História Prometida ao Rei - Capítulo 11


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Patrício Diaz, Personagens Originais
Tags Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Paola Carosella
Visualizações 118
Palavras 1.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Harem, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei, mas voltei...
Semana corrida e muitos trabalhos... Amanhã volto com mais um!

Capítulo 11 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction Prometida ao Rei - Capítulo 11 - Capítulo 10

Henrique Fogaça


Nunca precisei me segurar tanto quanto este momento, foi intenso demais sentir ela ali para mim, nunca havia deflorado uma virgem antes. Mamãe pediu para ser carinhoso, ela não merecia ser tratada menos que isso, eu fiz e a vi se entregar à mim de uma forma que não vi outra mulher o fazer.

Abro os olhos após uma longa noite em seus braços, noto que ela estava deitada em meu peitoral adormecida, tanto o seu coração quanto o meu estavam disparados, moviam tão rápido que às vezes senti que não era eu ali. Ouço-a suspirar e noto morder o lábio, ela queria perguntar algo, mas não posso permitir, o dia foi longo e fizemos amor uma única vez e pela cantoria os nobres ainda festejavam nesta manhã e precisava mostra que ela era pura, ou seus filhos poderiam vir a serem questionados.

— Minha esposa, preciso levar o lençol e aproveito e peço para esquentarem à água da Tina do meu quarto para nós dois! — ela senta na cama e me olha com certo receio.

— Vamos tomar banho juntos? — a forma como ela fala, parece algo proibido e começo a rir, ela muda a expressão e fica séria — Não tem graça alguma!

— Tem sim esposa, você ficar bem vermelha e achar que agora não teremos uma rotina diferente! — ela rapidamente levanta da cama e me olha curiosa.

— Meus pais nunca tomaram banho juntos, achei estranho saber isso! — terei que ajudá-la a lembrar que agora que é casada tem que falar meu senhor ou senhor meu marido.

— Nem todo casal faz isso, mas há certas coisas minha esposa que tenho experiência e quero provar com você!— seus olhos arregalam e noto a inocência que mamãe comentou, agora vejo que precisávamos ir logo para a nossa viagem ou ficaria na cara demais que mandei matar seu pai.

Me levanto da cama e pego o lençol, havia uma pequena mancha de sangue assim como em meu pênis, limpo no lençol e visto as ceroulas, vou até minha esposa e sussurro em seu ouvido.

— Já volto para nosso banho! — sinto seu corpo trêmulo junto ao meu, seguro minha vontade de jogar ela na cama, calma Henrique ela ainda não está pronta, vamos com calma.

Saio do quarto deixando-a sozinha, os empregados já estavam cientes que deveriam preparar nosso banho quente. Passo na cozinha e peço que levem à água e as pétalas de flores para a tina. Vou para o salão e peço ajuda aos guardas para ajudar a estender o lençol e exclamo.

— Minha rainha além de inocente era virgem, me dará herdeiros legítimos!

Após todos baterem palmas e recomeçarem as danças me retiro para voltar para nossas núpcias e depois iríamos dormir. Quando entro no quarto ela estava vestida com a camisola, encaro-a um tanto irritado. E indago-a sobre sua desobediência e relutância.

— Porquê a minha rainha não está nua na tina aguardando seu marido? — a resposta foi um tanto ciumenta.

— Porquê a criada falou que o rei, senhor meu marido — ela falou está parte um tanto irônica — aprecia companhia no banho, e embora vossa majestade não tenha que ser fiel para comigo, mas eu preciso ser fiel... Não irei tomar banho em uma tina que outras já entraram com o senhor meu marido! — ela cruzava os braços e fez um biquinho tão fofo que até me perdi o que ia dizer, respiro fundo e me aproximo dela ficando na sua frente.

— Apenas uma mulher entrará naquela tina comigo, e está é minha esposa e depois irá me mostrar quem falou tal absurdo! — me irrito ao saber que alguém está pondo coisas na cabeça da minha esposa.

— Não sei se acredito! — pego seu braço em ambas as mãos e descruzo seus braços, estava tendo muita paciência com ela, mais do que deveria e me era permitido ainda mais por ser filha de um traidor, mas ela era tão meiga, doce e ficava linda com ciúmes.

— Minha palavra é lei, eu dou ela então é verdade... Veja seus pais estão indo livres para o Reino sendo escoltados por meu chefe da guarda real e alguns guerreiros — a guio até a tina e vou levantando sua camisola até a retirar, olho em seus olhos e posso notar a confusão, o desejo, o anseio e o prazer.

Sinto-a trêmula e vendo-a nua ali meu pênis da sinal de vida e claro que ela notou ao olhar, pois, ficou muito vermelha. Retiro minha roupa rapidamente e entrou na tina que estava quente, estendo a mão pedindo.

— Você irá precisar todos os prazeres minha feiticeira da língua ferina! — suas mãos soavam, entrelaço nossos dedos e a guio para dentro.

— Porque temos que fazer de novo? — sua voz doce quebra minha exaltação do seu corpo.

— Porque eu a desejo há semanas e quero mostrar que a sua primeira vez, não se parece em nada com a que faremos agora... — sento na tina, era grande e cabia até três pessoas, ela resolve sentar na outra extremidade e chamo sua atenção — Cara esposa aonde pensa que vai? — me encara curiosa.

— Vou me sentar para me banhar! — balanço a cabeça em negativa e faço gesto para que fique em minha frente — uma perna em cada lado do meu corpo enquanto você fica na minha frente — ela meio relutante faz o que digo, pego um pouco de sabonete e aliso em sua pele começando pela coxa e vou subindo até sua boceta que clama por atenção.

Aliso ali até arrancar suspiros, precisava cuidar muito bem o que era meu. Acaricio seu clitóris e vejo-a fechar os olhos. Aproveito que ela está se movendo lentamente, junto aos meus dedos e peço.

— Quero que desça bem devagar como se fosse sentar em meu colo, mas terá algo que irá entrar todo em você e já estou te excitando... Irei molhar ela a enxaguando e depois irei provar ela com a minha boca — eu sei bem que ela gostou de sentir minha língua nela — até estar pronta o suficiente.

Lavei bem ela com a água e me abaixe o suficiente para poder chupar sua buceta, seguro firme suas nádegas enquanto a saboreio, a medida que ela estava molhada eu aumentava a intensidade, seus dedos me acariciam e aquilo era bom.

Sinto que ela estava atingindo o orgasmo e paro, olho para ela e ela sabia o que precisava fazer, vai abaixando até sentar em meu corpo, seguro a base e à medida que a ergo e posiciono ele em sua entrada a faço sentar e ela geme, mas não de dor e sim de prazer.

Ela agora estava parada com todo o meu membro dentro dela. Espero ela estar relaxada, e busco seus lábios, o que pretendia ensinar, ela ainda relutava com o beijo. Aos poucos vou ensinando como eu quero o beijo e como é prazeroso à ela, faço ela entreabrir os lábios e posso aos poucos invadir sua boca com a minha língua, o beijo que antes era todo errado, começa a se organizar lentamente.

O beijo começava a ganhar a forma certa, beijava sua boca e nossas línguas se tocavam docemente, movíamos nossos corpos bem devagar, podia ouvir seus suspiros e gemidos em minha boca.

— Você é maravilhosa... Precisava disso antes de viajar, dois dias numa carruagem sem poder tocar em seu corpo será uma tortura... A não ser que queria algo diferente! — exclamo e noto-a corar imensamente, mas não permito resposta, seguro sua cintura e auxílio os movimentos, ensino ela subir e descer fazendo uma boa fricção em nossas intimidades, ela geme e mesmo sem querer agora parecia normal.

Começo a me mover bem devagar, faço ela inclinar o corpo para trás, posso agora chupar seus seios, passar a língua e ouvir ela gemer quando mordo o bico. Ela vai se movendo rapidamente, a medida que a oriento e ela faz tudo que mando, como uma boa submissa que deseja o prazer do seu marido.

Começamos a nos mover em sincronia, mais e mais rápido e quando sinto que ia gozar eu começo a diminuir, elevo a mão para baixo e começo a estimular ela, ela então sem precisar orientar coloca a mão em meus ombros, crava as unhas de forma sensual e busca minha boca, beijo casto que logo torno urgente, ouvindo ela gemer entre meus lábios ela começa a se contorcer, seu corpo todo treme e quando por mim me movo rápido gozo com ela.

— Ei! — chamo após alguns minutos ela virar o rosto vermelha, como se estivesse cometido um pecado grave — Porque está assim? — seguro seu rosto e a trago para me encarar — Rendendo amor! — quando vi já tinha dito.

— Eu não controle meu corpo e estou com vergonha! — ela levanta e a sigo, pego as toalhas e peço.

— Ninguém controla o corpo, mas devo dizer que quero que me seque está manhã! — meio relutante ela começa a me secar assim como eu a ela.

Sim eu a levei para a cama e ela mais leve e mais sensível, fiz gozar em minha boca e depois no meu pau, mal posso esperar para ensinar as outras posições e tudo que desejo dela, temos uma semana para isso, tornar ela minha de todas as formas e marcar seu corpo e alma.

***

Ela foi para o quarto arrumar a o resto das malas, enquanto estava reunido com meu cunhado e os conselheiros passando os afazeres reais até minha volta, mamãe me chamou em um canto e perguntou como sua nora estava.

— Pensei que deveria perguntar como seu filho está! — ela revira os olhos e começa a rir em seguida.

— Não, quero saber como a tratou? — não conto os detalhes, mas falo que fiz tudo em seu tempo — Sabe espero ver um dia o brilho do olhar dela no seu... Não deve continuar com o plano meu filho, está começando a se apaixonar por sua esposa e nem negue — ela me interrompe sem ao menos responder algo à altura — e espero que não se arrependa.

Após o sermão dela, fui buscar minha esposa para irmos viajar, seria bem longa a viagem e o ponto que me preocupava era se não desse certo à emboscada ou se ele vivesse e viesse envenenar ela contra mim, tento tirar tais pensamentos enquanto ajudo-a a entrar na carruagem e bom é claro que ensinei ela a beijar, a tocar um ao outro por cima da roupa, depois por dentro.




Notas Finais


Continua


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