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História Projeto Pégasus - Capítulo 33


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Notas do Autor


Oooie, Gente! Voltei! ❤

Não postei ontem pq meu irmão ficou a madrugada toda estudando, mas essa semana eu já devo ter crédito de novo 🤧😍

Eu AMO muito esse capítulo e escrevi ele ouvindo uma música chamada "Heat Stroke - BlackMath", se quiserem ouvir para dar um clima... 😉❤

Podem ler!
Bjs 💋💋

Capítulo 33 - Invadindo a Hydra.



Steve foi na frente, com o escudo erguido, Sam no meio, observando pelo painel eletrônico a visão do Falcão, enquanto Bucky ia mais atrás, dando cobertura a eles. 


-O entorno da Fábrica está limpo, mas o Falcão detectou calor dentro dela. - Sam anunciou. - Deve ter cerca de 30 pessoas lá dentro. 


-Dez para cada um de nós. - Steve bufou, parando próximo a uma árvore. 


Ao lado direito, Bucky conseguia ver o chalé da família de Sam e no lado esquerdo, a trilha que levava até aquela fábrica. 


-Seu Falcão não consegue entrar e atirar neles? - Bucky questionou, sem relaxar a postura, olhando para os lados. 


-Ele detecta calor, mas não é um atirador multipotente. - Sam deu de ombros. - E estão todos muito espalhados. Até que ele atire um, vá para o outro e atire, vamos perder o fator surpresa. 


Os três refletiram sobre isso. 


-O melhor é nos separarmos. - Steve concluiu. - Assim, as atenções são divididas entre os três e os obrigam a se separarem também. Tentem evitar mortes e... 


-Evitar mortes?! - Sam e Bucky exclamaram, juntos.  


Steve lançou o melhor olhar entediado para eles, com as mãos na cintura. 


-Olha, eu acho que eles tem razão, Capitão. 


Os três se sobressaltaram. Steve levantou o escudo, Bucky mirou com a metralhadora e Sam pegou uma pistola, mirando também. 


Clint e Bruce ergueram as mãos, com esse último levando um pequeno susto e fazendo ele ficar levemente esverdeado. 


Nesse mesmo instante, o Homem de Ferro pousou com um baque surdo, ao lado de Clint e saiu da armadura. 


-Abaixem as armas, pessoal! Estão mirando para o lado errado! A Hydra é para lá! 


Todos relaxaram as guardas. 


-Stark, o que faz aqui? - Steve perguntou, o cumprimentando com a cabeça. 


-Eu estava no meio da minha sessão de relaxamento quando Fury me ligou e disse que vocês iam precisar de ajuda, mas foi muito evasivo e você sabe que eu não gosto disso. - Pausa. Tony e Steve se encararam. - Então, me diga você. O que eu faço aqui? 


Steve suspirou e olhou para os lados, buscando Bucky. 


-Explica a ele. 


-Por quê eu? 


-Porque você é que sabe o que estamos procurando? - Sam reclamou. 


-Mas o líder da missão não é o Steve? 


-Isso importa? 


-Ah, qual é, gente?! - Clint reclamou. - Deixa que eu falo, Tony! 


Então, os próximos dez minutos foram preenchidos com a explicação de Clint sobre qual era a importância de acharem documentos referentes ao Projeto Pégasus, no que isso desmacararia Patrick e Alexander Pierce e, em como isso poderia resultar em todos pararem de ser perseguidos. 


-Alguma pergunta, Tony? - Sam ironizou, quando ele levantou a mão. 


-Sim! - Tony apontou para Bruce. - O que ele está fazendo aqui? 


Todos se entreolharam. Bruce deu de ombros. 


-Sendo um fator surpresa. 


-Ah... Isso faz sentido. 


-Okay, então, vamos caminhando calmamente até a Hydra e entramos sem chamar a atenção... Stark? 


Tony saiu voando no meio da explicação de Steve, fazendo Bucky virar para ele, com um sorriso irônico. 


-O que você estava dizendo sobre não chamarmos atenção, Steve? 



-Parem de reclamar! Eu tô chamando a atenção para vocês entrarem sem serem vistos, Oh, Picolé! 


Steve deu um longo suspiro. 


E fez um sinal para todoa começarem a correr atrás deles. 


-Desde quando as escutas deles estão conectadas nas nossas? - Bucky questionou, correndo atrás de Steve. 


-Elas são automáticas, Oh, Gênio! - Sam respondeu. 


-Vocês dois não vão começar, não é? - Clint reclamou, se escondendo atrás de uma árvore. - Vão! Eu e o Stark vamos dar cobertura! 


Tony concordou, combinando com Clint que ele lançaria uma flecha explosiva na frente, para chamara atenção, enquanto ele voaria, no modo furtivo, depois de deixarem as câmeras o verem, até os fundos e abriria a porta, para Steve, Sam e Bucky entrarem. 


Assim que Tony deu  o sinal, Clint jogou uma flecha-bomba e Tony tentou invadir a porta da frente, até que os Soldados (14 pela leitura de calor), se concentraram em proteger aquela porta. 


Avisando que nos fundos haviam seis, Steve entrou na frente para atrair a atenção, enquanto Sam voava e dava cobertura, ao mesmo tempo que Bucky. 


Steve conseguiu que quatro deles o seguissem, se protegendo com o escudo. Três foram atingidos nas costas por tiros disparados por Bucky, mas ele não percebeu um quinto vindo até ele e levou um soco na nuca, caindo para frente, meio tonto. 


Impediu que caísse com a cara no chão e deu uma cambalhota, levantando. Em um movimento rápido, enquanto se esquivava de um novo soco, sacou a pistola da cintura e engatilhou, desviando com o braço de Vibranium o ataque de balas que esse homem jogava nele. 


Enquanto Sam se livrava do quarto homem que ainda investia e lutava mano a mano com Steve, depois que eles perderam as armas, Bucky matava o quinto homem. 


Agora só faltava um. 


Bucky não conseguiu desviar do último e caiu por cima de uma mesa, batendo as costas e a nuca no chão. Rolou para o lado no exato segundo em que ia levar um pisão no meio da cara, puxando o joelho do homem e o fazendo cair com um baque. Os dois trocaram socos, rolando pelo ambiente. 


Sam deu um vôo rasante e pegou a metralhadora de Bucky, a jogando para ele. 


-Usa isso, seu animal! - Sam berrou. 


Bucky não precisou ouvir duas vezes. Pegou a arma e bateu com toda a força na cara do homem em cima dele. Além de arrancar sangue, arrancou alguns dentes e o fez cair, desmaiado por cima do corpo de Bucky. 


-Está tudo bem, Bucky? - Steve perguntou, do segundo andar, observando, com Sam, a cena. 


Bucky fez força e tacou o homem para o lado, rolando para o outro e se levantando com dificuldade. A visão dele ainda via estrelinhas devido à pancada na nuca. 


-Tudo ótimo. - Bucky cuspiu no chão, do lado, sentindo o maxilar dolorido e o sangue de ter mordido a língua, descendo pela garganta. - Precisava ter demorado tanto, Samuel? 


-Vai à merda, Soldado! 


-Olha a língua! - Steve reclamou, observando Bucky catar algumas armas dos corpos caídos no chão e subir as escadas correndo, ao encontro deles. 


-É sério que você falou "Olha a língua!", Rogers? 


-Cala a boca, Stark! - Steve reclamou. - Como está a situação? 


Tony explicou que ele e Clint estavam acabando com os últimos três, dos catorze, que tinham atacado. Haviam outros quatro no primeiro andar, dois no segundo, e mais quatro guardando uma única porta segundo a planta do terreno. 


Bruce ainda se encontrava do lado de fora, esperando o fator surpresa ser ativado. 


-Eu e Sam vamos por baixo. - Steve avisou. 


-Deixa que eu elimino os dois do corredor de cima! - Stark avisou. 


-Assim que vocês liberarem o primeiro andar, eu dou uma ajuda para o Bucky! - Clint correu, se escondendo próximo às escadas. 


Sam planou até o chão, atraindo a atenção dos quatro Soldados que começaram a mirar nele. 


Steve apareceu e tentou se livrar de dois ao mesmo tempo, apagando o mais fraco com uma pancada do escudo na cabeça. Mas foi enforcado pelo outro e não conseguiu se livrar do aperto. 


Uma flecha passou zunindo pela orelha dele, enquanto Steve escutava sons de tiros ricocheteando. O Soldado caiu morto atrás dele. 


Sam se encheu de ficar planando e desceu direto até a direção de um dos Soldados, plantando os pés no peito dele e tomando impulso para voltar a voar. 


Isso deu tempo para Steve chutar a arma da mão dele, achatar o nariz do cara contra o escudo e cair no chão, tonto ainda, sem ar. 


-Stark?! 


-Acesso liberado, Clint! - Tony avisou. - Bucky, é com você! 


Bucky não pôde responder. Estava prestando atenção aos quatro guardas na porta, enquanto se escondia em um corredor. 


Conferiu a munição e percebeu que tinha mais que o suficiente. Mirou. 


Os únicos sons foram uma sequência de dez tiros, o arfar surpreso dos guardas atingidos e o som dos corpos caindo no chão, um atrás do outro. 


Soltou o ar e ia dar um passo. 


-Quietinho aí, Soldado. - Bucky sentiu o cano de uma arma contra as costas e reconheceu a voz do homem que ele apenas tinha desmaiado, na entrada. - Ou eu atiro! 


Bucky respirou fundo. Tinha dois segundos para virar e arrancar a arma da mão do homem antes que ele atirasse após o movimento brusco. 


Mas não foi preciso. 


Clint acertou uma flecha no pescoço do homem, o fazendo cair de joelhos, sufocando no próprio sangue. 


Bucky virou de uma vez e deu um chute na lateral da cabeça dele, o fazendo cair no chão e enterrar mais ainda a flecha. 


Clint e Bucky se entreolharam, enquanto o primeiro acenava com uma flecha e um sorriso irônico. 


-Disponha! 


Bucky negou com a cabeça algumas vezes e, por garantia, pegou a arma a qual tinha ficado sob a mira e andou até a porta, pulando por cima dos corpos e pedindo para Clint ficar de guarda. 


Era um quartinho pequeno, até, quadrado, com cerca de quatro metros para cada parede. 


-Estou dentro. - Avisou. 


-Eu sei. - Steve respondeu, descansando sobre os degraus da escada que davam para o segundo andar. - Vai logo! 


Bucky revirou os olhos. 


-Sabe quantos papéis tem aqui, Steve?! Já vou! 


Havia uma escrivaninha no centro da sala. Uma pequena revirada nas gavetas o fez perceber que não tinha nada tão importante alí, e nem na caixa de papelão em cima da cadeira. Jogou todo o conteúdo na mesa e, batendo com o olhp em algumas fórmulas e anotações com nomes, foi jogando por alí. 


Bucky percebeu que existiam quatro armários-arquivo de quatro gavetas cada. Tentou raciocinar. Precisava achar com urgência o Projeto Pégasus com urgência, mas sabia que tinha muita coisa importante por alí também. 


Lembrando que, normalmente, eles deixavam tudo em ordem cronológica e, a partir disso, por ordem alfabética, Bucky só precisava encontrar o ano em que Siena e ele se encontraram. 


Ou precisava encontrar o ano em que o Projeto foi criado? 


Indagou isso pela escuta, e acabou discutindo durante cinco minutos com Sam e Tony. 


Clint o apressou e, desistindo do posto de vigia, e obrigando Tony a ficar no lugar, o ajudou. 


Haviam, no meio dos papéis, varios Projetos inacabados, incluídos e expirados. Acharam mais alguns relatórios preenchidos à mão pela letra de Bucky, confirmando que ele estava naquela base durante um ano e cinco meses. 


Enfim, Clint exclamou: 


-Aqui, Bucky! Projeto Pégasus... 


Bucky leu o documento que detalhava a descrição do projeto, a idéia do autor, cada um dos vários experimentos e o nome de todos os envolvidos, com as reações e os efeitos. 


-Siena... Siena... Siena... - Clint procurava pelos arquivos. 


-Books. - Bucky corrigiu. - Eles organizam pelo sobrenome. Tem que procurar por Books. 


-Okay. Books... Books... Books... Espera... 


Bucky levantou os olhos e o encarou, curioso. 


-Livros?! O sobrenome da Siena é, literalmente, livros? 


Bucky suspirou. 


- Parece que foi erro do Cartório há uns cem anos e agora, ficou assim. Era para ser Brooks. - Bucky sorriu. - Achei! 


Abriu a pasta-arquivo onde tinha uma foto de Siena três por quatro e os detalhes de tudo que fizeram. 


Bucky não conseguiu passar da quarta página. Era maldade demais... 


Então, um rugido e uma saraivada de tiros. Clint e Bucky saíram correndo da salinha, e desceram as escadas, enquanto davam a caixa para Sam fugir e esconder no Chalé dele. 


Uma explosão tremeu a base da Hydra quando Hulk, literalmente, explodiu um carro, jogando outro por cima. As árvores ao redor pegaram fogo rapidamente. 


Ao saírem da Fábrica abandonada, Sam voou direto para o chalé. E o resto, se viu cercados por alguns inúmeros soldados que brotaram sabe-se-Deus-lá-de-onde. 


-Estava fácil demais... - Steve reclamou. 


Os soldados atacaram enquanto Hulk emagava alguns dos carros que ainda sobravam. 


-Se o Fury tivesse sido honesto, eu tinha trazido a armadura-Contra-Hulk! - Tony reclamou. - Mas nãããão, todo mundo tem que proteger o Capitão América. Vocês não acham isso irritante?! 


Tony deu um soco na cara de um Soldado o apagando e usando um dos raios laser para liberar Steve de um aperto com quatro soldados. 


-Eu não me preocuparia se o Steve é super protegido ou não! - Clint atirou quatro flechas de cada vez, duas seguidas, fazendo com que Bucky levasse um susto ao ter uma das flechas enterrada na coxa. -Ai, caramba! 


-Puta que pariu, Clint! - Bucky exclamou, irritado e socando a cara de um dos Soldados. - Já é a segunda vez, caramba! 


-Bucky! - Steve reclamou do palavriado, derrubando um homem no chão e deixando que Stark o apagasse, enquanto dava cobertura a Bucky. - Bucky, porquê você está sangrando? 


Bucky não se deu ao trabalho de responder e apenas lançou o melhor olhar mortal ao melhor amigo. Steve só podia estar de sacanagem... 


-Eu já comentei que eu te amo, Clint? - Sam perguntou, ao mesmo tempo que Tony, enquanto sobrevoava eles. 


-Ha ha ha! - Bucky revirou os olhos. - Vocês são muito engraçados! Eu to me contorcendo de rir! 


-Como vamos resolver o problema do Hulk? - Steve quis saber. 


-Eu tive uma idéia! 


-Ah, não! 


-Que foi, Bucky?! 


-Da última vez.... - Bucky desviou de um soco e deu uma cotovelada na nuca de uma mulher,  derrubando. - Você quase matou agente dirigindo... Quando teve uma idéia, Sam! 


-Eu sou obrigado a concordar, Samuel! - Steve berrou. 


-Oh, pintinho! Quer não fazer nada que vá dar trabalho para recolher seu corpo! - Tony também reclamou


Samuel ignorou e atraiu Hulk atrás dele. 


-Oh, Deus! - Clint reclamou. - Ele escutou alguma coisa do que a gente disse?! 


-Ele é um babaca e eu não vou recolher o corpo esmigalhado dele! 


-Bucky! 


Sam apenas riu, vendo o quanto era subestimado pela equipe. Hulk o segui como se estivesse seguindo a uma mosca, derrubando algumas árvores pelo caminho. 


Então, ele simplesmente caiu em queda livre até se espatifar em um riacho que tinha as águas praticamente congeladas, devido aquela época do ano. 


Aos poucos, o Hulk foi se acalmando, enquanto a água gelada diminuía os batimentos cardíacos dele. Quando, enfim, Bruce emergiu, Sam ignorou o fato dele estar pelado, e o puxou da água, alçando vôo de novo. 


-Nada de ficar verde de novo, Banner! - Sam reclamou. - Eu sou forte, mas não o suficiente para o Hulk! 


Benner fechou os olhos e controlou a respiração. Ia precisar de um chá de camomila assim que pousasse no chão. 


Quando voltaram, para perto do grupo, eles já tinham pego a caixa e olhavam espantados para Sam e Bruce. Ou no caso, as partes expostas de Bruce. 


-Mas o miserável é um gênio! - Tony exclamou, tirando os óculos escuros e olhando espantado de um para o outro. 


Steve, Clint e Bucky começaram a rir, enquanto Sam ia no Chalé pegar algumas roupas para Bruce vestir. 


-Perdemos duas horas aqui, mesmo? - Clint questionou, limpando as flechas. 


-Sim! - Steve exclamou, enquanto enfaixava a perna de Bucky, tampando o ferimento feito por Clint. - O tempo passou e eu nem percebi! A essa hora, as meninas já devem ter saído... Tony, liga para o Fury e avisa que a gente já terminou aqui e precisamos que abram o portal! 


Tony cruzou os braços. 


-E por quê eu que tenho que ligar? 


-Eu estou enfaixando a coxa do Bucky, o Clint está ocupado com a flechas, o Bruce está pelado e o Sam está pegando roupas. Você é o desocupado. 


Tony revirou os olhos e bufou, alto. Mesmo assim, mandou que a Inteligência artificial da armadura ligasse para Fury. 


Foi o tempo de Steve aitorizar Bucky a recolocar as calças, Bruce enfiar as roupas e Tony se despedir com um aceno, o portal foi aberto e eles saíram correndo do Maine, entrando no calor do apartamento de Wanda e Visão, encarando Fury, Visão e Stephen, sentados no sofá, tomando chá. 


-Cadê as meninas? - Steve foi o primeiro a perguntar, depois que Bruce e Clint foram apresentados a Stephen. 


-Já foram. - Visão informou. 


Bucky pousou a caixa em cima da mesa e se jogou no Puff, próximo à janela, com a perna esticada. 


-Que bom! Ao menos, não vou ter que explicar porquê eu estou mancando e nem ouvir uma bronca! Céus! Eu só quero dormir... 


Todos se entreolharam e deram de ombros. 


Enquanto Bucky, realmente, dormia, o resto do pessoal começou a organizar os documentos e separar o que era importante do que não era. 


E cinco minutos depois, ao menos, a "liberdade" de Siena já estava comprada, afinal, Patrick Lisbon e Alexander Pierce eram mesmo os mandantes de desenterrar o Projeto Pégasus e usar Siena para testá-lo. 



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