História Provence - Capítulo 14


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Visualizações 92
Palavras 1.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Josei, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Sucumbir


  A geografia do lugar parecia feita de detalhes pincelados por um artista. A floresta do Valle não tinha aquele nome por coincidência.  Era uma área vasta e geograficamente falando, o terreno era baixo e em algumas áreas tinham algumas elevações, era cortado ao meio por um grande rio que se estendia e ligava os dois reinos aliados.

            Era constantemente usado, pelo governo Kim como meio de transporte de pequenas barcas.

Era o caminho mais curto para chegar ao extremo leste da Província.

O único lugar seguro que Jeon havia pensado. Ele estava divagando em seus próprios pensamentos. Sua imaginação explodia. Ele imaginava seus amigos e familiares mortos pelos Sabres. As imagens o conturbaram por todo o caminho, o caos e o silêncio do reino, corpos amontoados no chão e sangue pintavam a terra. Jimin também estava quieto. Talvez porque estava tão conturbado quanto Jungkook.

Se os dois se comunicassem, talvez não tivesse sido um caminho tão longo e cansativo.

     Porém, depois de saírem as pressas do vilarejo, ambos não queriam dizer que sentiam medo. Medo dos Sabres. Da possível morte dos familiares que deixaram na fuga.

            Jimin ainda não acreditava no que havia acontecido. Não se perdoava por não ter protegido a mãe no ataque dos Sabres. Acreditava que os acontecimentos eram fruto de sua imaginação, um pesadelo. Cada parte era tão surreal e inacreditável, que questionou o próprio psicológico. Criou tramas em seu próprio subconsciente. Situações que poderiam ser consertadas ou apagadas de sua vida. O horror que passou naquele instante, quando o sua mãe foi assassinada diante de seus olhos foi o pior de sua vida. Aquela memória ainda estava vaga e confusa e á principio, pensou que não se passava de um sonho maluco.

Jungkook encarou Jimin. Os olhos puxados escuros do Park viraram-se para ele. Suas bochechas cartas ficaram coradas com o olhar fixo. Jimin virou o rosto, com vergonha.

            Jungkook achava ele bonito, um nobre tímido e bondoso. Era seu dever proteger o Park, já que era um escravo de sua família há alguns anos. Era o segredo que queria guardar de Jimin.

    Jungkook olhou de lado mais uma vez. Jimin estava com a cabeça baixa, seu cabelo escuro sobre o rosto. Jimin levantou o olhar e direcionou a cabeça para ele, que desviou o olhar para os arbustos de lado. Constrangido por ter sido flagrado, ele finge analisar os arbustos á sua esquerda. Os frutos que coloriam os arbustos esverdeados tinham uma tonalidade avermelhada. Não eram tóxicas, ao contrário, eram deliciosas e adocicadas. Seu estômago estava vazio e poderia apostar que o dele também estava. E as pequenas bolinhas avermelhadas revoltaram seu estômago.   Os frutos fáceis de serem encontrados e com um teor de vitaminas balanceado, era chamado de Hika, um termo usado naquele reino para expressar encanto e alegria.

            -Jimin? –ele parou subitamente. A garoto só percebeu depois de dar alguns passos.

-Sim?

-Você gosta de frutas? –perguntou, agachando e verificando a qualidade de cada pequeno fruto, antes de colher e colocar na palma da mão em formato concha.

-S-sim. –respondeu, ainda virado de costas.

-Ótimo. –sorriu, levemente levantando com a mão cheia dos pequenos frutos. Caminhou até o nobre que ainda estava de costas e ofereceu-lhe. - Vamos, pegue. –Jung ofereceu mais uma vez. Jimin continuava imóvel. Koom levou uma á boca e o garota seguiu o trajeto do fruto até sua boca. - Vamos...

Ainda tímido e com as bochechas coradas, pegou um dos frutos com a mão trêmula, analisou e levou a boca. Mastigou e sorriu. Aquilo era delicioso. Um sabor adocicado e suave preenchia sua boca.

            -Eu nunca tinha experimentado. É muito bom, JungKook! –falou.

Jung kook deixou escapar um sorriso.

-Pegue mais.

Jimin negou com a cabeça.

Jungkook tocou a mão dele, pedindo para que ele comesse.

            Em segundos, as bochechas ficaram avermelhadas e ele encolheu os ombros. Não sabia o que tinha acontecido e o porquê de se fechar novamente.

            -Desculpe... Não deveria ter te tocado. –falou com total sinceridade e arrependimento.

-N-não precisa se desculpar.

-Eu fui o errado. Perdoe-me.

-Tudo b-bem. –abaixou o olhar envolvido por suas bochechas ainda rosadas.

-ah... Posso dizer uma coisa? – falou em um tom baixo. Jimin o olhou nos olhos. Aqueles olhos puxados com cílios volumosos e com as íris escuras pareciam brilhar. Mostravam toda a ternura e sinceridade do garoto. A delicadeza e sensibilidade daquele garote com roupas de camponeses. A inocência de seu olhar causava-lhe um leve conforto em seus ombros tensos. –Eu... –engasgou quando Jimin virou seu corpo para esperar o que ele queria dizer. - Eu... –ainda não conseguia expressar – Nada, nada. Vamos continuar. Você deve estar cansado, não é?

Jimin assentiu.

-Quer subir nas minhas costas?

Jimin balançou a cabeça.

Jung kook mostrou as costas e segundos depois, Jimin envolveu o pescoço dele com seus braços.

O cheiro fresco que exalava dele era límpido e suave. Jungkook havia se apaixonado pelo aroma.

E passos depois, nos arbustos, dois ninjas saíram dando piruetas. Jungkook deu passos para trás e pediu calmamente para Jimin descer de suas costas para que ele pudesse agir. Depressa, Jimin pulou e escondeu-se nos arbustos, apenas olhando para a luta que estava iniciando-se. Jungkook atacou o primeiro antes que eles avançassem. Com uma rasteira, derrubou-o e socou a boca do estômago do segundo. O mais alto, o primeiro, ergueu-se, Pulando nas costas de Kook. O mais baixo aproveitou e desferiu socos múltiplos em Jungkook. Com as forças que lhe restavam, Jungkook jogou o mais alto que estava em suas costas contra o mais baixo. Ambos caíram. E enquanto o servo cambaleava par atrás em um momento de tontura, os Sabres voltavam a ativa. Jeon moveu o corpo em um chute circular, atingindo o rosto do mais baixo. O mais alto tentou atingi-lo pelo lado. Embora, ele estive ainda tonto, Jungkook socou o mais alto, duas, três, quatro vezes. O chutou para os arbustos. Jeon subiu sobre o mais baixo, que ainda estava no chão e socou-o o máximo que podia.

Quando acabou, Jungkook ergueu-se e foi em direção à Jimin.

-Jungkook...

O servo apagou. Seu corpo caiu para o lado. Jimin começou a gritar por ele enquanto sucumbia ao desespero.



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