História Prohibitus - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mesmo não tendo visualizações vou continuar o projeto

Capítulo 2 - Capítulo 1


Bom, lá estava eu parado, com um homem seminu, caolho, sentado na minha cama, com pedaço de ferro atravessado em suas costelas que não paravam de sangrar por nada, segurando sua camisa que tinha acabado cortar. Que porra eu estava fazendo(?) ou que merda passou na minha maldita cabeça pra levar um cara que nunca tinha visto na minha vida, que podia ser muito bem um assassino ou um procurado, pra dentro da minha casa! Caralho! Só porque eu fiquei com medo dos olhos dele, meu nível de cagaço tá fudido mesmo. Ele parecia uma rocha, ficou estático me olhando, fez absolutamente nada.  - E-Então, vamos puxar essa coisa? - Falei, quase me borrando. parabéns Eric Suan, não bastava por um estranho dentro de casa, ainda tinha que mostrar que estava se cagando. Apenas dei mais uma boa olhada naquele troço que lhe varava, tínhamos que puxar aquilo, como eu não sei. Saí em disparada até cozinha fui até a pia de pratos, me abaixei e abri uma velha portinhola de madeira, madeira quase podre. Puxei a caixa metal, a caixa de ferramentas, a primeira coisa que peguei foi o alicate, foi a única coisa que passou pela cabeça, deixei a maleta aberta ali mesmo no chão da cozinha e voltei correndo. - Bem... - O homem olhou para minha mão, vendo a ferramenta, e demonstrou nenhuma expressão. Cacete eu ia arrancar uma viga de ferro das costelas dele e ele ficou paradão. -  Eu vou puxar o ferro... - Engoli seco, ele não tinha nenhuma expressão, era como falar com um morto. - P-Preciso que fique de pé! - Ele soltou um longo suspiro, eu estava a alguns passos de distâncias mas quase pude sentir seu hálito frio. Ele se apoiou com uma das mão sobre à cama e fez um enorme esforço para se por de pé, dava para ver força que colocava para esticar os joelhos. - C-Certo... - Nossa, me pareceu que quando ele se levantou, passou a escorrer mais sangue da perfuração, era de se entender a sua fraqueza. Não demorei para me aproximar dele, apesar de todo o meu medo! - Caralho... - O cheiro forte de sangue parecia bater no meu rosto. - Pronto? - Nem sequer olhei pra ele, apenas agarrei a ponta da viga e comecei a puxar com certa força, parecia que estava cravado em suas entranhas. - Merda, merda , merda merda! - Falei repetidas vezes, parecia que quanto mais eu puxava mais sangue saía , parecia um verdadeiro chafariz de sangue, à ponto de jorrar em mim, não parei um momento sequer de puxar. Caralho ele não parecia sentir nada, sequer um resmungo ele soltou. - Ahh! - Exclamei, quase como um suspiro, finalmente havia puxado aquela merda, o objeto era pesado, apenas deixei-o cair no chão junto com o instrumento que havia usado. - Finalmente... - Passei meu antebraço pela minha testa, já que minha mão estava toda suja de sangue, ergui minha cabeça e fechei meus olhos por um breve instante e pensei naquela sujeira desgraçada que tinha acabado de fazer e de como eu iria limpar. - Noss... - Um estrondo me interrompeu, rapidamente abri meus olhos, o homem que havia acabado de ajudar estava caído de joelhos no chão. A ferida... Um enorme buraco que parecia um verdadeiro mar de sangue! - Puta merda! - Exclamei! Me coloquei de joelhos na hora e puxei o lençol da cama, tentando parar o sangramento . - Que porra cara, eu disse pra ir  no hospital! - Gritei! E de repente ele começou a se debater de uma forma esquecida, como se algo estivesse lhe queimando. - Que merda é essa? - Ele abria e fechava a boca repetidas vezes, até que algo me chamou atenção, eram seus dentes, seus dentes eram pontiagudos, todos eles! - Mas que porra é essa? - Larguei o lençol na mesma hora, me levantei depressa, dei alguns passos para trás e tomei uma certa distância, mas eu, eu não consegui para de vê-lo se debater, algo parecia lhe machucar muito, e quanto a ferida, por mais que o lençol estivesse fundo servindo como um tampão, o sangue não parava de jorrar, uma verdadeira fonte, o chão estava repleto e cheiro o cheiro férreo estava tão forte que queimava o nariz e dava ânsia, ele se debatia n o chão, batendo seu rosto várias e várias contra o piso, se machucando ainda mais. 

De repente senti algo próximo ao meu pé, a sua mão, eu gelei, foi quase instantâneo, ele agarrou meu tornozelo e puxou. Tentei me manter firme mais o chão estava escorregadio, acabei caindo no chão, e o vi, seu rosto estava coberto de sangue que se misturava com seus longos fios negros, seu nariz estava torto, ele devia tê-lo quebrado enquanto se debatia e seu único olho, esse reluzia o intenso vermelho carmesim, fiquei paralisado, então ele abriu sua boca que parecia ter o triplo do tamanho de uma comum, cobria até seu nariz, aqueles dentes pontiagudos, enfileirados, pareciam uma verdadeira máquina de moer carne, besuntados em sáliva. Ele me puxou para ainda mais perto, tentei me agarrar em alguma coisa, até mesmo no chão , mas tudo estava escorregadio, até que o vi o velho aquário de Bento, não pensei duas vezes, me estiquei o máximo que pude e o agarrei, firme, para não escorregar, e o estourei no rosto da coisa que estava na minha frente, mas minha atitude falha parece que lhe deixou furioso e partiu para cima de mim, antes mesmo que me abocanha-se  peguei um enorme caco de vidro que tinha sido do aquário e enfie em seu único olho, que deu um recuo. Aproveite esse momento, peguei meu celular que estava encima da mesinha, me levantei, escorregadio, uma verdadeira merda e corri até o banheiro e me trancando lá, a primeira coisa que tentei fazer foi discar para emergência, mas um estrondo na porto me pegou de surpresa e deixei o aparelho cair dentro da banheira cheia de água.

- Não, não , não! - Não pude acreditar, sou tão idiota que deixei a minha única esperança de ficar vivo cair dentro da água. - Merda, merda, merda! - Corri até a banheira na tentativa de pegar meu celular, até escutar mais um estrondo, entrei por completo nela, me encolhendo já próximo a torneira que lhe encheu, o trinco, não iria aguentar mais, e assim aconteceu, mais uma batida e a coisa entrou Ele parecia estar com o dobro de tamanho. - Fudeu... - Foi a única coisa que consegui falar para mim naquele momento, eu permaneci imóvel, enquanto vi aquela coisa humanoide se aproximar da banheira onde estava, segurou na borda, olhei a sua mão, vi o sangue se espalhar pela água, e seus dedos, suas unhas pareciam garras. - Por Cristo... - Não tinha há quem mais recorrer, só olhei para todos aqueles dentes que pareciam me encarar, foi ele por as mãos em dos meus ombros, que veio o choque, eu iria morrer ali mesmo(?), naquele dia(?), o desespero me subiu. - Mas nem fodendo! - Exclamei, senti como uma enorme força me pressionasse, ele praticamente estava esmagando os ombros, só pude gritar, e me debater, tentei até chutar sua barriga, mas foi aí que vi. -" O buraco." -Vi a ferida enorme, e dei uma joelhada, com a toda força que podia, ele recuou, tirando as mãos de mim e tentando cobrir o ferimento, me pareceu quase cambalear para trás, obra divina eu não sei, mas pareceu funcionar, antes mesmo que tentasse proteger a ferida a chutei com a ponta de meu sapato, soltou alguns grunhidos e caiu de joelhos, não pensei duas vezes, segurei em uma das  bordas da banheira e tentei me levantar, mas aquilo foi muito rápido, quase que de imediato ele se levantou, pôs suas enormes mãos em meus ombros e empurro para baixo, me afundando na água, tentei agarras seus antebraços mas de nada adiantou, entrei em pânico, não poupei forças e nem fôlego e balancei minha cabeça várias vezes, me desesperei ainda mais quando vi aqueles enormes dentes se aproximarem do meu trapézio, ele me abocanhou, a dor, a dor era horrível, senti como se meus tendões e músculos fossem rompidos, era como se tentasse arrancar um pedaço de mim, gritei,deixando todo o resto do meu ar escapar em forma de bolhas. A dor foi tanta que fique dormente, apenas vi meu sangue se misturando com o dele, tingindo a água daquela banheira  em vermelho, e minha visão escureceu.

X

- Boooom dia Liverpool , hoje é 16 de Janeiro, uma linda terça-feira, exatamente 8:20 da manhã? Será que há alguém cansado das festas de fim de ano? Temperatura de hoje vária entre máximas de 18° e mínimas de 10° ... Um frio maravilhoso onde se deve ficar em casa, agarradinho com seu amor afinal os dias dos namorad-

Me levantei em súbito. -" Que diabos..." - Estava suando muito, olhei ao redor. "- Foi um sonho?" - Tudo me parecia no lugar, o lençol estavam limpo, o piso estava inteiro ao seu modo de sempre, até mesmo o velho aquário de Bento estava no lugar, nem parecia que de lá tinha saído, olhei para mim, estava na cama, de roupa e tudo, a mesma roupa que tinha usado para ir ao trabalhoTudo parecia estar no seu devido lugar, respirei fundo, tirei de debaixo das cobertas uma de minhas pernas, esticando-a, logo coloquei o pé no chão, com todo o cuidado possível, escutando o velho piso ranger, o pressionei verificando a sua firmeza. -"Tudo bem, você está sozinho Eric..." - Tentei me confortar enquanto enquanto punha o outro no chão, sentando-me com ambos firmes. Olhei para baixo, o chão me parecia estranhamente normal, normal até demais, um estalo na cozinha me chamou a atenção, gelei, a primeira coisa que veio em minha mente foi a desagradável lembrança daquela coisa. -"Não pode ser... " - Pensei comigo mesmo, engoli seco, e juntei os cacos que restavam de minha coragem e me levantei, meu joelhos pesavam toneladas e tremiam como se estivessem em um terremoto, mantive minha cabeça baixa e meu olhar fixo no piso, dei o primeiro passo, a sensação horrível e o medo de ver aquela coisa repleta de dentes era de dar um nó na garganta, caminhei com passos duros até chegar a cozinha e novamente o estalo, minha testa suava, ergui lentamente meu olhar e olhei, era apenas um passarinho querendo sair o estalo era ele se chocando contra a janela de vidro. Pássaro imbecil! - Exclamei indo até a janela, abrindo-a. Suspirei aliviado, mas logo me veio um arrepio subindo a espinha, um gelo vindo de trás de mim de imediato me virei, era a porta do banheiro, intacta, nem um mísero arranhão sequer tinha, estava tudo tão normal que me assustava, estava com medo de minha própria casa. -"Não tem como banheiro estar"... - Aquelas malditas imagens vinham aos montes em minha cabeça, engoli o bolo seco de palavras que vinham em minha garganta, me aproximei daquela velha porta, era como se pudesse sentir aquele cheiro férreo novamente, foi como reflexo, nem se quer me notei abrindo a porta do cômodo, foi como ver um flash branco e em seguida aquela coisa me encarando, com seus enormes dentes.

- SENHOR XUAN! - A velha Cheng me cortou daquele transe, nunca me senti tão feliz de escutar aquela voz de taquara rachada me chamando, gritando pelo meu nome errado! - SENHOR XUAN! - Aquelas batidas infernais na portas , apesar dos pesares, me confortavam, dei um longo suspiro, não de raiva , mas sim de alívio, rapidamente sai do banheiro, passei pela cozinha e fui em direção a porta. E como sempre ela não parou de bater por sequer um momento, nem mesmo quando ela escutou o trinco sendo aberto, eu abri e dei de cara com a velha Cheng, com sua cara fechada, séria e insuportável como todos os dias, mas em um instante sua expressão, quando seus olhos pareciam me reparar. - Está tudo bem? - Me choquei, a velha Cheng, me perguntando se eu estava bem(?), eu realmente não deveria estar com uma cara muito boa, apenas suspirei e revirei meus olhos, mal abri a boca para falar algo. - Tanto faz... - Detestava quando ela me interrompia. - Hoje é seu dia de trabalho. - Minha felicidade que tava ruim agora tá pequena. - E senhor Xuan... - A velha se aproximou de mim, e me cheirou, parecia um cachorro. - Tome um banho! O senhor está imundo! - Que vontade de acertá-la bem no meio de sua cara de prato! - Não se atrase. - Aquela velha chata falou enquanto me dava as costas  e sumia naquele corredor.

-Merda... - Suspirei, agarrei a porta com toda força que tinha e a bati, dane-se se era velha demais, estava puto! Não tinha descansado o suficiente, e aquela merda de pesadelo surrealista enchia minha cabeça com suas cenas grotescas. - "Vamos lá senhor Xuããñ não se atrase!" - Imitei a voz de taquara rachada da velha Cheng, enquanto gesticulava com a mão, fazendo uma "boca". - inferno! - Exclamei enquanto tomava o caminho da cozinha, abri a velha geladeira marrom, tão enferrujada, estava aos pedaços, e tirei de lá peixe com fritas. - É o que temos pra hoje... - Não aguentava mais come aquilo, comida congelada todos os dias de manhã, biscoito à tarde e macarrão instantâneo à noite, apenas o joguei dentro do microondas e fui ao banheiro. Tirei a roupa e a deixei cair no piso mesmo, entrei na banheira ficando de pé ali e liguei o chuveiro. - C-Caralho! - Maldita água gelada que parecia vir direto Ártico, me banhei o mais rápido que pude, como sempre escovei os dentes ali mesmo, sei que não parece muito higiénico, mas eu acho mais rápido. Sai do banheiro com a toalha enrolada na cintura, peguei a fritas dentro do microondas e coloquei uma porção na boca... Hmm do jeito de sempre, congelada por dentro! Peguei a mesma calça jeans, só troquei a blusa e hoje com certeza não iria esquecer o maldito casaco.Peguei meus óculos que havia deixado ao lado do despertador, as chaves e saí. Andei por aquele estreito corredor, estava moído, fui até as velhas escadas e as desci, a velha loja de todos os dias peguei minhas chaves e abri o velho cadeado, que teimou novamente em emperrar.

- Quem era aquele com você ontem? - A doce voz de Faeda reconheci, me virei porém confuso, "alguém comigo?", meus olhos pareciam dizer e pelo visto ela entendeu. - Aquele homem grande que você trouxe ontem com você... - Gelei, as chaves em minhas mãos escaparam por entre meus dedos e caíram no chão. Não é possível, foi um sonho. - Eric... - Engoli seco. - Você está bem? - As mão de Faeda se aproximaram de mim, em minha visão seus dedos eram igual aos da criatura que tinha visto ontem, rapidamente a empurrei para longe de mim. - Você tá legal? - Simplesmente a ignorei, forcei um pouco a porta e passei para dentro. 

-Não , não, não! Foi um sonho! Apenas um sonho! -Estava suando frio! - Se é foi verdade isso quer dizer...? - Levei minha mão até meu pescoço, veio à minha cabeça, eu , mergulhado na água vermelha da banheira, a dor, aquela maldita dor veio. Tinha que confirmar que aquilo era real, corri de imediato até ao banheiro que ficava ao lado do balcão, quase arrombei a porta de tão brusco que foi. Adentrei o cômodo, voltei meus olhos ao pequeno espelho em minha frente, tirei meu casaco, engoli seco, minhas mãos estavam tremulas, as ergui, tinha que ter a certeza, usei a ponta dos meus dedos para segurar a gola de minha camisa, apreensão minha tomava, a puxei devagar, o que vi no reflexo me deixou boquiaberto.-" Não, porra! Não!"- Uma marca entre meu pescoço e meu ombro, não consegui acreditar tinha que ver melhor e assim fiz, tirei o mais rápido que pude minha camisa. - "Que porra foi essa?"- A marca cobria praticamente o meu ombro, como não pude ver aquilo antes(?), estava pálido, mais pálido que o normal, estava ofegante, o ar me pareceu denso e pesado. "- Aquilo!" - Sabia que não tinha como ele sumir com aquilo, aquilo não tinha como, então apenas coloquei meu casaco e sai em disparada em direção a saída da loja, atravessei aquela porta como o vento e corri até as escadas, as subi o mais rápido que pude, de dois em dois degraus quase caindo sobre eles, me espremi naquele apertado corredor e fui até minha porta, à abri o mais rápido possível.

- Tem que estar aqui! - Tranquei a porta e comecei a revirar toda a casa, tire os livros da estante os derrubando no chão, não estava lá, fui até cozinha e retirei todos os pratos do armário, nada, afastei a geladeira, o microondas, vi debaixo da mesa, nada, absolutamente nada! - O banheiro! - Surgiu em minha cabeça clareando minhas ideias. Corri até lá, escancarei a porta e voltei a minha procura, de trás da porta, perto da farmácia, até mesmo nas frestas da banheira e por trás do vaso sanitário, havia nada. - Onde diabos está? - Apesar do clima frio, eu já estava suando de raiva e apreensão, se tinha como provar que aquilo foi real para mim eu tinha ver. Parti novamente para sala e remexi minha cama, tirei os lençóis, sacudi o travesseiro, bati no colchão e nada. Já estava perdendo a paciência até que tirei o colchão de cima da cama e joguei no chão, e finalmente vi, ali estava ela, enfiada entre as frestas de madeira do piso, a maldita viga. - Achei você! - De imediato eu ergui as tariscas de suspensão da cama, jogando-a no chão, aquele forte estrondo da estrutura caindo nem me incomodou, apenas entrei no quadrado de madeira, me pondo de joelhos em frente as frestas, enfiei as pontas de meus dedos no pequeno espaço, colocando toda força que podia para desprender a madeira do piso, com um pouco de esforço arranquei o pedaço, quase caia para trás. - Te peguei! - A viga de ferro,puxei o travesseiro e arranquei a fronha e enrolei em minhas mãos, como uma proteção, não duvidava de mais nada, se aquilo machucou aquela coisa e imagina o que faria comigo(?), agarrei o objeto com ambas as mãos, tinha um certo peso, o suspendi e o levei para fora do quadrado, o soltei no chão.

Me agachei, observei a viga em seus mínimos detalhes, parecia que tinha sido forjada com a superfície em espiral, não parecia nada afiada,o objeto nem era ao menos pontiagudo , para ter sido enfiado daquele jeito tinha que ter muita força, de maneira alguma aquilo atravessaria alguém ou aquela coisa com facilidade, passando por órgãos e ossos(?), com certeza não. Fitei por mais tempo o objeto, percebendo algo que me assustou. - Isso não é de ferro... - Meus olhos se arregalaram. - Isso é prata! - Tirei a fronha de minhas mãos e o segurei com mãos nuas para ter a certeza, aproximei a viga de meus olhos e sim, sim, era prata, uma viga de quase 50 cm pesando mais 3kg, feita de pura prata. Estava encarando uma verdadeira pequena fortuna. - Quem diabos usa tanta prata... - Fiz uma careta de repreensão, ao imbecil que tinha gastado para fazer aquele troço. - Pra fazer essa merda? - Rodopiei a viga em minhas mãos, examinando-a, como alguém poderia ter enfiando isso naquela coisa(?). Batidas na porta... Acompanhado de um arrepio na espinha, meu pelos eriçavam, virei e olhei para porta, e novamente a batida, com certeza não era a senhora Cheng e aquilo me assustava pra caralho. Apenas me levante, segurei firmemente a viga e a escondi de trás de mim, engoli seco, fui até a porta e abri. - Você?  


Notas Finais


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