História Prohibitus - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama
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Palavras 3.266
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu vou tentar fazer esse projeto, espero que dê certo, porque os outros, estão indo de mal a pior

Capítulo 1 - Prólogo


Meu nome é Eric Suan, tenho 22 anos e moro na área da periferia de Liverpool, e digamos, que tenho uma vida deplorável. E não estou brincando quando falo que é deplorável, trabalho em uma  porra de uma loja da xing ling, onde os donos conseguem ser tão deploráveis quanto a minha vida e eles nem precisam se esforçar tanto pra serem uns merdas, o salário é uma porra eu sei, mas é o que eu tenho pra me virar e pagar o kitnet, kitnet não, o cubículo que chamam de kitnet, e adivinhem só onde ele fica(?), em cima da porra daquela loja, sim, sim, não basta me matar de trabalhar pra eles e ganhar um salário de bosta, eles ainda arrancam quase metade da merda do meu dinheiro, que já é descontado. Sim, eu nasci com a estrela da sorte enfiada bem fundo no meu cu! E adivinhem eu não posso nem reclamar, porque aparece moralistas da casa do caralho com o papinho; "Aiiii, tem gente passando por coisa pior", eu quero que se foda, me preocupo com a minha vida. "Mas Eric Suan enquanto sua família?", um irmão mais velho de merda que maltrata a única pessoa que nos restou, nossa avó, que por sinal é muito cabeça dura, já disse milhares de vezes para ela ir embora dali e ir para um asilo, mas adivinhem... Ela não quis, mais teimosa que uma mula! Mas enfim essa minha vida, esse sou eu.

- Booooooom diaaaaa Liverpool, hoje é 15 de Janeiro,uma linda segunda-feira, exatamente 8:20 da manhã! Ainda estão cansados das festas do fim de ano? Temperatura de hoje varia entre as máximas de 15° e mínimas de 7°... Aquele frio maravilhoso, onde se deve ficar em casa assistindo a sua série favorita, tomando um delicioso café e para as crianças um chocolate quente, ou até mesmo ficar agarradinho com seu amor, afinal os dias dos namor-.

- Ai que inferno! - Resmunguei desligando o velho rádio despertador, socando-o fazendo cair de cima da cômoda. - Como alguém pode ser tão feliz em uma manhã de uma segunda. - Falei para mim mesmo, enquanto me remexia na cama me enrolando nas cobertas, querendo de jeito nenhum sair dali. Fechei meus olhos, decidido a curtir aquele frio e aquela paz, o silêncio predominou rapidamente, já que foi cortado pelos berros da senhora Cheng. Ahhh como eu odiava aquela mulher! - " O que diabos foi agora?" - Resmunguei entre meus pensamentos, os gritos se aproximaram da minha porta, escutei até os passos pesados da mulher se aproximando, usei o travesseiro para tampar minhas orelhas, me encolhi e apertei meus olhos que já estavam fechados, numa tentativa falha de não escutar os berros da mulher.

- Senhooor Xuan!!! - Ela gritou ,enquanto batia na porta repetidas vezes com tanta força que parecia que iria derrubá-la. - SENHOOOOR XUUAAN! - Era como escutar dois cacos vidros sendo esfregados um no outro, era de enlouquecer, aquela voz de taquara rachada, que me chamava, nem sabia sequer pronunciar meu nome, Suan, não Xuan! - SENHOOR XUAAAAN!!! - Mais uma vez, me obrigando a me levantar da cama, eu peguei meus óculos e o encarei, logo o coloquei, e me arrastei até a porta, em nenhum momento ela tinha parado de bater. Que a abri me deparei com aquela velha escrota, a sem sobrancelha Cheng, que como sempre estava com aquela cara de prato carrancuda cheia de mal humor.

- O que foi agora senhora Cheng? - Minha voz saiu carregada. - É segunda, hoje eu não trabalho! - Meus olhos estavam pesando tanto, que tive que coçá-los  por de trás da lente, para mantê-los abertos.- A senhora e seu marido sabe... - Pude nem terminar que a velha logo me interrompeu.

- O senhor sabe muito bem que não é permitidos animais senhor Xuan! - Aquele Xuan saiu com um grito de um pneu, odiava quando ela me chamava assim, parecia que fazia de propósito. - Sabe muito que paga uma multa! - Eu não sabia de que diabos de animal ela estava falando, eu não tinha gato nem cachorro, eu apenas olhei para ela confuso. - Ora senhor Xuan! - Uma sensação de choque! - A velha se esticou completamente pondo olhos por cima de meus ombros, e apontou para o aquário. - Nem mesmo peixes. - Apenas olhei boqueaberto para ela que abriu um sorriso que parecia mais de provocação. 

- O Bento? - Voltei meus olhos para dentro e observei meu aquário, que estava com o Bento, meu peixe beta vermelho. - Só pode tá de brincadeira. - Voltei bruscamente meus olhar para ela, que parecia encarar com olhar do tipo "Isso mesmo!", a minha vontade era de fuzilar aquela mulher. - Um peixe? - A cara que ela fez de desgosto quase me fez a esmurrar. - Senhora Cheng, por favor! - Aquilo saiu quase como uma súplica. - Ele não faz barulho e nem sai por aí destruindo suas plantas, é um peixe! - Exclamei.

- Regras são regras senhor Xuan. - Ahh como esse sorriso cínico me tira do sério! Ela simplesmente apareceu com uma calculadora em mãos, aquela sugadora de dinheiro. - E como sabe "QUALQUER ANIMAL"... - Ela enfatizou. - Aqui presente, lhe resulta em uma multa de £ 25,75... - Ela só podia estar de brincadeira. - Que lhe resulta em 1 dia de trabalho com um adicional de 2 horas extras. - Aquela desgraçada. - Sabe também que tem um limite de tempo para me pagar que é de 24 horas... - Ela realmente iria me fazer trabalhar no meu dia de folga(?) -  Tenha um bom dia de trabalho senhor Xuan! - Aquelas palavras saíram com gosto da boca dela! Só queria poder arrastar a cara dela no asfalto, aquela sugadora de dinheiro. - Veja pelo lado bom, você mora bem perto de sua casa! - Aquela cara cínica abriu um sorriso de satisfação, ela estava prestes a ir embora quando parou e voltou aquele rosto para mim, que minhas mão pareciam implorar para socá-lo. - Livre-se do peixe senhor Xuan e mais uma coisa, é SENHORITA CHENG! - Saiu das minhas vistas com sua cabeça erguida e seu nariz arribitado! Que raiva que ódio! Quase batia a porta, mas evitei, vai que ela aparecia de novo com sua calculadora que ela tira da bunda, pra me dar mais uma multa!

- Bento... - Suspirei triste e com desânimo, e fui até o aquário que ficava próximo de uma velha janela enferrujada, puxei uma velha cadeira e admirei o beta. - Você foi uma boa companhia durante todo esse tempo. - Encostei minha mão na peça de vidro e encarei o peixinho nadar tranquilamente. - Não vou jogar você fora, vou lhe arrumar um lar! - Sorri soprado e admirei o beta por mais alguns instantes, até que vi pela janela a velha Cheng saindo pela rua, aquela mulher odiada, corria boatos que tinha matado a própria filha para se casal com genro. Muito bizarro! Me levantei e olhei pela janela, nem a vista compensava aquele cubículo que caia aos pedaços, mofado. Croxteth era um bairro deplorável, apesar do distrito ter uma fama de perfeito e ser o sonho da maioria dos intercambistas, ele tinha seu lado negro, que era Merseyside. Todo dia morre um por aqui.- Não posso parar e chorar as pitangas dos outros, tenho que ir pro trabalho.- E foi o que fiz, fui em direção a cozinha e joguei dentro daquele velho microondas fritas e peixe congelados, acho que aquele aparelho estava tão velho que já dava câncer só de estar perto, peguei um saco transparente e voltei à sala, olhei para o pobre Bento o virei com água e tudo para dentro do saco e o amarrei, aquilo meu deu uma dor, um nó na garganta, tudo por causa daquela velha escrota. 

"Pin"- Era o som de que aquelas fritas estava prontas, apenas as peguei e as enfiei na boca, como sempre,  quente por fora, congelada no meio! Já estava acostumado, tirei a blusa e me encarei no espelho, nada a se admirar, magro, tão magro que até o vento parece que vai me quebrar, sem um único pêlo corpo, o que me deixa furioso! Todas as garotas parecem amar os barbados, mas nem um fio de cabelo aparece na minha cara e em nenhuma outra parte, só na cabeça, fios cor de trigo enrolados, tinha que agradecer a qualquer coisa que me tinha feito nascer com aquele cabelinho de "anjo" e com meus olhos verdes claros, as únicas coisas de belo em mim.  Peguei a primeira blusa que vi, não usava farda então ia de qualquer jeito, nem me importava de escovar os dentes, lavar a cara ou sequer passar um desodorante. Peguei o Bento e as chaves, e sai dali com nenhuma vontade ou motivação, apenas fui, tranquei a velha porta, passei por aquele estreito corredor, desci aquelas velhas escadas de madeira, que parecia que a qualquer momento um degrau vai quebrar, e parei de frente a entrada lateral da loja.

- Eric? - Reconheci aquela doce voz me chamando, sim ,sim, apenas me virei e olhei para a garota que era me zona de conforto daquela merda toda, vestindo seu clássico vestido azul bem agasalhada por sinal, já que estava frio, carregando umas sacolas. - Vai trabalhar hoje? - Faeda, a mulher dos meus sonhos, uma linda morena de olhos negros e de cabelos compridos, ela me cumprimentava todos os dias que eu trabalhava, um verdadeiro sonho, parecia me hipnotizar todas as vezes que a via. 

- S-Sim. - O marica gaguejou. - Infelizmente! - Juntei minhas sobrancelhas só de lembrar da velha Cheng falando todas aquelas merdas. - A velha escrota me obrigou... - Respirei fundo, mostrando o saco plástico com a beta. - Terei de me livrar do Bento. - A expressão triste de Faeda, sim, arrasou meu coração. - Mas não precisa se preocupar, vou colocá-lo na fonte junto com os outros peixe! - Sorri tentando confortá-la.

- E-Eric... - Isso mesmo(?), ela gaguejou ao falar meu nome(?). - Você sabe que se eu pudesse eu ficaria com eles, mas eu tenho gatos! - A voz dela soou com tanta culpa, foi o suficiente para me fazer corar, parecia que tinha dois ferros quentes no meu rosto. - Tem certeza de que quer fazer isso? - Ahhh, aquela preocupação, isso fazia meu coração palpitar.

-C-Claro. - O frangote gaguejou mais uma vez. - Não há com quê se preocupar! - Abri um sorriso sincero. - Agradeço de verdade... - Meus olhos logo voltaram em direção da janela do prédio a frente, no 1° andar, o pai de Faeda me encarava com expressão de reprovação enquanto fumava aquele charuto fajudo ao qual ele pregava aos 4 cantos que era um legítimo cubano. Estremeci a bse. - Sabe... - Mudei de assunto rapidamente. - Acho melhor você ir... - Mudei minha expressão quase que instantaneamente, a doce Faeda ficou sem entender e apenas se virou e encarou o pai. - Me parece que ele não tá gostando nenhum pouco. - Sinceramente eu só queria ligar o foda-se e ficar com a Faeda por mais um tempo.

- Me desculpe. - Aqueles lindos olhos negros me olharam tão tristonhos, ela era a mulher perfeita, a única coisa que impedia de ficar junto à ela, era o pai chato e meu cagaço de chamá-la para sair. - Tenha um bom dia de trabalho... - Ela sorriu para mim, aquele sorriso, ah com eu amava. - E Eric, use um casaco está frio hoje. - Ela deu de costas e atravessou a rua, eu nem ligava mais para o frio, só de vê-la me aquecia e me fazia encarar aquele maldito dia que iria começar.

- Ahh puta merda! - Resmunguei, o velho cadeado não parecia querer abrir. - Agora fudeu! - Resmunguei novamente, quando finalmente coloquei mais força, ele se abriu, aquela merda precisa de óleo, ser banhado em óledo. - Vamos lá Eric, eu não quero pagar mais multa. - Falei para mim mesmo enquanto abria aquela a velha porta de alumínio, uma verdadeira velharia, artigos chineses(?), fala sério, quem comprar essas merdas hoje em dia, só aqueles viciados em kung-fu, que tentam dar uma de Jackie Chan ou coisa do tipo. Liguei as luzes, e olhei finalmente para a única coisa de legal naquela loja, espadas, umas katanas, que para mim são japonesas, mas a velha maluca diz que é chinesas então nada discutir, coloquei o Bento em um recipiente para que o saco não rolasse e caísse no chão estourando, e o guardei em baixo do balcão. - É mais um dia nesse inferno.

X

O dia passou lento, as horas se arrastaram praticamente, e ninguém apareceu naquela bosta de loja, estava chovendo para porra e a tarde veio com um frio de congelar o cu e para a minha sorte eu saí tão puto que esqueci a porra do casaco, o dia estava indo bem demais, finalmente de acabado aquela merda de trabalho e as horas extras, tive sorte de sair às 19:45, mas eu não iria para casa, não agora, teria que levar o Bento para a praça principal, que ficava umas 2 ou 3 quadras dali de onde eu estava, para deixar o pobre peixe pelo menos com outros, me doía o coração deixá-lo nesse frio lá. Mas não podia deixar aquela velha arrancar mais dinheiro de mim, peguei o Bento e as chaves daquela loja, e saí, estava um verdadeiro gelo e chovia muito, os ventos pareciam que cortavam a alma de tão gelados que estavam, olhei para rua, já era 19:48, não havia uma alma sequer, todos deviam estar em casa, agasalhados e bebendo algo quente enquanto assistiam TV, e eu no meio da calçada enfrentando uma chuva forte, segurando o Bento, usando apenas uma camisa de merda para me proteger da chuva e do frio. Estava determinado a não dar descarga no Bento e também a não levar outra multa. Apenas segui meu caminho.

Caminhei umas 2 quadras, realmente havia ninguém pelo bairro, e os que tinham me olhavam como um doido,tinha que concordar, que é tão doido de sair na chuva e no frio usando nem sequer um casaco. Continuei a andar por alguns minutos e avistei a fonte, ao me aproximar vi vários outros peixes, pareciam não se incomodar com o frio, queria ser um peixe naquele momento, olhei para os lados para ver se vinha alguém, ninguém, parecia uma cidade fantasma, peguei a sacola plástica e virei Bento delicadamente naquela fonte, me despedindo do meu amigo. -" Valeu pela companhia Bento."- Agradeci em meus pensamentos. O meu transe foi interrompido pelo vento frio, olhei novamente o relógio, não estava funcionando, suspirei, a única coisa que poderia fazer, fechei meus olhos por um breve momento e me levantei, ao me por de pé, uma sensação ruim de como se tivesse sendo observado me tomou, me virei bruscamente, voltei meus olhos para uma viela que ficava por perto, e vi o que parecia ser um boneco, sentado, quase debruçado no chão do beco, não pude ver mas acho que estava encostado em uma caçamba de lixo, já que só podia ver suas pernas, decidi me aproximar, fiquei surpreso. - PUTA MERDA! - Exclamei, não era um boneco, era um homem de cabelos compridos, debruçado sobre si enquanto estava encostado na caçamba, estava usando uma calça jeans e o que parecia uma camisa e jaqueta.   

- Cara você tá bem? - Ele parecia não responder. - Porra será que tá morto? Acho melhor ligar pra polícia. - Só de lembrar da burocracia que seria, a velha Cheng me enchendo, me fez desistir na hora. - Que se foda! - Exclamei, e antes que pudesse dar um passo, o homem pareceu me soltar um resmungo, rapidamente me coloquei de joelhos e tentei levantar seu dorso - Você tá legal? - Pesado, muito pesado! Uma frangote não iria conseguir levantar um homem desse tamanho sem ajuda. - Preciso que você me ajude por favor... - Ergui minha cabeça, o homem estava com os olhos abertos, ele estava me encarando de um maneira que arrepiava, parecia que ele conseguia ver toda minha vida com aqueles olhos, olhos de um tom vermelho que não nunca tinha visto antes, pareciam brilhar entre os fios negros, mas o que mais chamava minha atenção era a falta de um dos seus olhos, que pela ferida me pareceu ter sido arrancado recentemente. - Que porra aconteceu com você? - Desesperado. - Que merda! Preciso te tirar daqui! - Coloquei meu braços por debaixo dos seus e o abracei tentando ergue-lo do chão. - Me ajude a te ajudar certo? - Suspirei, coloquei toda força que tinha na tentativa de por ele de pé. - Levanta! - Exclamei entre os dentes, ele pareceu se esforçar e conseguiu se manter de pé, nossa parecia que tinha acabado de erguer uma tonelada

-Caralho! - Suspire .i- Eu tenho que te levar no hospit... - Ele simplesmente tapou minha boca antes que eu terminei, me fuzilou com aquele olhar sinistro, puta merda havia me arrependido de ajudar ele naquele instante, segurei sua enorme mão e a abaixei lentamente, eu estava me cagando de medo. - S-Sem hos-hospital... - O homem assentiu. - V-Vamos para minha casa. - O que diabos eu tava fazendo(?), caralho o cara podia ser um assassino de aluguel, um traficante um maníaco sei lá, mas eu tinha que ajudar ele, esquecendo que eu sou um verdadeiro frouxo. Passei o seu braço pelo meu ombro, e saí daquela viela com ele. Ele arrastava uma das pernas, merda, ele estava sem um olho e sem um pedaço de umas das pernas (?). Caminhei com ele enquanto servia de seu apoio, cruzando aquela forte chuva, não sabia nem que porra de hora era, devia ser 20:30 sei lá ou mais, minha sorte é que hoje não havia ninguém na rua. Passei acho que quase 1 hora andando com ele em o mais puro silêncio até avistar a loja. - "Como vou por ele lá dentro?"- Pensei, caralho não queria ver aquela velha, mas não tinha opção, o levei até o pé das escadas, e observei se via a velha por perto, minha maior vontade era deixar aquele cara em qualquer lugar, mas só de lembrar da fuça dele me encarando, me dava medo. - Cacete, vou ter que te levar lá pra cima! -  Aproximei ele um pouco mais de mim, e subimos o primeiro degrau com muita dificuldade, demoramos quase 30 minutos para subir tudo! Me espremi com ele por aquele corredor minúsculo, abri minha porta. Casa finalmente. A tranquei.

- Vem por aqui! - O levei até próximo da cama, aonde ele se sentou, parecia examinar o local. - Vai ter que tomar um banho, tu tá todo fodido! - Falei, me aproximei dele, e tente puxar sua jaqueta a qual ele tirou com certa dificuldade. - Merda! -Havia uma viga fina de ferro  presa entre suas costelas, atravessando-o, quase pude sentir a dor. - Espera aí! - Não tinha condição alguma de puxar aquela coisa dali ou de tirar sua camisa, eu só corri atrás de uma tesoura, achei uma jogada na mesa da cozinha, rapidamente voltei até ele, me colocando de joelhos em sua frente, cortei sua blusa. - Desculpa... - Quase sussurrei, a abri na frente e logo puxei, expondo o seu dorso. - Certo, precisamos... Arrancar isso daí! - Apontei para o objeto que o atravessava. 


Notas Finais


É isso ai


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