História Promise - Capítulo 1


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Krueger, Erwin Smith, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Ymir, Zeke Yeager
Tags Levi X Mikasa, Rivamika
Visualizações 221
Palavras 1.344
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


"Mais uma fanfic?" AAAHH não consigo me segurar!

Boa leitura!

Capítulo 1 - A New Home


Fanfic / Fanfiction Promise - Capítulo 1 - A New Home

 

                    P R O M I S E

                      Capítulo I

"Teu olhar es gelo puro. Mas o teu coração me aquece com voracidade."

 

Mikasa deu mais uma olhada em sua casa antes de entrar na carruagem.

O assento confortável da espuma lisa a deixava menos ansiosa – e mais temerosa. Segurou firme seu pingente dourado, em formato de um anjo. Era simples e delicado, o mais belo presente que seu irmão a dera.

Ah, Eren. O seu amado e único irmão, aquele a qual daria a vida se fosse preciso. E sabia que ele faria o mesmo por ela.

 

As galopadas fortes da carruagem livraram sua cabeça de pensamentos desconexos – e a sombra da ponte encobriu o céu nublado de Londres. A oriental tentava apreciar as ruas poucos movimentadas daquele dia – mas os boatos sombrios ainda penetravam como agulhas em seu cérebro.

Criaturas. Eram assim definidas os seres estranhos que se assemelhavam a humanos ou animais – Inconsequentemente eles se misturavam facilmente a sociedade, deixando todos aflitos. E o pior: Se alimentavam de humanos ou até animais. Algumas vezes cairá nas manchetes dos jornais mortes estranhas e minuciosas exercida por tais criaturas. Todavia a maioria era escondida da sociedade – somente pessoas com cargos altíssimos na presidência tinham acessos ilimitados as essas notícias. De acordo com o governo era uma tentativa de ofuscar o medo da sociedade Londrina, e assim precaver ações precipitadas dos próprios cidadãos.

As estradas estavam colididas a pequenas e importunas pedras intrusas – que se eram um pequeno perigo para as rodas da carruagem. Mikasa se segurava no assento maciço a cada pulo que a carruagem dera.

A cada momento que se dera para chegar a pequena e lustrosa vila – entediava a garota. Mikasa se forçava ao máximo a se acostumar com a nova situação que se encontrará: Sem irmão, sem seus pais ou uma residência própria. Nem mesmo uma herança descente lhe foi atribuída – agora, a garota dependia de um parente distante. E ocasionalmente, um parente que com quem nunca derá as caras.

                         [.....]

O farfalhar emaranhado de galhos secos, colidindo ao canto suave dos pássaros que brotavam em árvores. A oriental pôde perceber quando a carruagem freiou de forma insensata, fazendo a garota quase ser arremessada a frente. Os cavalos urravam gritantes, e o cocheiro se forçou a doma-los

- Chegamos senhorita.

A voz do homem que conduzia ambos cavalos, chegará às ouvidos de Mikasa despertando a sua ansiosidade como em um passe de mágica.

A porta fora aberta, e a garota suprimiu a vontade de vomitar quando pôs o corpo para fora. Sua cabeça girava, e a ventania soprava seus cabelos – impossibilitando uma visão descente da residência a qual a esperava. Era sempre assim: seu irmão insistia para que ela prendesse os cabelos mesmo que curtos, pois eles esvoaçavam como pétalas de outono sob seu rosto alvo, abordando as belas mechas delicadas.

Mikasa agradeceu ao cocheiro, pronta para o pagar. Todavia segundo o homem, já fora pago pelo dono do casarão.

 

A jovem se pôs a andar até os portões de ferro, quando as galopadas da carruagem se distanciara. Seus olhos finos fixaram na estadia como chiclete – era bonita, diria até mais bonita que sua antiga moradia. Todavia era apagada como os postes veleiros do bordo de Londres.

Suas frestas continham lírios brancos como as nuvens, uma estrada de gramas e pedras luxuosas e desprovidas de rachaduras.

Mikasa estava tão entretida como nunca observando cada detalhe bem trabalhado da entrada principal, que não notará passos calmos e notáveis pairando atrás de si.

- Hm.

Um pigarro forte e desprovido de intenções a despertará a atenção. Em um pulo assustado a oriental se virara grudando os olhos Ônix na figura desconhecida a sua frente.

De postura alta, ombros friccionados e braços desprovidos de músculos – a olhava com indagação curiosa e contida um rapaz loiro de olhos azuis como o céu. Apesar da estranha compostura, ele não a passava medo ou temerosidade – na verdade suas orbes revelavam ser um alguém calmo e bem apto a conveniências humanas. Era isso ou acreditar que sua mente fajuta fantasiara a personalidade desconhecida do garoto a sua frente.

O garoto também trajava um terno muito bem passado – impecável, diria Mikasa. Sua boca parecida ser desenhada a mão, se abriu pronta para despejar palavras.

- A senhorita seria Mikasa Ackerman?

Surpresa como assustada, Mikasa notou uma formalidade em comum em vozes tão doces – como a tonalidade sonora daquele rapaz. Assentindo com a cabeça, desprovida de palavras suficientemente afirmativas, Mikasa se encontrava confusa e entusiasmada. A mão lhe foi estendida, coberta por uma luva de tecido fino e delicado como seda cara.

A oriental lhe apertara a mão, não percebendo as verdadeiras intenções do tal rapaz.

- A mala, senhorita Ackerman. 

Envergonhada e atrapalhada, Mikasa lhe estenderá a mala despejando um pedido de desculpas que o rapaz nem ao menos ansiara. Todavia, esse era seus modos: educada e contida, sempre se desculpando com tudo e todos por suas tolices matinais.

- Obrigado. Me acompanhe por favor, o senhor Ackerman a espera em seu escritório.

Temerosa e pouco entusiasmada, a garota o acompanhará desajeitadamente. Quando ambos atravessaram as barreiras do portão – ele batera com uma leveza incoveniente. O pequeno ruído colidido ao reboco reluzindo da entrada, fizera todos os pelos de Mikasa eriçarem, a um arrepio gelado atingir sua espinha dorsal.

Passaram pelo caminho polido em um silêncio congruente, do qual se ouvia apenas passos pesados do salto de Mikasa – e as leves pisadas entre folhas de outono da parte do homem que tomava a lentidão do qual andavam.

O barulho engenhoso da maçaneta se abrindo, revelou através da porta, uma sala frestas de poucas velas – apoiadas em candelabros dourados. Dois sofás sofisticados em formatos como ondas, vermelhos Como o setin nobre de um vestido em que ganhara no natal de seu décimo segundo aniversário, era prostrado no centro da sala.

O papel de parede beige se instalava de forma belíssima as castas madeiras de seu céu ilustrado de um teto amadeirado – e era um pequeno detalhe quase ofuscado pelo lustre gigante e distribuído de belas pedras preciosas como cristais em rosé.

Mikasa observava àquela enorme sala maravilhada, desviando do olhar satisfeito do garoto, que aquele momento já lhe aparentava ser o mordomo da casa.

- Senhorita? Por aqui, por favor. 

- Hum..? Ah! Sim. Desculpe-me.

Voltando a sua atenção vaga para o loiro, ele a conzirá a um corredor infestado de candelabros em paredes, com poucas fotos que lhe chamavam a atenção grudadas nas paredes.

Mikasa parou ao seu lado em frente a uma porta entre tantas que havia no corredor. Com apenas dois toques leves e nem um pouco apressados o loiro batera na porta.

Uma voz quase detida pelo oco das paredes fora expressada.

“Entre”.

O garoto abrirá a porta lentamente como se não quisesse atrapalhar ou pertubar quem estava dentro da estrutura.

Adentraram a sala, e Mikasa se pôs a cada vez mais curiosa. Sua mente latejava de curiosidade e seu coração prendia os esforços e pulos que imploravam para dar. Sua atenção fora focada a uma figura sentada quieta, em uma cadeira aparentemente confortável.

  - Senhor. A sua protegida. 

A palavra “protegida” provavelmente se dirigia a Mikasa. E a garota confundiu-se completamente.

 - Obrigado, Arlet. Pode se retirar agora.

 O garoto sairá em passos lentos como um zumbi, fechando a porta esbranquiçada – todavia, sem antes fitar discretamente os olhos piscantes como brilhantinas de natal, de Mikasa.

Bastou o pequeno “trec” da porta, para que o homem sentado a cadeira se levantar e dar a volta a mesa – até parar em frente a garota que trajava um vestido pomposo.

Seus olhos azuis – não tão azuis como o do garoto que a conduzirá até a residência – mas ainda sim, profundamente indecifráveis, a encararam com um misto de seriedade e prudência.

- Eu a estava esperando.

Mikasa sentiu uma estranha sensação em seu peito quando ele lhe dirigiu a palavra.

Seus olhos conturbados de vazio a causaram uma tão forte se sensação de êxtase em uma efusão emocional peculiar.

 Mikasa sentia como se já o conhece de algum lugar.



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