História Promessa de Amor - Capítulo 16


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Categorias Naruto
Personagens Anko Mitarashi, Asuma Sarutobi, Boruto Uzumaki, Chouji Akimichi, Chouza Akimichi, Danzou Shimura, Darui, Deidara, , Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hashirama Senju, Hidan, Hinata Hyuuga, Hiruzen Sarutobi, Hizashi Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ibiki Morino, Ino Yamanaka, Inochi Yamanaka, Iruka Umino, Itachi Uchiha, Jiraiya, Juugo, Kabuto, Kakashi Hatake, Kakuzu, Kankuro, Karin, Karui, Kiba Inuzuka, Killer Bee, Kisame Hoshigaki, Kizashi Haruno, Ko Hyuga, Konan, Konohamaru, Kurama (Kyuubi), Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Maito Gai, Mebuki Haruno, Mei, Menma Uzumaki, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Mirai Sarutobi, Mito Uzumaki, Mitsuki, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju, Yahiko, Yamato
Tags Boruto Uzumaki, Haruno, Hinata, Menma Uzumaki, Minakushi, Naruhina, Narusaku, Naruto, Sakura, Sasuke, Uzumaki
Visualizações 108
Palavras 1.738
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


:/

Capítulo 16 - Capítulo 15


Fanfic / Fanfiction Promessa de Amor - Capítulo 16 - Capítulo 15

Sakura desabou contra a parede fria da estalagem e tentou controlar as emoções tumultuadas. Tinha alcançado Yagami, e já que ninguém pedira segredo, o rapaz lhe contara que Naruto realmente havia mandado um bilhete a Hinata, e o que esta dissera em resposta. Sem se fazer de rogado, ele tinha desfiado um rosário de fofocas a respeito da mulher. E Sakura pensou na cegueira de Naruto. Quando até qualquer um sabia ou suspeitava quem era Hinata, já estava na hora de ele prestar atenção. Embora Yagami não tivesse idéia do que Naruto escrevera, a resposta de Hinata havia sido o suficiente para dar a Sakura uma boa idéia. Naruto contara a Hinata que se encontrava ali, tinha atendido ao seu chamado e estava pronto para se encontrar com ela. E Hinata lhe disse que não deveria procurá-la; ela o mandaria buscar. Umas poucas moedas foram o suficiente para fazer Yagami jurar que não contaria a Naruto sobre a conversa que Sakura e ele tinham tido.


Sakura lutou para sufocar a mágoa e a raiva. Ainda existia uma chance de ganhar essa batalha. O instinto lhe dizia que Hinata nunca deixaria Naruto livre, mas ele poderia estar preparado para terminar aquele longo relacionamento. Apesar das crenças que ele nutria, será que realmente se agarraria a uma jura que lhe proporcionara tão pouco depois de dez anos?


Sakura se endireitou e respirou fundo para reunir coragem. Ainda tinha uma chance. Até que Naruto optasse por Hinata, era tolice desistir. Bobagem julgar que uma troca de recados significasse que ela perdera o jogo. Sakura empinou o queixo e rumou para a porta da hospedaria. Teria uma noite, talvez mais, para deixar sua marca. Mesmo que estivesse prestes a ser dispensada por causa de uma antiga amante e um velho juramento, não desperdiçaria o pouco tempo que lhe restava com Naruto. Hinata não estava na cama com ele ainda, e Sakura planejava ocupá-la completamente.


Quando entrou no quarto, encontrou Naruto olhando fixamente para o teto, de cara fechada. O recado de Hinata obviamente não lhe agradou. Ótimo. Talvez, em sua arrogância, a mulher tivesse dado um passo em falso. Qualquer homem que ela conhecia se sentiria humilhado em ser chamado e depois mandado esperar. Sakura não alimentaria esperanças, viveria aquele momento.


Naruto viu quando Sakura tirou o manto e depois se aproximou do berço do pequeno Kira, que dormia. Agora, que fizera contato com Hinata, conseguia enxergar o caminho mais claramente. Sakura era como a febre em seu sangue, mas Hinata era a mulher que ele amava fazia dez anos. Nutria sentimentos por Sakura, não poderia negar. Estava, sem dúvida, apaixonado pela garota, mas isso não poderia fazê-lo quebrar sua palavra. No entanto, ainda que tudo parecesse tão racional, pouco adiantava para acalmar sua repentina inquietude.


Assim que Sakura lhe contou sobre o encontro com o primo Toshinori, na Corte, Naruto se tranquilizou. O resto do dia transcorreu entre conversas agradáveis, brincadeiras com Kira e uma excelente refeição. Mas quando Sakura acomodou o bebê no berço, Naruto sentiu suas incertezas retornarem. Percebiá-se à beira de um precipício, com um vento perigosamente forte a empurrá-lo pelas costas.


Acabara de arrumar um encontro com a mulher com quem estava envolvido por dez anos, uma mulher livre agora com quem havia jurado se casar. Contudo, ao observar Sakura se despir, percebeu que continuava com o plano de se permitir uma longa noite cheia de luxúria com ela. Recordou-se que Sakura tinha se enfiado em sua cama, sem pedir promessas. Ela compartilhava a paixão que o devorava e nunca o pressionou por algo a mais. E Sakura também sabia tudo a respeito de Hinata e da jura que ele fizera. Apesar de se lembrar de tudo isso, quando Sakura deslizou para o seu lado e ele a tomou nos braços, teve a sensação pavorosa de estar traindo alguém. Quem? Hinata, porque sentia tamanho desejo por Sakura e já pensara em romper o voto por causa desse desejo? Ou Sakura, porque se deitava com ela, embora soubesse que logo teria de abandoná-la?


-Parece preocupado, Naruto. - Sakura murmurou ao se aconchegar, sentindo o calor do corpo dele.


-Eu? Ora, talvez seja porque estou ardendo de desejo, mas não creio que tenha força ou capacidade de saciar essa fome - ele resmungou, deslizando as mãos pelas costas de Sakura e acariciando-lhe as nádegas firmes.


Ela o tocou no ventre liso, a sorrir com o jeito que Naruto estremecia ao contato. Ao escorregar a mão mais para baixo, o encontrou rijo e ereto, ansiando por ela. Quase preguiçosamente, o acariciou, e adorou ouvi-lo descrever em murmúrios o prazer que sentia, o jeito com que a respiração de Naruto se tornava arquejante, as batidas do coração a se acelerarem.


Não duvidava do desejo de Naruto. O último lance do jogo seria usar essa paixão em toda a sua plenitude, se deleitar nela e forçá-lo a fazer o mesmo. Iria deixá-lo tão saciado, tão cheio de lembranças tórridas e deliciosas que ele nunca se livraria dela, não importava quanto se afastasse.


Naruto gemeu quando Sakura começou a lhe cobrir o ventre com beijos suaves e afagos provocantes com a língua. Ele enterrou os dedos nos cabelos rosa de Sakura e afastou-os para que pudesse desfrutar aquela deliciosa visão. Não conseguia pensar em nada que lhe tivesse proporcionado tanto prazer na vida, e lutou para se controlar e aproveitar por quanto tempo pudesse.


Ambos gemeram de prazer quando sakura sentou sobre o membro rijo e lentamente deixou que se enterrasse dentro dela. Naruto segurou-a pelo pescoço e a puxou para baixo. A beijou, um beijo longo, lento, que revelava toda a sua ânsia.


Deslizou as mãos até os quadris e incitou-a a se mover. Sakura sorriu.


-Quer me levar à loucura, meu anjo?


-Sim, talvez eu queira. - ela lhe acariciou o peito largo e contorceu o corpo devagar. -Eu quero que demore mais. Quero sentir.


-Sentir o quê, amor?


Sakura fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, os cabelos longos a roçarem nas coxas de Naruto. Havia uma expressão de prazer no rosto dela, um ar inocente de satisfação, ainda que com um toque de sensualidade que quase foi o suficiente para levá-lo ao clímax.


-Sentir você dentro de mim - Sakura murmurou. -Sentir como me preenche.


A roquidão aveludada daquela voz só fez aumentar o desejo desesperado de Naruto por Sakura. Não ficou surpreso ao ouvir a própria voz trêmula quando disse:


-Sakura, meu amor, se você quer que cheguemos juntos ao fim dessa viagem, é melhor se mexer. Agora.


Ela obedeceu. A princípio, em um movimento lento e gracioso, enquanto ambos lutavam para controlar o êxtase. Então, a avidez os consumiu. E em uma cavalgada enlouquecida, chegaram juntos ao auge.


Sakura desabou nos braços de Naruto.


-Ah, meu amor, vai acabar comigo antes do tempo - murmurou Naruto ao beijá-la na testa. -Creio que deve repensar quantas vezes poderemos aproveitar essa dança na noite de hoje.


-Ah, é? E quantas vezes está planejando dançar?


-Quinze. - ele riu diante do espanto, e então a beijou quando Sakura o encarou, com os olhos faiscantes.


-Não vamos conseguir andar por um mês. - ela resmungou e escorregou para fora da cama. -Acho que seis, máximo.


Naruto soltou uma risada. Observou Sakura inclinar-se para pegar um pano em uma bacia de água do lado da cama. Quando ela se virou para ele, Naruto a pegou pela cintura e puxou-a para mais perto. Se entregaram novamente as carícias.


Aquela era uma noite para ficar na lembrança, tanto para Naruto como para ela, Sakura pensou. Não havia espaço para timidez ou hesitação. Era uma batalha pelo coração de um homem. Ao fechar os olhos, ela se entregou completamente a Naruto, corpo, alma, espírito.


Cochilaram e fizeram amor várias vezes. E Sakura se surpreendeu em como os dois pareciam crianças famintas se fartando de doces. E sentiu que havia em Naruto o mesmo desespero que a consumia. O amanhecer já se anunciava quando atingiram as alturas novamente, juntos. E Sakura desabou na cama, certa de que não conseguiria mais mexer um dedo.  


-Como está a sua perna? - ela perguntou, e bocejou ao se aconchegar ao lado dele.


-A da esquerda está ótima. A direita dói um porquinho. A do meio precisará de muleta.


Sakura riu e se esfregou preguiçosamente em Naruto.


-Sem vergonha. Você não pode me culpar. Eu dormia placidamente quando você acordou para me seduzir.


-Seduzir, é? Gosto de ouvir isso. - ele soltou um longo bocejo e murmurou:


-Kira está resmungando.


Ao ouvir o suave ruído que vinha do berço de Kira, Sakura sorriu e fechou os olhos.


-Ótimo. Ele ficará cantarolando por algum tempinho, vai dormir mais uma ou duas horas e depois despertar outra vez. Tenho tempo para um cochilo.


-Consegue dormir com isso?


-É um ruído agradável.


-Talvez ele queira atenção.


-Sim, mas se eu lhe der atenção, Kira vai esperar por isso toda manhã a esta hora.


-Se você está dizendo. - Naruto sorriu ao ouvir a risada de Sakura. -Descanse então, princesa. Prometo parar de seduzi-la. Na verdade, não creio que eu tenha forças para mais nada agora.


Umas poucas horas mais tarde, naruto acordou com o ruído dos resmungos de Kira, que sugava os dedinhos. E, ao mesmo tempo, com a sensação deliciosa dos dedos e da língua de Sakura. Agarrou-a pelos quadris e a virou para que pudesse lhe devolver o prazer.


Muitos minutos depois, Sakura sorriu ao sair da cama e deixar Naruto largado e adormecido. Se lavou e vestiu-se, pois o ar estava frio. Enquanto alimentava o bebê, ficou a olhar Naruto no sono. Se sentia estranhamente orgulhosa de havê-lo deixado completamente exausto, ainda que estivesse um pouco constrangida pelas coisas que fez.


Expulsou as dúvidas. Se ele não se lembrasse com satisfação da noite que haviam passado juntos e nem se recordasse da paixão que compartilharam, não merecia outra como aquela.


Agora, considerou que ao acomodar Kira de volta no berço, era hora de deixar Naruto sozinho. Depois de algumas coisas que fizera e permitira que ele fizesse, Sakura não tinha certeza se poderia encará-lo. Um tempo longe para se acalmar e aceitar o próprio comportamento seria o melhor. A coisa mais importante, contudo, era dar a Naruto espaço e tempo para pensar sozinho. Ao sair do quarto, Sakura rezou para que, fosse o que fosse que Naruto pensasse, isso o conduzisse pelo caminho que desejava e precisava que tomasse.


Notas Finais


Até a próxima, talvez


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