História Prófugos - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Namjin, Omelas, Taejikook, Utopia, Vmin
Visualizações 113
Palavras 473
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CAPA DA HISTÓRIA: flawexpress.tumblr !!!!!! Muito obrigada, Gi, a capa ficou linda demaaaaais <3

E aí galerinha do mal, tudo bom com vcs? Espero que sim... Eu não deveria estar inciando uma fanfic nova enquanto eu tenho uma outra em andamento, mas eu tive uma epifania por causa desse plot (que, de acordo com meus amigos, merece ser postado já), então decidi fazer essa surpresinha pra quem me acompanha...
POR FAVOR, DÊEM MUITO AMORZINHO A PRÓFUGOS PORQUE EU QUERO MUITO REALIZAR MEU SONHO DE PUBLICAR UM LIVRO E, CASO ESSA FANFIC TENHA VISUALIZACÕES ALTAS/MUITOS FAVORITOS, EU VOU CONSEGUIR PUBLICAR!!!!!
Esse prólogo... Ele tem uma centena de detalhes e informacões importantes sobre a fanfic, então vou pedir pra vocês lerem com uma atecão redobrada. Na verdade todos os capítulos têm informacões preciosas, então....... Sem mais delongas! Boa leitura <3

Capítulo 1 - Prólogo


"Um homem é conhecido pelo silêncio que ele guarda" - Oliver Herford.

 

 Cercada por muros de altura imensurável, com fauna e flora distintas daquelas já estudadas pela antiga humanidade que habitava o planeta, o clima justamente agradável em todas as suas sete estações, com pessoas felizes, convivendo em harmonia, todos os rostos semelhantes, as contas bancárias fartas e, também, equivalentes, com construções avançadas e preparadas para qualquer tipo de surpresa; havia a Cidade.

 Em meio à Cidade, mais especificamente no Centro de Pesquisas Tecnológicas Avançadas, uma mulher dava a luz à uma criança pequena e frágil. O nome ainda indefinido, mas o rosto tão... Diferente. Com certeza as mentes brilhantes da Cidade erraram alguma expressão e o código genético havia falhado... Aquela era a sétima criança diferente em toda a história da Cidade.

 Na Cidade tais erros grotescos eram condenados, então a sentença foi clara: a criança deveria ser mantida na Cúpula em sono profundo até sua décima oitava primavera, para eventuais estudos genéticos; completadas, deveria ser acordada e examinada durante todas as semanas de sua vida. O Tribunal, portanto, bateu o martelo e a pobre vida fora marcada como Proscrita.

 O lugar dos Proscritas era na Cúpula, uma estrutura feita por um vidro inquebrável executado pelos pesquisadores da Cidade. Afastada de toda a perfeição da Cidade, ela se localizava no subsolo, onde um aquífero era mantido ali com a maior das tecnologias como reserva natural de água para os habitantes em casos extremos (ou seja, nunca). Os Proscritas se resumiam em seis - agora, sete -, jovens com fisionomias diferentes.

 Graças à incompetência de algum dos cientistas, cada Proscrita não possuía a aparência física igual ao restante dos habitantes da Cidade. Não. Eles eram diferentes... Os cabelos possuíam um tom diferente do branco platinado; a pele não era branca e macia como leite, haviam vários tons e imperfeições; a altura não era aquela exata dos dois metros, variavam entre números menores.

 Todavia, a característica mais distinta dos Proscritas eram os dons. Cada um dos jovens tinha um dom diferente, o que contradizia com a realidade da Cidade, uma vez que seus habitantes tinham que ser todos iguais, então jamais poderiam ter uma habilidade que destoasse das dos outros.

 Os dons assustavam os generais da Cidade. Se aperfeiçoadas, tais habilidades poderiam vir a causar um grande mal à Cidade, de acordo com a profecia dos cinco anciãos (e únicos), portanto, cada Proscrita desconhecia seu dom, nem ao menos tinha o conhecimento de possuir tal.

 No entanto, o que mais causava temor entre eles eram os quatro Proscritas desaparecidos da Cúpula há setecentos e trinta dias, os chamados Prófugos... Onde estavam? Possivelmente além das muralhas da Cidade. O que faziam além dos muros? Tiveram o conhecimento de seus dons? Pior; descobriram o segredo profano da Cidade?

 

"Seja bem-vindo à Cúpula de Omelas, Proscrita 07."

 


Notas Finais


Gostaram? Deixem comentários pra eu saber se eu devo prosseguir com o meu sonho maluco...


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