História Prostitute by chance - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Kylie Jenner, Ryan Butler
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Pattie Mallette
Tags Criminal, Gangster, Justin Bieber, Prostituição
Visualizações 571
Palavras 3.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oiii, eu não popstei semana passada por problemas q vou estar explicando nas notas finais, bjo e boa leitura

Capítulo 24 - My girl


Fanfic / Fanfiction Prostitute by chance - Capítulo 24 - My girl

    JUSTIN BIEBER 

11:39 PM.

Casa Da Janet, NY.

    Soquei a porcaria do travesseiro e deitei minha cabeça ali. Eu estava sentindo uma raiva fora do normal, eu sentia vontade de pegar a porcaria se um revólver e descarregar na cabeça daquele filho da puta.

— Se Russell ia matar Pablo de qualquer jeito, por que ele chamou um médico? — ouvi a voz de Ravi e levantei um pouco minha cabeça, olhando para a cama onde ele estava com Janet.

Carly simplesmente permitiu que aquele desgraçado ficasse, e eu tive que me enfiar no quarto da Janet, fazer uma cama improvisada e dormir aqui, já que ela está lá dormindo com o marido dela. Que ódio!

— Russell disse que não duvidou dela, mas ele precisava ter total certeza. Quando o doutor falou que encontrou sêmen dentro dela e alegou que a relação foi forçada, estava prova...

— Como assim? — sentei, encarando Janet.

— Justin, fala baixo, por favor. — ela pediu e eu revirei meus olhos, bufando.

— Como assim, o cara gozou dentro dela? — perguntei, em um tom de voz mais baixo.

— Foi o que o médico falou, que havia coletado sêmen de dentro dela e que a penetração havia sido abrupta, sem lubrificação o suficiente...

Flashback On

— Eu... Eu menti que o segurança me estuprou, e... E Russell matou ele.

Flashback Off

— Mas... Como? Ela me disse que mentiu sobre o estupro, ela disse para mim "Eu menti que o segurança me estuprou".

— O médico falou, Justin! ele disse que as paredes vaginais dela estão machucadas e que era recomendável ela fazer sexo em uma ou duas semanas.

— Se ela realmente foi estuprada...— aquilo saiu como espinhos da minha garganta, e raiva que eu sentia agora era dor, dor por ter prometido a mim mesmo que cuidaria da Carly e agora ela foi estuprada. Eu queria estar lá cuidando dela, abraçando e acalmando, era para eu estar lá! Não aquele velho podre! — Por que ela mentiu para mim?

— Vai ver ela não queria que você ficasse triste, ou... Não sei, cara. —Ravi falou e eu suspirei. — Não pensa nisso agora, amanhã, quando Russell for embora, vocês vão poder conversar melhor.

— Ela está machucada, se aquele filho da puta tocar nela, não importa o que aconteça comigo, eu juro que mato ele.

— Justin, por favor, querido, tente dormir, tá bem? — Janet tentou apaziguar a situação, mas não adiantou.

— Você realmente acha que eu vou consegui dormir, Janet? Aquele cara tá no meu lugar e você acha que eu quero dormir ?— a pergunta retórica saiu carregada de ódio, então eu levantei e ela fez o mesmo, segurando meu braço.

— Onde vai?

— No banheiro!

— Você não pode esperar um pouco?

— Você quer que eu mije nas calças ou na porcaria das suas plantas? — apontei para as plantas nos vasos perto da janela.

— Pega leve, cara! — ouvi a voz do cara jogado na cama, mas ignorei, puxando a maçaneta.

— Deixa ele, Ravi.

Andei pelo corredor e passei pela porta do quarto da Carly, eu voltei dois passos para trás e eu sei, não deveria fazer aquilo, mas foi mais forte que eu.

Empurrei a porta e mordi meu lábio com força, vendo aquele cara quase em cima da Carly, talvez pela cama de solteiro. Ele estava em um sono pesado, aquilo era um fato, já que o filho da puta roncava feito um trator, mas Carly estava acordada, com os olhos fixos na parede, andei para trás e fechei a porta, fiz meu trajeto até o banheiro e mijei.

Eu fui bem rude com a Janet. Tudo está uma merda, eu sei, mas ela não tem culpa.

Entrei no quarto e os dois ainda estavam acordados. Encostei a porta e sentei na cama, olhando para Jane.

— Me desculpa? Você foi a pessoa que mais apoiou eu a Carly e a nossa loucura, o nosso amor, sabe...— suspirei, frustrado. — Eu amo aquela garota desde que ela tinha doze anos, sabe o que é isso? Ela tinha doze anos, eu fui o primeiro cara a beijar a boca dela, tocar nela e saber que eu fui capaz de deixar ela, e ela sofreu tanto! Tanto! Eu só tô um pouco cansado.

Janet me abraçou forte e eu correspondi, sorri fraco e acariciei suas costas.

— Está tudo bem, querido. Não importa quantos homens tocaram nela, não importa! Ela é sua! Ela também te amo desde que ela era uma menina de doze anos, uma garotinha. Justin, nesses anos todos, ela nunca te esqueceu. — ela se afastou e secou as lágrimas que escorriam dos meus olhos. — Ela deixou seu quarto intacto, ela deixou suas roupas intactas! Ela... Ela é sua e vai dar tudo certo.

Sorri e passei a língua nos meus lábios, sequei meu rosto e retribui ao abraço.

— Meu bem, vocês tem um futuro lindo pela frente. Você só tem vinte e dois e ela vinte, são tão novos ainda.

— Você sempre foi meio mãe de nós dois, né. — ri nasalado. — Obrigada por ter cuidado dela, não sei o que seria dela sem você. Obrigada.

— Eu perdi minha menina, mas a vida me deus dois filhos lindos, que eu amo muito!

— Nós também amamos você.

— Você quer um colinho, não quer? Vai para lá, Ravi. — ela empurrou o cara, que já dormia e eu deitei com a minha cabeça em seu peito.

Sorri fraco e fechei meus olhos, sentindo as mãos de Janet no meu cabelo.

•••

CARLY DUNCAN 

Sai do banheiro e fui até a sala, sentando no sofá. Russell levantou da cadeira e colocou sua xícara de café sobre a mesa. Ele veio até o sofá e sentou do meu lado, me puxou para os seus braços, me apertando e beijando meu rosto.

— Janet ainda está dormindo? Eu posso chamar ela pra você não ficar sozinha.

— Russell, ela está no quarto, eu não estou sozinha. Além do mais, Ravi também está aí, não se preocupe.

— Amor, eu só estou preocupado. Você não quer voltar pra nossa casa? Para o nosso quarto?

— Sua mãe me odeia! Eu não né sinto bem lá. Me dê esse tempo, por favor, eu preciso! — falei, cruzando meus braços e olhando para ele.

— Tudo bem. Em uma semana eu venho te buscar. Eu vou indo agora, porque eu preciso transferir um carregamento para o Canadá...

Ele começou a falar e falar, meus olhos estavam revirados e eu me joguei para trás e cruzei meus braços, entendiada.

— Pablo me devia vinte e dois mil, e mesmo assim, eu pagava o salário dele. Ele queria fazer uma festa para a vadiazinha da filha, eu vou pegar o meu dinheiro de volta.— afirmou pensativo, acendendo o cigarro, eu olhei para ele e franzi o cenho.

— Como?

— Eu pedi a ajuda da Hamonna, para fazer um leilão.

— Leilão, Russell? Pablo tinha alguma coisa tão valiosa assim, para leiloar? — perguntei, estranhando.

— A boceta virgem da filha dele. Eu vou pegar a garota e leiloar a virgindade dela, depois eu vejo o que faço...

— Não! — eu quase gritei, olhando para ele com o pânico explícito no meu rosto.

— Como não? Por que não? — perguntou, soltando a fumaça no meu rosto.

— Você vai tirar ela da mãe? Ela tem só quatorze anos! Você vai vender a garota e ela vai ser estuprada! — falei o óbvio, prendendo meu cabelo e voltando a olhar para ele.

— Primeiro, a mãe dela vai me agradecer, ela é a quinta filha, eles são bem pobres, bem pobres mesmo. Eu invento alguma coisa, e a garota vai me agradecer também, ela vai ter moradia, comida e uma cama só dela. — ele realmente não se importava.

Flashback On

Me encolhi na parede, chorando muito, eu estava cansada, desnorteada, com dor, fome, sede! Eu não sabia o que tinha acontecido, tinham três homens vestindo suas roupas e rindo, eles estavam me olhando de um jeito tão nojento.

— Droga, eu não quero deixar essa delicinha aí. — loiro ajoelhou no chão e se aproximou. Eu tentei me afastar, mas meus braços algemados naquela barra de ferro, me impediam. — Não chora. — ele tirou meu cabelo da frente dos meus olhos e sorriu. — Eu vou comer você de novo, fica acordada, ok?

Flashback Off

— Você não pode fazer isso! — olhei para ele e sequei meu rosto.

— O que foi? Por que está chorando?

— Russell, ela é só uma garotinha inocente! Você não pode fazer isso com ela, me entendeu? Você não pode! Eu nunca mais olho na sua cara! Eu vou embora. — falei, e o meu choro trancado na garganta saiu sem que eu pudesse conter. — Ela é virgem, e você quer ganhar dinheiro com isso, ela vai ser estuprada por algum cara nojento, e isso vai marcar ela para sempre! Droga! Virgindade tem que perder com alguém que você ame e confie! — eu gesticulava, tentando fazer com que ele entendesse aquilo. — Você não pode fazer isso com ela, Russell!

— Uou! Tudo bem, eu não vou fazer nada com a garota...

— Você tem tanto dinheiro, você não pode destruir a vida dela por vinte dois mil dólares! — segurei a camisa dele, olhando em seus olhos.

— Tá, tudo bem. Só me explica por que está chorando tanto? Eu não vou me aproximar...— ele me soltou, para atender o telefone, numa ligação rápida, foi o bastante para ele ficar agitado, bravo e levantar rápido. — Eu tenho que ir, minha criança, amo você. Eu volto em uma semana! — ele beijou minha boca e praticamente correu até a porta, puxando com força a maçaneta e batendo a porta.

Eu vi Justin ir até a porta e trancar ela, ele veio até mim e sentou do meu lado, me abraçando daquele mesmo jeito protetor de sempre.

Flashback On

Abri meus olhos tossindo e empurrei o cara em cima de mim, estapeando seu peito. Ele segurou com força meus braços no chão duro e eu fechei meus olhos, chorando ainda mais.

— Eu tô com muita sede...— falei, rouca.

Ele precisava me dar ao menos um pouco de água. Por mais que estivesse me estuprando, ele tinha que me dar alguns goles de água.

— Beba, pequena...— ele cobriu meu nariz e eu abri a boca, procurando por ar, mas senti seus jatos de gozo no céu da minha boca, e logo encheu ela. — Não está com sede? Beba a minha porra!

Flashback Off

— Eu não consigo respirar! — falei, afastando ele de mim e levantei, sacudindo minhas mãos.

— Já passou! Sou eu que estou aqui, Justin. — ele me abraçou por trás e beijou meu ombro.

Flashback On

— Você é uma ninfetinha apertada e gostosa! — o cara segurou meu cabelo com força e bateu meu rosto contra o chão, eu senti meu nariz sangrar.

As mãos daquele desgraçado apertavam com tanta força a minha cintura, eu sentia tanta dor que mal sabia onde estava sendo penetrada.

— Você gosta de ser comida por trás, não gosta?

Flashback Off

— Não toca em mim, por favor! Por favor! — tirei as mãos dele de mim, tocando meu peito e sentindo meu coração bater tão forte.

Eu corri até o quarto da Janet e comecei a bater com muita força, na porta.

— Deus, o que foi?

— Me ajuda. Meu peito, eu sinto que vou morrer. — falei chorando, soluçando tanto que eu chegava a me engasgar.

— Minha menina, minha menininha, esta tudo bem.

•••

JUSTIN BIEBER

Estava encostado na parede, olhando Carly encolhida na cama, com a cabeça no colo de Janet recebendo um cafune. Eu fiquei atordoado por não saber o que fazer, e por ela não querer ficar comigo naquele momento.

— Russell te obrigou a fazer alguma coisa, Carly? — perguntou, mas obtive resposta alguma.

— Melhor deixar ela quietinha por um tempo, né, meu amor. — a mulher encheu Carly de beijos e eu suspirei por não poder estar em seu lugar.

Elas estavam cochichando, e por mais que eu estivesse curioso pra caralho, para saber sobre o que, eu não me movi um centímetro.

— Não tem nada a ver com o Russell. Justin, eu não sei se ela te contou, mas a Carly passa por coisas horríveis, nas mãos da Hamonna e de vários homens...

— Ela contou, contou sim. — balancei minha cabeça, confirmando.

— Ela costuma ter esses tipos de "ataques de pânico", quando tem flashbacks muito seguidos, entende?

— E por que ela não quer ficar comigo? — eu não me contive em perguntar.

— Ela só... Ela só não gosta de sentir mãos masculinas no corpo dele, em momentos assim, sabe? É algo muito pessoal. — depois de escutar aquilo eu sai do quarto, batendo a porta. Por mais que ela não tenha culpa, eu não gostei de escutar aquilo.

Bebi o café que Carly havia passado mais cedo e fiquei na sala, balançando meus pés e assistindo um jogo de basquete. Por mais que eu não estivesse prestando atenção. Se ela me ama e me quer para sempre, como pode me privar de momentos como esses? Eu queria abraçar ela, cuidar dela! Porra! Quantas vezes precisa falar que quero cuidar dela!

Que grande merda. Eu cheguei aqui e ela parecia uma mulher tão forte, decidida, firme, e aos poucos eu estou descobrindo que ela ainda é a garota que eu deixei para trás. Eu sei que o que houve com ela foi traumático, e se eu pudesse pegar cada um daqueles estupradores, eu mataria da pior forma, mas agora ela só precisava me deixar fazer isso passar.

Foram quase duas horas em frente a televisão, Ravi já estava entendiado, ele havia andado por toda casa, me convidou para jogar futebol ali em frente, mas desconvidou quando lembrou que Russell poderia ter deixado uns caras aí. Enfim Janet saiu do quarto e falou alguma coisa para o namorado dela. Eu definitivamente não me importava, mais quinze minutos e Ravi estava vestido de um jeito descente, com as chaves do carro na mão.

— Nós vamos ao cinema, tá?

— E se ela tiver um ataque de novo? — perguntei, encarando os dois.

— Ela está melhor agora, mas tem calmante no meu quarto. Ela quer ficar sozinha com você. — ela contou e ajeitou a bolsa ao lado do corpo.

— Tá, tá bom. Tem o que pra comer?

— Tem bifes, ovos, bacon, tem tudo, Justin! Tchau. — Jane puxou Ravi pela mão, e eles saíram da casa.

Dei de ombros e deitei minha cabeça no braço do sofá, mudei o canal algumas vezes e decidi deixar na Disney, estava passando algum filme sobre princesas. Tirei minha camisa pelo calor e deitei de novo, cobrindo meus olhos com o antebraço, algo caiu em cima da minha barriga, me fazendo cócegas, como se fosse os pelos de um gato ou algo assim. Abri meus olhos, pulando ao ver aquela montanha de cabelos em cima da minha barriga, eu pulei jogando aquilo longe e me segurei no sofá, caindo sentado no chão, a risada da Carly me assustou e eu olhei para ela, ainda mais confuso.

— Você cortou o cabelo agora? — perguntei, vendo o cabelo dela que antes batia abaixo das costelas, estava um pouco a cima dos seios.

— Claro que não.

Levantei, pegando aquele tufo de cabelo e quando segurei, vi que tinha uma faixa presa a uma mecha cumprida.

— Aplique capilar.

— Eu estou vendo. — sentei de volta no sofá e coloquei sobre a mesinha de centro. — Por que tirou agora?

Ela deu de ombros sem saber e se aproximou, sentando ao meu lado. Ela estava linda, de qualquer jeito, Carly Duncan é linda.

— Já estava frouxo, Jane se ofereceu e eu gosto que mexam no meu cabelo, me dá sono.

— Eu sei. — sorri nasalado.

— Desculpa por aquilo. Russell queria fazer com a filha do Pablo, a mesma coisa que Hamonna fez comigo...

— Como assim?

— Pablo estava devendo vinte mil dólares para ele, então ele disse que iria pegar a filha mais velha do Pablo, a de quatorze anos e iria vender a virgindade dela...

— Que filho da puta! Ele seria tão ruim a esse ponto?

— Sim, bom, eu não sei, na verdade não sei, só que eu lembrei de tudo, eu fiquei tão desesperada, eu só implorei para ele não fazer e ele disse que não faria.

— E você acha que ele não vai fazer?

— Eu falei que acabaria tudo entre nós dois. Vou contar pra ele sobre o que aconteceu comigo, eu realmente não quero que nada de ruim aconteça com essa garota. Vender a virgindade... Ele abriria um leilão cheio de velhos nojentos, para saber quem seria o primeiro a foder uma garota de quatorze anos, ela é uma criança! Justin, isso é horrível, ela não...

— Eu sei que são casos diferentes, mas você perdeu sua virgindade com quatorze anos, também. — dei de ombros.

Aquela noite foi a mais intensa e gostosa da minha vida. Eu lembro de cada detalhe daquela noite, cada toque, foi incrível. Eu posso fechar meus olhos e sentir ainda, como se isso tivesse acontecido a um dia atrás, e não a seis anos atrás.

— Eu sei, mas você não comprou minha virgindade. Eu te amava, eu... Você era o meu namorado e eu estava completamente apaixonada por você.— ela falou de um jeito tão fofo e eu ri.

— Não ama mais? E por mais que você esteja casada, eu não sou mais seu namorado? E você não é mais apaixonada por mim? — sorri e toquei os dedos dela.

Eu... Eu amo você, você vai ser para sempre o meu namorado e eu sou completamente apaixonada por você, Justin. — Carly chegou perto o suficiente e beijou minha boca, eu correspondi, acariciando a perna dela.

Puxei Duncan mais para perto e chupei seu lábio, nossas línguas voltaram a se tocar, dessa vez um pouco mais intensamente.

— Deixa eu cuidar de você, amor.— sussurrei, puxando ela para mais perto ainda. Carly se aproximou o suficiente para sentar no meu colo, e o nosso beijo foi interrompido com selinhos calmos.

— Deixo.

— Você tá linda, você é linda! — sacudi os fios curtos e beijei a testa dela.

— Hamonna me convenceu a cortar. Ela disse que se eu cortasse, estaria deixando para trás minha fase inocente, que o cabelo cumprido me deixava com uma cara de "ninfetinha", e que eu teria mais porte de mulher, com o cabelo curto, aí eu cortei e pintei, mas me arrependi, a cor voltou, mas o crescimento é fraco...

— Eu gostei. — beijei o ombro dela e depois sua boca. — Você ainda parece um bebê para mim, de cabelo cumprido, ou curto, você é a minha garota.

— Lindo!

Depois de eu ganhar alguns beijos e carinhos, ela deitou a cabeça no meu peito e ficou deslizando a unha ali.

— Sabe, Janet me falou que foi encontrado o sêmen do tal de Pablo dentro de você. — assim que comecei, tive sua atenção e seus olhos dirigidos a mim.— Você disse pra mim que mentiu sobre o estupro... Você mentiu pra quem, afinal?

Foram longos segundos de puro silêncio, eu não queria pressionar ela, mas estava ficando tenso já.

— Você promete que vai me entender? Promete que... Que não vai brigar comigo e terminar tudo entre nós? — o medo em sua voz a deixava instável, respirei fundo e é neguei com a cabeça.

— Prometo, fala logo, Carly.

— Eu não menti pra você, mas também não contei a verdade. Eu sabia que se eu acusasse o Pablo de me estuprar, Russell iria querer provas. E-eu provoquei o Pablo até ele transar comigo...— assim que escutei aquilo, foi como se sentisse um enorme balde de água fria sobre a minha cabeça. — Eu só precisava do sêmen dele, mas ele foi bruto o suficiente para comprovar um estupro... Foi como um estupro consentido, me perdoa! 


Notas Finais


Perdoem os erros, eu nem betei. E não postei semana passada por uma puta de uma falta de criatividade, mas agora I'm BACK, bitchesssssssssssssssssssssss. Me digam o que estão achando, é deveras importante para mim, saber. Eai? Justin vai perdoar? O que nos espera no próximo capitulo???


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...