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História Promoted to your fiance - JackBam - Capítulo 3


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Notas do Autor


oe povo...
é neah, juju voltou...
olha mores, antes de tudo, queria pedir para que vcs se cuidem...
o COVID-19 é algo grave e eu peço que vcs tomem cuidado.
comecem a andar com álcool e gel, cuidem mais da higiene de vcs, evitem muito contato com outras pessoas, principalmente com os avós de vcs (pq eles estão no grupo de risco).
cuidado ..
bom, cá estou eu com mais um capitulozinho pra vcs... feito com mt amor, taoquei?!
talvez esse cap seja menor que o outro (nn sei, nn lembro), mas perdãozinho... eu vou recompensar vcs no capítulo VIII (sem mais spoilers KKK)
boa leitura bb's..
não se esqueçam de escutar a musiquinha que eu separei pra vcs
nós nos vemos lá em baixo...

Capítulo 3 - Capítulo II


Fanfic / Fanfiction Promoted to your fiance - JackBam - Capítulo 3 - Capítulo II

𝙲𝚑𝚊𝚙𝚝𝚎𝚛 𝙸𝙸 |

𝚂𝚘𝚗𝚐: 𝙼𝚎𝚖𝚘𝚛𝚒𝚎𝚜 - 𝙼𝚊𝚛𝚘𝚘𝚗 5 |


  Jackson e Kunpimook ainda estavam adormecidos, porém foram acordados quando o piloto iniciou sua fala no alto- falante do avião. Kunpimook espantou- se ao perceber que estava abraçado à Jackson. O chinês apenas riu soprado do espanto do platinado e se afastou.

— Nós chegamos! — comentou Jackson ao ouvir o piloto.

— É... Eu percebi. — respondeu seco. — Você se recorda do nome dos meus irmãos, certo?

— Sim! — assentiu. — Manaow e Klahan.

— E o nome dos meus pais?

— Kariti e Malai Bhuwakul, certo?

— Está certo! — Kunp balançou a cabeça. — Não fique muito nervoso, Manaow é muito desconfiada.

— Eu vou tentar! — suspirou.

— Ok! Vamos sair do avião agora... — pediu o platinado, quando sentiu o avião pousar em Krabi.

Jackson assentiu e ambos saíram do transporte de metal. Respiraram fundo e se prepararam internamente para a mentira imensa que iriam contar e sustentar durante alguns meses, até que os papéis saíssem.
Kunpimook arrastou sua mala até o aeroporto e fitou o lugar, procurando por seus irmãos.

— Bambam? — uma voz um pouco chorosa chamou o rapaz.

Kunpimook virou-se para a dona da voz e fitou sua irmã mais velha.

— Manaow? — sorriu fraco com seus olhos cheios de lágrimas.

Jackson os olhava confuso. Quem era Bambam? E por que a garota chamou Kunpimook assim?
Kunpimook abraçou sua irmã como nunca antes. Até lembrou de sua despedida. Foi tão triste. Preferia esquecer.

— Você cresceu! — Manaow analisou o mais novo. — Pintou o cabelo, mas continua tão... — sorriu largo. — lindo! — exclamou. — Você continua lindo!

— Obrigado! — o platinado limpou uma lágrima que havia caído de seus olhos e sorriu. — Você está mudada, Mah. Está uma mulher linda. — abraçou-a novamente.

— Eu senti tanta, tanta, tanta falta sua, Bambam. — a morena apertou seu irmão mais novo. — Que bom que voltou.

— É... Eu voltei! — Bambam não tirava o sorriso do rosto. Não conseguia.

— E... — encarou o homem de estatura alta de cabelos castanhos ao seu lado. — E quem é esse?

— Esse aqui... — encarou Jackson, após respirar fundo. — Esse aqui é meu noivo. — Kunpimook puxou Jackson para mais perto de si.

— S-seu n-noivo? — arregalou os olhos.

— Sim! — exclamou Bambam.

— Você sabe que...

— Manaow, agora não! Discutimos sobre isso quando chegarmos em casa.

— Ok! — assentiu sorridente. — Seu nome é...? — encarou o castanhado.

— Jackson Wang! — curvou-se, em forma de respeito.

— Manaow! — apresentou-se. — Você é chinês, certo?

— Sim! — sorriu fechado.

— Reconheci pelo sobrenome. — explicou. — Bom... Fico feliz por vocês dois, porém não entendo: por que você não me contou que estava namorando, Kunpimook? — cruzou os braços, mostrando uma falsa indignação.

— P-porque... — encarou Jackson. — N-nós...

— Nós preferimos manter em segredo por enquanto. E foi por isso que nós dois decidimos vir aqui...

— Isso! — Bambam assentiu.

— Certo! Vamos logo. Mamãe está ansiosa para te ver.

— Por que ela não veio me buscar?

— Estava ocupada fazendo o almoço. — deu de ombros, seguindo para fora do aeroporto.

— E... E o papai?

— Para sua sorte, ele está viajando e volta em dois dias.

Jackson ainda estava sem entender algumas coisas. Como: o porquê do apelido de Kunpimook; por que Kunpimook tinha sorte de seu pai não estar em casa esses dois dias?

— Vocês pretendem ir quando? — quis saber Manaow.

— Hm... Não sei... — Bambam encarou Jackson, que colocava as bagagens no porta malas.

— Duas semanas... — dissera Jackson, simplista.

— Duas semana? — inquiriu Kunpimook, surpreso.

— Eu disse: duas semanas? — pensou. — Hmm... Quero dizer, um mês?

— Espera, quê? — o platinado balançou a cabeça com os olhos arregalados.

— Um mês? — Manaow cruzou os braços. — Eu não acho que Bambam vá querer ficar todo esse tempo aqui. — a mais velha arqueeou a sombrancelha. — Você não contou à ele?

— Contar o que, Kunpimook? — o castanhado inclinou a cabeça para o lado, meio confuso. O que Kunpimook deveria contar à ele? Seria algo sério?

— Não, Manaow! Nós nunca falamos sobre a nossa família. — suspirou. — Vamos logo! Quero ver minha mamãe. — sorriu que nem uma criança ganhando um doce.

Jackson ainda queria saber o que tanto o casal de irmãos estava falando sobre sua família. Sabia que não era da sua conta. Afinal, o chinês não estava noivo do tailandês de verdade. Mas, mesmo assim, este queria saber. Perguntaria ao mais novo mesmo sabendo que levaria uma resposta fria. Insistiria até saber o tal segredo.
O chinês encarava a cidade com os olhos cheios de admiração. A cidade era linda. As praias, ruas, casas, vilarejos, principalmente, alguns riachos que cortavam algumas ruas. Tudo. Tudo naquela cidade parecia admirável. Até o ar parecia mais leve. Este ficou surpreso com o fluxo do trânsito. Pararam apenas poucas vezes, e suas paradas foram apenas no sinal vermelho. Não viam nenhuma empresa grande. Apenas uma. Que por pura coincidência, ou não, tinha as inciais do sobrenome de Bambam.
BWK Impire's era o nome. Viu mais duas sedes com o mesmo nome. Mais uma. E mais uma. Começou a estranhar.

Quem era dono de tanta riqueza?

— De quem são essas sedes espalhadas pela cidade? — perguntou Jackson, olhando as ruas pela janela.

— São nossas! — respondeu Manaow. — Bam não contou?

Agora estava explicado o porquê de Kunpimook ter recusado seu dinheiro.

— Contou! — mentiu. — Mas, ele não me disse que eram tantas, e que vocês eram tão ricos.

— Kunpimook odeia falar de riquezas, dinheiro, luxúria. Você sabe...

— É... Eu sei ! — sorriu cínico.

Kunpimook riu soprado e balançou a cabeça negativamente.

×××

Kunpimook ainda olhava a mulher à sua frente perplexo. Esta ainda nem havia percebido presença do garoto ali, pois estava de costas cozinhando.
O platinado não sabia o que fazer, podia chorar ou chamá-la, mas preferiu observa-la cantarolando sua música preferida, no mesmo tempo que movimentava a colher na panela. Sorriu bobo centenas de vezes. A senhora à sua frente nem se dera conta da presença de seu caçula ali.

— As long as we're together, does it matter where we go... — continuou a música que sua mãe cantava.

A mulher de cabelos brancos virou-se boquiaberta, depois de reconhecer aquela voz.

— K-Kupimook? — gaguejou, desacreditada. — Filho?

— Oi, mamãe! — Bambam abriu os braços para um abraço.

A mulher nem mesmo tirou o avental e correu para um abraço apertado, junto de seu filho mais novo. Não era o mais importante, mas aquele abraço era.

— V-você está a-aqui! — dissera chorosa, entre o abraço. — V-você est-tá a-aqui. M-meu f-filho... — choramingou.

— Eu estou aqui, mãe! Eu voltei... — Kunpimook sorriu com os olhos cheios de lágrimas; saiu do aperto de sua mãe para analisá-la. Estava linda como sempre. — Desculpa por demorar tanto para voltar...

— N-não foi c-culpa sua, meu f-filho. — fungou, enquanto enxugava suas lágrimas. — E-eu entendo você... — sorriu. — Você... V-você está tão lindo, meu amor!

— Céus, mãe! Não chore! — segurou o rosto da mais velha. — Olhe... Eu já estou aqui, não chore mais.

— Olhe só... — analisou o garoto. — Você cresceu! Perdeu o rostinho de bebê. — apertou suas bochechas. — Mudou o cabelo... Você continua incrivelmente lindo.

— Obrigada, mãe! — sorriu corado.

— Bom... — olhou para trás. — Quem é esse rapaz aí? — a mulher encarou Jackson sorridente.

— Esse aqui é Jackson, mamãe...

— Prazer, Jackson! — curvou-se em respeito. O garoto fez o mesmo. — Você é amigo do meu filho?

— Não, senhora! — sorriu. — Eu sou noivo do seu filho. — seus lábios se esticaram, mostrando um sorrinho fechado.

— Céus! — exclamou. — Perdão... — dissera sem graça. — Kunpimook, filho, por que não me contou que estava noivo?

— Você não iria no casamento de qualquer forma, mamãe... — arqueeou a sombrancelha.

— Ah... — Malai suspirou. — Ainda sim, você deveria ter me avisado. Eu mandaria um presente.

— Eu disse isso à ele, mamãe! — Manaow pronunciou-se, encostada no balcão. — Aí tem coisa, Kunpimook...

— Não seja indelicada, Manaow! Você sabe porque seu irmão não nos contou...

— Certo! Eu sei... — assentiu.

— Bam, você pode levar suas malas para o quarto, junto com Jackson... — apontou a mais velha. — Tomem um banho e desçam para o almoço. Seu irmão deve estar chegando.

— Onde está Klahan? — indagou Kunpimook.

— Andando por aí... — Manaow deu de ombros. — Enfim, subam logo! Eu estou com fome.

— Onde ficam os quartos? — inquiriu o platinado.

Kunpimook arregalou os olhos depois de ouvir o que ele mesmo havia falado. Os quartos, Kunpimook? Não seria o quarto? É... Infelizmente você terá que dormir com Jackson. Pensou.

— Os quartos? — Manaow arqueeou a sombrancelha direita. — Você quis dizer o quarto. Vão dormir juntos né? Já que são.... Noivos...

Jackson xingava o mais novo mentalmente pelo deslize que dera.

— Vamos! — assentiu Jackson. — É que eu e Kunpimook tivemos uma discussãozinha ontem à noite, mas já passou. Não é, amor! — o chinês segurou a cintura de Kunpimook e beijou sua bochecha.

— É sim! Eu me confundi! Perdão...

— Tudo bem, filho! Vocês vão ficar no seu antigo quarto...

— Ok, mamãe!

Ambos pegaram as malas e subiram para o quarto onde Kunpimook dormia quando ainda morava ali. Já fazia 8 anos. Bambam saiu de casa com apenas 14 anos. Mas, a culpa não era sua e nem de ninguém. Odiava lembrar do motivo que o fez sair de casa. Horrível. Trágico.

— Que ideia foi essa de "Os quartos"? — Jackson jogou a mala no chão e cruzou os braços. Totalmente indignado.

— Que ideia foi essa de me beijar? — sussurrou indignado.

— Você queria o que? Nós estamos fingindo ter um relacionamento, ou pelo menos tentando fingir. Se você colaborasse. — Jackson franziu o cenho, controlando seu grito.

— Está bem! Chega! — exclamou. — Eu vou tomar um banho para almoçarmos e...

— Espera! — pediu Jackson. — Vou te fazer uma pergunta e, por favor, responda.

— Pois bem, diga!

— Por que eles chamam você de BamBam?

— Minha avó me deu esse apelido quando eu nasci. — deu de ombros. — Mais alguma coisa? — cruzou os braços.

— Por que você não gosta do seu pai?

— Quem te disse que eu não gosto do meu pai? — riu soprado.

— Então, porque Manaow disse que você tinha sorte dele não está aqui? — Jackson franziu o cenho.

— Olha, isso não te interessa! São coisas da minha família e você não tem que se intrometer...— dissera Kunpimook com um tom de voz que demonstrava nervosismo.

Jackson nem mesmo persistiu. Desistiu. Parecia algo sério e Kunpimook não iria falar. O chinês queria saber há quanto tempo fazia que Bambam não via a família. Talvez fossem anos. Mas por que? Por que ele saiu de casa tão cedo? O que tinha acontecido?
As interrogações estavam pertubando sua mente desde que entraram naquele avião. Sabia que seria difícil conviver tanto tempo com Kunpimook. Jackson queria muito que o oficial tivesse dado mais tempo para eles. Três meses era pouco. Quem podia saber tudo de uma pessoa em três meses? Quem conseguia fingir ser noivo de uma pessoa por três meses? Ele queria mais tempo, mas também queria ter menos tempo.
Colocou a mão no bolso e tirou a caixinha preta. Onde haveriam duas alianças. Se teriam que fingir serem noivos, teria que ser direito.
Que tipo de casal não tem sequer aliança? Jackson havia escolhido a mais cara, para parecer ser especial para ambos.

— Jackson? — Kunpimook saiu do banheiro derrepente; com os cabelos encharcados, apenas com uma calça moletom e o peitoral desnudo.

Jackson o encarou por uma boa fração de tempo.

— Eii! — o balançou. — Jackson Wang. — Kunpimook chamou a atenção do mais uma última vez.

— Hm? — resmungou.

— O que isso aí? — inquiriu, referindo-se a caixa preta nas mãos do chinês.

— São alianças. — abriu a caixa. — Tome... Use-as.

— Você poderia ter gastado mesmos dinheiro com isso. — colocou em seu dedo direito.

— Não gostou?

— Gostei, mas... Só estamos fazendo um teatro. — deu de ombros, seguindo até sua mala para pegar seu creme corporal.

— Precisa pelo menos parecer real.

— Certo! Você tem razão... — assentiu.

— Kunpimook? — Jackson encostou- se na porta do banheiro.

— Oi? — o mais novo o encarou.

— Há quanto tem que você não vê sua família. — recebeu um suspirou do mais novo.

— 8 anos. Por que?

— Nada! — balançou a cabeça. — Eu vou tomar banho.

— Tudo bem!

Kunpimook revirou os olhos. Já estava prevendo o quanto a convivência com Jackson seria difícil. Mas, tinha certeza de que a convivência com seu pai seria muito pior. Queria tanto que esses dois dias passassem devagar ou que o mais velho ficasse mais tempo por lá. Não queria morrer.

— Kunpimook, pare de pensar em tantas besteiras. — o garoto repreendeu a si mesmo. — Oras, morrer! Ninguém vai morrer. Sua família não vai perder mais ninguém... — Bambam andava de um lado para o outro.

— Quem não vai morrer? — inquiriu Jackson, balançando o cabelo quando saiu do banheiro.

— Porra, Jackson! — levou a mão ao peito. — Não me assuste assim...

— Perdão! — riu. — Mas... Por que você está falando de morte?

— Morte? Por que eu falaria de morte? — fingiu- se de desentendido.

— Não sei! — deu de ombros. — Diga- me você... — sentou-se na cama.

— Eu não estava falando de morte! Você deve ter ouvido errado...

— É... Talvez eu tenha escutado errado mesmo... — Jackson cruzou os braços.

— Vamos descer para comer! Mamãe está nos esperando... — o platinado pegou sua camiseta e a vestiu.

— Calma aí... Eu preciso conversar com você...

— Diz... — bufou.

— Nós ainda não estamos agindo como um casal de verdade.

— Você já me deu uma aliança. Quer mais o que? — cruzou os braços.

— Nós vamos descer de mãos dadas. Assim, podemos parecer um casal normal.

— Era só o que me faltava... — riu debochando. — Vamos logo... — estendeu sua mão para Jackson.

— Ok! Vamos!

Ambos deram as mãos e desceram até a cozinha. Manaow mechia no celular, ao mesmo tempo que olhava para a televisão. Já a Sra. Bhuwakul estava arrumando a mesa para o almoço. Kunpimook pegou os pratos de sua mão e os pôs na mesa. A mais velha o agradeceu com um sorriso cansado, por ter acordado tão cedo para preparar a casa para a chegada de seu caçula e a pessoa que este queria apresentar.
Malai, mãe de Kunpimook, ficou extremamente feliz por seu filho ter achado alguém que o amasse e que cuidasse dele, mas estava receosa com a chegada de seu marido, Kariti.
Malai não queria perder mais um integrante da família, nem mesmo superou a última perda, quem dirá outra.

Mesmo tendo ameaçado seu marido, sabia que ele tentaria de novo.

— Eu avisei a uma pessoa que você estava vindo. — Malai confessou, quando sentou- se na mesa.

— Quem? — Kunpimook sentou à sua frente.

— Lalisa...

— A Lisa? Ela ainda mora aqui? — sorriu surpreso.

— Mora! — assentiu. — Ela ficou extremamente feliz quando soube que você viria. Disse que irá vir amanhã, pela tarde.

— Céus! A quanto tempo eu não a vejo... — riu. — Achei que ela nem lembrava de mim.

— É claro que ela lembra de você... — pegou na mão do caçula. — Vocês andavam sempre juntos, faziam tanta besteira. Como ela podia esquecer?

— Eu sinto saudade da minha infância...

— Também queria que você ainda fosse um neném. — riu.

— Desculpa me intrometer.... — Jackson segurou ombros de Kunpimook. — Mas... Quem é Lalisa, Kunp?

— Sente- se, querido. — Malai apontou para a cadeira ao lado de Kunpimook, assim o castanhado fez. — Bambam nunca te contou nada sobre a infância dele?

— Kunpimook nunca falou muito sobre a família dele.

— Kunpimook, por que você nunca falou sobre nós para Jackson? — Malai cruzou os braços, fingindo estar brava.

— Ô, mãe! Nunca achei necessário. — Bambam segurou a mão meio enrugada de sua mãe.

— Certo! — sorriu. — Agora eu quero saber de vocês dois. Como vocês se conheceram?

— C-como nós nos conhecemos? — Jackson gaguejou.

— É... — a mais velha deu de ombros. — Não me digam que não se lembram...

E foi aí que Kunpimook arrumou um jeito de brincar um pouco com a situação. Este prendeu o riso.

— Não, mãe! Claro que nós nos lembramos. É que Jackson não gosta muito de falar sobre isso, sabe?

— Então, conta você, amor! — Jackson o olhou de canto, um pouco desconfiado.

— Bom... Já que você está pedindo. — deu de ombros. — Eu conheci Jackson no meio da rua, pela parte da noite, perto da minha casa.

A desconfiança de Jackson só aumentou.

— Ele estava bêbado e parecia meio acabado sabe? — torceu o beiço. — Eu me aproximei dele, mesmo desconfiando que ele podia ser um ladrão ou morador de rua querendo pegar algo meu.

— Você sempre foi assim né, filho? Sempre foi solidário. — sorriu a mãe.

— Sim mãe... — retribuiu o sorriso. — Enfim, eu me aproximei dele e ele acabou me dizendo que precisava de ajuda. Não sabia como tinha ido parar ali. Disse- me também que ele tinha ido se encontrar com uma garota e ela o embebedou e tirou todo o dinheiro da carteira dele e o deixou no canto da rua.

Jackson ficou boquiaberto. Não acreditava no que Kunpimook acabara de falar.

— Então, eu o ajudei e ele pediu para que eu o levasse para casa de um amigo que ficava próximo dali.

— Nossa, Jackson! Deve ter sido horrível pra você. — Malai exclamou surpresa.

— Sim! Foi... — olhou de canto para Bambam. — Mas, Kunpimook sempre foi um anjo, né? — sorriu falso.

— Aaanw! — sorriu para Jackson, segurando seu rosto. — Você que é, meu amor.

— Mas, como vocês se encontraram de novo? — quis saber a mais velha.

— Eu descobri depois que ele morava três ruas depois da minha e ele veio me agradecer...

— Nossa! Que história... — Malai franziu o cenho. — Nada romântico. E o pedido de casamento? Quem fez?

—Quem fez o pedido foi...

— Ah, Kunp... — Jackson sorriu. — Essa história eu faço questão de contar. — Jackson deu ênfase em sua frase. — Quem fez o pedido foi eu, é claro. Kunpimook é muito tímido, então ele nunca teria coragem para pedir- me em casamento. — Kunpimook fechou o cenho, com a sombrancelha arqueada. — Sabia que depois que nós começamos a namorar, nosso primeiro beijo foi só um mês depois?

— Nossa, filho! — exclamou. — O que te deixava tão inseguro?

— Era só timidez, mãe... — Bambam sorriu forçado olhando para Jackson.

— Continue, Jackson... — pediu a senhora.

— Certo! Bom... Eu chamei Kunpimook para dormir em casa naquela noite; fui buscá-lo no trabalho e o levei para casa. Eu arrumei a casa inteira, coloquei pétalas pela casa e fiz um jantar para nós.

— Ooonw, que fofo, Jackson.

— Pena que a comida estava horrível. Jackson não sabe cozinhar... — Kunpimook torceu o beiço.

— Não diga isso, filho! O que importa é foi a intenção... — sua mãe o repreendeu e este fechou o cenho, encarando um Jackson risonho. — Continue Jackson.

— E então, ele foi tomar banho. Quando ele entrou no quarto, eu fechei seus olhos e o levei até a cama, e lá estava escrito com pétalas: “Você aceita de casar comigo?”. Eu tirei minhas mãos do rosto dele e me ajoelhei em sua frente e o pedi. E ele...

— E eu aceitei e pronto. Foi isso... — Kunpimook finalizou.

— Que bonitinho! — sorriu a mulher. — Mas, você podia ser menos tímido, né, Kunpimook?

— Mamãe! — exclamou Bambam, em um tom de repreensão.

— Desculpa, filho!

— Mãe, cheguei! — gritou Klahan da sala. Este caminhou até a cozinha. — Bambam! — sorriu o mais velho.

— Klan! —levantou- se para a abraçar seu irmão.

— Olha só, você evoluiu! — riu. — Perdeu o rostinho de bebê. Está um homem. Só não está mais bonito que eu.

— Ha ha ha, Klahan! Você não deixou de ser palhaço né... — ambos riram.

— Tenho que admitir: você fez muita falta! — confessou o moreno.

— Fico feliz em ouvir isso.

— E quem é aquele ali? — olhou para Jackson, que estava conversando com sua "sogra". — Seu amigo?

— Ele é meu noivo, Klahan. — dissera entre dentes.

— Kunp, você sabe que eu não me importo com quem você escolheu amar, mas o...

— Sério que todo mundo vai me falar isso? — cruzou os braços. — Eu vim aqui para apresentá-lo à vocês. Não quero que me lembrem do motivo que me fez sair daqui.

— Ok, ok! Desculpa. Você tem razão. — Klahan levou sua mão até a nuca ao bufar. — Vamos, me apresente ele.

— Jackson! — o mesmo o olhou e Kunpimook pediu para que este fosse até ele. — Jackson, esse é meu irmão mais velho, Klahan.

— Prazer, Jackson! — estendeu a sua mão para o chinês. — Espero que esteja cuidando bem do meu irmão.

— Estou sim! — riu soprado.

— Que bom que chegou, filho! — disse a senhora. — Vamos comer!

— Sim! Vamos! — Klahan conciliou.

Kunpimook estava mais feliz que nunca. Não conseguia medir sua alegria, mas sabia que aquilo não duraria muito. E, infelizmente, ele não podia fazer nada para evitar. A tristeza naquela viagem era uma consequência que Bambam já estava ciente.



Notas Finais


entaaao, o que acharam? está bom? eu que sla... nn me dediquei mt nesse capítulo por falta de criatividade...
mas enfim, o capítulo III está melhor (sim, alguns capítulos já estão prontos kskksks olha a bomba hein... mata até mais rápido que o corona vírus KKKKK)
bom mores, é isso...
espero demaaaais que tenham gostado... e bom...
nn se esqueçam de me seguir, pra vcs saberem as coisas que eu faço por aqui ok?
meu user: @xxuliana
é... tchauzinho mores... até a próxima ok?
amo vcs e CUIDEM-SE


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