História Proposta Indecente - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Jimin, Romance, Taehyung
Visualizações 205
Palavras 3.526
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoal..
Como estão?? Espero que bem.. 😀
Mais um capítulo para vocês..
Espero seus comentários.. 😉
Desculpem qualquer erro..
Boa leitura!!

Capítulo 14 - Indecoroso


Fanfic / Fanfiction Proposta Indecente - Capítulo 14 - Indecoroso

________'s pov

O médico me chamou a sala dele para falar o resultado. Esses exames conatumam ser rápidos..

- Então, doutor? - disse aflita mexendo meus dedos de forma descontrolada sobre o meu colo. - Eu sou compatível com ela?

- Os exames mostram que você é sim compatível com sua filha.

Sorri aliviada.

- Ah, graças a Deus! - respirei fundo. - Pode marcar a cirurgia, doutor.

- Não é assim. - estreitei os olhos. - Kim ______. - esperei ele continuar. - Você é compatível com sua filha, porém..

- Porém?! - disse o interrompendo. - Não diga isso, doutor. - os meus genes não podem ter deixado ela doente! - Qual o problema se eu sou compatível com ela? Uma doadora em potencial.

- Os exames indicam que você é alérgica a um dos componentes da anestesia. - engoli em seco. - Como deve saber.. a anestesia é o procedimento a base de medicamentos para a realização da cirurgia, impossibilirando o paciente de sentir dor aos estímulos externos.

- Sim, sei disso. - respirei fundo. - Não entendo. - neguei também com a cabeça. - Eu sou saudável, não é?

- Sim, mas senhora, eu asseguro a não fazer a cirurgia. - engoli em seco. - Se fizer.. entrará em choque anafilático e podemos nunca mais fazê-la acordar.

Engoli em seco.

- Yooni pode sobreviver se receber o fígado? - perguntei amarga.

- Sim, ela é jovem. - ele deu de ombros. - Há grandes chances de recuperação.

- Então.. - respirei fundo. - .. não sei porque está me dizendo para não fazer a operação. - inclinei o meu corpo para frente. - Pode marcar a operação! Tudo o que me importa é que a minha menina fique bem. E se o senhor, doutor, não quiser aceitar isso.. - olhei em volta brevemente. - Eu me jogo na frente de uma carro aqui mesmo na porta do hospital.. - apontei em direção a porta brevemente. - E.. então vai ter um fígado para salvar a minha filha.

- A senhora está louca! - disse o doutor Yan Woon um pouco assustado com minhas palavras.

- Eu sou a mãe dela e eu faria tudo por ela!

- Senhora Kim.. - ele passou a língua pelos lábios, umidecendo-os. - Terá que assinar um termo de responsabilidade.

- Assino! - bati a mão sobre a mesa do médico.

O doutor Yan Woon pegou uns papéis sobre sua mesa e me entregou.

- Vou mandar que preparem o termo de responsabilidade para que assine. - peguei os papéis que ele me entregava. - Esses são papéis para a cirurgia. - avaliei os papéis brevemente. - A senhora deve ir até o financeiro e depois podemos marcar a cirurgia. - disse ele de forma tranquila. - Nesse meio tempo.. a senhora vai assinar o termo que eu vou mandar preparar.

- Obrigada, doutor! - disse me levantando da cadeira.

(...)

Tudo estava indo bem até que a moça atrás do balcão me chama e me entrega o meu cartão de crédito com a seguinte frase carregada quando minhas mãos pegam o pequeno "dinheiro de plástico".

- A senhora não tem limite! - afirmou a moça de olhos marcantes e cabelo puxados para trás com um tipo de gel barato.

- Não? - ah, droga! Os exames que ela fez também foram bem caros.. - Pode tentar com o meu plano? - tirei da minha carteira o cartão do plano que tenho pelo trabalho e entreguei a moça.

Ela com seus dedos esguios digitava nas teclas do teclado do computador com brutalidade e eu me encolhi quando o olhar dela voltou para mim e sua mão esticou com o cartão para o meu lado.

- Está dizendo que o seu plano foi cancelado!

- O quê?! - quase gritei.. olhei em volta brevemente e sorri simples para um senhor no balcão ao meu lado, que era atendido por outro funcionário. - Isso não pode ser! - disse entre dentes.

- Alguma outra forma de pagamento? - disse ela sem expressão em seu rosto pálido.

Inclinei-me sobre o balcão.

- Eu não posso pagar depois da operação? - arqueei uma sobrancelha.

A moça me olhou com desagrado e indiferença.

- Não. - disse amarga simplesmente.

- Eu volto mais tarde. - disse me afastando do balcão e pegando o meu celular.. liguei para o plano. Como assim o meu plano foi cancelado? Eu não fui demitida! Quer dizer.. eu me demitir, mas não esperava isso!! Assim tão rápido.

Após algum tempo de espera no telefone finalmente a moça do outro lado da linha apareceu e colheu os meus dados..

- Senhora Kim.. - começou a moça do outro lado da linha. - O seu plano foi cancelado hoje.

- Eu não fui demitida! - fechei os olhos em seguida..

Ah, não pode ser!!

Jimin aceitou a minha demissão com certeza porque a avó dele descobriu que não somos casados! Mas a culpa não foi minha! Foi 100% dele, ora essa!!!

- Meus registros dizem que "A Sorridente" fechou no dia de ontem! - disse a moça.

- Fechou? - estreitei os olhos.

- Sim, senhora. - disse a moça. - Mas gostaria de estar fazendo um plano completo com a gente? Damos apenas 1 mês de carência.

- Não, obrigada! - desliguei o telefone em seguida.

Do que adiantaria fazer um plano agora se não posso usufruir dele de imediato.

Respirei fundo e segui deixando o hospital.

(...)

- Senhora Kim.. - disse o gorducho do senhor Lee Ho-Ahn, meu gerente. - não posso atribuir créditos a senhora. Ainda não pagou o último! - repreendeu-me o mais velho.

- Eu paguei os juros.. - disse sem graça.

- Mas ainda tem dúvidas conosco. - disse ele óbvio.

- Eu vou pagar.. é só.. mais um empréstimo!

- Lamento, senhora Kim. - disse ele amargo. - O banco não pode liberar mais dinheiro para a senhora.

Levantei-me da cadeira e bati com as minhas duas mãos sobre a mesa do gerente.

- Eu estou desesperada! É a minha filha! Eu já expliquei para o senhor por qual motivo preciso do dinheiro. Não pode negar a mim! - esbravejei.

O senhor Lee Ho-Ahn engoliu em seco.

- Lamento pela sua filha, senhora. - disse ele de modo calmo. - Mas o banco tem regras claras e temos que seguir.

(...)

Parei em uma praça, ainda transtornada no que aquele dia havia se tornado.. Estou correndo contra o tempo...

Meu celular começou a tocar e olhei pelo visor.. era Yoongi.

- Alô?! - disse ríspida.

- Eu já cheguei ao Japão. - disse ele e eu revirei os olhos. - Talvez queira saber.. ou não. Enfim.. - ele suspirou. - Liguei mesmo para saber da menina.

Respirei fundo, estava sem forças para começar a falar..

- Preciso de dinheiro para a cirurgia dela! - disse por fim.

- Todo o dinheiro que arranca de mim mensalmente não é o suficiente?! - disse ele em um tom indignado. - Aposto que gasta todo ele com você mesma, não é, ________?!

Balancei a cabeça negativamente como se ele pudesse ver.

- Não, não é verdade! - disse amarga. - Acontece que Yooni já ficou doente outras vezes, e a última vez que ficou internada, teve que fazer muitos exames. Exames caros! Mas eu não preciso que você entenda sobre isso! Não dá a mínima!

- Todo o meu dinheiro está aplicado em uma transação! - começou ele. - Nem que eu quisesse te ajudar ______.. Não posso mexer no dinheiro.

- Mesmo que você não tenha perguntado. Eu sou compatível. - disse fria. - Isso quer dizer que ela herdou essa doença de você. Fica esperto, hem, Yoongi, daqui a pouco pode ser você precisando de uma cirurgia e todos vão virar a cara para você!

- Reeeeeee.. - ele riu de forma cínica, ridícula mesmo. - Muito engraçada, você.. Já pediu ao banco? - completou amargo.

- Acabei de sair de lá! Não! Eles não me emprestaram o dinheiro!

- Já pediu aos seus pais?

- Ah.. que ótimo! - sorri sem humor. - Você me tirou de lá.. e agora quer que eu me rasteje mais do que já estou rastejando, não é?! - sorri sem humor. - O que é?! Você fica feliz em ver os outros por baixo?

- Você tem outras opções se não quiser recorrer a sua família.. - disse ele cínico. - Você pode vender o seu corpo para algum imbecil disposto a pagar o valor que você pedir..

Desliguei o telefone na cara dele!

- Odeio você! - disse encarando o telefone, mas me referia mesmo ao imbecil do Min Yoongi.

Olhei em volta e respirei fundo.. Lembrando-me que Jimin aceitou o meu pedido de demissão.

Liguei para Park Jimin.

- Oi? - ouvi a voz dele do outro lado.

- Jimin?

- Peguei você. - ele gargalhou. - Deixe o seu recado após o sinal!

Piii

Fechei os olhos em desagrado.

- Ah.. - sorri simples. - Você me pegou mesmo! Ainda não acredito que não quer falar comigo.. que me demitiu. - encarei a minha mão livre. - Nossa.. eu devo ser horrível mesmo! - respirei fundo. - Eu.. estou ligando porque.. - fiz uma breve pausa e de meus olhos escorreram as primeiras lágrimas. - A Yooni.. - limpei o meu rosto com a mão livre. - Ela precisa de um transplante. Eu sou compatível com ela, mas.. não tenho o dinheiro para a operação. Eu acho.. que.. eu pensei que talvez pudesse me ajudar, mas quando ouvir isso já será tarde, então.. eu.. - sorri simples. - Vou dar um jeito.. Eu sempre sou um jeito. Vou aproveitar o ensejo para dizer adeus. Foi muito bom passar um tempo a seu lado. Você é incrível, Jimin. Adeus!

Jimin's pov

Deixei o meu celular desligado durante o vôo. Me acomodei no hotel e só então peguei o meu celular..

E o som de alerta de uma voz feminina sexy me chamou a atenção: Você tem uma nova mensagem de voz!

- De quem?

A voz de minha secretária sexy respondeu-me: Assistente Kim!

Respirei fundo.

- Agora não.

Joguei-me sobre a cama e por lá fiquei. A viagem foi cansativa. Ainda não posso falar com a Kim.

_______'s pov

Respirei fundo e levei a minha mão a porta e bati.. algum tempo depois a mesma foi aberta pelo meu pai, Kim Seokhu.

- Quem é, Seokhu? - Kim Yonhi, minha mãe, apareceu na porta ao lado de meu pai. - ______?

Engoli em seco.

- Podemos nos falar?!

- Para você ter vindo até aqui.. - disse me pai. - Deve ser importante.

Entrei e fomos para a sala de estar.. Olhei em volta e tudo estava do mesmo jeito que eu me lembrava. Parece que certas coisas nunca mudam.

- Eu vim.. - engoli em seco. - .. pedir ajuda. - respirei fundo e eles permaneceram em silêncio. - Eu tive uma filha. Yooni. - minha mãe olhou em volta, desconfortável. - Ela é incrível. - sorri ao lembrar-me dela. - Está doente agora.. e precisa de um transplante.

- Você quer que a gente doe? - disse minha mãe com um fio de voz.

A perfeita e magra Kim Yonhi, minha mãe, não se submeteria a uma cirurgia por ninguém.

- Eu vou doar. - afirmei com a cabeça. - Sou compatível.

Nada mais importa, só a minha pequena Yooni.

- Em quê quer a nossa ajuda? - disse meu pai.

- Eu não tenho dinheiro para pagar a operação. - olhei para baixo. - Eu sei que vocês não a conhecem.

- Você fica longe esse tempo todo e volta agora para pedir dinheiro?! - disse meu pai amargo.

- Ela é a neta de vocês e estou aqui.. - encarei os dois. - Implorando que esqueçam qualquer vergonha que eu trouxe para a nossa família. E ajudem ela! - chorei.. - É uma criança. - disse entre as lágrimas. - Ela não tem nada a ver com o passado. - levei uma das mãos aos rosto, limpando as lágrimas. - Ela é mais do que tudo para mim! Por favor! - deixei o sofá e fiquei ajoelhada no chão e uni minhas mãos em frente ao meu corpo. - Por favor! Eu imploro que sejam generosos para com ela que não tem nada com as escolhas de nosso passado.

- Não. - disse minha mãe. - Não vamos ajudar. - ela olhou em volta.

- Kim Yonhi - chamei por ela mas ela não me encarou. - Mãe! - ela me olhou de soslaio. - Por favor! - respirei fundo. - Eu estou de joelhos implorando por ajuda.

- Você é uma vergonha para nós! - disse ela se levantando do sofá e eu fechei os olhos e as lágrimas escorriam sem qualquer bravata. - Nunca nos ouviu! Nunca ME ouviu quando alertei você sobre aquele garoto! - levantei-me do chão e passei as mãos pelo rosto. - Agora é mais fácil você pedir a ajuda dele e não nossa!

- Ela é uma criança.. - franzi o cenho. - Não podemos deixar as desavenças de lado? - olhei para o meu pai, mas ele olhava para o nada, com um olhar vago.

- Saía daqui! - gritou a minha mãe.

- Eu vou mesmo! - voltei a minha atenção a ela.

Dirigi-me para a porta de casa e assim que a abri dei de cara com Seokjin..

- Irmã? - disse ele assustado ao meu ver ali, limpando algumas lágrimas.

- Eu já estava de saída! - disse passando por ele.

- Eu.. eu vou com você! - disse Jin vindo atrás de mim.

(...)

Jin me levou a um café.. as lágrimas escorriam sem qualquer bravata e ele comprou um capuccino para mim.

- Não gosto de lhe ver assim! - disse ele me entregando o capuccino e se sentando a minha frente. - Pode dizer o que aconteceu? - contei tudo a ele. - Irmã.. eu sinto muito. - ele segurou em minha mão sobre a mesa. - Eu te amo. E posso ver se consigo um dinheiro para você.

- Eu sei que seu dinheiro está aplicado, orabeoni. - funguei e bebi um gole do capuccino. - Mas a mamãe e o papai.. Eles foram cruéis! - disse amarga pousando a xícara sobre a mesa. - Yooni é só uma criança. Ela é melhor do que todos nós! - fechei os olhos brevemente. - Melhor do que eu.

- _______. - olhei atentamente para Jin. - A mamãe e o papai estão falidos. - arregalei um pouco os olhos e passei a minha mão limpado as lágrimas. - Mal conseguem manter a casa?

- O quê?!

- O papai vez um investimento que não deu certo e foi quase o dinheiro todo embora. - ele engoliu em seco. - Nem se eles quisessem te ajudar. - ele elevou os ombros e tinha um olhar preocupado para mim - O que você vai fazer agora?

- Eu vou dar um jeito! - disse determinada, deixando as lágrimas para trás. - Orabeoni.. queria te pedir um favor.

- O que quiser, minha princesa. - ele segurou em minha mão direita que estava sobre a mesa.

- Quero que você cuide da minha filha se algo der errado na cirurgia. - não contei a ele que posso morrer se fizer a cirurgia. - Não quero que ela acabe nas mãos do Yoongi!

- Irmã.. essas cirurgias são cada vez mais precisas.. - começou ele iludido. - Vai ficar tudo bem. Você vai ficar bem.

- Por favor, orabeoni! - disse firme apertando a mão dele que segurava a minha ainda. - Quero que você cuide da Yooni, Jin!!

- Mas eu sou mais criança que ela!

- Por isso mesmo! - sorri simples e ele estreitou os olhos. - Você gosta dela e ela gosta de você! - afirmei também com a cabeça. - Você é capaz de cuidar dela!

Jin encarou as nossas mãos juntas.

- Vamos falar com um advogado.. - ele voltou sua atenção a mim. - .. e acredito que podemos dar um jeito nisso. - afirmou ele. - Se é importante para você, então.. é importante para mim também!

(...)

Recorri a última pessoa em quem poderia pensar. Kim Taehyung. Bati na casa dele e fui recebida por uma mulher de meia idade que usava um uniforme formal.

A mesma disse que chamaria Taehyung para falar comigo.. Olhei em volta e a casa de Taehyung era bem organizada do tipo de alguém perfeccionista demais! Estranho isso, a julgar pela sua total falta de aptidão em ficar com uma só mulher.

- _______? - olhei para trás e o mesmo vinha ao meu encontro com um largo sorriso quadrado de sempre. - Que prazer em ter você aqui!

Corri os meus olhos por ele, que usava roupas casuais.

- Eu queria falar com você! - disse apertando a minha mão na alça de minha bolsa. Taehyung esperou eu continuar. - Eu fui demitida!

- Ah.. - ele olhou em volta sem jeito e passou a língua pelos lábios. - Vamos conversar lá no escritório. - ele esticou o braço, indicando que eu fosse à frente e assim o fiz. - _____.. - começou quando chegamos no escritório. Tae fechou a porta. Seus escritório tinha uma mesa de mármore branco e ele caminhava em direção a sua cadeira trás da mesa. - Foi um acontecimento infeliz. Senta ai! - ele apontou para a cadeira ao meu lado e eu me sentei, seguida por ele. - Jimin e eu terminamos a sociedade. Fechamos a clínica. - ele se recostou a cadeira e deu de ombros.

- Por quê? - disse confusa.

- Porque eu estava.. - ele começou a explicar gesticulando com as mãos. - .. saindo do banheiro apensas de toalha e o Jimin me pegou. - Tae olhou atentamente para mim e percebeu que eu não estava entendendo. Eu realmente estava confusa. É tanta coisa em minha mente agora! Filha. Operação. Morrer. Que eu não estava dando conta. - No quarto da Yan Yna.

A minha boca se abriu em um perfeito 'o'.

- Você transou com a namorada do Jimin?! - disse entre dentes.

- Não quer que eu descreva para você como foi que aconteceu, não é? - fechei os olhos em desagrado. Desejando com todas as partes de meu corpo para que ele me poupasse dos detalhes sórdidos. - Ai.. - Taehyung suspirou. - Ele reagiu de um jeito que me surpreendeu até. - arregalei um pouco os olhos. - Ele não fez nada! - Tae riu soprado. - Só inventou mentiras para poupar-lhe o ego.

- Que mentiras? - estreitei os olhos.

- Mentiras do tipo que transou com você.. - Taehyung riu e eu engoli em seco. - Vingança. Claro. - Taehyung sempre quis algo a mais comigo. Mas pela risada do mesmo agora, ele não acreditou em Jimin. - Claro que isso não podia ser. - ele deu de ombros.

- Por que não? - fingi indiferença.

- _______.. - mantive a minha boca em uma linha fina. - O Jimin respeita demais você para desrespeitá-la assim. Para ele... você é a assistente e recepcionista. É como se ele não visse que você é uma mulher. - ele passou a língua pelos lábios, umidecendo-os. - E muito atraente por sinal.

Respirei fundo e prendi uma mecha de meu cabelo atrás da orelha.

- Eu não vim aqui para isso! - olhei em volta brevemente. - Taehyung. Vim aqui como amiga.. e dessesperada.

- Está me preocupando agora. - ele estreitou os olhos.

- Uma vez você me disse que estaria sempre ali quando eu precisasse.

- Sim.. - ele afirmou com a cabeça. - E você outrora riu do que eu disse.

- Yooni está muito doente. - engoli em seco. - E ela precisa de um transplante. - Taehyung manteve a boca em uma linha fina. - Eu não tenho dinheiro para a operação. - respirei fundo e fechei os olhos brevemente. - Eu vim pedir um empréstimo.

Taehyung apoiou os dois cotovelos sobre o braço da cadeira e uniu suas mãos na frente de sua boca.

- De quanto estamos falando? - perguntou ele e eu peguei em minha bolsa a guia para que ele olhasse o valor discrepante. Estiquei o braço segurando a guia e ele pegou o papel de minhas mãos. O mesmo examinou a guia e a colocou sobre a mesa de mármore branco. - Feito. - sorri simples. - Eu consigo o dinheiro para você em duas horas.

- Obrigada. - sorri e levei a minha mão a base do pescoço.

- Mas _______... - recolhi o sorriso. - Vai ter um preço.

- Não se preocupe. - dei de ombros. - Eu vou dar um jeito de devolver cada centavo. - garanti.

- Não. Não quero o dinheiro de volta. - franzi o cenho. - Eu vou lhe dar o dinheiro, mas em troca quero que você seja minha por uma noite. 


Notas Finais


Então??
O que acharam deste capítulo??
Deixem comentários.. sua opinião é muito importante para mim.. 😊😊
Vejo vocês em breve..
XX #Kathy


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