História Project kink - Capítulo 24


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fetiches, Omorashi
Visualizações 61
Palavras 1.356
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Depois de um longo inverno... Aqui estou eu. E a fic ainda não terminou!
Tive uns contratempos... E ideias paralelas que brotaram na cabeça, igual cogumelo em àrvore.
Por falar em cogumelo, enoki é gostoso (porém caro) e eu só quis experimentar por causa de Hakata Tonkotsu Ramens.

Capa: Um shota vestido de maid que eu achei por aí. Parece o Setsuna.

Sem mais delongas, boa leitura!

Capítulo 24 - Muitas compras


Fanfic / Fanfiction Project kink - Capítulo 24 - Muitas compras

------------ Narração de Midori ------------

Eu nunca deveria ter vindo ao centro da cidade com o Fuuya, ainda mais vestido como mulher.

Um negócio da máquina de costura dele estragou e ele fez questão que eu viesse para escolhermos tecidos também. O problema é que ele nunca compra só o que precisa. Agora estamos em uma loja de games escolhendo algo para o Setsuna.

— Você não acha que o mima demais? Ainda falta meses para o aniversário do menino. — Digo de braços cruzados.

— Já te contei que comecei meio ano antes quando fiz o primeiro vestido do Jun?

— Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O jogo você não tem que fazer nada, até embalado, já está.

Ele finalmente termina a compra e nós saímos da loja.

— Agora podemos ir embora né? — Já vou andando na direção do metrô.

— Que mau humor é esse, amor? Eu só quero ver mais uma coisa.

— Não estou de mau humor. Só quero ir logo para casa.

— Ok, nós vamos. Posso comprar isso outro dia. — Ele segura minha mão.

Por um lado é bom ser traços mais delicados, poder usar uma saia rosa e blusa com desenho de morango. Assim podemos andar de mãos dadas em público sem sermos julgados. Acho que o Fuuya pensa o mesmo.

— Amor, deixa eu só comprar um pendrive aqui? É bem rápido.

— Não, por favor. Eu PRECISO voltar para casa. — Junto meus joelhos, corando um pouco.

— Mas tem... — Fuuya já aponta para uma galeria onde há um banheiro ao fim do corredor.

— Eu não posso entrar no banheiro masculino vestido desse jeito, não acha?

Fuuya se conforma. Apertamos o passo para chegar à estação. Nunca estive tão desesperado assim, mas preciso aguentar por mais uns vinte minutos até chegar em casa. Não consigo nem mais andar rápido.

Mantenho meus braços cruzados e pernas juntas enquanto esperamos na plataforma para pegar o metrô. Faço de tudo para não demonstrar o quão apertado eu estou. Ele coloca o braço ao meu redor.

— Nós já vamos chegar. — Beija minha testa.

Sei que ele quer me confortar, mas isso não me alivia em nada. Nós entramos no metrô e eu fico quase dançando durante o trajeto. Tranço as pernas discretamente e dobro os joelhos de vez em quando. Cada balanço mínimo na condução me faz quase perder o controle.

Chegamos à nossa estação. Se não correr, não vou chegar a tempo, mas...

— Vamos um pouco mais devagar até chegarmos à saída da estação. — Digo suando frio.

Minha bexiga doi tanto que não consigo andar muito rápido.

— Podemos ir de taxi. Vai ser um pouco mais rápido.

— Sem chance, não quero que ninguém mais me veja nesse estado.

Coloco minha mão entre as pernas quando percebo que não há mais ninguém por perto.

— Você não tem muita escolha.

— Eu não quero.

Se eu molhasse o carro, teríamos um grande problema. Só não admito isso para ele.

Fora da estação, eu tento andar mais rápido. Que cena ridícula, pois nem consigo andar direito. Ele segura minhas costas enquanto me apoio em seu braço. São os quinhentos metros mais longos da minha vida.

— A-a...! — Uma corrente de ar passa pelo meio das minhas pernas e sou obrigado a levar minha mão até a frente.

Que sensação horrível, sufocante... quero me livrar disso logo. Eu não consigo mais esperar.

— Chegamo... Midori?

Bem à frente de casa, onde o muro fica na altura de minha cintura, sinto minha bexiga se contraindo e algo quente começa a molhar minha roupa de baixo. A urina começa a escorrer pelas minhas pernas. Fiquei segurando tanto tempo que meus músculos não conseguem mais aguentar. Meu breve filete te urina logo se torna um jato potente à medida que eu desisto de lutar. É muito nojento e vergonhoso, mas meu alívio é tão grande que não consigo falar nada por alguns longos segundos.

Sinto que Fuuya está paralisado, mas não tenho coragem de olhar para ele.

— N... Para de olhar para mim, seu tarado!

— E-Eu, mas, ué! Você nem está olhando para mim para saber se eu estou olhando.

— Mas você está olhando para saber que eu não estou olhando! Trouxa.

Ele me pega no colo e eu me desespero.

— Fu... Você tá louco?! Vou molhar sua roupa!

— Relaxa aí amor. Vamos entrar e tomar um banho, ok?

Eu torço minha saia no jardim e nós entramos em silêncio. Meus pais estão em casa. Eu vou rapidamente para o banheiro do meu quarto enquanto o Fuuya distrai minha mãe. Agradeço à Momo por ter me deixado ficar com a suíte dela quando se mudou com o marido.

— Está tudo bem aí, amor? Posso entrar? — Eu o escuto do lado de fora do banheiro.

— Tá sim. Pode voltar lá para a sala. — Eu o dispenso.

No mesmo momento ele abre a porta e me vê semi nu, lavando a calcinha e a saia na pia.

— S-sai daqui, homem! Não te mandei lá para sala?

— Se você não queria mesmo que eu entrasse, você teria trancado a porta. — Ele invade o banheiro casualmente. — Vem aqui, depois eu termino de lavar. Agora vamos te secar.

— Eu já vou tomar banho, não precisa.

Fuuya pega um pano e começa a secar minhas pernas. Suas mãos tocam minha pele tão gentilmente e vê-lo ajoelhado bem à minha minha frente me excita.

De repente, ele começa a lamber meu membro.

— Ei! Na... Fuuya! — Eu tento empurrar sua cabeça para longe. — Ainda está sujo, eu acabei de...

— Eu sei. Mas qualquer fluido vindo de você, eu faço questão de experimentar.

Ele chupa mais forte a glande.

— Tão doce quanto você.

— Quer dizer tão azedo quanto meu bom humor?

Ele sorri e se levanta, me segurando bem próximo de si.

— Midori, você sabe que eu te amo. Tudo que vier de você, para mim é algo incrível.

Fuuya vai me envolvendo em seus braços e tentando me beijar, mas eu me esquivo.

— Sem chance! Lava essa boca primeiro. Você pode gostar, mas eu é que não quero sentir o sabor do “meu fluido”.

— Ok, ok. Já lavo.

Nós terminamos de tirar a roupa para tomar banho. Eu entro primeiro, pois já estava quase sem roupa. Só quando estou totalmente sem roupa, eu me sinto um homem de verdade.

— Fuuya. — Ele para de esfregar minhas costas quando eu digo seu nome. — O-obrigado...

— Hm?

— Eu deveria te culpar por ter me feito andar tanto tempo sem poder ir ao banheiro, mas eu poderia ter avisado bem antes e evitado tudo isso... E-e depois que te falei, você fez de tudo para me acalmar e me ajudar. — Meu rosto fica quente só de relembrar.

— Não tem problema. Sabe, eu fico muito feliz quando você depende de mim. Namorados são para essas coisas, e você pode depender de mim para mais coisas também, ok?

Fuuya me abraça por trás.

— Espera um pouco que eu já volto.

Ele enrola uma toalha na cintura e sai do banheiro. Consigo escutar seus passos pelo quarto. Logo ele volta com uma das mãos para trás e ajoelha-se à minha frente. Em sua mão está uma pequena caixa de veludo azul com uma aliança prateada dentro.

— Eu sei que casar é um pouco difícil no nosso caso, mas... Você se forma esse ano, então... Gostaria de morar comigo?

No mesmo instante, eu pulo em seus braços e lhe dando um beijo.

— Aceito!

-------------- Um minuto em algum lugar -------------

— Querido diário, isso é um desastre! — Meguru

— Do que você está falando, pirralho? — Akira

— Não fale comigo como se eu fosse um aluno seu, Akira-oni.

— Quem disse que eu chamo meus alunos de pirralhos? Eu chamo decentemente pelo sobrenome... Com exceção de alguns apelidos.

— Tipo o que você colocou no Jun? “Gazela dourada”

— Ele é um caso à parte. Agora diz aí o que é um desastre?

— L-logo você saberá...

— Antes disso, sem querer atrapalhar muito, posso escrever uma coisa? — Tamaki

— Ok... Vá em frente. Mas olha lá o que vai escrever. — Meguru

— Não esquenta, não sou igual a esse professorzinho aí. — Tamaki

— Quem é que você está chamando de professorzinho, hein? Seu aspirante à yankee! — Akira

— Ta vendo, ganhei outro apelido. — Tamaki


Notas Finais


E esse foi o desfecho do Fuuya e do Midori. (esqueci de avisar) o casal nº5
Akira x Shiro
Kokoro x Setsuna
Natsuki x Murasaki
Mikado x Fuyuki
já foram, agora só faltam mais 2!
Detesto dizer isso, mas essa fic está realmente chegando ao fim... Mas pretendo continuar escrevendo omorashis <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...