História Projeto Heart - Capítulo 6


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Heimdall, Howard Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, Maria Hill, Maria Stark, Nick Fury, Personagens Originais, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers
Tags Samxbucky, Stevextony, Stony, Tony Is Heart, Winterfalcon
Visualizações 104
Palavras 3.995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, repostando pq cara copiou duas vzs! Estou putaaaaaaa!

Mas d boas!
Referências no final nas notas finais!

Capítulo 6 - Tonya


Fanfic / Fanfiction Projeto Heart - Capítulo 6 - Tonya

        >> Steve Rogers <<


Noite, um momento da rotação da Terra que não recebe a claridade do sol e tudo fica escuro, embora no céu possua estrelas e na modernidade já criaram formas de ter luz quando há escuridão. Mas, não era por pensar nas características da noite que eu não dormia, a madrugada estava virando uma tormenta, até mesmo Heart já estava dormindo e nada da minha parte. Me preocupo com a ansiedade que ataca quando tento ter o repouso, talvez tenta tomar algum chá ou uma água, não agora, talvez uma hora ou outra fique cansado de pensar e acabar despencando em um sono.

  E nada, minha consciência pesa mais que qualquer outra e acredito que todos daquela casa já estejam em seus belos sonho, pois não têm um peso sobre si e sobre suas atitudes. 

  Sentimentos como este fazem parte de mim, por isso me sinto fraco e incapaz.

 Poucos soldados choram, talvez eu esteja na maioria que não chora, sou apto para apenas servir, apenas para isto e sentimentos não fazem parte.


Gritos em minha cabeça, condenações das quais fujo e tento dizer a mim mesmo que uma hora ou outra tudo vai ficar bem, mesmo que agora esteja em uma fazenda ou amanhã em uma cidade moderna. Nem apenas este minuto, consigo respirar e isto tira o foco.

  Eu culpo Hill por isso, odeio passar pelo que passo, toda vez que penso na porta eu posso ver seu rosto me fazendo prometer que iria cuidar de seu filho.


Olhando para ele, não parece muita coisa. Apenas um rapaz, muito assustado e tentando ter ao menos o conhecimento a sua frente. Sua adaptação têm sido algo que não esperava, nunca vi ele se comunicando com outras pessoas e com James parece bem amigável.

  Heart não dá tanto trabalho quanto achei que daria, apenas quando some e têm seus chiliques infantis, me sinto como uma babá permanente até o resto da sua vida. Foi uma droga ter aceitado cuidar dele, por mim não estaria mais aqui, estaria com outro nome, vivendo em alguma cidade pequena sendo um recepcionista de bar ou algo do tipo.


Olhando bem para o rapaz dormindo, senti um peso forte sobre a cabeça e agora era a voz de Hill "Você não pode deixar meu filho", eu não posso rebater, não posso gritar novamente pois não vale a pena falar comigo mesmo e fingir que nada está acontecendo. Heart não tem mais ninguém e eu sou a única pessoa que posso cuidar dele agora.

 Minhas mãos pousam no meu rosto e aquilo tem um significado único, estava perdido e tinha brigado com Sam. Parecia estar me levando para baixo, não conseguia pensar em outra forma de mentir e sair dessa como se nada tivesse acontecido. Wilson foi um amigo de anos e de alguma forma consegui estragar tudo. Talvez ele esteja certo, uma hora vou danificar todos a minha volta e vou viver o resto da vida lamentando pelo que perdi. Tenho medo, não sou tão íntegro quanto acreditava ser.

 

Voando cada vez mais alto, minha vista estava acostumado a escuridão, já podia ver a silhueta perfeita de cada objeto e o corpo ao meu lado que de tão pequeno não fazia tanta diferença na cama. 

 Heart é baixo, todos na casa ultrapassam sua altura e isto deixa claro o quanto não levam a sério, suas atitudes são de um questionador de seis anos, mas sua inteligência passava dos limites e poderia deixar claro a expressão "uma caixinha com muitas surpresas". 

 Não acreditava estar com ele aqui, como dito antes a culpa é da Hill. Se ele não tivesse feito a besteira de morrer eu não estaria ocupando espaço com um gênio.

 Acho que finalmente algo pode me deixar mais calmo, estava fazendo o que era bom e isto deixou-me um tanto orgulhoso.

   Eu deixei de lado, cubro um pouco mais o moreno e ligo o abajur podendo ver a claridade tomar campo no criado mudo, a luz esbranquiçada deixou a vista a carta que Hill havia escrito a um tempo. Não estava roendo as unhas para saber o que tinha de tão importante ali, porém era óbvio que deixava um pouco tenso sobre a situação.


_ Steve… - a voz fraca deu ideia que o Projeto da Shield havia acordado - Você teve pesadelos?


Bastou apenas a pergunta, para esquecer o que iria fazer, estava frio e a janela estava entreaberta o que trazia o ar de fora para dentro do quarto. Fiquei de pé e segui até onde as cortinas quase voavam, fechei e voltei para a cama, dando de conta que ainda não tinha respondido o moreno.


_ Ainda não consegui dormir! - e enfim voltei a me acomodar no bom travesseiro.


_ Que horas são? - e então me liguei que aquilo não havia passado por minha cabeça.


_ Devem ser três horas! - consultei por conta da pouca escuridão.


_ Você tem insônia? - ele realmente se preocupava? não fiquei incomodado ao responder.


_ Um pouco. Pode voltar a dormir, Heart! - e eu sabia que ele não me ouviria.


_ Eu posso te fazer companhia! 


_ Conversando até eu dormir? - o que era algo ridículo.


_ Você mesmo diz que eu te canso... Então quem sabe se eu… 


_ Não! - e aquilo era dispensável, ele iria falar sobre todas as teorias de medicina e de Darwin e eu não estava preparado para ouvir sobre física o resto da madrugada.


_ Então...O que vai fazer? 


[...]


Não havia como comparar, o vento soprava meus cabelos e o suor era recente escorrendo pelas costas e peito. O misto de frio e calor era cada vez mais forte e aquilo deixava tudo mais agradável, o tênis se encontrava com a terra e deixavam marcas por onde passava, até mesmo pequenas pedras eram passadas para trás. Meu ritmo era vagaroso, levando em conta aquele que trouxe comigo. Heart estava perfeitamente vestido para quem fosse acampar em uma montanha gélida do Canadá. Vestia-se de uma jaqueta azul que chegava aos seus joelhos e ainda colocou luvas, talvez não estivesse apto para correr em plena madrugada, seus costumes eram bastante diferentes dos meus o que tornava ele habilidoso em alternativas que precisava usar sua cabeça. Diminuí os meus passos e ele finalmente me alcançou.


_ Não imaginei que isto acabava com sua insônia! - e finalmente o ouvi falar, seu recorde sem fazer comentários foram de vinte minutos.


_ É terapêutico, saudável e pode ser uma alternativa como calmante! - enfim estava caminhando vagaroso, o moreno transpirava e talvez uma hora ou outra acreditasse que ele iria abandonar aquela jaqueta.


_ Você é um homem muito genioso, mas suas atitudes tem sido desconfortáveis e sem muito senso do bom costume. - voltando a estaca zero.


_ É minha vida… - rebati.


_ E minha… - o olhei, abandonando a postura de caminhante e parando no meio da estrada de terra - Shield e Hydra, ambos conectados e estamos fugindo e a única coisa que me vem à cabeça neste instante é; quem é você e onde quer chegar?


_ Sério? - eu queria muito debochar - Quem sou eu?


_ Eu não preciso que me responda. Eu preciso que esteja focado, eu sei e todos naquela casa sabem que há algo de errado na sua personalidade! 


Heart não falou mais, ele apenas deu a meia volta, seguindo de volta para a entrada da fazenda, abandonando a conversa como se ela estivesse realmente acabado. No entanto, não foi isto que aconteceu, não para mim. Eu dei longo passos até chegar a ele e puxar seu braço, nos deixando rosto a rosto.


_ O quê? - ele me olhou confuso.


_ Eu não tenho problemas de personalidade e você não sabe do que fala! 


_ Ok, então vamos supor que seu jeito de agir é natural e que você brigou com o Sam por besteira! - e ele cruzou os braços parecia estar novamente com frio.


_ Sinceramente, eu não lhe devo satisfação! - e enfim notei que tinha dado uma péssima resposta.


_ Eu estou aqui com você, fugindo e fingindo que tudo está bem. Mas a Hydra, Shield ou seja lá o que for, estão nos caçando e isto você deve satisfação. - e uma pausa para poder respirar e focar ainda mais nos meus olhos - Então, pelo menos diga que tudo vai ficar bem!


Houve um momento de silêncio, que durou até o momento de chegarmos ao lago, Heart tinha mais frio, por conta da brisa que batia na água e se arremessava sobre ele, não estava com tanto frio, por isto ainda me arriscava a atirar pequenas pedras na água e vê-las dando pequenos pulinhos.

 Parecia calmo, entretanto por dentro, uma turbina estava ligada e não parava, tinha algo a falar, só não sabia bem o que era. Aquele momento iria causar grandes arrependimentos, conversar sobre meus problemas causava frios na espinha.

 Ponderei um pouco mais o movimento das pedras na água e minha atenção voltou-se a favor do Heart, que deveria estar se sentindo orgulhoso.

 Sentei-me ao seu lado, o capim-limão estava rico da cor esverdeada e as pedras rachadas deixavam o lugar ainda mais especial, haviam pequenas flores de campos, amarelas e brancas, mas ainda estavam fechadas, a madrugada era cinzenta e provavelmente se a conversa demorasse mais, poderíamos ver o sol nascer e as flores desabrocharem.


_ Eu sou a última pessoa a te dizer que tudo vai ficar bem! - e comecei - Eu não me reconheço, deixei minha integridade e fé em alguma recepção de bar. Sou um desleixo, não sei como Hill quis que eu fizesse isso...Ela poderia ter escolhido qualquer um, mas tive que ser eu e nem eu entendo!


_ Hill era maluquinha! - senti o pesar de sua mão sobre minhas costas, havia algo sobre piedade no seu ato - Mas, eu só quero entender o que está acontecendo de verdade. Às vezes eu sinto como se tivesse cometido um crime! 


_ Não! - e ele me olhou estranho - Você não é um criminoso e praticamente você não existe, não há requisitos de que seja real, não tem documentos ou nome!


_ Odeio rótulos!


_ Mas ainda precisa de um nome, da sua própria identidade! - o que não parece uma ideia ruim. 


Heart parece ter perdido os sentidos na conversa, talvez não tivesse passado por sua cabeça que finalmente estava livre para fazer suas próprias escolhas e aquilo se tornou assustador afastando do homem que era. Era um baque, uma vez não sabia que estava limitado a paredes e agora totalmente livre, era como se faltasse alguém para lhe dizer por onde deveria andar. Poderia entender que seu estado era comum, tudo alcançado aos seus olhos pareciam fantasiosos a reação incomum para estar conformado. Suas dificuldades de percepção se tornavam inúteis em momentos como aquele, era tudo tão novo que parecia uma ficção criada em sua mente. Entendi naquele momento que liberdade têm vários sentidos e Heart vivia em um estado de liberdade limitada, ainda era um homem preso às paredes brancas.


_ Eu não sei se quero outro nome! - esperei pouco para ouvir aquilo.


_ Heart, precisa entender que agora está livre e pode fazer o que quiser! - de alguma forma era em vão.


_ O que quiser? 


_ Sim! - retruquei.


_ Eu posso comer chocolate no café da manhã? - e foi inesperado, mas era um bom começo.


_ Pode, mas não é saudável! - e ele riu.


_ Você é livre Steve? - e aquela pergunta me pegou desprevenido.


_ Sou, mas minha liberdade é diferente da sua! - e eu vi sua testa enruga - Bom, eu preciso fugir para me sentir livre!


_ Você fez algo muito ruim? - e lembranças me vieram olhando em seus olhos castanhos.


_ Sim! - e pelo meu bem eu deveria encerrar aquela conversa - Mas isto não vêm ao caso! 


 E voltamos de onde começamos, aquele bom e velho início, olhares que falam mais que nossas bocas. Seu corpo deitado sobre a grama verde e seus olhos começando a ter um imenso brilho quando o sol deu claridez, era como ver o nascer da estrela mais brilhante do universo nos olhos acastanhados do moreno. Nada o atingia quando os raios solares aquecia sua pele, foi o ápice ver o quanto aquele momento era bem desfrutado.

   Por um instante, achei que não houvesse um mundo mal e pessoas submissas a maldade, era intenso e havia o cantar das aves no céu, e as flores iniciavam mais um ciclo de florescimento para mostrar o quão belas eram.

   

_ Coisas tristes e coisas felizes acontecem na mesma intensidade! - os lábios falaram algo sábio e me deixou um pouco sem o chão.


_ Hill… - claro que era dela, sempre falava algo que abala qualquer estrutura de um coração frio.


_ Sim! - confirmou.


[...]


Depois da madrugada gelada, nada mais comum que um pouco de café e uma mistura de panquecas com aveia, aquelas das quais eu sempre errava o ponto, Heart parecia estranho com aquilo, talvez o problema realmente estivesse na quantidade de massa que iria usar. Porém sempre fui do tipo teimoso que mesmo errando o ponto, dizia que a panqueca estava ótima, ainda sentindo ela um pouco cru. 

 É por isto que sinto falta da minha mãe e suas técnicas de cozinha, nada mais indescritível como nascer no Brooklyn e enfrentar garotos de ruas e por cima errar o ponto da panqueca o que não tem nada haver olhando do ponto de desenvolvimento dos meus pensamentos, mas espero que seja lá quem esteja no alto me proporcionando pensamentos inúteis, peço que pare, já estou cansado de me sentir tolo comigo mesmo.


O vapor e os poucos sopros necessários na tentativa de deixar um pouco mais frio para o paladar, o resto da alimentação, compartilhamos o silêncio e por um instante tudo parece calmo, sem problemas e sem uma onda de sentimentos negativos. Éramos apenas dois homens se alimentando.

  Mais tarde, voltando ao quarto, trocando a roupa e tomando um banho quase demorado, retornei ao quarto e peguei um pequeno notebook que estava dentro do criado mudo, gostava de acessar as notícias assim, já que James e Heart vivia assistindo filmes e se poupando de conteúdos como o jornal da manhã e o da noite.

  Não tive coragem de pronunciar palavras com Sam, nem ele estava a vontade para conversar comigo, fugimos um do outro enquanto os outros dois pareciam unidos.


Mais tarde, após almoço, encontrei-me com o Heart seus olhos pareciam cheios de um sentimento não identificado. Aos poucos, tudo parecia intenso vivendo em um lugar com outras pessoas o deixava mais livre para se sentir como os outros. Deixei a situação um pouco de lado, levando em conta aos poucos olhares de Sam.

 Na frente da casa, sentei-me em uma das cadeiras de balanço, sentindo o vento bater em minha pele e em meus cabelos alinhados, sentindo a barba recém crescida coçar. Foi então que novamente naquele dia vi Heart, tinha deixado James e isto influenciou a procurar um livro no escritório de Sam. Bastou pouco tempo para notar minha presença naquela cadeira e ele sorriu.


_ Onde está James? - questionei, mesmo sabendo que estava procurando atenção do namorado.


_ Ele está com o Sam…Acho que o Wilson está enciumado pelo tempo que o parceiro dele tem gastado comigo! - e a resposta me deixou risonho.


_ Nunca imaginei o Sam com ciúmes! 


_ Ele não é do tipo que sente ciúmes? - e foi assim que realmente soltei uma gargalhada.


_ Ele não é do tipo que se apaixona! 



        >> Steve Rogers <<


    >> Sam Wilson <<


Não havia nada melhor do que finalmente ter em meus braços, aproveitando cada segundo enquanto a casa estava finalmente vazia. Os corpos nossos corpos se aprofundaram no colchão, minhas mãos se perdendo inteiramente em seu corpo, enquanto contorcia de prazer. 

 Mordidas, pequenas lambidas na sua clavícula os toques o deixavam mais arrepiados e isto o fazia envolver mais nos movimentos.

 As marcas que deixava tomaram uma proporção maior, as vezes me sinto como o café do seu leite. 

 Seu queixo, ele era como um doce,o pequeno corte o deixava sensual, e uma vontade jorrava dentro de mim para morder aquele pequeno pedaço de carne.

 

_ S-Sam! - sua voz rouca era meu ápice, meu ponto de confusão que me levava ao mais alto. 


Ao ato, suas pernas entrelaçadas em minha cintura, enquanto praticava o ato sexual de ir e vir, estávamos insanos e a cada segundo queríamos ir mais longe e o balançar da cama mostrava isto.

 Houve um instante de enfurecimento, os beijos pareciam mais agressivos e aquilo fez meu lábio sangrar, se jogar contra o corpo dele foi um ato parado e eu apenas senti sua vista mudar.


_ Ei...Tudo bem? - e uma lágrima desceu de seu rosto, totalmente inesperado, minha mente que parecia não ajudar me culpou por aquilo.


_ Sim, por favor só continua! - e ele lambeu meu lábio, fazendo com que nós dois sentissem o gosto férreo do sangue.


E novamente os movimentos ganharam vida, sai de dentro dele apenas para ter o direito de beijar todo aquele corpo, rico de beleza. Beijar James era como ter direito a um pedaço único do paraíso e poder apreciar com os lábios, mesmo eles estando machucados. 

 James segurou um pouco a risada quando beije abaixo do seu umbigo, tinha cócegas na barriga e isto era interessante.

 O melhor foi poder ouvir seu gemido quando minha boca veio ao encontro da sua parte intima, ele fechou os olhos e segurou minha cabeça, forçando a ir fundo e engolir toda espessura. 


_ Uh! - uma tentativa falha de respirar pela boca, estava focado em apenas sentir.


Não por bajulação, mas nunca tive tanto prazer em minha vida, fazer James gemer de prazer se tornava uma grande alegria para mim. Indo e vindo, movimentos rápidos, e finalmente senti seu gozo escorregar por meus lábios. Foi sensual a forma que veio até mim e passou os dedos em minha boca, tentando limpar era como se dissesse "Você fez um bom trabalho!".

 Abandonou o contorno da minha boca e desceu com a ponta dos dedos até meu membro, atitudes do James me faziam entender melhor o que ele queria.

 Sem muita delongas, o ajudei a ficar de quatro na cama, fixando-se bem e então, com um pouco a mais de lubrificante, entrei dentro dele e o estoquei até que enfim jorrei dentro dele.


Tomamos um longo e demorado banho, e quando vestimos uma roupa e nos deitamos, pude ouvir sua respiração calma. 

 Estava tudo bem, não iria vir outra onda de confusões. 


_ Sam, eu amo você! - e finalmente pude olhar em seus olhos e encontrar a bagunça mais calma de toda minha vida.


_ Ama?


_ Amo! - e ele confirmou e esperou uma resposta da minha parte - E você?


_ Ah, talvez… - e ele quase se levantou - Espera, James, você é minha lagosta! - e disse para o moreno uma das frases de seriado da Tv.


        

      >> Sam Wilson <<



   >> Tonya Zemo <<


Desde que o vi, conheço pelo nome de pai. Meu pai é o homem mais inteligente do mundo, mas não sabe arroxar o nó da gravata, por isto, me sento no balcão da cozinha e ajudo a arrumar a gravata. 

 Ele gosta de dançar, clássicos dos anos oitenta, nos balançamos e minha saia gira enquanto o vento bate. 

 Papai disse que a mamãe era a mais linda da cidade e infelizmente ela foi embora quando eu nasci.


_ Papai, a mamãe foi embora? - e ele me olhou sereno como sempre.


_ Ela está dormindo... Só que não vai poder acordar! - ele parecia triste, muito triste, por isso prometi a mim mesmo que não voltaria a perguntar.


Ele sempre foi meu herói, tem cabelos castanhos e às vezes vai para o trabalho, me deixando sozinha, eu odeio ficar sozinha.

  Nos fins de semana, fazemos piquenique nos jardins da nossa casa, faço para ele o chá da tarde enquanto comentamos com Matilda o quanto o vestido dela está lindo para a ocasião da tarde.

 Papai também a elogiou e falou o quanto era o melhor chá da sua vida.

  Tenho sete anos, posso contar nos dedos e somar no papel, sei que daqui a sete anos terei catorze anos.

  Ao me deitar ele conta uma história sobre a mamãe e isso me deixa muito alegre.


As manhãs voltam ao normal, mas não gosto de ir a escola. Os dias são chatos lá, só tem atividade e uma mulher falando.


Descobri onde era o trabalho do papai, uma empresa grande chamada HYDRA, colhi flores e entrei em um táxi paguei com o dinheiro do meu cofrinho. Estava com saudades e o papai não poderia me culpar.


Eu entrei no local, disse quem era e um homem mal encarado me levava a sala do meu papai.

 Mas houve um problema, antes de chegarmos, luzes foram apagadas e eu fui carregada nos braços até uma sala enorme.

 Alí estava o papai, gritando avisando que alguém estava a vir e sequestrar seu projeto.


_ Tonya? - e ele me encarou.


_ Oi, Papai! - quando o homem me largou eu corri até onde estava ele e abracei - Senti sua falta!


_ Deveria estar na escola! - e ele me pegou nos colo - O que veio fazer aqui?


_ Vim te ver, eu peguei um táxi, afinal! - e ele me olhou sem acreditar.


Papai me explicou que não poderia me dar atenção, por isso uma mulher ficou comigo enquanto meu pai ia resolver um probleminha na empresa. 

 Me balancei na cadeira e brincava com o polvo na mesa.

 Logo ouvi barulhos de tiro e corri assustada para debaixo da mesa, encolhendo meu corpo, me arrependo de estar alí.

  A mulher que estava comigo tinha desaparecido e agora me sentia completamente sozinha e abandonada.

 

Caminhei para fora da sala, sabendo que aquele ponto não era totalmente seguro e vi homens correndo de um lado para o outro, aos poucos sumia entre a escuridão e o pouco de luz, caminhei medrosamente enquanto procurava pelo papai, estava na hora de ir, Matilda queria o chá da tarde.

  E então vi dois homens, posturalmente armados, um deles com um braço de metal.


_ Não atirem! - gritou um dos homens que apoiava o outro.

 

Eles se protegem das balas, mas não vi quando fui atingida.

 

_ É a filha do Zemo! - um homem por trás gritou.


Papai me viu quando me levaram ao carro, ele falava algo sem sentido, estava chorando, papai não podia estar chorando. Ouvi o barulho do carro, do vento batendo na janela, estávamos indo para o hospital. Minha cabeça estava no colo do homem que criou-me a minha vida toda, acariciou minha cabeça enquanto fiz meu pedido:


_ Papai não chora! - eu pedi, ele beijava meu rosto como nunca havia feito algo.


_ Não durma, Tonya! - suplicou - Fique comigo…


O carro estava acelerando o máximo que podia, uma hora gritava com os homens outrora me dava sua total atenção.


_ Vamos para o chá da tarde? - questionei, estávamos tão atrasados.


_ C-Claro…Matilda não sabe fazer chá... Você lembra? - e as lágrimas escorriam, Matilda era minha boneca, sempre esteve conosco, nossa imaginação é fértil quando nós três estamos juntos.


_ Sim. Papai, estou com sono! - reclamei pela sonolência.


_ Não durma...Por favor, não durma, não vá com a mamãe! - meu papai tinha uma grande forma de tentar me convencer de algo, mas talvez desta vez não fosse o melhor ficar, senti minhas pálpebras se fecharem e um eco no finalzinho, papai já não estava comigo, era apenas a voz da minha consciência.


E havia luz em algum lugar, tinha crianças e eu vi a mamãe.

 Matilda não perdoaria meu atraso!


   >> Tonya Zemo <<



Notas Finais


Referências

1 - Sobre as panquecas.
@americassas ou Nika ela não sabe fazer panquecas, na verdade ela sabe, mas ela erra o ponto das panquecas e isso n é irritante, é q ela sempre comenta isto kkkkkkk e eu gosto dela! Entt foi uma menção!

2 - Steve fala sobre a escritora.
Eu gosto de aparecer!

3 - Minha lagosta
Alguém assistiu Friends?
Bom, entt é uma referência quando Ross diz para a Rachel que ela é sua lagosta!

4 - Tonya Zemo.
Zemo têm um filho, mas ele não é menina, apenas mudei o gênero pq achei interessante. Tonya é realmente parecido com Tony/Heart e é tipo uma liga kkkk

5 - Matilda.
Matilda é uma boneca.

Bom...Eu agradeço quem disse q o capítulo bugou!

E agr estou repostando novamente!

Brigadão pelos Antigos comentários (◍•ᴗ•◍)❤

Beijão ( ˘ ³˘)♥


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