pensei realmente que você nunca perceberia o quão loucamente apaixonada por você eu sou

Outra cara de total deboche surgiu em meu rosto, mesmo que eu pudesse ter certeza que estava sorrindo, ele abre a boca para falar alguma coisa, mas é interrompido por uma tosse que vinha de dentro da sala, me viro ao mesmo tempo que posso ver o olhar do loiro indo para as minhas costas, onde vejo o meu professor pra lá de gostoso.

— Vocês pretendem ficar na porta? porque tenho mais alunos querendo sair.

— Desculpe senhor Losano, vou tirar essa maluca da sua porta

Diz Alec de forma irônica, mesmo que em seguida saia me puxando corredor a fora, eu queria ter reclamado ou coisa assim, mas só estava pensando no tom em que Thiago falou, ele parecia levemente incomodado (?) balanço a cabeça para os lados tentando focar em para onde eu estava sendo arrastada, solto apenas um "Ei" e escuto ele rindo, antes de nos parar em frente a um carro escuro.

— O que diabos pensa que está fazendo?

— Te tirando da porta da sala

— Me tirando da faculdade você quer dizer, e se eu tivesse aula? teria de andar essa merda toda de novo.

— Eu sabia que não tinha

— Caraca, tu andou me investigando?

Essa foi a vez dele de rir e me olhar com cara de "jura?"

— Você estuda com a namorado do meu melhor amigo

Ele fala como se isso deixasse obvio o porque de ele saber o horário das minhas aulas, serio eu acho que to começando a ficar com um leve medo de ele realmente me stalkear, imagina as sujeiras que ele não encontraria? e pra piorar esse idiota era o novo queridinho da minha mãe, reviro os olhos para meus próprios pensamentos e foco nele.

— Porque diabos me trouxe aqui?

— Esse é o meu carro, ue

Encaro ele e balanço a cabeça, GAROTO, NÃO É PORQUE EU TENHO ESSA CARA QUE EU SEI LER SUA MENTE, EXPLICA ESSAS PORRA, merda, ele possivelmente também não lê mentes, mordo o lábio inferior e vejo ele abrindo a porta e me apontando para dentro.

— Maluco, eu tenho um carro, posso ir pra casa

— Não vamos para sua casa

— Não vamos mesmo, eu vou

Seguro a alça da pequena bolsa e jogo as canetas ali, começando a andar para longe dele, mas sinto sua mão me segurando, porras, é hoje.

— Alec, sossega, nós não somos amigos e eu tenho que ir

— Você vem comigo

— Porque diabos eu faria isso?

— Ta tendo festa lá em casa

— Tá, e porque diabos eu faria isso?

— Só entra no carro, Alice

Cruzo os braços em total desaprovação e ele revira os olhos levantando as sobrancelhas, peço para que me dê um bom motivo e ele sorri, repito a pergunta acrescentando um "sem ser seu sorriso, bonitinho" o que faz ele me zombar falando que era bom eu tomar cuidado, porque quase fui legal com ele, entorto levemente a boca e solto o ar me dando por vencida e entrando no carro, não sei de onde esse garoto tirou que eu e ele eramos amigos, mas festas normalmente tinham bebida e eu precisava de um pouco de álcool nesse momento.

O vejo dando a volta e entrando no lado do motorista, ligando o carro em seguida e nos tirando do estacionamento, levo a mão a testa, soltando um "porra" quando ele passa na frente do supermercado. Não sei se pelo susto que eu dei ao gritar do nada, ou sei la, mas ele meio que faz um zig zag na pista e algumas buzinas soam atrás da gente.

— Merda, Alice. Quase me matou

— Não sei se reparou, mas foi você que quase nos matou aqui, vai dirigir mal assim lá em tibopitu

Tenho certeza que ele iria questionar alguma coisa, mas só acaba rindo pelo final da minha frase, creio eu, já que ele repetiu o "tibopitu" umas quinze vezes, me fazendo revirar os olhos e cruzar os braços em frente ao corpo, em sinal de pura birra.

— Ah para, nunca viu o episodio de turma da mônica que ela destroí o banheiro da mãe dela e tem que fugir pra lá?

Alec me olha como se eu fosse uma criança e de fato talvez eu esteja parecendo um pouco nesse momento, antes de soltar um "vê se eu tenho cara de quem assiste desenho"

— Você só pode ser de outro planeta, pois agora é minha nova missão te fazer ver isso

— Pensei que não fossemos amigos

— Isso não é questão de amizade meu caro, é questão de te mostrar coisa boa, eu hein, não vê desenho, eu mereço

Ele apenas ri e depois de um tempo para o carro na frente da casa enorme que eu estive a algumas noites, posso escutar uma conversa um pouco alta, mas não escuto musicas ou vejo tantos carros parados na rua como naquela noite, ele sai do carro e vejo que está vindo até o meu lado. Abro e saio antes que ele tivesse a brilhante ideia de fazer isso por mim.

— Não está muito quieto para uma festa de fraternidade?

— Nunca disse que era uma festa de fraternidade

— Então oque diabos é?

— Aniversário da minha afilhada, não sei lidar com crianças, então trouxe você para me ajudar

Ele faz uma cara de "tcharam" e sorri, enquanto eu devia estar com cara de otária, ele não tinha cara de quem dava festas infantis e muito menos que tinha uma afilhada

— De onde tirou que eu sou boa com crianças?

— Sua mãe disse que você adorava crianças

Só pela frisada dele na palavra me fez perceber seu sarcasmo, o que me deixa bem aliviada.

— Relaxa, Os pais estão tomando conta das pestinhas, só queria te torturar um pouco

Eu o mataria se não tivesse mostrando esses buracos em seu rosto de forma absolutamente fofa, jesus que vontade de socar essa carinha linda, ele balança a cabeça apontando para dentro, antes de enfiar a mão nos bolsos e entrar, sigo ele porta a dentro e vejo uma menininha toda de rosa, com os cabelos quase tão escuros quanto os meus e de olhos extremamente claros correndo até ele, imagino que seja a afilhada, já que ele a pega de bom grado e se vira para mim, enquanto a criança se encaixava em seu pescoço, solto um sorriso com a cena.

— Essa criança definitivamente é um acessório incrível em você

— Haha

— To falando serio 

— Deixa de ser escrota

Passo a mão na perninha da garota que se mexe e choraminga alguma coisa para ele, que o faz olhar a sua volta procurando alguma coisa.

— Vem, vou levar a bonitinha pra dormir, já que a mãe dela sumiu

—  E porque eu tenho que ir?

No momento que falo isso, um garoto passa correndo e quase me derruba

— Okay, entendi

Subo as escadas atrás dele




Notas Finais


HEEEEEY, Olha eu aqui de novo, com mais cenas bonitinhas desses dois.
Se tiver algum erro, perdão, eu estava vendo série enquanto editava hehe
Espero que gostem e boa leitura.
Xx


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