História Project kink - Capítulo 28


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fetiches, Omorashi
Visualizações 6
Palavras 1.171
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu fico imaginando que o Yoichi poderia ter um final feliz com a Aoi-chan, mas quem sou eu para shippar hetero na minha própria fic yaoi.

Capítulo 28 - Último "pesadelo"


----------- Um minuto em algum lugar ------------  

— Faz tempo que não mexo nisso aqui. — Meguru 

— É porque alguém o tinha escondido... — Himari 

— Mas, mas... É porque você nunca me deixa mexer nele! — Jun 

— Eu não tinha citado nomes. — Himari 

— O que eu mais escrevo no meu diário é sobre você. Claro que eu ia ficar com vergonha de deixá-lo na sua mão. — Meguru 

— Bem, voltando ao assunto de antes, ninguém quer saber como foi o mal-entendido do hospital? — Natsuki 

— O que importa é que os pombinhos estão devolta! — Fuuya coloca uma mão no ombro de Meguru e outra no de Jun. 

— Conta aí, agora fiquei curioso. — Meguru 

— Ô Sakii, vem contar! — Natsuki 

— Você é tão insensível... — Himari 

— Ele mesmo quer contar o que está acontecendo. — Natsuki 

Murasaki aparece. 

------------ Narração de Murasaki ------------ 

— Ah... — Tranço as pernas na frente de Natsuki. 

Ele me chamou para assistir um filme de ação com duração de duas horas e meia. Faz uma hora que preciso usar o banheiro, mas ainda faltam vinte minutos para acabar. Vinte longos minutos. 

— Hm... Natsu... 

— Só mais alguns minutos. Está quase lá. 

— E-eu acho que não consigo... 

Eu estou tão apertado que parece que vou perder o controle a qualquer momento. Natsuki me olha como quem vai avançar sobre seu prato favorito. Tento aliviar minha vontade me sentando sobre o calcanhar, mas logo começo a me molhar. 

— A-ah... — Abro os olhos assustado. — Não... 

Era tudo um sonho, mas eu imediatamente coloco as mãos em minha frente. O desespero é real e eu me contorço para não molhar a cama. É aí que eu percebo a fralda que o Natsuki comprou outro dia, o que me lembra o porquê estou usando isso. 

Há dois dias eu tive um sonho parecido, mas como estava sem fralda, tentei chegar ao banheiro o mais rápido que pude. No meio do corredor, meu irmão Kuro me encontrou. Eu estava tão concentrado na minha bexiga prestes a explodir e em chegar ao banheiro que nem percebi ele se aproximando, o que me assustou quando ele falou comigo. 

— Saki-nii? 

Com o susto, me desconcentrei e meus músculos, que já estavam exaustos, relaxaram. Comecei a fazer xixi na frente do meu irmãozinho. 

— A-aa... Para, não olha! — Eu tentei de tudo, mas eu não tinha mais forças para parar. 

Depois de quase um minuto, eu consegui parar de fazer xixi. 

— Manhêee! Aconteceu um acidente aqui! — Kuro grita no meio do corredor, de onde claramente qualquer um da casa pode escutar. 

Eu não sabia o que fazer a não ser olhar para o chão todo molhado e me perguntar ‘o que está acontecendo’ enquanto escutava minha mãe andando pela casa e se aproximando mais. 

— O que foi, K... — Minha mãe para no corredor, bem surpresa ao me ver. — Eu vou pegar um pano, você vem comigo, Kuro. Vá tomar banho que depois nós conversamos, Murasaki. 

Ela disse meu nome. Ela não abreviou como sempre faz. Eu fiquei com muito medo de que ela estivesse brava comigo. 

Tirei minhas roupas e as deixei em um canto perto da porta do banheiro. Não conseguia parar de me sentir mal por ter sujado o corredor e dado trabalho, mas o sonho que tive não saia da minha cabeça. Tudo que tem a ver com o Natsu é incrível demais. 

Quando saí do banho, o corredor já estava limpo então fui falar com a minha mãe. Ela estava finalizando uma ligação. 

— Filho, marquei uma consulta no médico para você amanhã. 

Eu quis explicar o que aconteceu, mas não tive coragem. 

— Não pense que não percebi. Outro dia quando você voltou da casa do Hachimine-kun (Natsuki), sua calça estava um pouco molhada na frente, por isso deixou o agasalho amarrado na cintura para desfarçar, não é mesmo? 

— Aquele dia nós saímos e eu tive que esperar até chegar na casa dele... 

— Mesmo assim! Não é normal, você já está bem moçinho para ter acidentes desse tipo. Hoje foi um desastre. 

Eu não pude dizer não, então fomos ao médico no dia seguinte. 

Minha situação agora é um pouco menos delicada, já que estou na casa do Natsuki. Além disso, o médico convenceu minha mãe de que eu estava 100% bem e que não havia problema em me deixar ir dormir na casa de ‘amigos’. 

— Mais um sonho desses e eu vou ficar louco. — Eu falo sozinho enquanto pressiono as mãos sobre meu membro por cima da fralda. 

Preciso me levantar, mas não sei se consigo chegar a tempo ao banheiro. Espero que a fralda aguente, pois estou prestes a perder o controle. Cadê no Natsuki, por falar nisso? 

Antes que eu me levantasse, ele aparece à porta, segurando um prato com quatro panquecas que parecem deliciosas. 

— Bom dia, meu amor. Dormiu bem? Fiz panquecas para você. 

— B-bom dia... 

Ele vê como estou desesperado e deixa as panquecas sobre uma prateleira para poder tocar em mim. 

— Vejo que está sequinho. — Ele massageia meu membro por cima da franda. — Que tal tirá-la? 

— N-Naaatsu, se-se você fizer isso... Uh... Eu... 

— Está tão apertado que vai fazer xixi se tirar a fralda? Tudo bem, pode fazer aqui. Seu abdômen está super inchado, e faz mal ficar segurando. 

Ele passa a mão por meu abdômen em circulos, pressionando um pouco para me forçar a esvaziar minha bexiga. Eu me contorço instintivamente, ainda lutando contra a vontade, mas em vão. 

‘Pshhh...’ Eu consigo escutar o barulho enquanto me alivio. Já me acostumei com isso, mas o Natsuki fica me olhando com aquela expressão de pervertido fingindo que não é um completo pervertido. Parecem litros interminaveis. 

— Ah... — É uma sensação tão incrível que eu acabo gemendo. 

— Bom menino, bom menino... — Natsuki acaricia meu rosto enquanto repete isso. 

----------- Um minuto em algum lugar ------------ 

— Chocante. — Kokoro 

— Quem é você para dizer isso? Kokoro, você é o capeta desabrochando na pele da branca de neve. — Meguru 

— Calúnia... — Kokoro 

— E aí, já posso escrever? — Akira 

— O demônio maior chegou, quem deixou ele entrar? — Tamaki 

— Desculpa... E-ele me trouxe yomogi-dango, e mesmo que ele seja do mal, ele ainda é meu irmão, e... — Shino 

— Eu não sou do mal! Não trago mais comida pra você! — Akira 

— Aaaa! — Shino 

— Gente, mas quanto drama! Me dá isso que agora eu quero escrever. — Kokoro  

— Vocês já escreveram demais, o diário é meu! Além disso, o Setsuna pegou algumas folhas para fazer corrida de barquinho com o Yoichi e o Fuyuki. — Meguru 

— Eu compro outro para você, Meguuu. Eu quero escrever também! — Jun 

— Se você comprar e você escrever, então não vai ser para mim. — Meguru 

— É só não largar em qualquer lugar, meu anjo. — Midori 

— Ah... Mas eu acho que não vou mais precisar. Eu não sou o Kokoro, mas quero me divertir um pouco, sabe? - Meguru 

— Não fale meu nome em vão, vocês me deram um “forão” quando eu queria conversar. — Kokoro 

— Foi a força da natur... Do chá! — Jun 

— Ok, vou deixar essa passar. Quer saber, vou comprar um diário pro Setsuna! — Kokoro 

— Não faça isso de forma alguma! — Jun, Meguru e Fuuya 


Notas Finais


Gente, amo quem leu só por ser tão normal quanto eu. Muitos beijos, manda beijo pra mãe, pro pai, pra tia, pros vizinhos, pra mãe do vizinho... pro cachorro da esquina... Só mande e espalhe amor! kkkk
Muito obrigada e nos vemos em "breve"!


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