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História Promessas - Capítulo 1


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Notas do Autor


Eu estava dormindo, sonhado com Astrid, Soluço. Só que o maldita luz me acordou, eu fiquei esperando criar coragem pra se levantar, até surgir essa ideia de mistura os dois filmes, o segundo e o pouco do terceiro — a ideia não veio de mim, e sim de uma teoria que faz mais sentido.

eu amei a teoria e resolvi compartilhar aos meus web-leitores.

Boa leitura:

Capítulo 1 - Drago Sangue-Bravo


  “No mar bravio vou nevegar, sem medo do perigo. E as ondas vou enfrentar... Se for comigo se casar. [...] mas nada mas precisarei ter, quando você me abraça. [...] Anéis de ouro eu lhe dar, e lindos versos eu vou cantar...”

A música ecoava pela a sua cabeça, quase como sussurros em forma de uma canção. Ainda era difícil de acredita que Stoico, havia morrido.

Aoa poucos instantes estava tudo tão bem... todos alegres e se divertindo com o encontro de Valka e Stoico, e agora... estava tudo destruído, e tudo por causa de Drago Bludvist.

Soluço estava sem chão, seu pai tinha salvado sua vida, com a dele. E isso ainda não tinha entrado na cabeça do rapaz — Stoico, o imenso havia sacrificado sua vida, por a dele.

Parecia até um delírio de sua mente.

- Você tá bem? - a voz doce de Astrid o chamou de volta a realidade.

- Claro que não - foi rápido e curto, mas logo se arrependeu por a tal resposta - Desculpa.. É quê...

- Tudo bem - Astrid se aproximou dele, com uma certa cautela. Soluço ainda se mantia parando, olhando para o pequeno barco que pegava chamas, onde o mesmo tinha o corpo de seu pai - Vamos... Temos que ir para o Grande Salão, os outros vikings não sabem o que fazer no momento, eles precisam de um novo chefe.

O olhar cansado nos olhos verdes, fazia Astrid ter ainda mais pena de seu namorado.

- Soluço... - se aproximou ficando com frente à ele. Os olhos verdes como a floresta, não havia mais o brilho, alegre que ela gostava de vê; apenas um profundo vazio.

- Você sabe que eu não tô pronto pra isso - deu de ombros, mostrou até cansado no único movimento feito.

A garota pensou em dizer palavras para o reconfortá-lo, mas no momento a única coisa que precisava era de um abraço — então o envolveu em seus braços, dando pelo menos um apoio à ele.

- Eu tô aqui - sussurrou ela, sentindo as gotas de lágrimas quentes descerem pela a curva de seu pescoço.

Ele abraçou pela a cintura, em busca de alguma paz, o que achou em poucos segundos.

Tudo que Soluço mais precisava, era de Astrid. Sua amada Astrid.

- Foi tudo a minha culpa - dizia ele, em um sussurro.

- Não foi, eu sei disso - disse em forma de consolo.

- Mas Astrid...

- Eu exatamente o que você tá sentindo: culpa. Culpa por não ter conseguido salva ele - a Hofferson tinha descrito o sentimento dele. Se separou do abraço, e o encarou - Mas não é; lembra quando Dagur atacou Berk, e acabou atacado meus pais? Eu também não conseguir os protege-los, e também... Não tinha como.

Soluço abaixou a cabeça repensado nas palavras ditas pela a loira. Enxugou as gotas de lágrimas e deu um sorriso pra ela.

- Termos que ir, né? - Astrid alargou o sorriso.

- Esse é meu Soluço. - a Hofferson o olhou, com grande orgulho.

──────⊱◈◈◈⊰──────

Os vikings presentes no Grande Salão, falava alto e com seus tons de grosseiros, em busca de informação sobre o paradeiro de Stoico.

Ele havia morrido mesmo?

A única informação que os Berkianos tiveram, foi que Banguela tinha se revoltado contra o seu dono, e outros dizia que Drago tinha efeito comando sobre o Fúria da Noite.

Ao certo ninguém sabia o que tinha acontecido mesmo, apenas que Stoico estava morto.

Soluço mantia seus olhos vidrados do chão do Salão, os olhos dele ardia como nunca. Astrid percebendo a situação, pegou uma das mãos dele e acariciou no toque quente e especial.

“Eu estou aqui”- repetia ela para o garoto.

A menina sabia perfeitamente que o psicológico dele tinha sido abalado, até porque não é todo dia que você vê seu pai morrer na sua frente.

Os Cavaleiros de Dragões, observava o casal de longe, o companheirismo de Astrid — Perna-de-Peixe contemplava a cena, e tinha uma pequena opinião sobre isso: como Astrid amava mesmo Soluço.

- Coitado do Soluço - comentou Melequento, olhando para o rapaz de longe. - Achou a mãe, e perdeu o pai. E tudo isso no mesmo dia!

- Melequento! - Perna-de-Peixe repreendeu o garoto, por tal fala.

- E, eu falei algo de errado? - revirou os olhos azuis.

- Até que ele tá certo - Cabeça Dura entrou na conversa. - Tudo parecia tão bem, e pff... perdeu tudo! De uma hora pra outra.

- Tenho que concorda - a irmã de sexo oposto comentou, encarado o Ingerman.

- Vocês três em... - Perna-de-Peixe dizia balançado a cabeça, olhando com degosto aos três amigos.

- E o Banguela? O que aconteceu com ele? - Durão indagou, encarando o descendente do clã Ingerman.

- Eu não tive nenhum sinal dele - respondeu Perna.

- Deve tá bem escondido - Melequento retrucou, apoiado sua cabeça no queixo. - Soluço pegou pesado com ele.

- Até porque foi ele que matou Stoico - rebateu Cabeça Quente, as longas tranças caíram sobre o ombro.

- Quem estava no controle era Drago - o loiro falou; Perna-de-Peixe defendia Banguela, claro que a culpa do grande desastre não tinha sido do dragão, e sim de quem o controlava. - Aproveitando, por que vocês não vão procura Banguela? Ele deve tá ferido.

- E da de cara com Drago Bludvist? - Melequento fez uma risada falsa. - Nem se eu tivesse louco!

- Acho que ninguém deve sair do Grande Salão - retrucou Cabeça Dura, mostrado tédio na voz.

- Berkianos! Dêem sua atenção ao chefe - Bocão ordenou, chamando atenção de todos os aldeões.

Soluço se levantou, era eminente a confusão que estava em seus olhos.

- Como o único herdeiro de Stoico Haddock, ficarei no lugar do chefe - disse tentado manter a voz calma. Astrid passou um olhar de confiante pra ele.

Gothi, fez as honras e após terminar todos os Berkianos aplaudiram para o novo chefe.

──────⊱◈◈◈⊰──────

Já fazia seis dias que Banguela e Drago tinha sumido, não havia nenhum rastro deles; sumiram sem deixa nenhuma pista, sem quer.

Os Cavaleiros disse que talvez Banguela e Drago tinha indo embora junto, mas Soluço confirmava que o Fúria da Noite tinha indo em hora direção oposta do Bludvist.

O Haddock sentia bastante culpado por o sumiço do seu melhor amigo, também sentia raiva por não ter conseguido acabar com Drago, enquanto pôde.

Foram feita patrulhas para procurar os dois. Os vikings ficaram animado com a idéia de fazer vingança contra o grande Drago.

Naquela tarde fria, Soluço se encontrava mexendo alguns papéis que o Conselho lhe entregará após ter aceitado o garoto como chefe, ele ganhou vários documentos sobre negociações com mercadores, e ilhas, e outras coisas que não havia decorado.

- Soluço? - o rapaz reconheceu a voz em segundos.

- Oi Perna-de-Peixe - disse sem tira os olhos do papéis que estava espalhando pelo o piso de madeira.

- Tá muito ocupado? - Perguntou ele adentrando mais o quarto do ruivo-acastanhado

- Um pouco... Mas quer fala algo de importante? - Soluço olhou para o seu amigo, o mesmo tinha a impressão de assustado.

- Sim, Soluço - Perna-de-Peixe engoliu a seco -  os Dragões estão sumido.



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