História Proibido (taekook) - Capítulo 10


Escrita por: e Midshimury

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Taekook, Vkook
Visualizações 81
Palavras 2.359
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Agradecemos a todos que estão seguindo a história, de coração.
Isso nos deixa bastante felizes!

No mais, boa leitura!

Capítulo 10 - Capítulo IX


Jeongguk estava devidamente cansado, havia se exercitado bastante e lutado esgrima a maioria do seu tempo, para melhorar suas táticas e poder impressionar seu tutor. Do qual fazia anos que o ensinava a arte da luta.

Quando o mesmo saiu da sala de treinamento, deixando Jeongguk para trás no banco esbranquiçado com uma garrafa de água nas mãos e olhando para o nada, certamente pensando.

Jeon rapidamente sentiu a presença de alguém na sala e olhou ao redor, tentando ver algo.

— Olá? — Jeongguk estava com medo, e se fosse algum assassino pago para executar ele? Ou o rei? — Quem está aí?

Ele olhou mais uma vez para todos os lados, quando simplesmente ouviu uma risada. A risada da qual reconhecia bem, Miki.

— Kookiezinho — dizia ela do lado esquerdo, Jeongguk rapidamente virou seu rosto para o lado e não viu nada.

— O-O que você faz aqui? — perguntou ele, gaguejando.

— Kookie, eu voltei amor. — Agora a voz vinha do lado direito e como de esperado, virou o rosto depressa para este e novamente não viu nada.

Se levantou do banco, deixando a garrafa de água inquieta no canto da mesma.

Novamente chamou pelo nome que temia e de novo não recebeu resposta alguma.

— Jeongguk? — Agora ouvindo a voz de Taehyung em frente, ele encarou a parte escura, que até então não estava, vendo a silhueta do mais velho se desaparecendo e dando a visão dele.

Ele sorria, aquele sorriso quadrado perfeito que também fazia Jeongguk exercer um sorriso em sua face, mas algo de estranho ocorria.

Logo ele viu Miki atrás de Taehyung, com uma faca.

— Não!

— Acorda, Kookiezinho — disse Miki.

E antes que ela pudesse fazer algo. Uma escuridão imensa apareceu na visão de Jeongguk e em seguida, a visão de Taehyung morto em sua frente.

Jeongguk acordou com um susto. Era só um sonho, pensou ele.

Respirando fundo, ele pôs as pernas para fora da cama e se sentou.

— Bom dia, Kookie. Dormiu bem? — Ouviu a voz de Miki do outro lado da cama.

Ele se virou rapidamente, devido ao susto seu coração disparava rapidamente.

— M-Miki? O que faz aqui. — perguntou Jeongguk.

Se ela esteve ali todo esse tempo, Jeon não queria nem pensar no que ela havia feito enquanto esteve dormindo.

— Vim lhe acordar, amor. E não se preocupe, cheguei agora — respondeu ela.

— Não... me chame de amor...

— Por quê? Somos noivos — retrucou ela com um sorriso, logo encostando a mão na de Jeongguk.

Mas o mesmo desviou rapidamente.

— Eu nunca aceitarei isso.

Logo a garota o encarou com desdém, com ódio tomado por si.

— Mas você não tem que aceitar, já está feito e agora você é meu — disse ela, logo se levantando e indo até a porta. — Vá aproveitando seus dias de folga.

Saiu, fechando a porta após.

Logo depois da saída de Miki, Jeon se deitou na cama, uma lágrima desceu rapidamente pelo seu rosto, antes de pegar no sono novamente.

Jeongguk estava sentado em um campo florido, juntamente de Taehyung. Ambos faziam um piquenique em meio a parte mais bonita da floresta.

O mais velho pegava um morango de uma taça em frente e a levou até a boca do mais novo.

O mesmo comeu sem reclamações, mas logo disse:

— Eu posso comer sozinho, sabia? Tenho mãos — respondeu ele, com um sorriso.

— Eu sei, porém quero lhe alimentar. Assim como quero te proteger e te amar, sabia? — Após esse dito de Taehyung, o mais novo encostou a mão na nuca do mesmo e juntou vossos lábios.

Um beijo cheio de paixão e ao mesmo tempo quente, algo que Jeongguk amava além das carícias que Taehyung lhe dava.

— Foge comigo — disse ele, ao se afastar da boca de Jeon.

— O quê? — perguntou Jeongguk, com outro sorriso.

— Foge comigo — repetiu Taehyung, com outro sorriso. — Os problemas aqui em Seul não param de aparecer e aparecer. Foge comigo e venha ser feliz ao meu lado.

— Mas como faríamos isso?

— Eu dou meu jeito, não importa. Só quero ser feliz e ter você.

Novamente se aproximaram em outro beijo, dessa vez longo e, ao se afastar, Jeongguk virá Taehyung sumindo por entre a luz.

O mesmo levou o braço para frente, a fim de impedir sua saída.

— Taehyung!? — chamava ele aos gritos. — Taehyung, não me deixa.

Quando a luz sumia e dava a visão novamente para Jeongguk, viu que o mais velho já não estava mais lá.

— Taehyung!!

Jeongguk acordou sôfrego, percebendo que estava lagrimando durante o sono.

Limpou o rosto rapidamente e se levantou, disposto a se despertar por completo.

— Que merda — resmungou ele, andando de um lado para o outro. — Calma, Jeongguk. Foi só um sonho — dizia ele para si mesmo, levando as mãos para seu rosto e a cobrindo.

Mas logo as afastou, encarando o nada, ele teve uma idéia.

— Preciso ver ele novamente — sussurrando, ele pegou algumas peças de roupas de seu armário e as jogou na cama.

Agora estando no jardim, com uma vestimenta simples. Da qual sempre usava quando ia com sua mãe ao vilarejo, observar tudo e dar um tempo a vida que tinham, claro, nos dias em que Hanguk estava ausente.

Uma calça jeans e uma camiseta azul, era as quais o mesmo usava.

Fora fácil sair do castelo, de certo. Hanguk e os demais continuavam dormindo a essa hora e Miki deveria estar em seu quarto, depois da discussão que tivera com Jeongguk.

Até agora, seu dia estava se saindo bem, até chegar ao portão e ver Yoongi de guarda novamente.

— Ow, ow, ow — repetia ele, quando viu Jeongguk se aproximando. — Aonde pensa que vai? Ainda mais vestido assim.

Jeongguk bufou, respirou fundo e pensou. Ele sabia bem o que fazer.

— Hanguk me pediu para...

— Vigiar a porta, eu sei — completou, logo olhou Yoongi nos olhos e sorriu de lado. — Mas vai mesmo me impedir de sair?

— É meu trabalho, amigo. — confirmou ele.

— Certo... e sendo seu trabalho, seguir as leis é algo que é essencial, né?

— Aonde você quer chegar com isso?

— Sabe... — Jeongguk girou em torno de Yoongi vagarosamente. — Se o rei descobrisse que você estava se pegando com um homem ontem a noite, ele com certeza iria lhe tirar do cargo, além de também lhe executar.

Yoongi esbugalhou os olhos, maldita hora em que Park Jimin lhe seduziu.

— Você não faria isso. — fitou os olhos de Jeongguk.

— Ah não? — questionou ele. — Mas você pode fazer algo, Yoonguizinho.

— Jeongguk, sabe que eu não posso — retrucou Yoongi, sabendo bem o que Jeongguk iria pedir.

— Eu volto cedo, será rapido. Apenas uma pequena caminhada ao sol — respondeu. — Não precisa se preocupar, não irei acabar com seu emprego e muito menos botar sua vida em risco.

Cerrando os dentes e ficando irritado, Yoongi respirou fundo e expirou.

— Certo. — Se dando por vencido, o mesmo saiu da porta do portão. — Seja rápido.

— Serei, gostoso — brincou Jeongguk, ao sair da vista de Yoongi.

— Vai se fuder!

Estando novamente na floresta, parando de correr Jeon passou-se a caminhar.

Será que ele estava lá? E será que Taehyung ainda se lembrava do beijo que deram ontem a noite?

Sem que pudesse pensar em mais perguntas, logo Jeon avistou o mais velho sentado ao lado de uma árvore, com uma cesta repleta de morangos e maçãs ao lado.

Jeongguk sorriu e se aproximou de Taehyung lentamente, logo o mesmo lhe viu e exerceu um sorriso largo em sua face.

— Olá — cumprimentou Taehyung, ao se levantar e indo abraçar Jeongguk. — Senti a sua falta.

O mais novo, estranhando aquilo, apenas retribuiu.

— Sabes que nos vimos ontem, certo?

— Foda-se, apenas aceite que senti a sua falta — retrucou ele, se afastando do mesmo.

Ambos se encaravam e logo os dois fitavam os lábios uns dos outros, sorrindo, Jeongguk selou ambos em um beijo quente.

Ele sentiu a falta daquilo, de fato, mesmo tendo feito antes, ele sentia algo por Taehyung, só não sabia o que era e o porquê, mas ele gostava da sensação de beija-lo e de te-lo por perto.

Ao longe, uma silhueta os observava, bem atrás de uma árvore não muito longe dos dois. Mas logo a mesma sumiu.

— Sabe? Nunca havia te visto sem aquela capa — comentou Taehyung ao se afastar de Jeongguk e encerrar o beijo. — Você é lindo. — Encarou o rosto do mais novo e seu sorriso, também sorrindo em seguida. — Seu sorriso também é lindo.

Novamente, Jeongguk selou ambos os lábios em um breve selinho. Seu tempo era curto.

— Taehyung — chamou ele e o mesmo o fitou curioso. — Eu preciso te perguntar uma coisa.

— Diga — respondeu ele, curto por motivo de curiosidade. — O que houve?

— Bem, é que...

Antes que pudesse dizer algo, Jin-Joo aparece correndo em direção a eles.

— Taehyung, a mamãe tá te chamando! Ela perguntou o porquê da sua demora — disse ela ao se aproximar, logo vendo Jeongguk presente. — Ah, já sei o que aconteceu.

Taehyung corou ao vez a irmãzinha com um olhar sacana, tão nova e já com a mente peculiar.

— Já estou indo — respondeu ele, logo olhando para Jeongguk. — Você vem?

— Bem... Não, eu tenho que ir — disse.

— Certo. — Taehyung sorriu e sentiu Jin-Joo pegar em seu braço. — Já vou.

— Bom dia, Jeongguk Hyung! — disse ela, logo sumindo de vista com Taehyung.

Jeongguk sentiu novamente outra lágrima querendo descer, ele odiava ser sensível e, a qualquer momento, sempre queria chorar.

Mas ele não tinha tempo para isso, limpou a bochecha e correu em direção ao castelo.

Certamente não demorou muito e Hanguk ainda não acordou.

Logo voltando rapidamente ao castelo, Yoongi ainda permanecia ali, viu Jeongguk e rapidamente puxou ele para dentro.

— Você demorou muito e Hanguk acordou cedo, antes mesmo de você sair, ele já estava de pé — dizia ele, irritado. — Você está bastante ferrado e eu também.

— Como assim?

— Só... vai ver o Hanguk logo, não quero olhar na tua cara tão cedo.

Jeongguk, sem saber o que havia acontecido, apenas correu para dentro do castelo.

Rapidamente chegando na sala do trono, onde Hanguk conversava brevemente com un dos guardas, mas logo encerrou a conversa.

— Pode ir — disse ele para o homem, o mesmo se reverenciou e saiu.

Jeongguk se aproximou do trono e observou o guarda saindo, mas outros quatro permaneciam no local.

— Aonde esteve? — perguntou Hanguk, logo verificando a vestimenta do filho. — E que roupas são esses?

— Pai, eu...

— Basta, não sei nem o porquê de eu estar lhe perguntando sobre. Já sei de tudo — retrucou e Jeongguk esbugalhou os olhos. Como assim sabe de tudo? — Guardas? — chamou e os quatro homens que estavam atrás, logo estavam próximos a Jeongguk. — Leve-o!

— O quê?! — gritou Jeongguk ao sentir braços os segurando. — Me larguem! — Os quatro guardas lhe seguravam firmemente, impedindo de se soltar. — Pai? Que droga é essa?

— Leve-o para os aposentos dele e tranquem a porta! — Sem dar ouvidos a Jeongguk, ele disse.

— Sim, senhor — respondeu os quatro em uníssono.

— Me soltem, seus... — resmungava Jeongguk. — Hanguk!

O rei apenas o encarava, sem dizer absolutamente nada.

— Mãe? Desculpe a demora, perdi a noção do tempo e fiquei vendo a paisagem — Taehyung adentrou a casa juntamente de Jin-Joo e com a cesta em mãos. — Aqui estão os morangos e as maçãs que pediu.

Sunhi se encontrava lavando as roupas sujas no canto da casa, em uma bacia cheia d'agua e outra com roupas diversas.

— Tudo bem, agora vá arrumar o quarto. Você deixou ele bastante desarrumado — respondeu ela, se levantando.

— Certo — disse, indo em direção a porta do quarto, com Jin-Joo ao lado.

Logo se ouvirá batidas na porta, Taehyung havia se oferecido para abrir a mesma, mas Sunhi interrompeu.

— Tudo bem, vá. Eu mesma abro, talvez seja a mãe do Hoseok com as encomendas que pedi — disse Sunhi, Taehyung apenas assentiu e entrou no quarto, onde Jin-Joo já estava sentada na cama.

Sunhi limpou as mãos no avental verde e abriu a porta, dando de cara com três guardas altos. Engolindo em seco, ela disse:

— Pois não?

— Kim Taehyung está? — Um dos guardas perguntou, fazendo Sunhi ficar pasma. — Me responda, vadia!

— Q-Que modos são esses? E o que você quer com o meu filho?

— Negócios do rei — respondeu o segundo guarda. — Deixe-nos passar, sim?

— Mãe? O que tá acontecendo? Ouvi gritos daqui e... — Taehyung apareceu na porta do quarto, logo vendo os guardas e ficando perplexo.

Sunhi olhou para o filho e o fitou preocupada, logo gritando:

— Taehyung, corre!

Taehyung, sem pensar muito, apenas adentrou o quarto e trancou a mesma.

Jin-Joo levantou da cama assustada.

— O que aconteceu?

— Jin-Joo. — Taehyung se agachou, ficando da altura da mais nova. — Corre! Por favor, corre! Pula a janela e fique na casa do Hoseok. Logo chegarei lá.

Logo Taehyung ouvira gritos da sua mãe na sala, certamente os guardas estavam batendo nela, logo se ouvira batidas fortes na porta.

— Abra essa porta! — gritou um dos guardas.

Tsehyung encarou a porta, a tranca da mesma era velha e se romperia facilmente. Logo o mesmo voltou a fitar o rostinho assustado de Jin-Joo e a abraçou fortemente, depois repetiu:

— Vá! Corre! — disse ele e Jin-Joo correu em pular a janela. Seu rostinho se encontrava encharcado de lágrimas e a afeição triste deixava o coração de Taehyung doendo. Logo já não se via mais a menina.

Após a saída da mais nova, a porta fora quebrada com um chute e dois guardas entraram, ao longe Taehyung via sua mãe caída no chão, já sem vida.


Notas Finais


Comentem o que acharam!
E obrigado a quem chegou até aqui.


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