História Promessa de Amor - Capítulo 15


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Categorias Naruto
Personagens Anko Mitarashi, Asuma Sarutobi, Boruto Uzumaki, Chouji Akimichi, Chouza Akimichi, Danzou Shimura, Darui, Deidara, , Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hashirama Senju, Hidan, Hinata Hyuuga, Hiruzen Sarutobi, Hizashi Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ibiki Morino, Ino Yamanaka, Inochi Yamanaka, Iruka Umino, Itachi Uchiha, Jiraiya, Juugo, Kabuto, Kakashi Hatake, Kakuzu, Kankuro, Karin, Karui, Kiba Inuzuka, Killer Bee, Kisame Hoshigaki, Kizashi Haruno, Ko Hyuga, Konan, Konohamaru, Kurama (Kyuubi), Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Maito Gai, Mebuki Haruno, Mei, Menma Uzumaki, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Mirai Sarutobi, Mito Uzumaki, Mitsuki, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju, Yahiko, Yamato
Tags Boruto Uzumaki, Haruno, Hinata, Menma Uzumaki, Minakushi, Naruhina, Narusaku, Naruto, Sakura, Sasuke, Uzumaki
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Palavras 2.574
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


:l

Capítulo 15 - Capítulo 14


Fanfic / Fanfiction Promessa de Amor - Capítulo 15 - Capítulo 14

Levou mais de um dia para que tudo fosse resolvido. Às vezes Sakura sentia um impulso extremo de pedir a todos para que fossem embora, porém sabia que os crimes de Yagura precisavam ser confirmados, e também a história que ela e Naruto contaram de como Danzou e seus homens haviam morrido. Os corpos de dois homens e de três bebês foram encontrados enterrados na plantação de Yagura. O coração de Sakura se doeu por eles, mas sobretudo pelo pobre Kira. Precisaria saber a verdade sobre a mãe algum dia, e seria uma verdade dura de aceitar. Ela teria de assegurar que o menino fosse profundamente amado. Isso iria suavizar o golpe e faria Kira compreender que os pecados da mãe eram só dela, que ele não tinha culpa e nenhum mancha a carregar por isso.


Cinco dias se passaram antes que Sakura e Naruto finalmente se vissem sozinhos outra vez. Embora não tivessem feito amor, ela sentia que estavam mais próximos do que antes. E Sakura finalmente começara a conhecer Naruto melhor e saber de seu passado. Apesar de o nome de Hinata surgir ocasionalmente na conversa, parecia apenas uma parte de um conto, mencionado às pressas e logo esquecido.


No sexto dia, quando Sakura voltou com a água que havia ido buscar e encontrou Naruto vestido e de pé, percebeu que o tempo que ambos tinham passado na cabana chegara ao fim. Naruto ainda estava sem firmeza, mas Sakura percebeu que ele insistia que tinha forças o suficiente para viajar os últimos quilômetros até a Corte do Rei e, consequentemente, até Hinata.


Ela tentou se convencer de que Naruto estava com pressa porque era lá que dissera à sua família para encontrá-la. Mas não adiantou. Não acreditava em si mesma. Nutria esperanças de que ele pudesse ficar na cabana até estar bem o suficiente para fazerem amor pelo menos uma vez mais antes de confrontar o problema com Hinata, porém era evidente que isso não iria acontecer.


-Você vai cair no chão! - Sakura exclamou ao colocar o balde sobre a mesa.


-Não estou tão fraco assim - Naruto sorriu e se sentou na cama. -Posso montar. Não temos muito caminho para percorrer.


-Por que não espera mais um dia? Ou dois? Esse ferimento na sua perna foi profundo, e você perdeu muito sangue. Está certo, recuperou um pouco da sua força, mas se tentar cavalgar agora, pode facilmente pôr tudo a perder.


-Então eu vou descansar assim que chegar lá. - Naruto suspirou e passou os dedos pelos cabelos. -Choji e Shikamaru já devem ter entregado a nossa mensagem à sua família. E o seu pessoal pode estar procurando por você. Se não estivermos na Corte, como dissemos que estaríamos, eles podem partir para as terras de Danzou, sedentos de sangue. Você não quer isso, quer?


-Não, claro que não. Então, partiremos pela manhã?


-Sim. Assim que amanhecer.


Quando se enfiou na cama ao lado de Naruto, naquela noite. Sakura se agarrou a ele e lutou para controlar as lágrimas. O amava tanto que não podia acreditar que não fosse correspondida. Uma paixão tão forte como a que compartilhavam tinha de nascer do amor. Rezou para que fosse suficiente para afastá-lo de Hinata, pelo menos.


Em todas as conversas, Sakura soubera coisas bastante perturbadoras: os pais de Naruto eram pouco mais que imprestáveis, ladrões e mentirosos. Sentiu pena dele e dos irmãos, desprezados e envergonhados pela má fama da família. Mas o que a preocupava era que Naruto parecia achar que o fardo de restaurar a honra da família repousava em seus ombros.


Naruto se afligia tanto com a honradez que nem mesmo considerava a possibilidade de quebrar um juramento. Não era apenas sua própria integridade que ele precisava desesperadamente preservar, mas a de seus irmãos. Seus pais tinham feito do nome do clã uma piada, e Naruto estava cegamente determinado a mudar esse conceito. Para ele, qualquer vacilo significava trilhar o mesmo caminho dos pais, coisa que jamais faria. Não havia cinza para Naruto, apenas preto e branco. Ou a palavra era mantida e, em consequência, a honra, ou negavam-se ambos.


O que significava, Sakura pensou, ao lutar contra a vontade de chorar, que a promessa por ele feita a Hinata era tão firme como se tivesse gravado em pedra.



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-Eu te disse que era bobagem, você não está em condições! - Sakura esbravejou ao ajudar um pálido e suado Naruto a se deitar na cama.


Mal tinham conseguido chegar à hospedaria. A cada metro dos últimos três quilômetros, ela receava que Naruto caísse do cavalo.


-Pode não ser a coisa mais sensata que já fiz - concordou ele, com um débil sorriso, enquanto Sakura lhe tirava as roupas. -Pode me chamar a atenção em alto e bom som, meu anjo.


Ela apenas balançou a cabeça enquanto trocava as ataduras, limpava e passava ungüento nos ferimentos, antes de cobri-los de novo com tiras de linho. Os olhos de Naruto estavam fechados quando Sakura acabou, porém a cor na face pálida melhorara. Cobriu-o com as mantas, aborrecida com a teimosia que ele demonstrava. Contudo, sentia-se profundamente aliviada de que Naruto não tivesse causado a si próprio qualquer problema mais sério.


Sakura voltou a atenção para as necessidades do pequeno Kira. Mas não deixou se pensar nas razões que haviam levado Naruto a arriscar a própria saúde para prosseguir na viagem. Alegou que era para ela se encontrar com a família, para assegurar que os Haruno não entrassem em choque com o clã Shimura.


Sakura, porém, sabia que ela o retardara na pressa de atender ao chamado de Hinata. E o fizera hesitar, mas não tinha certeza de que o impedira de voltar para aquela mulher.


Quando Naruto dormiu depois da refeição que a criada trouxe, Sakura se permitiu um banho demorado, o que a deixou feliz, embora se sentisse um pouco abandonada. Ao se enfiar na cama ao lado dele, ouviu-o murmurar seu nome, em meio ao sono; em seguida, Naruto passou o braço em torno e a puxou contra o seu peito.


“Ele me procura em seus sonhos", Sakura pensou, e tentou encontrar algum lampejo de esperança na idéia.



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Naruto pestanejou quando a luz do sol feriu seus olhos. Custou um instante para se ajustar à claridade e, ao olhar ao redor, reconheceu a hospedaria em que ficou tantas vezes antes, distante apenas poucos quilômetros da Corte. Sakura trajava um belo vestido verde e acabara de trançar os cabelos. Kira resmungava no berço, que fora trazido da cabana, a brincar com os dedinhos do pé. Kyo se esparramara de costas ao sol. Naruto sorriu. Era um grupinho estranho, cuja visão o enchia de contentamento.


-Ah, finalmente você acordou! - Sakura exclamou, com um sorriso, ao se aproximar da cama.


-Não, deixe-me tentar me sentar sem ajuda. - Naruto sentiu várias pontadas de dor, porém estava mais forte que nos outros dias. -Por quanto tempo eu dormi?


-Bem, caiu no sono logo que chegamos. Depois, acordou ontem, para comer, e um criado o ajudou nas suas necessidades. E, em seguida, dormiu a noite inteira. Estamos na metade do nosso segundo dia aqui.


-Deus do céu! - ele balançou a cabeça. -Não é de admirar que eu esteja morrendo de fome.


-O rapaz deve aparecer logo com a comida, e, se você quiser, pedirei que o ajude a se lavar um pouco.


-Ah, seria ótimo. - Naruto franziu a testa quando Sakura prendeu a capa nos ombros. -Aonde vai?


-Para a Corte. É o melhor lugar para dar notícias aos meus parentes, não acha?


-Oh, claro. - Naruto se aborreceu por sentir, no íntimo, que ela o abandonava e parecia ansiosa demais para deixá-lo. -Seria melhor falar com alguém que conheça a sua família. Um parente talvez. - preocupou-se ao imaginar Sakura andando sozinha entre todos aqueles homens lascivos. -Quem sabe você deva esperar até que eu possa acompanhá-la.


Ela riu baixinho e o beijou na face.


-Estarei bem. Se quiser, o criado pode olhar Kira, apesar de que o bebê logo vai adormecer, e eu não pretendo demorar.


Assim que Sakura saiu, o filho do hospedeiro, Yagami, entrou carregando uma grande bandeja com comida. Naruto pôs de lado as preocupações enquanto cuidava das necessidades pessoais, enchia o estômago vazio e depois se entregava a um banho vigoroso como alguém poderia ter. Sentiu-se ligeiramente cansado depois de toda essa atividade, e isso, lhe agradou. Um sono longo e ininterrupto fora, obviamente, tudo de que ele precisava. Com a ajuda de Yagami, andou em torno do quarto algumas vezes até que percebeu que se apoiava no rapaz mais do que deveria.


Voltou para cama exausto, porém contente. Levaria uns poucos dias mais antes que pudesse andar mais longe e recuperar as forças. Estava se curando com uma rapidez aceitável. Depois de um curto descanso, percebeu que uma coisa certamente recobrara. Fazia tempo que ele e Sakura tinham feito amor, e ansiava por ela. Seu braço estava praticamente cicatrizado. Era a perna que causava mais desconforto, mas, mesmo assim, Naruto sorriu. Sakura teria de fazer a maior parte do esforço.


Quando Yagami ia sair, Naruto olhou para os cabelos negros, quase azulados, do rapaz e, de repente, recordou-se só motivo pelo qual viera até aquele lugar. Hinata. Suspirou e pediu ao jovem que lhe trouxesse uma pena, tinta e uma folha de pergaminho. Em questão de momentos, escrevia um curto bilhete para Hinata, e mandou Yagami entregá-lo. Em seguida, deitou-se, fitou o teto e imaginou por que se sentia como se tivesse traindo Sakura.




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Sakura tinha uma expressão fechada ao abrir caminho pela multidão que parecia estar em toda parte no pátio do castelo, pelos corredores e aposentos da Corte do Rei. Logo quando começou a pensar que perdia seu tempo, que não haveria ninguém naquele bando de gente que pudesse levar uma mensagem, avistou seu primo adotivo, Toshinori Haruno. Ela atravessou a multidão e soltou e suspiro de alívio quando conseguiu alcançá-lo assim que ele ia se afastar com dois outros homens.


-Toshinori! - Sakura gritou, correu e o agarrou pelo braço.


-Deus do céu, Sakura! - ele riu, abraçou-a e a beijou em cada lado da face. -Ouvi umas histórias horríveis sobre você… tão preocupantes que eu estava de partida para Donncoil a fim de saber o que havia de errado. -Olhou para os dois companheiros. -Talvez nos encontremos mais tarde, rapazes.


Depois que os dois homens se afastaram, Sakura olhou para o belo primo e esboçou um sorriso.


-Não me apresentou aos seus amigos, Toshi. - seu sorriso se alargou quando ele enrubesceu e pareceu um pouco constrangido. -Libertinos?


Toshinori suspirou e concordou.


-Bons amigos, e eu confiaria neles para proteger Minhas costas em uma briga.


-Mas não tem certeza de que confiaria neles perto de qualquer das moças da família. - Sakura riu quando Toshinori concordou. Então tomou coragem e ficou séria. Por fim, perguntou: -Tem alguma notícia de Takashi?


-Bem, ouvi uns murmúrios de que estava morto, o que fez muitas mulheres chorar, mas não acreditei.


-Não quero acreditar também, porém o vi caído com uma flechada. - Sakura fez a Toshinori um breve resumo de seus problemas com Danzou e recebeu em troca um abraço de conforto.


-Todos sabem que estou aqui, Sakura. Se Takashi estivesse morto ou ainda desaparecido, eu teria ouvido falar alguma coisa.


-Você não sabia sobre mim.


-Ah, bem, suspeito que seja porque, embora possam pensar que ainda esteja com Danzou, sabem que está viva. Eu seria avisado se Takashi estivesse morto ou se houvesse uma caçada para encontrá-lo.


-Tem toda razão. Se Takashi tivesse morto ou ainda se encontrasse desaparecido, nossa família não deixaria você aqui se divertindo com seus amigos libertinos.


-Libertinagem pode ser um trabalho duro, moça - Toshinori retrucou, com uma risada, e Sakura o olhou com cara de desgosto. -Agora preciso encontrar um lugar para você ficar.


-Eu tenho um quarto, Toshi - ela disse, e esperou que ele deduzisse o resto.


-Sakura, você não pode dividir um quarto em uma hospedaria com aquele homem. - observou Toshinori, em um tom baixo, e observando as pessoas ao redor para ter certeza de que ninguém os ouvia. -Sabe o que vão pensar.


-Sim, eu sei. - ela deu de ombros, e seu olhar foi atraído para uma morena voluptuosa que a encarava com uma intensidade enorme. -Não me importo. Ficarei com Naruto.


Toshinori a olhou por um longo momento; então, praguejou.


-É o tal, não é?


Sakura sorriu, um pouco triste, ao concordar.


-É.


-Bem… dizem que está profundamente envolvido com uma mulher. Faz anos, só Deus sabe por quê.


-Sei disso. Hinata Hyuuga, viúva de quatro maridos. Ligou-se a ela por um juramento quando ainda era um rapaz, mas tolice da juventude ou não, Naruto acredita piamente em manter uma promessa. - Sakura maneou a cabeça. -Compreendo… e o bom senso me diz para ficar distante dessa confusão.


-Mas não teve nenhum bom senso.


-Oh, sim, tive, porém ignorei. Eu o amo. Acho que o amo desde que era criança. Esse pode ser a maior e a mais idiota confusão em que me meti, mas tenho de tentar. Pode entender isso, Toshi?


-Sim, posso entender. Qualquer homem seria tolo de deixá-la de lado por uma mulher como Hinata, mas, querida, penso realmente que você pode ter entregado seu coração a um imbecil.


-Bem, há umas poucas coisas que aprendi desde que isso começou e que, se soubesse desde o início, me faria hesitar. - então, meneou a cabeça. -Não, mesmo assim, eu teria me arriscado. - então, Sakura viu o jovem Yagami, da hospedaria, se aproximar da morena belíssima e lhe entregar um pergaminho. -Quem é aquela mulher? Aquela com os cabelos negros, até parecendo meio azulados, com o rapaz do lado?


-Ora, é a famosa Hinata. Sakura, você está doente? Ficou pálida…


Realmente, Sakura se sentia doente. Sabia, no fundo do coração, que Naruto enviara uma mensagem a Hinata. Ele não desistiu daquela mulher. Tomara que procurasse se encontrar com Hinata para pôr um fim àquele caso longo e complicado, pensou Sakura, mas não ousava alimentar tal esperança.


-Acho que estou cansada. - beijou a face de Toshinori e podia afirmar, pelo olhar de simpatia nos olhos do primo, que ele sabia exatamente o que a afligia. -Tenho certeza de que iremos nos ver novamente enquanto ambos estivermos por aqui. Apenas faça a família saber que tudo está bem, se alguém chegar e o encontrar.


-De acordo. Sakura, tome cuidado. Hinata não é mulher com quem deve cruzar espadas. Muita gente acredita que ela matou pelo menos um, se não todos os maridos. É uma vadia, mas uma vagabunda esperta. Se deitou com praticamente todo homem poderoso da Corte e não hesita em usá-los em proveito próprio. Hinata pode destruir você.


-Eu sei. E, na verdade, Hinata poderia ser capaz de dar ordens ao próprio rei e, ainda assim, isso não importa. Ela só precisa fazer uma coisa para me destruir.


-Ah, se deitar com seu belo cavaleiro.


-Bem, sim, isso também pode ser. - apenas a simples idéia de Hinata e Naruto unidos em um abraço apaixonado fez a náusea subir pela garganta de Sakura. -Na verdade, eu estava pensando que tudo o que ela precisa fazer é prender Naruto ao seu juramento. - Sakura viu Yagami ir embora. -Eu o verei mais tarde, Toshi. Não se preocupe comigo.


-E mais fácil falar do que fazer. - ele resmungou ao olhar Sakura se afastar, percebendo quanto Hinata a observava atentamente



Notas Finais


Até a próxima, talvez.


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