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História Prometida ao Duque - Capítulo 17


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Notas do Autor


Volteiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E agora as coisas vão pegar fogo em todos os sentidos e ai quem você vota para ceder primeiro?

Capítulo 17 - Capítulo 16


Fanfic / Fanfiction Prometida ao Duque - Capítulo 17 - Capítulo 16

Paola Carosella

 

Não sei ao certo o que era pior, minha sogra vir morar conosco ou me deitar com ele, sabendo que ele aproveitaria ao máximo o momento para me seduzir, mau ele sabe que não caio mais nas suas armadilhas nem charme barato. Termino de comer e seus olhos precatórios me avaliam de cima a baixo e a camisola de dormir não ajuda muito, mas tenho uma solução que resolvera nosso problema e deixará ele o menor tempo possível ao meu lado na cama.

— Amanhã minha sogra irá encontrar-nos no nosso leito conjugal juntinhos como se fossemos um casal apaixonado. — seu sorriso se intensifica e sua mão é elevada de encontro ao meu rosto, mas viro o mesmo e em seguida me levanto — Há duas escolhas Henrique, pode dormir no seu quarto e ouvir o falatório dos empregados ou dormir no chão que é menos humilhante e rezar que acorde antes da minha sogra chegar.

— Está brincando comigo né? — balanço a cabeça e posso notar como ele mudou sua expressão de calmo para furioso.

— Não, estou falando sério... Já disse que não vai encostar o dedo em mim, peça a sua amante que esquente suas noites... — não sei porque, mas sentia uma raiva enorme dessa moça ainda mais imaginando certas coisas.

— Paola, sou seu marido e eu que deveria dar ordens, eu deveria colocá-la em seu devido lugar como manda a tradição... — ele fez uma pausa, estava arriscando muita coisa, eu deveria obediência ao meu marido e não ao contrário — Mas não vou, não hoje e saiba que irei cobrar de um jeito ou outro, você não vai gostar... Sabe quando eu vi você pela primeira vez eu percebi que seria difícil de domar, mas você se saiu diferente de tudo que já vivi.

— Porquê? — ele não me conhece e não sabe do meu lado doce e gentil, que ajuda aos outros e cuida de quem ama, ele me obriga a ser o que não sou porque não serei domada como ele diz, não sou uma égua.

— Porque você não é como as outras que desejam apenas ouro, joias, status e nome! — ele exclama levantando e vem até mim — Você têm um jeito doce que não conhecia, você briga comigo com unhas e dentes pensando que eu sou o monstro da história... Mas foi o seu pai que nos colocou nessa posição, meu pai viu em você a chance de se livrar do filho irresponsável e eu vi em você a forma de ser livre, sim desejei me vingar por estar nessa posição...

— Você se vingou, trouxe sua amante para o nosso casamento e fingiu que estava se apaixonando por mim! — exclamei com raiva e observo seu olhar confuso a me observar de cima a baixo.

— Não, ainda não me vinguei de você! — respiro fundo e ele me entrega o envelope — Abre e vai entender que mal comecei o meu plano e como já sabe que não gostamos um do outro podemos ao menos fingir uma boa convivência na frente dos empregados, meus pais e sociedade!

— O que tem nesse envelope? — seu olhos haviam um brilho intenso que não sabia o que era.

— Três coisa para ser exato, suas acredito eu! — trêmula abro lentamente o mesmo e retiro de dentro três papéis e os reconheço rapidamente eram as cartas que enviei — Só eu queria me vingar esposa? Porque na sua carta está dizendo que me odeia e me fará pagar, confesso que ambos pagamos um preço algo então sugiro que deite e durma e saiba que jamais poderá fazer algo sem que eu saiba e irei confessar algo que jamais diria em voz alta — ele faz uma pausa e me encara, meus olhos marejados derramam as lágrimas da dor e desespero — você é bonita, jovem e culta, tendo tudo que um homem deseja em uma esposa então se deseja medir forças comigo eu sugiro que pense bem antes de fazer suas gracinhas — ele se afasta pegando um molho de chave do bolso e tranca a porta do meu quarto, se afasta e só agora que noto que ao lado da penteadeira havia uma porta ele abre a porta e sorri — tenha bons sonhos minha doce esposa e lembre-se que amanhã temos que fingir bem convincente!

Ele fecha a porta sem a trancar, me deito na cama e começo a chorar pensando que o rei não veio me buscar porque nunca recebeu a carta que mandei, aperto as cartas em meu corpo e deixo que todo o meu ser se desmanche em dor e desespero. As lágrimas inundam e deixam minha vista embargada. Não sei quantas horas fiquei ali chorando, mas sei que adormeci com as cartas em meu peito as lágrimas derramando aos poucos, enquanto meu corpo todo tremia e a minha cabeça doía muito.

***

Acordo lentamente com as mãos de Henrique acariciando meu rosto. O lençol que antes cobria meu corpo estava longe de mim revelando meu corpo contendo a fina camisola, durante a noite tirei a anágua estava calor demais e ao ouvir a voz do meu marido um tremor transpassa por todo o meu ser.

— Bom dia querida esposa! — acordo com um sobressalto e antes que possa gritar seus lábios estão juntos aos meus abafando o grito, mas ele não tentou me beijar e sim apenas me calar.

— Me solta agora! — sussurro em meio aos lábios colados e ele sai de cima de mim e deita ao meu lado.

— Sobe em cima de mim querida! — nego com a cabeça e ele começa a rir. — Minha mãe chegou e preparou nosso café, ela está subindo então sugiro que sejamos bem convincentes, não vai durar muito e não vai sentir tanto nojo quando nos livrarmos da minha mãe, agora suba em cima do seu marido e seja uma boa esposa! — balanço a cabeça em negativa eu me sentia humilhada em fazer isso, então antes que pudesse prever algo ele se ajoelha na cama e abre minhas pernas fazendo a camisola sobe lentamente.

— Não ouse se aproveitar desse momento! — exclamei com raiva e ele apenas sorri, ao meu encarar e elevo minhas mãos segurando seu peitoral desnudo e ele segura minha minhas mãos.

— Não irei me aproveitar de você, mas podemos fingir bem minha doce esposa. — ele segura minhas mãos e ergue na minha cabeça meu corpo todo estremece, ele segura com uma mão apenas e estou tão nervosa que não sei o que fazer, só sinto que com a mão livre ele segura a barra da minha camisola e vai elevando.

— Porquê deseja tanto me tocar se tem uma amante meretriz que irá lhe satisfazer? — ele sorri e aproxima seu rosto de mim e sussurra em meu ouvido.

— Porque ela não pode me dar o filho que preciso para termos a paz que preciso! — ele quer um filho e enquanto eu o privar disso ele estará em minhas mãos, mas seu toque me tirar o fôlego e o ar e ele percebe como reagi ao seu toque.

— Nunca me entregarei a você! — exclamei e ele apenas sorri com um olhar predatório e fico mais trêmula que o normal.

— Vamos ver meu amor... — nos encarávamos com intensidade e não consigo pensar em mais nada, seus lábios vão ao encontro dos meus novamente são quentes e gentis, mas me debato tentando me soltar, mas ele detém domínio do meu corpo e da situação. Seu beijo que antes era calmo aos poucos vai contornando minha boca, sua língua invade a minha é aos poucos ele afasta e pede gentilmente — Abre a boca relaxa e sinta o beijo, se não parecer convincente de nada adiantará esse teatrinho todo.

— Você só quer me deflorar para que possa ter um filho, sempre pensa em você e nunca nos outros! — acuso seu lado totalmente insensível e ele apenas me olha e responde.

— Eu posso deflorar quantas virgens forem necessárias e quiserem se deitar em minha cama, posso ir na casa tarde da noite e ter a mulher que desejar, mas agora a única que desejo está aqui na minha cama e não me deseja — minha respiração estava acelerada e o corpo trêmulo não ajudava — não quer meus beijos apesar de retribuir, não quer meu toque apesar de estar trêmula, não quer que façamos amor embora seus lábios trêmulos convidativos implorem por um beijo meu eu sei que está com raiva porquê me odeia e pensa que apenas pensei em me vingar... Sim eu pensei e penso, prefiro ser sincero agora, mas jamais menti os beijos e as carícias que trocamos, foram verdadeiras e você sabe e sentiu! — até minha mãe fala que nenhum homem finge estar com vontade, mas será ele o duque da manipulação não estava fingindo apenas apara tirar a camisola e ter a sua noite de núpcias.

— Não senti nada! — tento argumentar e ele apenas sorri soltando meus braços, pega o lençol e nos cobre, não tentei impedir ele e não sei bem o que deu em mim.

— Vamos ver esposa! — ele deitava completamente sobre mim, não reagi apenas deixei ele me beijar novamente elevando minha camisola até a cintura, deixando minha intimidade exposta e se não houvesse a calça de dormir ele teria tomado minha virgindade ali mesmo e com meu consentimento, mas não o fez e seu beijo aprofundou.

Não raciocinava direito, por mais que tentei ser forte meu corpo me traiu e o desejo que senti era maior que a raiva e a repulsa, nem o rei tentou algo que me deixou sem ar e sem sentir minha razão, meu coração dizia acredita nas palavras sinceras, minha mente dizia para fugir pois suas palavras soavam falsas, mas eu corpo queria tanto aquele calor que esqueci de tudo.

Ele segura minhas pernas, uma de cada vez e as ergue ao redor do seu corpo minhas mãos acariciam lentamente seus braços, nosso beijo cheio de significados falsos, mas ao mesmo tempo parecia tão real, mau ouvi a porta abrir e não sei se agradeço ou fico furiosa com sua intromissão.

— Bom dia meu filho e minha nora, estou tão feliz! — Henrique com toda a calma interrompe o beijo e olha para sua mãe, escondo meu rosto em meio ao seu corpo, estava tão vermelha.

— Mamãe atrapalhou nosso momento!

— Vou levar o café de volta e depois vocês descem... Logo vou ter um netinho! — ela parecia tão feliz que respiro fundo e falo pela primeira vez.

— Bom dia sogra, deixe o café ali que já vamos comer... Estou com fome tendo em vista que seu filho, senhor meu marido tomou o resto das minhas forças! — olho para ela, seus olhos brilham de tal forma que refletem a felicidade do seu filho, ela deixa o café e se afasta saindo do quarto.

— Você está mais calma? — a voz do meu marido me trazem a realidade e o encaro, sua mão acaricia meu rosto, fecho os olhos — Nunca obrigaria você a nada, nunca farei de você minha mulher a força... Mas nada impede de nós nos beijarmos, tocar seu corpo calmamente e explorar cada pedacinho do seu corpos e você o meu... Não quero passar os próximos anos de casado brigando com você, então espero que pense em como será nossa vida daqui dez ou quinze anos e não somente em um ano... — Ele dizia algo que eu deveria pensar, ele lentamente saí de cima de mim e não olha um momento sequer para minha nudez e se afasta, nada diz e sai do quarto e fico lá olhando o nada.

Levantei da cama, tomei meu café e após terminar batem na porta, havia uma moça ali que não tinha visto antes, ela entra e faz uma reverência leve.

— Bom dia minha senhora, sou Brigitte sua dama de companhias vim ajudá-la a se vestir e vamos descer para ir a cidade comprar vestidos novos! — sua empolgação era maior que a minha, não entendi o que aconteceu até agora, ele podia ter continuado e não o impediria eu queria tanto quanto ele, mesmo ele sendo o homem que odiava e queria o mais longe possível, era inegável o que sentíamos ali e não dá para fingir ou dá?

— E Cesar?

— Saiu com o Duque para ver os vinhedos e o seu marido pediu para avisar que o ouro do para comprar os vestidos está em cima da mesa do escritório em uma bolsinha marro e ele retorna na hora do almoço com César. — ela fala calmamente sobre o que iríamos fazer.

— Então me ajude com o vestido que temos muitos vestidos para comprar, inclusive para você nenhuma dama de companhia usa qualquer vestido junto a mim. — aprendi com a minha rainha que todas devem se vestir bem, ela falava e se portava bem então ao meu ver faltava só uma coisa.

— Sim senhora! — ela diz e me ajuda a vestir um vestido azul claro com marrom e detalhes brancos por todo ele, eu sei que teria tempo para pensar e farei o que toda mulher adora, comprar vestidos, luvas, meias, bolsas e sapatos. 

Meu marido irá gastar muito ouro hoje.

Continua!

 


Notas Finais


Ahw to xonada demais nos comentários e votos!


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