História Prometo Te Amar - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Noragami
Personagens Bishamonten, Yato
Tags Linguagem Imprópria, Romance
Visualizações 24
Palavras 1.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Misticismo, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello babys!Tudo bem com vocês?Espero que sim!
Hoje eu vim trazer essa fanfic com todo o meu core pra vocês e espero verdadeiramente que gostem.
Muitos não shippam esse casal, porém eu sim!E achei bem interessante trazer uma histórinha de romance para os dois.

⇢.-ˏˋavisos ';🌷

1°] O que acontece com o Yato é basicamente o que aconteceu com o Ebisu no final da segunda temporada(Quem viu sabe).Quando os Deuses "morrem" eles retornam em forma de crianças e perdem suas memórias de vidas passadas, praticamente renascem novamente.Porém, o caso do Yato ele não morreu, apenas ficou entre o muro da vida e da morte(Melhor explicação ao decorrer na historia), basicamente é como se sua alma quisesse sair do seu corpo, porém não consegue.✔

2°] Vai ter muitas vezes em que não poderei postar novas caps pela falta de tempo ou bloqueios de criatividades, então, espero que me perdoem quando eu demorar tempo demais para postar.✔

3°] Nessa fanfic tentarei pegar a essência dos personagens como um modo de ligar ambos em uma abordagem mais profunda de seus sentimentos.✔

4°] Vai ter romance, mas uma lembradinha: Não terá pedolifilia por parte da personagem!!!.Ela irá abortar a situação da maneira mais aceitável possível e não terá segundas intenções com o personagem.

Ficou meio confuso?Talvez, sei lá!
Não esqueçam de comentar o que acharam, okay?✔



Plágio é crime!❎

Capítulo 1 - Capítulo um - Piloto


Fanfic / Fanfiction Prometo Te Amar - Capítulo 1 - Capítulo um - Piloto

                      Escrito por xx-baka-chan-xx

S uas mãos tocaram a maçaneta gélida e impurraram silenciosamente a porta de carvalho.O enorme quarto estava sendo iluminado pela raios solares que invadiam pelas frestas das janelas de madeira, e o cheiro de limpeza impreganava cada canto do cômodo.Ela abaixou os olhos, e percebeu que no fundo do quarto, quase que despercebido; há uma grande caixa de papelão larga, que imediatamente supôs que ali estava os pertences que chegariam ao amanhecer, como havia pedido anteriormente.

C onforme afastava-se da entrada e caminhada em meio ao quarto, podia sentir um olhar sobre si, mas meramente o ignorou como habitualmente fazia desde de sua chegada.Na extremidade dos pé descalços sobre o assoalho de madeira, suas mãos percorrem um espaço quase vazio dentro no armário de roupas, e posteriormente seus finos dedos puxam uma peça de tecido esbranquiçada, enquanto retira-se delicadamente da ponta dos pés, sendo observada a cada longo segundo.

Em um silêncio distendido e rigoroso, a mulher abaixou seus olhos violetas sobre a figura pequena a sua frente e observou o modo como suas íris transmitiam puramente uma inocência genuína.Em uma de suas minúsculas mãos encontrava-se um aviãozinho de madeira no qual ele havia se apegado e dificilmente o largava, sendo constantemente presenciado com o brinquedo em mãos.

— Aqui será seu quarto, você pode colocar suas roupas nesse armário e o banheiro fica ali —  Apontou  para porta a esquerda —  Eu não gosto de desordem ou qualquer tipo de barulho, seja de dia ou a noite, eu quero silêncio total  — Ela ordenou, no momento em que mostra a localização de cada canto do quarto, tornando-a até esse tempo, alvo das íris oceânicas mergulhadas genuinamente com uma inocência explícita —  O meu quarto fica no final do corredor...Qualquer coisa que precisar, o Kazuma vai te ajudar.

Ele caminha timidamente até a enorme cama, sentando-se na borda e encarando o chão levemente corado, enquanto cumprimiu os lábios em bico e começa a balançar seus pés que mal se encontravam no chão pela enorme diferença de tamanho com a cama. Fazendo a mulher ergue uma sobrancelha loira em indiferença ao avistar a expressão cabisbaixa da criança, perguntando-se mentalmente o fundamento de suas atitudes inusitadas.

— Não gosto daqui, é grande demais e muito longe dos outros quartos.Tenho medo de ficar aqui sozinho. — Ele finalmente se manisfestou, deixando a mais velha saber o que de passava pela sua cabeca aquele momento.

— Esse é o único quarto disponível no momento, mas é temporário — Suspirou Profundamente, o respondendo com sinceridade. — Como eu havia dito, Kazuma irá cuidar de tudo que precisar  — Finalizou depositando as toalhas que havia pegado no armário sobre a cama.

Girou levemente de ombros, esticando seus braços para afastar as longas cortinas de renda branca e permitir que a luminosidade do dia entrasse mais no cômodo.Podendo sentir a brisa fresca afagar seu rosto e seus fios dourados dançam na companhia do vento bailante, junto as flores no vaso de barro que balançam sobre a janela que dava uma vista privilegiada para o extenso jardim botânico, repleto de flores em uma diversidade de tons e luminárias em forma de postes minuciosamente colocadas para iluminar o terreno cultivado com plantas ornamentais ao anoitecer.

Uma bela paisagem de fato.Mesmo já convivendo lá a décadas, ela em nenhum momento deixava de se encantar pela beleza de seu jardim, que com tempo, havia se tornado sua parte favorita da casa.

Belo e diversificado.Era assim que pensava sobre seu quintal, igualmente como sua família formada por uma diversidade de suas preciosas shinkis que eram tão gentis e calorosos.

E lá estava ela, parada em frente a enorme janela do quarto, paralisada, somente se distraindo com toda aquela beleza, movimentando os ombros conforme respirava calmamente e totalmente de costas para o menino que habitualmente a encarava em curiosidade.Seu olhar desvia da deslumbre paisagem e novamente se encontram com aquelas íris azuis celeste ta aprofundadas em pureza.Estava tudo inteiramente mudado; não apenas sua fisionomia, mas a maneira em que seus olhos oceânicos faiscavam, com tanta pureza e uma suavidade que chegava por vezes a irrita-lá profundamente.Aquele olhar felino e desafiador já não existia mais, juntamente com o sorriso irritantemente debochado que era habitualmente desenhado em seu rosto, tudo  havia sumido completamente, a pessoa que um dia aquela doce criança foi, havia se apagado de suas órbitas, como se nunca realmente tivesse existido.

Havia outra pessoa ali, completamente diferente da outra que havia conhecido a décadas passadas, que talvez, atualmente apenas existisse em suas memórias.

Uma realidade tão enigmática e incompressível.Que de certa forma parecia terrivelmente solitária.

Seus pensamentos sobre o garoto se dissipam assim que começou a andar em direção a porta, se concentrando nos afazeres que teria naquele dia. — Deixe algumas toalhas, tome um banho antes descer e se preferir peça algum servente pára fazer algo se estiver com fome. — Ela deu um passo para mais perto da saída e observou rapidamente pelo canto dos olhos sem mover a cabeça, o pequeno descer da cama e se afastar minimamente para apanhar as malas em um canto distante do quarto e seguidamente as colocar sobre o colchão.

Já iria sair do quarto, quando a voz fina do garotinho invade seus ouvidos e ecoa por toda extensão do aposento, a fazendo hesitar alguns passos.

— Será que...V-você poderia me  ajudar a tomar banho, Bishamon-chan? — Sua voz soa envergonhada e estremecida.E de súbito, a loira prendeu a respiração e sentiu a saliva prender na garganta, permitindo por longos segundos que o silêncio fosse sua resposta temporária.

A Deusa espremeu os olhos e cumprimiu os lábios carmesim, pensando por alguns instantes sobre o que ele havia dito, ainda a deixava completamente desprevenida e supresa.Mantendo-se parada na porta pensativa e subitamente abrindo sua boca mais uma vez para proferir a primeira coisa que lhe passou sobre a cabeça que não soasse rude.

— Isso está longe do que eu posso fazer no momento — Bishamon, disse mantendo seu tom de voz moderado, porém soa com pressa.E sem olhar para trás, uma de suas mãos giram a maçaneta fria .— Desculpe, Yato — murmurou, antes desaparecer pelo extenso corredor.

Caminhou as pressas até que se encontra-se longe o bastante para suspirar fundo ao sentir a respiração voltar.Não se movendo.Não fazendo absolutamente nada.Somente encarando um horizonte inexistente enquanto de apoia na parede em meio ao corredor.Soltando o maldito fôlego preso na garganta.E agora somente com seus pensamentos lhe fazendo companhia, ela  a Deusa da Guerra não consegue evitar em pensar sobre o que faria apartir dali.Cuidar de uma criança era responsabilidade demais, uma função na qual ela sentiu-se pressionada a fazer quando lhe foi solicitada.E mesmo que não gosta-se muito, não conseguiria virar as costas para aquele problema, não tendo pensado duas vezes em ajudar quando sua assistência foi implorada.E querendo ou não, o peso disso estava por completo em seus ombros.

Mas agora não tinha retorno, estava comprometida com aquela pequeno ser.Aquele com quem ela antes nutria um ódio imensurável de anos por um passado doloroso que ambos tinham juntos, e mesmo que negue, ainda podia sentir a sensação amargurada em seu peito toda vez em que encarava os mesmos olhos azuis piscina que a olhava intensamente enquanto matava sem hesitar todos aqueles que um dia fora sua querida família.

E agora, a mesma pessoa que havia lhe causado a pior dor de toda a sua vida, estava ali em sua casa; recolhido sobre seu teto, recebendo a ajuda que certamente não merecia.Tentando perdoar, enterrar o passado, que chegava a doer nela mesma, seu ego e seu egoismo queria gritar.

Sabia que perdoar nunca foi e jamais será uma tarefa simples, mas era necessário, deixar tudo para trás; seguir em frente.Bishamon precisava perdoar no presente;Perdoar alguém que havia lhe ferido e causar uma cicatriz incurável em seu coração.Ou apenas tentar, por que tentar ainda era muito para si, era dolorosamente demais.

Perdoar seu pior inimigo.Certamente ela pensava que o destino estava brincando consigo naquele momento.














Notas Finais


Gostaram?Comentem, anjos!
Eu não gostei muito do final!Eu conserto depois, prometo!


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