História Promises - Capítulo 2


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Categorias Stranger Things
Personagens Eleven (Onze)
Tags Eleven, Jane Hopper, Jane Ives, Lucas Sinclair, Maxine Mayfield, Mike Wheeler, Mileven, Stranger Things, Will Byers
Visualizações 98
Palavras 689
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 2


Joyce movia-se rapidamente pela cozinha. Ela não era muito fã de cozinhar, tanto que Jonathan normalmente preparava as refeições da casa, mas era uma situação especial: era o aniversario de 2 anos da vinda de Eleven e Hopper ao lar dos Byers. Ela lia o livro de receitas tentando entender o que era um “creme inglês” ou como fazer “claras em neve” para a torta de limão, quando sentiu um forte cheiro de queimado.

-Merda! O bolo de carne!- correu em direção ao forno que exalava fumaça preta por toda parte.

O bolo havia se queimado, mas ainda restava uma massa e um bom molho vermelho, era pelo menos o que Joyce esperava.

A mesa já estava pronta quando ela sentiu uma presença calorosa atrás envolvendo-a e um abraço carinhoso:

- Isso tudo é para mim?- Brincou Hopper quando a abraçava e olhava a cozinha toda bagunçada.

-Sim, a cozinha é sua, e tem mais de onde veio isso para depois- disse Joyce virando para frente e encarando o marido.

-Eu não quero espera até depois- Disse Hopper se aproximando para um beijo.

-Eu estou falando do macarrão e do bolo de carne queimado, seu bobo- riu Joyce.

-Mas e se nós começarmos agora e...- Hopper ia continuar antes de ouvir o carro chegar na garagem e a loucura da casa agitada recomeçar.

-Mãe! Fala pro Jonathan que eu já posso dirigir e que, todo mundo já dirige. - Gritou Will chegando à sala.

O abraço foi desfeito, para o desgosto de Hopper, e Joyce começou a servir os pratos.

-Querido, nós já conversamos sobre isso- Respondeu Joyce docemente.

-Até a Eleven sabe dirigir e eu só ando de bicicleta- Reclamou Will novamente.

-Eu aprendi a dirigir porque cresci em uma base militar onde era necessário o conhecimento mecânico e prático de diferentes tipos de veículos- Refutou Eleven.

-Sua mãe esta certa, garoto. E nós precisamos ter certeza que os incidentes acabaram antes de te dar um carro novo- Completou Hopper.

-Aquilo não acontece há 14 meses e eu acho que estou muito bem para dirigir- Will responde firmemente.

-Meninos, o que eu sempre falo sobre discussões na mesa?- Corrige a mãe.

-“Durante a refeição, nada de discussão”- Repetiram todos fazendo Joyce sorrir orgulhosa.

-Ótimo agora filho me passe às batatas - Pede a mãe ao mais velho. O resto da noite passou tranquilamente com risadas no jantar e uma sobremesa gostosa de torta queimada de limão.

 

 

Era uma noite muito chuvosa e gelada dentro do laboratório e Eleven não conseguia dormir. Em seu quarto não existiam janelas, apenas o barulho da chuva e o vendo frio que entra na fresta da porta. Tremendo e sem sono, a garota sem cabelos desce com cuidado da cama. Não podia fazer barulho porque havia enfermeiros no corredor e todos sabiam que enfermeiros odiavam confusões à noite. Delicadamente, ela abaixa perto da cama, onde existia uma tubulação de ar e sussurra:

-Você está conseguindo dormir?- Diz e espera a resposta. Apenas o silêncio dentro dos tubos quando escuta:

-E quem dorme assim?

 

Eleven acordou ofegante em sua cama. Ela não estava no laboratório. Ela estava em casa, na sua casa. Não havia algemas nem cadeados e as portas podiam ser abertas, constatou para tentar se acalmar.

Não era incomum sonhar com o laboratório, mas nas últimas semanas estava piorando. Ela sonhava com o laboratório todas as noites e sentia como se voltasse para lá cada vez que fechava os olhos. Existia uma pessoa que era um denominador comum em todos os seus sonhos. Os grandes olhos azuis, o cabelo negro raspado e a pele fria, Eleven lembrava-se perfeitamente como se ainda o enxergasse.

-Algum dia você vai me deixar em paz?- Perguntou retoricamente após beber o copo de água e voltar para cama.

 

 

Alguns metros dali, uma figura observava a movimentação da casa dos Byers enquanto falava com o seu gravador:

-Relatório da missão 14 de Abril, 3:30 da madrugada: existe movimentação e luzes acesas dentro do quarto da cobaia. É a nona insônia em duas semanas, e a falta de sono deve começar a afetar o metabolismo de cobaia em breve.


Notas Finais


Eu adoraria saber o que vocês estão achando! Críticas construtivas, elogios, sugestões são sempre bem vindas. Obrigada!


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