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História Protecting a Dangerous Love - Imagine Moon Taeil (NCT) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente k, tudo bem? Espero que sim. Bom, eu falei que ia pensar em uma fic pro Taeil, não foi? Pois então, aqui estou eu! Essa fanfic é um pouco diferente do que eu costumo postar, mas tenho tido muitas ideias legais para ela, então espero que vocês gostem. Não vou enrolar mais, boia leitura!

Capítulo 1 - The seventh


A sétima 

 

 

 

O telefone tocou pela milésima vez nessa tarde, o som irritante do aparelho já estava me causando dor de cabeça, provavelmente teria que tomar algum comprimido quando chegasse a minha casa. Atendi ao telefone, era uma mulher denunciando seu esposo por violência doméstica, transferi-a para a equipe que tratava de crimes às mulheres, assim resolveria seu problema de forma mais rápida, creio eu. Não estava com cabeça para resolver casos como esse, pois estava totalmente focado no caso que estava perturbando todos na delegacia atualmente.

Um homem que estava sequestrando mulheres e depois de mais ou menos uns cinco dias depois do sequestro elas apareciam mortas em algum bairro da cidade. No mesmo bairro que a mulher anterior era morta, no máximo seis dias seguinte ele sequestrava uma moradora de lá. Já analisamos as mulheres que passaram por isso, no total agora foram seis. Hoje fazia exatamente cinco dias que ele havia sequestrado a sexta vítima.

Mandei algumas equipes minhas para alguns bairros que na minha cabeça provavelmente seria o alvo do criminoso. Ele tinha seus gostos, das seis vítimas até agora todas têm o cabelo comprido, pele pálida, na faixa de 1,65 de altura e com mais ou menos 22 a 24 anos de idade. Optava por raptar sua vítima no final da tarde, o horário em que as pessoas voltavam de casa do seu trabalho ou atividades, nesse horário o qual tinha menos segurança na rua, mas fortalecemos desde o segundo sequestro.

Ao meio-dia e meia meu celular tocou, atendi em um instante, sabia que era alguém de alguma das minhas equipes de policiais, só ele tinham meu número pessoal, para casos urgentes como este. Escutei a voz do policial Kang, o mesmo me passava um endereço que tratei logo de anotar em uma folha. Encerrei a chamada imediatamente e saí da delegacia o mais rápido possível, peguei uma viatura e dirigi em alta velocidade até o endereço.

Assim que cheguei lá um dos policiais da equipe que cuidava daquele território venho até mim e me informou a situação. Ainda ouvindo as coordenadas do policial, caminhei até o corpo da vítima, observei mais um detalhe importante: todas as vítimas encontradas estavam vestidas com um vestido branco rodado. O nome desta vítima era Kim Hyeyoon, 23 anos, 1,62 de altura, cabelos longos e pretos e pele branca, do jeito que o delinquente gostava.

— Policial Moon, junto ao corpo da moça o criminoso deixou isto. — me entregou um envelope com uma foto de uma moça dentro — Alguns moradores do bairro disseram que está moça mora nesse bairro já faz alguns meses.

— Qual o nome da moça? — perguntei olhando para a foto, seu rosto me era familiar de certa forma, mas não conseguia recordar de onde.

— Lim S/n. Ainda não sei muitas informações sobre ela, apenas seu nome e que mora por essas redondezas.

— Quero todos os dados dela em minhas mãos até às quatro da tarde. Não vou deixar mais nenhuma mulher morrer nas mãos desse cretino.

Retirei-me da cena do crime e voltei para dentro da viatura, pousei minhas mãos no volante e pensei comigo mesmo, meus pensamentos estavam na moça da foto. Mas afinal, por que diabos ele havia deixado uma foto da sua provável próxima vítima? Tentava achar uma resposta para minha pergunta, mas nada com sentindo vinha, ele estava nos dando uma pista, talvez só precisasse nos esforçar um pouco para compreender o que ele realmente queria fazendo tudo isso.

QUEBRA DE TEMPO

Já era aproximadamente 14h30min da tarde, um dos policiais havia trago todos os dados encontrados da moça que eu tinha solicitado. Seu nome realmente era Lim S/n, cabelos longos de cor escura, 24 anos, com 1,63 de altura, trabalha em uma pequena empresa de arquitetura que coincidentemente ficava perto da delegacia. Junto a sua ficha havia alguns fotos, sua pele era pálida, olhos negros e lábios rosados de tamanho médio. Seu rosto ainda me era familiar, mas não conseguia reconhecer de onde exatamente, eu já havia me prendido naquele olhar alguma vez, mas não me recordava como e onde. Tentei ligar para a empresa para me informar se ela estava lá agora, a atendente que respondeu minha ligação afirmou a presença da moça na empresa. Peguei a chave do meu carro e saí deixando a delegacia e indo até a empresa, estacionei o carro próximo à entrada e optei por permanecer dentro do automóvel até a saída da moça, assim poderia observar a movimentação na rua e quem sabe achar algo suspeito.

A rua era pouco movimentada pelo fato de ser próximo a uma das avenidas do bairro, poucas pessoas circulavam aquela rua, alguns carros estavam estacionados. Permaneci no carro por mais ou menos 35 minutos até perceber alguns funcionários saírem aos poucos em duplas ou grupos. Lim saiu junto à outra moça que tinha o mesmo aspecto que o seu, as duas conversavam e riam juntas. Liguei o carro assim que elas passaram por mim e estava a certa distância, dirigi vagarosamente para acompanhar os passos curtos das moças. Pararam ao se aproximar de uma parada de ônibus, S/n se sentou no banco e viu sua companheira andar em linha reta, sumindo do campo de visão — talvez ela morasse por aqui perto. Um ônibus parou em frente ao ponto e então S/n adentrou ele, o bairro que ela morava ficava um pouco longe, então era justificável pegar ônibus, já que se ela fosse caminhando chegaria mais tarde e exausta.

Conduzi o volante para direção contrária, para minha casa, precisava descansar um pouco já que amanha teria muita coisa para fazer. Antes de ir para casa passei na delegacia para pegar a pasta com a ficha de S/n e outros documentos de outros casos. Depois disso fui diretamente para casa, assim que cheguei fui tomar um banho quente e demorado e em seguida preparar algo para comer. Não era um chef de cozinha, normalmente o cardápio sempre era um lámen tradicional, algo que eu sabia fazer bem. Com minha refeição pronta, me sentei à mesa com as fotos de S/n e sua ficha em mãos e pude desfrutar do meu rango.



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