História Projeto Yvi - O recomeço - Capítulo 6


Escrita por: e _Smalldark

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Ficção, Imagine Jungkook, Mpreg, Namjin
Visualizações 80
Palavras 2.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Consequências


Fanfic / Fanfiction Projeto Yvi - O recomeço - Capítulo 6 - Consequências


Jungkook

Todos os dias pela manhã, sou o primeiro a levantar dentre os outros, no dormitório do laboratório. Assim que faço minha higienes, vou até os quartos dos meus hyung’s para organizá-los, já que os mesmos estão sempre ocupados em alguma pesquisa. 

Passo quarto após quarto, rapidamente trocando seus forros de cama, logo recolhendo as roupas sujas, levando-as para lavanderia. Em todos os quartos, exceto o de Taehyung, pois o mesmo prefere que ele mesmo faça isso. 

Porém ao passar por sua porta, e ir para o quarto de Namjoon Hyung, ouvi uma risada baixa junto algumas palmas. Logo deduzi que meu Hyung deixou a televisão ligada. 

Abro a porta rapidamente, e me surpreendo ao ver que estava somente encostada. Logo vejo uma silhueta fina, abraçada à um pequeno urso marrom, seus cabelos longos e castanhos levemente ondulados, balançavam conforme a garota se movia, enquanto estava eufórica assistindo um desenho na televisão. 

Nem ao menos notou quando me aproximei de si, em passos lentos e cautelosos.

-Q-Quem é você?! - Pergunto nervoso.

Eu nunca tinha chegado tão perto de uma garota antes, eu já vi algumas quando estudava na escola antes do vírus Misoginia. Mas agora, era totalmente diferente, não existia uma mulher sequer em todo planeta.

Apenas essa,  que estava em minha frente.

-Omo! - a garota se assusta,  correndo para debaixo da cama. - Por favor...  Por favor...

Ouvi alguns soluços desesperados vindo da garota.

-Ei...  - chamei me abaixando para encará-la. - Se não me disser quem é, eu chamarei os seguranças.

-Por favor...  Eu digo quem sou,  mas não chame ninguém. - ela pede saindo debaixo da cama.

-T-Ta...  - disse gaguejando, ao perceber tamanha beleza na garota.  - Q-Quem é você?!


Seus olhos esverdeados, estavam marejados por lágrimas, me encaravam suplicantes. 



-Eu me chamo Celly Sánchez, sou amiga do Taetae. - Estendeu-me sua mão, incrivelmente fria, porém sua pele era macia como veludo. - Por favor, não diga a ninguém que estou aqui...

Suas lágrimas grossas, desciam por seu rosto exageradamente. 

Porque o Hyung, esconderia uma mulher em seu quarto?  E como ela conseguiu sobreviver ao vírus, Jin Hyung precisa ver isso...


-Me prometa que você não irá dizer que me viu...  - Celly pede esperançosa.

-C-Claro...  não direi nada.  - Sorri fraco desviando meu olhar do seu. - A propósito, me chamo Jeon Jungkook.

-Oh, obrigada Oppa Kookie...  - Celly me abraça repentinamente me assustando.

-Ah, não precisa me chamar de Oppa.  - respondi rapidamente.  - E-Eu preciso ir trabalhar agora, nos vemos outra hora...  


Andei até a porta, tropeçando em meus pés, ainda me sentindo constrangido pelo abraço da garota.


-Oppa! Guarde nosso segredo, não se esqueça. - Celly dizia enquanto fecho a porta do quarto.

E de forma apavorada corri até meus Hyung's.



[…]



Algumas horas depois...


SeokJin•


Entrei no quarto de Taehyung, com a ajuda de Jungkook, pois ainda tenho que me mover delicadamente. 

O quarto estava silencioso, e arrumado. Tae passava seus olhos a procura de alguém. 

Sei que é impossível que seja uma mulher de verdade, Tae não seria louco de nos esconder isso.


-Tem certeza do que viu Jungkook? - pergunto e o garoto assente nervoso. - Às vezes você teve uma ilus... 


Parei de falar, quando percebi um pé  embaixo da cama.


-O que é isso?! - apontei, e rapidamente todos olharam.

-Pode sair agora Celly...  - Taehyung disse chateado.


E lentamente uma bela garota de cabelos cor de mel, e olhos verdes se prontificou em nossa frente.


-Não acredito! - eu estava surpreso, isso era praticamente impossível.

-Jin Hyung, e Jungkook...  - Tae respirou fundo. - Está é Celly, uma robô...  Sequiosksi...


As palavras de Tae se embaralhavam, após a palavra robô. Nos deixando confusos.


-Que?! Não entendo. - falei tentando me aproximar mais de Tae.

-Celly, éumarobôsexual...  - disse nervoso  de uma vez só.


Ah então era isso... 



-Tae...  - eu estava tão surpreso, que nem ao menos consegui dizer algo.


Logo fomos interrompidos, por Namjoon entrando no quarto, parecendo um pouco aflito.


-O que pensa que está fazendo?!  - Nam esbraveja.

-Oh!  Namie, não brigue com ele...  - apontei para o Tae na tentativa de o defender. - Cada um tem seus gostos peculiares...

-Mas do que está falando?! - Namjoon perguntou irritado, e eu apontei para Taehyung confuso. - Eu estou falando sobre você sair daquela cama, você passou por uma operação ontem, como pode estar passeando por aí saltitante.


Só então percebi que nem ao menos ele enxergou os demais no quarto, estava ocupado demais em arrumar motivos para brigar comigo.


-Olha, Kim Namjoon você fala direito comigo!  - apoiei meu braço no ombro de Jungkook, para que eu pudesse o encarar duramente. - Eu vim ver a robô do Tae, e não estou "saltitante por aí ".

-Você não pode levantar daquela cama por 3 dias...  - disse entre dentes e voltando seu olhar para Taehyung. - Eu não te disse isso?

-Não faz drama...  - fui surpreendido pelos braços fortes de Namjoon, que me seguravam  em estilo noiva, carregando-me de volta para meu quarto. - Que isso?!  Me solta, seu ogro!

-Se você não tem juízo, então eu terei que te ensinar a ter...  - Namjoon disse me deitando em minha cama.

-Você me deixa aqui deitado, e some pra se encontrar com o dono das fábricas de robôs sexuais, qual é a sua Namjoon virou seu novo fetiche?! - perguntei irritado.

-Jinnie...  - suspirou profundamente.

-Não vem com essa de Jinnie, não! - Cruzei os braços emburrado. - Onde já se viu...  Robôs sexuais...


Repetia indignado, me recusava a pensar que Namjoon seria esse tipo de homem que recorreria a um robô para satisfazer suas necessidades.

Ele deveria...

Ah, sei lá...


-Jinnie, eu fui lá porque ele me chamou, e não porque fui fazer algum pedido...  - explicou calmamente, sentando-se em minha cama. - JinYong, ou o poderoso GDragon, como gosta de ser chamado, me propôs algo sobre o laboratório, ele quer produzir os tecidos dos robôs na base do DNA humano. 

-Que?!  - eu estava indignado com o que ouvia. - Esse cara é maluco? Que idéia de doente...

-Eu sei, foi por isso que neguei, mas...  - exitou desviando seu olhar. - Vamos deixar pra lá...

-Mas o que, Kim Namjoon?!  O que ele te disse?  - pergunto ao perceber que o maior me escondia algo.

-Ele disse que conseguiu parceria com todos os outros laboratórios, só falta o nosso, e que mais cedo ou mais tarde vamos acabar cedendo...  - respirou fundo,  parecendo cansado.

-Ele é um babaca, isso sim. Nunca darei meu laboratório pra ele fazer essas loucuras. - resmungo. - Você já comeu?

-Ahn?! - perguntou despertando de seus pensamentos. - Não, ainda não tive tempo. Preciso ir até a prefeitura pagar a licença do laboratório, para não termos problemas futuros...

-Nem pensar, mande Taehyung fazer isso. Agora você tem a obrigação de ficar comigo e com a Yvi. - disse autoritário.

-Jinnie... - resmungou, e eu lhe encarei duramente. - Certo, vou pedir a Taehyung  e tomar um banho, logo venho para comermos algo.

-Ótimo. - sorri vitorioso.

-A propósito, qual é o lance com a robô e o Tae...  - Namie perguntou-me curioso.

-Longa história depois eu te conto, vá logo. - o empurrei de leve para que fosse fazer suas tarefas.

-Tá bom Omma.  - saiu resmungando do quarto.


Ainda te coloco nos eixos, Kim Namjoon...




[…]





Taehyung•




-Celly…  - estava tentando ao máximo segurar-me para não fazer uma besteira. - Você tem noção do que fez?!


-Desculpe Taetae, ele entrou de repente e eu não sabia o que fazer…  - choramingou.


-Agora todos pensam que sou um pervertido.  - resmungo aborrecido.


-Kim Taehyung?! - ouço Namjoon chamar, e me assusto quando o vejo na porta do meu quarto. - Preciso falar com você.


Pensei em todas as formas de explicar, sem parecer um pervertido. O fato é que não existia uma explicação para isso.


-Fique tranquilo maninho, não vim aqui para falar sobre sua robô sexual…  - sorriu maliciosamente pra mim.


-Ah, hyung… - resmungo. - Não é assim…


-Yah, está tudo bem. - disse aproximando-se. - Preciso de um favor seu.


Levantei meu olhar para meu Hyung, ainda apreensivo.


-Tenho que pagar a licença do laboratório, o prazo é até amanhã. Mas quero que faça hoje, pois algo me diz, que isso tem que ser feito logo. - Namjoon diz pensativo. - Preciso que faça isso agora, é muito importante.


-Tudo bem hyung, eu irei agora. - respondi desanimado.


-Ótimo, preciso ir agora. Jin está me deixando de castigo ao lado dele. - riu saindo do quarto.


Sorri fraco, e logo me joguei em minha cama.

Eu não queria ter que sair agora, ainda por cima correr o risco de deixar Celly sozinha novamente. E algo dentro de mim não quer desligá-la.


-Taetae,  me perdoa vai… Porfavorzinho… - pediu se aproximando de mim.


-Claro bebê, você não teve culpa. O culpado sou eu, por ser tão fraco perto de você… - suspirei cansado.


-Eu não entendo quando você fala assim.  - celly me encara confusa.


-Deixe pra lá. - respirei fundo me levantando da cama.  E pegando a pasta da licença que Namjoon me deixou para pagar. - Fique aqui,  eu já volto.


-E pra onde mais eu iria Oppa?! - ouvi celly suspirar ao dizer.


Sai do quarto, me esbarrando em Jungkook que passava por ali enquanto segurava alguns exames.


-Oh, Kookinho… - sorri demonstrando interesse no garoto. - Que coincidência te encontrar por aqui…


-É…  - desviou seu olhar constrangido.  - Meu turno para entregar os exames,  hyung.


-Ah,  claro…  - lembrei-me de suas obrigações. - Você é tão eficiente Kookinho…


-Hyung…


-Vou ser direto.  - falei o puxando para perto de mim.  - Preciso que vá até a prefeitura pagar a licença do laboratório, está tudo nesta pasta. Acha que consegue kookinho?!


Perguntei sugestivo, sem dar tempo para que o garoto respondesse joguei a pasta que estava em minhas mãos, no seu peito o fazendo assustar-se.


-É por isso que você é o melhor… - sorri abertamente. - Quando chegar, passe em meu dormitório primeiro, e me entregue o comprovante de pagamento. Ah!  E não diga a ninguém que lhe pedi isso, por favor dongsaeng.


Novamente sem esperar sua resposta, sai em direção ao meu quarto, para que eu pudesse aproveitar meu dia com minha Celly.



[…]



Jungkook



Me lembro bem das palavras de Namjoon Hyung, quando me chamou para trabalhar no laboratório.

Eu recém havia perdido minha Omma, pois morávamos sozinhos em uma vila afastada da cidade. 

Ainda no hospital, quando tudo era um caos, Namjoon hyung me encontrou em um daqueles quartos, enquanto chorava pela minha perda recente. Ofereceu-me moradia, trabalho, conhecimento, e um lugar onde eu nunca estaria só.

Sua única regra, era que eu não saísse sozinho do laboratório.

Coisa que eu estava prestes a fazer agora, pois eu já havia atrapalhado o segredo do Tae Hyung, e não conseguia negar seu pedido. Nem ao menos ele me deu essa chance.

Namjoon Hyung, disse que havia muita maldade nesse mundo, e que eu não era uma pessoa muito forte, ou que demonstrasse medo nos demais. Por esse motivo eu não deveria sair sozinho na rua.

Nunca entendi isso de verdade, mas sempre o obedeci. 

Até agora, pois acabo de passar pela entrada/saída do laboratório sem ser percebido.

Com o GPS nas mãos, fui me guiando pelas ruas de Busan. Realmente eu não conhecia nada por ali, faz algum tempo que não saio daquele laboratório.

As ruas parecem todas iguais, e já estava demorando para que eu admitisse que estava perdido. 


-Aigoo… Como pode esse GPs ser tão burro e me levar para uma rua sem saída?!  - reclamo dando pequenos tapas no aparelho.  - Quem inventou isso, devia estar com dor de barriga no dia.


Bufei irritado, voltando a procurar a avenida de onde vim.


-Onde a princesinha pensa que vai?! - ouvi uma voz rouca, seguida de uma risada sarcástica. Senti meu corpo gelar.


-Ow,  meninos hoje temos companhia, o Bart achou essa Barbie Para brincarmos.  - outro homem de voz grossa disse se aproximando e segurando meu braço.


-Ei me solta! Me deixe ir… - disse assustado.


Ao total de 4 homens,  que me cercavam, todos mais alto e mais musculosos do que eu. Não entendia bem suas piadas, e o porque riam tanto, só sabia que eu estava muito ferrado.


-Tire as roupas dele James, quero brincar aqui mesmo, fiquei louco só de olhar para essa princesinha. - o maior de todos disse enquanto alisava seu membro por cima da calça.

-Quero que grite bem alto, quando eu estiver dentro de você, ouviu princesa?! - o mais alto segurou meu queixo apertando fortemente.


-Ah, está me machucando…  - choraminguei, já sentindo minhas roupas sendo retiradas e jogadas ao chão.


-Ele parece tão apetitoso Bart, eu posso brincar também. - senti um aperto forte em minhas intimidade traseira.


-NÃO! ME SOLTA, NÃO FAZ ISSO. - comecei a gritar desesperado enquanto esperneava.


-Só estamos nos aliviando princesa, não temos culpa de nossas mulheres ter morrido, agora você será minha princesa… - o homem grande diz, posicionando-se atrás de mim e retirando suas calças. - O choro é livre, e seus gritos também.


Ao dizer isso, sinto sua intimidade roçar minhas nádegas, como se estivesse procurando algo.

Senti o desespero me dominar, e não poupei esforços para tentar me soltar, enquanto gritava por ajuda.

Senti seu membro se posicionar em minha entrada, e logo uma mão segurar meu pescoço com tanta força que estava difícil até para respirar.


Acho que tudo está perdido agora…



-Solte o garoto, ou eu atiro! - Ouvi uma voz autoritária, vindo de trás. Percebi que não era de nem um daqueles homens que me seguravam. - Não ouviram?


-Ow, alguém tinha que estragar nossa diversão… - senti meu corpo ser solto, e aqueles homens se afastarem, fazendo com que eu caísse no chão.


-Calma senhor policial, podemos resolver isso amigavelmente… - ouvi um dos caras dizer.


E logo um tiro foi dado, assustando-me.


-Corre … - um dos caras disse em seguida ouvi passos de várias pessoas correndo.


Eu estava fraco demais para abrir os olhos e ver o que estava ocorrendo. Perdido em tudo que aconteceu, eu só queria me encolher e sumir.


-Ei, garoto? Você está bem? Consegue levantar? - foi a última coisa que ouvi antes de perder minha consciência.








Continua…





Notas Finais


Eita... Não estou sabendo lidar...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...