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História Projeto Génesis (KakaHina) - Capítulo 3


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Notas do Autor


Desfrutem <3

Capítulo 3 - Chapter 02


III

Ela abriu os olhos lentamente, respirou devagar procurando estabilizar a respiração –que parecia sufocar seus pulmões–, vasculhando o local com os olhos e constatou que estava em algum tipo de laboratório, o que era estranho, já que não poderia existir um lugar tão moderno como aquele, onde ela vivia.

Ela então percebeu alguns fios que ligavam seu corpo ao que parecia, serem conectores que emitiam algum tipo de energia, ela retirou imediatamente e viu alguns flashes desconexos passar pelos seus olhos, ela piscou algumas vezes, até que uma voz lhe chamou atenção.

– Olá querida! –, ele pronunciou chamando a atenção de sua obra, para si.

– Quem é você? –, ela notou que sua voz estava diferente.

– Sou quem deu a vida a você, uma nova chance digamos assim! –, ele informou, analisando os aparelhos.

– Qual o meu propósito? –, ela questionou, já deduzindo o porque de estar de volta.

Vamos com calma, tudo bem?! –, ele disse, – Vejamos –, ele puxou seu rosto levemente, para que ela o olhasse,– Creio que deve esta vendo algumas coisas desconexas –, ele falou de forma retórica, ao olhar o monitor gráfico levemente alterado.

Ele caminhava pelo container, seus passos ecoavam com os impacto dos sapatos contra o ferro, colocou as mãos no queixo e ele entortou os lábios em pura frustração, vasculhou o lugar com os olhos, mas não entendia o que estava fugindo de sua análise. Dando se por vencido, apenas pedido outra perícia ainda mais minuciosa no local.

Voltaria pra casa essa noite e teria essas nove horas de sono merecidas a qual o Uzumaki o aconcelhou.

– Deidara quero que a prepare para os Senjus –, ele disse caminhando ao redor do corpo da mulher.

– Ela é bem... dotada –, ele disse a olhando com olhos de predador, ele ousou fazer menção em toca-la e ela rapidamente torceu a mão dele.

– Concordo –, disse o cientista ao constatar que aquela realmente não cometeria erro.

– Orochimaru, sabe que não tolero atrasos –, disse Tobirama ríspido.

– Queira me desculpar vossa alteza, estava fazendo alguns ajustes –, o homem de longos cabelos negros e pele mais pálida que o normal disse, dando espaço para que ela entrasse.

Ela entrou de forma imponente, trajava um collant em couro negro, os cabelos longos de cor tão negra que chegavam a tom de azul noturno e em seu rosto havia um capacete que cobria seus olhos deixando apenas a boca carnuda e a pele alva – das meias bochechas e queixo – a vista.

– Interessante –, ele se levantou de onde estava e se aproximou da mulher, ele apertou algo ao lado do rosto dela e o capacete se fez invisível, ela então voltou seus olhos para ele. Aqueles olhos perolados tão únicos e exóticos.

– Ela ainda precisa se familiarizar com algumas coisas, no entanto nada muito complicado –, o cientista informou

– Entendo –, ele balbuciou, olhando a mulher de forma minuciosa de cima a baixo, – Ela é perfeita –, ele concluiu, dando a volta pelo corpo pequeno e curvilíneo da mulher, já que o traje também ressaltava suas curvas.

Ele tocou uma de suas mãos no rosto, sentindo a pele aveludada dela, sob sua mão, e desceu com o indicador e tocou levemente o busto da mulher, ele notou que as maçãs do rosto dela adquiriram uma coloração rosada, ele arqueou a sobrancelha. – Que peculiar –,ele pensou, além de bela, exibia algo incomum dentre as mulheres atuais, – tirando o fato de ser totalmente exótica–, não era sempre que você via uma mulher corar, só por um toque insinuante e simples.

Ele então se virou, pegou o celular que estava em seu bolso, discou um número aleatório e uma voz ecoou pelo aparelho.

– Ela está pronta! –, ele disse se virando, olhando para o cientista, e este tinha um sorriso macabro nos lábios.

– Esta bem, vou pedir pro Sasori verificar os registros –, seu irmão informou do outro lado da linha.

– Quero uma avaliação de Madara –, ele disse com um sorriso malicioso.

– Como assim? Ela não é pro policial? –, ele questionou sem entender.

– Se Madara aprovar, teremos certeza que a queda do Hatake será eminente –, ele concluiu.

– E você? O que achou, ela está aí... Não é? –, a voz dele ecoou longe, como se estivesse ocupado com algo.

– Você tem que -la com seus próprios olhos –, ele disse e finalizou a chamada.

– Senhor, recebemos um relatório contundente, e este afirma que Orochimaru está envolvido em um tipo de projeto de transplante cerebral humano –, o Nara colocou os arquivos médicos em cima da mesa do platinado.

– Vou dar uma olhada –, ele disse passando os dedos por suas têmporas e quando Shikamaru fechou a porta de seu escritório, ele deitou sobre a cadeira exausto.

Ele estava exausto, odiava ter que quebrar tanto a cabeça por conta daqueles Senjus, que estava lhe tirando o sono, até dormindo ele sonhava que estava trabalhando, era irónico, pra não dizer trágico.

Ele pegou os papéis em suas mãos e rolou os olhos pelas letras computadorizadas.

No container, continha DNA humano, mesmo com a autópsia concludente, nenhum registro nos arquivos de dados fora encontrado.

Ele poderia apostar que tinha dedo dos Senjus naquela façanha, eles não facilitavam em nada o seu trabalho, e isso só o instigava a procurar por mais.

Akasuna no Sasori, faz parte da frota  policial em um dos distritos liderado por Hatake Kakashi.

O ruivo trabalhava na secção de dados, e tinha em suas mãos um poder imensurável, o qual ele poderia incluir e excluir informações precisas do banco de dados de New York.

Ele era aliado dos Senjus, uma das sombras de Senju Tobirama. Uma ferramenta nas mãos do Senju e o Hatake nem se quer suspeitava de tal fato – por enquanto –.

À algumas horas atrás, ele acabara de excluir a ficha completa de umas das experiências de Orochimaru, o cientista que estava em conluio com estes mafiosos.

– Akasuna, interligue os dados federal com o de investigação da S.W.A.T, quero esse relatório pronto pra ontem–, ele adentrou a sala sem cerimônia e colocou os papéis que lhe foram enviados do laboratório, em cima da mesa do ruivo.

– Sim senhor! –, ele disse de forma cínica, não muito perceptível para o platinado que se retirou da sala antes mesmo, de ouvir qualquer palavra do ruivo.

Essa busca seria em vão –, o ruivo pensou desdenhando de um sorriso quase que imperecível.



Notas Finais


Até o próximo <33


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