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História Provocante - Jeon Jungkook (One-Short) - Capítulo 1


Escrita por: e wjook


Notas do Autor


Uma parceira entre duas autoras resultou nesta fic que volta para esta plataforma♡ Sei que algumas tem saudades dela.

Música escolhida : SoMo - First.

×Jungkook tem 23 e você tem 22×

♡Boa leitura amores 

Capítulo 1 - Flamejantes;


               Califórnia.

17 de Março.

9: 12 AM;

Envio mensagens para Ashley teclando freneticamente na tela do celular. Masco o chiclete mentolado enquanto observo o quê a loira me responde, Ashley e eu não nos víamos desde de que ela migrou do curso de artes, para literatura. A nossa amizade permanecia-se forte desde o fundamental quando fazíamos planos para os vinte fantasiosos anos que estamos agora.

Ela agora está recém separada de seu ex-namorado, Taylor que não passava de um valentão que não fazia outra coisa que não fosse humilhar a pobre garota. Recebo uma foto de sua mais nova tatuagem atrás do pescoço, é um dente de Leão muito bonito e discreto. Ela queria simbolizar que agora está livre e que é dona dela mesma desde que terminou o namoro. "Essa sim é minha menina". Comento.

Direciono-me para a entrada da Universidade da Califórnia, ando distraidamente já que meu olhar se dedica em conferir minuciosamente as fotografias que ela me manda, disse a loira que fez em um tatuador muito profissional e que lhe atendeu super bem. Hum... poderia ser um ótimo castigo para o senhor Evans. Meu lindo papai, opressor.

Frizei a testa só de lembrar em como ele podia ser chato as vezes, ele gostava de me prender dentro de casa e deixar que eu fosse apenas para a faculdade e festas que ele permitia. Só que, como diz o ditado popular filhos são como água, não adianta espremer nas mãos que escorrem entre os dedos.

Sorri ao ler as mensagens de Trevis me convidando para uma festinha hoje a noite em sua casa. E, sem perceber esbarro em alguém que vinha em minha direção.

O meu smartphone cai na calçada frontalmente e meu corpo todo congela e se preocupa mais com isso do que com quem havia praticamente me jogado ali.

— Foi mal Evans! — vocifera o timbre familiar de Jeon Jungkook. Como o tatuado me dá nos nervosos!

Ele se mostra solidário e tento pegar o celular antes que ele se incline. Fazendo isso, confiro se está tudo ok com o celular que meu pai havia dado neste último Natal.

— Se tivesse quebrado eu te faria comprar outro. Isso custa mais do que a sua casa asiático. — retornei com meu olhar para o seu que se fechou imediatamente.

Ah, eu detesto o tratar dessa forma rude, confesso que tenho uma quedinha - como todas as outras garotas de curso - por ele.

— Se é tão rica, compra um cérebro novo para poder aprender a olhar por onde anda. — engrossou o tom exibindo seu fitar enraivado e carrancudo.

— Vou comprar um sim, mas pra você. Vê se não me enche garoto! — exclamei segurando na alça da bolsa e respirando fundo.

Como ele poderia causar tanta raiva e desejo em mim? Eu era uma completa tola. Ainda mais, por brigar com o mesmo como se fossemos gato e cachorro.

Rodei os tornozelos e adentrei a faculdade depois de colocar o celular na bolsa que uso em um dos braços.

Sento-me em um dos assentos do refeitório abrindo o aplicativo de conversas. Peço para Ashley o contato e endereço do tatuador que havia desenhado o dente de Leão em sua nuca tão perfeitamente. Os traços profissionais me encantaram, o cara era realmente um expert no que fazia, e se minha melhor amiga disse que ele é excelente, eu deveria ir.

18 de Março.

3:20 PM

Desci do táxi que pedi para vir a esse bairro suburbano. Como Ashley tinha feito sua tatuagem aqui? Deixei o carro preto e amarelo e paguei a viagem para o motorista de cabelos grisalhos, ele sorriu e desligou o motor já que não demoraria muito para regressar ao táxi.

— Será que ela me passou o endereço errado? Não pode ser. — resmunguei puxando o lábio inferior para dentro da boca e o mastigando de leve.

Viro a direita na Alameda e paro no começo da rua sem saída. Ali está o tão famigerado estúdio de tatuagens e perfurações de pele. Bem, a fachada é apresentável. Ergui minha cabeça mirando o letreiro neon, mas pelo sol que faz na Califórnia á essa época do ano, não sou capaz de ler as letras curvas.

— É aqui é o fim da linha. — murmurro vendo as cores azul e preto da entrada do estúdio.

Cruzei a entrada dando de cara com várias garotas dentro do recinto. Me encolhi toda para tentar chegar no balcão, parecia mais um barzinho do que um lugar para se fazer boas tatuagens. Há um balcão e atrás dele um coreano de cabelos negros com uma blusa cavada nos braços. Nada mais, nada menos que o ilustríssimo Jeon Jungkook. O mesmo capaz de levar meu consciente aos extremos.

— Não vai me dizer que você trabalha nesse lugar. Ora, ora. — cruzo os braços comicamente e elevo um riso sarcástico.

— E como você chegou até mim? — subiu a sombracelha direita e pôs as palmas por cima do balcão me encarando com um sorriso também.

— Minha amiga me recomendou esse lugar. Pensei que ela tivesse um gosto melhor. — desprezei novamente aquele rapaz. Ele riu soprado e moveu o rosto para o lado.

— Não sabia que a Ashley era sua amiga. Mas, vai fazer uma tatuagem hoje? Ou depois? Estou com o horário lotado para semana que vem. — rebateu rapidamente e cortou a troca de farpas que se criava entre nós.

— O tatuador responsável está aí? Queria conhecê-lo. — reforcei minha entonação ignorando sua pergunta anterior à minha.

O moreno simplesmente estende a mão e sorri alegre.

— Prazer... Agora, qual o horário que eu devo anotar burguesa? — indagou outra vez me impressionando com a sua resposta. Contudo, não deixo de admirar sua habilidade, ele é um bom tatuador é inegável!

— Vai mesmo querer fazer uma tatuagem em mim sem me rasgar por completo? — ele abaixa a sua mão e volta a me encarar, tirando-me o ar quando noto suas tatuagens nos braços e pescoço. Havia uma frase em latim escrita ali, porém não pude ver pois sua mandíbula cobria a região.

— Não sou sustentado por um pai podre de rico como o seu. Muito menos, tenho a sorte de ter minha bolsa de estudos paga por alguém. Como uns e outros. — pigarreou para o lado se referindo á minha pessoa.

— Amanhã as cinco da tarde há vaga? — mudei o rumo do assunto e tirei os braços de dentro de si, pousando as mãos por cima do balcão.

Fiquei próxima do seu rosto e o vi sem nenhuma vergonha me invadir com seus lumes negros e intensos. Havia uma música slipknot tocando ao fundo não tão alta como as conversas paralelas a nossa. No entanto, neste segundo nos paralisamos perdendo o foco de todas as coisas que ocorriam ao rol.

— Vou marcar... — silibou em um sorriso de canto.

— Amanhã as cinco então... — tentei reunir as informações da minha mente depois daquele olhar 43 que ele jogou, hum, devia ser seu truque para conseguir uma agenda sempre lotada. Aqueles olhos asiáticos perfeitamente desenhados, e esculpidos pareciam duas obras primas. Acrescentando o fato de que seus lábios nácar se parecem uma fruta de tão apetitosos, e que neste momento são ainda mais desejosos.

Ok, fiquei igualmente quando nos vimos no primeiro dia de curso, quando o Jungkook foi o último a chegar e passou por mim com um perfume forte e amadeirado irresistível. Era aquele próprio aroma que ele também usa neste instante.

— Até breve. — sem ofensas ou brigas nos despedimos com aquela prisão de olhares encontrados.

Obriguei-me a separar-nos ocularmente e sai do lugar impactada com suas iris penetrantes.

19 de Março.

5: 10 PM.

Desta vez fui obrigada a andar alguns quilômetros depois de pegar um ônibus, afim de chegar neste bairro distante do Centro de cidade. Era a primeira vez que havia feito isso, e eu estava amando ter um gostinho da independência dos meus pais. Uma sensação que considero; ser viciante.

Eu havia dito ao meu pai que iria ter um encontro de ex-colegas de colegial na casa de Trevis que na verdade, deu uma puta de uma festa ontem, porém pelas circunstâncias não pude ir. Estava ansiosa demais para reencontrar o tatuador.

Por algum motivo, não deixei de pensar no homem de fios pretos e pele alva, a noite toda. Ver o mesmo em seu ambiente, foi como me apresentar á um outro Jeon Jungkook, e este me atraia mais do que o implicante da faculdade de artes e designer.

Hoje trouxe minha bolsa para transportar o celular e o dinheiro. Passei pela porta do estúdio no mesmo segundo que uma garota sai. Acabamos nos esbarrando de leve, mas não algo ao ponto de uma de nós pedir desculpas.

O lugar está mais calmo e toca uma música trap famosa de Kanye West que fazia parte da minha playlist de músicas no celular.

— Você tem um bom gosto musical. — o elogiei enquanto ele entrava no local descendo as escadas da segunda parte do seu estúdio.

Ele sorri tirando as luvas que usava para tatuar. Sorrio pela primeira vez sendo simpática com o coreano, e ele retribui na mesma medida pousando as luvas por cima do balcão que me atendeste no dia anterior.

— Já decidiu o quê vai querer? Temos a noite toda. — se moveu para trás da bancada e agachou-se procurando um book de desenhos.

Aproveitei o tempo para ajeitar o cabelo no pequeno espelho na parede. Porra, porque eu estava tensa daquela forma? Não agi desta maneira nem com Richard, meu primeiro namorado.

— Se quiser... Pode escolher agora. — mascou o chiclete subindo seu olhar por todo o meu corpo discretamente.

— Eu sei o que vou querer. — tirei uma folha de papel sulfite e a desdobrei. — Uma vez eu sonhei com isso, e foi importante para mim.

— Sabia que desenhava bem, mas não tanto. — ele averiguou os traços feitos com a ponta grafite. — É tão autêntico e bonito. — elogiou com um sorriso encantador em sua boca.

Os desenho se baseava em um sonho em com uma garota pedida e sem saber por onde ir, soube que era o meu inconsciente gritando e querendo seguir os sonhos ao invés de uma obrigação. O rosto de uma garota com as direções grafadas nele. Mesmo que meu pai quisesse uma administradora para seus negócios futuros, eu optei pela arte e desta escolha não me arrependo.

— Eai, quer tatuar aonde? — mordeu um pedaço do lábio.

— Poderia ser no ombro. — manifestei tocando em uma das partes que mencionei.

— Hum. Então eu vou copiar o traço. Pode ir subindo as escadas? — interrogou e eu assenti fazendo como me pediu.

Segurei firmemente a alça e subi as escadas de metal, enquanto me aproximava o volume da música se torna alto. Aquela é a sala de seu apartamento que parece estar adaptada para acomodar alguns equipamentos, que o Jeon utiliza para fazer as tatuagens e seus desenhos autorais. Vejo um mural grande, ao lado de um pôster de uma atriz pornô da atualidade semi-nua. Espremi os orbes ao me deparar com isso. Homens são tão bobos...

— Você tem muitas inspirações. — aqueço a garganta com as palavras em tom suave ouvindo seus passos se moverem no local que tem o piso em madeira.

— O pôster da Mia Kalifa está aí, porquê tenho alguns clientes homens que a adoram. — girei-me no meu próprio eixo e avistei o Jeon que coçou a nuca um tanto constrangido.

— Não ocupo minha mente pensando nas suas preferências sexuais. — dei de ombros largando a bolsa com franjas marrom e a colocando por cima do sofá.

— Prefere tirar a blusa? — sorriu insinuante organizando as agulhas e tinta na mesinha de suporte.

— Nem nos seus melhores sonhos. — rindo do que ele disse e suspendendo a manga curta da camisa escura que uso.

Movimento-me até a cadeira articulada preta, e ajeito-me nela esperando o Jungkook se virar e começar o procedimento.

Ah, o senhor Evans iria pirar quando visse aquilo, mas eu não me importava mais. Estava perdendo toda a parte divertida de ser jovem, já que a adolescência eu não tive oportunidade de aproveitar.

A cadeira móvel girou em minha direção e ele ligou a máquina pontiaguda me fazendo arrepiar. Ok, eu podia ser tachada de fresca por ele, se eu demonstrasse fraqueza. Enchi o peito, e limpei a garganta sentindo a agulha microscópica ferir intensamente minha derme.

Não era uma dor flamejante, e sim uma agonia terrível.

— Espera... — mordi os lábios afastando meu ombro direito aos poucos. — Eu não me preparei o suficiente.

— Você me pediu um desenho original e muito específico. Não me assuste assim outra vez se não eu perco o traço. — ele aproximou a agulha com tinta negra na minha derme.

Soltei um gemido sôfrego sem ao menos conseguir segurar. Foi involuntário.

— A primeira tatuagem dói eu sei. Mas, pense no resultado tenho certeza que ficará linda. — falou com um sorriso encantador se portando mais brando como nunca vi antes.

Percebo que as nossas brigas e desentendimentos são bobos.


9: 09 PM.


Ele enxugou o restante da tinta e limpou a região que de clara, adquiriu uma outra tonalidade passando á ser um escarlate intenso. Ardia muito mesmo, e ainda se repetia na epiderme os movimentos da agulha afiada cutucando-a.

— Nem tão cedo farei outra. — forcei um sorriso. Estou um tanto turva com a dor presente no corpo, levanto-me devagar e ele me acompanha até a frente de um espelho para que eu possa ver o resultado.

É surpreendente ! Era maravilhoso ver como ele era perfeccionista e talentoso. Arriscaria dizer que ficou melhor que a da Ashley.

— Me dói admitir, mas você é muito bom. — me exibi gloriosa no espelho com um sorriso curvado nos lábios.

A música de trap no fundo cessou. Olhei para o lado e o Jungkook havia desligado a música alta revelando o ruído da chuva rala do lado de fora.

— Que horas são? — questionei indo até minha bolsa e conferindo o horário. Tirei o celular de dentro dela e liguei a tela do aparelho. Por sorte a chuva não é um impedimento naquele momento, preciso ir para casa do Trevis e esperar o motorista do papai vir me buscar como pedi.

— A rua é perigosa... Não quer que eu te leve pra casa? — perguntou ao massagear o lombo com uma das mãos enquanto seus olhos permaneciam sobre os meus. Ele estava super cansado.

— Não se preocupe. Eu posso chamar um Uber. — sorri simpática e procurei em minha bolsa cara a carteira pagando-lhe pelo trabalho bem feito.

O Jeon guardou as notas no bolso de trás da calça preta desgastada.

Eu me movi para fora da sala e andei até as escadas descendo-as e ouvindo o Jungkook acompanhar os meus passos velozmente.

— Você não conhece o subúrbio a noite garota. — riu soprado todo irônico como de costume.

Ele tocou o meu braço esquerdo e o puxou para si, obrigando que nossos corpos se aproximassem possessivamente. Suspirei espectando seus olhos bonitos e desenhados me extasiarem por estar tão perto.

— Acho que podemos deixar a nossa pequena rixa de lado. — sorriu com seus lábios enrubecidos cada vez menos distante.

Os pêlos de todo o meu corpo se eriçam e minha boca cria um viço pela tua.

— Pode ser. — pendi a cabeça para o lado e segui o rumo que ele tanto queria. Avante.

Suas mãos deslizam do meu antebraço e se colocam sobre meu pescoço movendo-se para minha mandíbula onde a possui desejosamente, ele pousa seus lábios doces em cima dos meus que ainda tem o gosto do gloss cereja. Eles roçam entre si e se encaixam com mais pressão retirando toda a possibilidade de passagem de ar.

Minha língua implora para entrar e é aceita tendo a oportunidade de saborear cada canto de sua cavidade bucal. A alça da bolsa desliza pela minha destra e toca o chão. Os corpos se alinham como perfeitas peças feitas para encaixe, minhas mãos dominam sua cintura e apertam suas extremidades.

— Eu sempre te achei tão linda. — arquejou puxando meu lábio inferior com a dentição.

— Não interrompe... — voltei a beija-lo cálida e completamente excitada. Sentia que apenas com aquela faísca de nossos corpos se tocando era o suficiente para fazer minha boceta encharcar.

O jogo contra a parede, mostrando todas as minhas intenções maliciosas com o coreano. A chuva, o ar esgotado que causava respirações desreguladas era a melhor trilha sonora.

— Hey... — o apartei com as mãos em sua barriga aumentando nossa separação. — Preciso ir. — indaguei desmanchando meu sorriso e dando passos para trás vendo-o abalado e com os cabelos bagunçados me encarar.

— Está brincando de me deixar louco? — ri fraco cobrindo as laterais das ancas com as mãos.

— Talvez. — agaichei-me pegando a bolsa e respirando pela boca, está que ainda sente o sabor da sua luxúria. — Bay. — girei os tornozelos me despedindo com um andar sensual.

Estava morrendo de tesão naquele asiático, porém jogar com o mesmo começou a se tornar: divertido. Adorei olha-lo com os lumes tristonhos e decepcionados. Ele me desejava, e fico alegre de saber isso.

Caminho pelos guetos escuros embaixo daquela fina camada de agua que insistia em cair, ando para um ponto de ônibus mais próximo, aonde me protejo.

Pego o celular em mãos destravando a tela, vejo que tenho muitas pessoas para replicar no chat, e postergo a ligação que teria de fazer para o número do Uber. É aquilo né, sempre escolho os meus amigos primeiro. Aliás, são apenas uns minutos há mais aqui, e não converso pelo mensageiro á três horas. Isso é demais para mim.

Abri o aplicativo de mensagens e começo a teclar respondendo Trevis e algumas pessoas que tinham enviado mensagem. Sem perceber meu celular é puxado de uma de minhas mãos e eu o seguro com a mesma força.

Vejo um garoto de capuz com uma calibre 38, apontada para mim. Minha boca se entreabre e minha coluna vertebral se solidifica instantâneamente.

— Passa o celular Patrícia.

— Nunca.

— Tá' de caô Patrícia? — ele balança a arma aproximando-a do meu rosto.

— Olha moço eu tenho dinheiro. Pode levar a bolsa. — movi a importada apresentando lhe.

— Tô' querendo é esse top de linha aí. Pode ir passando. Ou é ele ou é a bocetinha.

— Filho da...

— Para de ameaçar a moça cara. Rala peito. — disse o Jungkook se direcionando ao cara.

— Não se mete ou a sua namoradinha vai rodar.

— Leva o meu. — ele suspirou tirando seu smartphone do bolso se trás e dando para o marginal que saiu correndo no mesmo instante que além de levar o eletrônico, também pegou a bolsa.

— Por quê fez isso? — olhei para o moreno que pressionou os lábios entre si. — Eu juro que compro um novo para você.

— Não precisa, eu me viro. — pareceu um tanto preocupado. Ah, como eu fui egoísta. Ele nem mesmo tem uma casa decente, imagina quanto deve ter sido difícil adquirir aquele aparelho.

— Eu sinto muito de não ter aceitado sua carona. — me senti na obrigação de reparar o meu erro naquele momento.

Ele era uma pessoa boa e eu custei a ver isso.

A chuva se intensifica e engrossa à medida do tempo que conversamos debaixo na parada de ônibus.

— Quer que eu te leve pra casa, então? — sorriu estendendo a mão e eu a pego assentindo com a cabeça.

Correspondo-o com um sorriso de soslaio, apertando sua destra.

— Só se for pra sua. — ele desmanchou o sorriso largo e pareceu surpreso como minha frase.

— Você é uma profissional em me deixar louco? — expôs um sorriso belo e nós nos preparamos para correr pela chuva.

Quando demos partida saímos em disparado, tentei proteger meu celular curvando as costas. Ele subiu a porta do Studio e adentrando completamente encharcados pela água que caiu sobre nós violentamente.

O Jungkook trancou toda a entrada novamente, e eu deixei meu celular sobre o balcão de atendimento.

— Quer trocar de roupas antes... Senhorita Evans. — seu semblante era audacioso e ele moveu-se lento para o meu norte.

— Pra quê, se não vamos precisar delas? — sooei mais atirada do que o normal. Eu amo o provocar.

O chamei com um contato ocular sensual, e me virei para subir as escadas de metal. Subi e ele vinha atrás afoito e com a uma pressa maior do que da última vez que estivémos nela.

Já na parte superior analisei todo o perímetro, cheguei mais perto da caixa de som e selecionei no touchscreem uma música de batida viciante e licenciosa. 

É tínhamos o mesmo gosto musical.

— Eu sei muito bem agradecer as pessoas, por mais que você me julgue uma mimada. — dei uma piscadela pegando sua mão e o levando para o sofá onde ele se senta.

— Sempre foi tão evidente que eu gostei de você, desde o primeiro instante... Mas, a senhorita adora complicar tudo. — debochou olhando para o meu tronco como um tigre faminto.

— Posso me redimir disso? — sorri tirando os sapatos e os jogando para o lado.

— Tem que ser bem convincente. — respondeu arrojado.

Elevo a blusa que uso a tirando e sou capaz de admirar seus olhos me maliciando dessa curta distância. Ondulo minha cintura, e requebro os quadris no compasso da música que contém uma letra picante.

Uso uma lingerie amarela, claro não era uma cor chamativa ou que eu gostava, contudo não foi algo que planejei fazer convenhamos.

— É tão gostosa... — entreabre a boca respirando por ela e com os orbes totalmente voltados para o meu torso de poucas massas.

Completei por abaixar os shorts jeans demoradamente dando a Jeon uma tensão á mais. O homem já estava para lá de excitado e enfeitiçado pelas minhas coxas.

— Agora sua vez. — sorri o obrigando a fazer o mesmo show.

— Mas você nem mesmo me mostrou o resto. — indignou-se rindo pelo que sentenciei. — Não vou fazer isso.

— Direitos iguais.

Ele abandona o sofá carmim em couro e se trocamos de posição. Ah, agora eu iria me divertir com um pequeno striptease.

— Vai me pagar isso na transa. — ameaçou passando as mãos pelo abdômen e erguendo a camisa cavada. Ele mostrava-me todo o seu porte físico vagarosamente. A barriga trincada me umideu tanto na boca de cima como na debaixo.

— Ui! Isso continua. — bati palmas e ele se mostrou mais aberto para retirar as roupas.

Ele já não tinha aquele viés de timidez na face e apresentava-me outro lado seu.

Subindo a camisa pude notar mais tatuagens suas, as nos dois braços eu havia visto e adorado, agora vê-lo desprovido de vestimentas superiores foi um baque. Que corpo formoso e bem feito. O Jungkook lança-me a sua camisa e eu a pego cheirando-a intensamente.

Ah, seu perfume eucalipto, unido com o aroma da sua derne é divino. Não sentia vontade de me separar deste nunca mais.

Havia um gavião estampado no peito, e as asas se dividiam em cada parte. O mais alto direciona os dígitos para o botão de sua calça justa e a tira sensualmente mantendo suas íris belíssimas presas as minhas.

— Você está se saindo melhor que eu. — manifesto minha opinião sincera.

Oh, céus. Ele é o homem mais misterioso e bonito que estive. Não seria fácil esquecer seus olhos e seu corpo depois daquela noite.

— Quer que eu continue? — passou dois dedos na barra da Calvin Klein cinza e mostrou um pedaço da sua pele. Notei que o pau dele estava empurrando o tecido da boxer e até tinha uma pequena mancha molhada na frente. Depois de espectar seu pênis se mover um pouco eu o fitei de volta em seus orbes. O Jungkook lançou um olhar caliente como se ele estivesse me implorando para lhe fazer um boquete.

Balancei a cabeça negativamente e estiquei meu indicador o chamado para o meu espaço.

Ele deu poucos passos e parou em minha frente, olhei daquele distância seus lábios sendo umedecidos pela língua. Uh, ele está ansioso.

— Eu sei que quer eu faça isso tatuado... — sorri nada inocente, me ajeitei no lugar acolchoado ficando com meu rosto nivelado com seu membro ainda coberto pela cueca acinzentada.

Meus dedos adentram as laterais do tecido e desço lentamente a peça mordendo o beiço na expectativa de conhecer seu mastro.

— Isso doi... — riu pousando as mãos por cima das minhas e apressando-as.

— Assim é mais gostoso. O suspense. — retirei minhas palmas dali e ri de sua expressão impaciente.

Sobrepus os dedos na sua frontal, e do abdômen musculoso até a boxer fiz um caminho. O admirei com a cara de sapeca e coloquei a boca em seu ventre o beijando demoradamente na região. Migrei para baixo distribuindo mordidinhas pela sua pele visivelmente arrepiada.

Fiquei em pé e ele deu um passo para trás para manter um espaço vital, passei as mãos pelos seu peito alto e descoberto desembocando em seus ombros largos e fortes. Arranhei-o exercendo uma certa pressão e afundando as unhas em seu abdômen malhado. Rebolei e me virei de costas segundo o ritimo da batida sensual de outra música que tocava. Rocei gradativamente meu traseiro contra o seu volume ouvindo seus gemidos e arquejos de satisfação em um misto de ansiedade.

— Você quer me deixar doido? — agarrou meus braços em um impulso, forçando seu eixo contra o meu imediatamente.

— Eu adoro te tirar do sério, Jeon. — ri devassa, remexendo a bunda média em seu pacote duro.

— Então agora vamos trocar de posições novamente. — jogou um riso mais relaxado e me girou para sua pessoa.

— Quero ver se consegue segurar esse pau duro por tanto tempo. — sorri diminuindo o espaço que se encontra como empecilho para nós. Uni nossas frontais e ele levou uma mão para trás da minha cabeça, pegando um pedaço do meu cabelo, o envolvendo na mesma abruptamente.

— Me adora dessa forma? — ele puxou alguns fios me forçando a assentir positivamente com o cenho. — Você me deixa puto garota. — sorriu em meio há um riso gostoso de se ouvir com sua voz levemente rouca ao mesmo tempo aveludada.

O Jungkook tratou de descer uma de suas mãos por minha barriga, até alcançar o meio de minhas pernas as espaçando minimamente, contudo o suficiente para que seus dígitos se mexessem com maestria por entre elas.

Ele correu as digitais pelos meus lábios vaginais inchados e úmidos. Tudo que eu podia fazer era gemer e formigar. Ele estava me provocando com seus dedos lentos e eu amava mais do que qualquer coisa.

— É gostoso isso? — arquejou deslizando um dedo sobre o meu clitóris inchado e levou-o embora.

—"Mmmmmm" — escapou da minha cavidade. Eu queria que ele tocasse em mim e nunca parasse. O tatuado esfregou minha buceta lentamente e empurrou uma digital dentro do meu túnel quente e molhado. Ele começou a me foder com o próprio muito devagar, pois a calcinha não permitia sua entrada completa.

Tirou sua destra dali, e prosseguiu para o meu bumbum dando um tapa estalado, e sua outra mão fez o mesmo, logo após depositando um apertão viçoso em ambas das nadegas, ele brinca com a minha pouca flacidez a mexendo e dando beliscos leves na pele que agora está totalmente quente e vermelha.

— Eu disse que ia me pagar na foda... — sorriu ajeitando seus dedos entre as madeixas e os firmando para roubar-me um beijo que é correspondido com o mesmo calor. Abraço-o o pegando pelos abdômen, ele aproveita habilmente para abrir o meu sutiã.

Termino por revelar os dois montes ao homem que lambe os lábios vendo o par de seios amostra.

Nos abraçamos novamente e eu me livro da peça jogando-a para um quanto qualquer.

— Como pode ser tão deliciosa assim? — perguntou depositando sua boca no meu lombo e ascendendo para o pescoço com luxúria, lascívia.

Desmanchei o nosso contato, e desço colocando os joelhos no soalho. A boxer era estufada torturada Jeon Jungkook, e por obrigação eu precisava alivia-lo.

Desci sua peça íntima, ele estreou seu membro para meus orbes que raiaram ao perceber o quão firme era. Libertei um pau duro como pedra. Deve ter pelo menos oito polegadas. Foi magnífico fita-lo. Eu envolvi minhas duas mãos ao redor dele, sentindo-o pulsando. Eu o acariciei por um tempo antes de baixar a cabeça.

Eu estendi minha língua e lentamente passei por cima de sua fenda. Eu acariciei seus testículos enquanto eu corria minha língua do fundo de seu eixo de ferro para o topo de sua cabeça repetidamente. Eu degustei cada centímetro.

Comecei com lambidas demoradas e longas da base do seu eixo para a glande. Sorri me certificando-me de lamber todo o seu prepúcio. A sensação de seu pau duro contra a minha língua me fez mais quente. Em seguida, peguei a cabeça de seu enorme mastro e deslizei sem pressa na minha boca molhada enquanto ele soltava gemidos baixos e com seu timbre aveludado.

Olhava o Jungkook pender o pescoço e olhar-me com seus lumes repletos de prazer. Ele queria gozar.

Cerrei os meus olhos e friccionei meus lábios ao redor dele enquanto deslizava quase todo o caminho em minha boca. Deixei o suficiente para minhas mãos segurarem. Eu não acho que sua extensão poderia caber mais dentro. Movi meus lábios para cima e para baixo em sua base, sugando mais forte a cada impulso. Eu chupei firmemente quando deslizou para fora e deixei minha boca soltar enquanto eu a empurrava de volta para baixo.

Ele agarrou meu rabo de cavalo com força em seu mais completo êxtase, soltando arfares.

— Você faz gostoso pra caralho. — silibou movimentando minha cabeça, forçando seu pau todo o caminho até a minha garganta. Eu gemi em seu pênis respondendo a ele quando ele começou a foder minha cavidade lentamente, deixando-me ajustar ao seu comprimento.

Ele tirou o pau dos meus lábios para longe de mim. O Jungkook começou a se masturbar de uma mínima distância da minha face. Ele manteve seu tronco enorme para mim. Com a boca aberta, aproximei-me para saboreá-lo mais outra vez mordendo em falho, mas ele se moveu, me provocando.

O moreno colocou a glande nos meus lábios e correu para molha-los como batom e retirou-o do meu alcance.

— Não vai gozar na minha boca? — sorri esperando sua atitude.

— Agora eu quero chupar a sua bocetinha e depois te fazer gozar muito. — ele ergueu a sombrancelha abrangendo seu fitar safado, atrevido.

Sentei-me no sofá macio e afundei calmamente. O Jungkook teve o prazer de abrir minhas pernas e olhar no meio delas colocando um sorriso nos lábios médios. Retiro a calcinha, deslizando-a pela direita e depois pela esquerda. Lancei-a longe demais para saber onde ela foi parar. No momento, o meu foco é apenas o coreano.

Mirei seus lábios se conectarem com minha região íntima, ele lambeu a fenda de cima a baixo usando sua língua no clitóris que já está inchado por seu bom trabalho com os dedos anteriormente. Rebolei a vulva por sua boca vendo-o contente em lamber-me.

Porém, eu já estou mais do que excitada para fodernos. Levo meus dígitos para trás de sua cabeça e puxo-os seus fios para afasta-lo dali.

— Eu quero o seu pau aqui. A sua língua pode ser ágil, mas é pequena demais. Necessito de algo grande ! — ele demonstrou-se mais instigado e focado em dar-me uma satisfação sexual.

Me coloco de quatro sobre o sofá o Jungkook se apressa em vir por cima de mim selvagemente abraçando-me pelo abdômen, ele eleva espalmando os seios e os apertando com convicção. Sinto o exato segundo que ele me penetra, todo o seu comprimento é empurrado de uma vez, e minha lubrificação facilita sua entrada fulgaz.

— Porra... — verbalizei em um gemido em baixa frequência sonora.

— Te machuquei? — manifestou uma certa preocupação.

— Gosto das coisas direitas assim. — vocifero risonha usando meu bumbum para me acoplar perfeitamente no seu mastro.

Sua mão retornou aos meus mamilos e os beliscou novamente, só que mais forte desta vez. E a outra mão senti percorrer meu estômago nu. Meus olhos se fecham na mesma medida que eu saboreio o calor de seu sexo tão intrínseco e perto do meu.

— Ah, me fode com força! — exclamo enquanto Jungkook mete o mais veloz que pode. Minhas nadegas colidem contra os quadris dele, causando um prazer imensurável á nós dois.

O som das carnes se batendo são abafadas pelo volume alto que estava no estúdio de tatuagens. Seguro o batente do sofá, movendo minha bochecha sobre ele e gemendo como uma vadia enquanto ouvi também os deliciosos suspiros e ruídos que o Jeon soltava.

Temos a mesma vibe, a sintonia ideal. Nunca compatibilidade sexual é enorme como jamais imaginei que poderia ser.

— Quero você por cima. — estendeu seu pescoço até minha orelha e sussurrou suas perversidades.

Saio desta posição e observo o homem se sentar já com sua face lânguida, porém não deixa de ter uma performance insinuante.

Levanto-me e me ponho por cima do moreno, minhas mãos sobrepõem seu peito que havia um grande gavião tatuado.

Nossos lumes entregam o quanto não queríamos que a noite terminasse.

— Difícil encontrar um tatuado tão bom de cama, sabia? — brinquei e o vi posicionar seu membro em minha entradinha. Abaixei o quadril sentando com potência por cima do seu brinquedo. — E com uma rola tão gostosa. — ri apertando seus ombros rígidos e rebolando sensualmente do mais velho.

— Eu amo essa sua disposição. — capturou as coxas movendo-as ao seu encaixe. Gemi, abraçando o seu pescoço e aproximando os meus seios do seu rosto.

Ele se esbaldou dando-me selos demorados e chupadas maravilhosas nos seios. O Jungkook me entorce explorando meus sentidos, ele pousa um dígito em meu ânus e me arrepia todos os pêlos com sua atitude sinuosa.

— Não estamos nos filmes pornôs que você adora hein. — o repreendi o desencorajando. Mas, ao ver que eu não estava afim, ele apenas contornou a região como mais um estímulo nas áreas erógenas do meu torso.

— Não vejo a hora de me dar ele todo. — riu mordiscando minha derme na linha de divisão dos seios.

Trocando um olhar carregado de malícia, e colamos as bocas que estão úmidas e quentes e a medida que o ósculo se torna mais ardente, o homem me envolve em suas ancas e abandona o sofá comigo em seus braços.

Dei de costas com uma das paredes, bem estava no auge da nossa relação sexual, mal podia me lembrar que tatuei uma parte da pele. O licencioso movimenta-se pelo meu âmago, eu o agarro com os braços em alavanca e aprofundo um terno das unhas em sua tez que de branca passa para uma tonalidade roxa.

— Isso... vai... com força. — seus batimentos do coração aceleraram ao passo que, nosso movimento também. As paredes tremem com nosso desempenho em foder por todo o espaço impegnando aquele odor de sexo bem feito.

Regressamos com um ósculo arrebatador, os lábios já não se sincronizavam, apenas necessitavam se amassar e estar um dentro do outro. São mordidas labiais, beijos estalados, sugadas e linguadas por toda a boca.

Sua mão ainda em meus quadris, ele começou a me foder contra a parede. Tudo que eu pude fazer foi empurrar minha boceta contra ele quando ele bateu de volta no meu pequeno buraco molhado. Ele me dava alguns impulsos dolorosamente lentos e depois batia em mim para que suas bolas batessem contra o meu sexo. Eu nunca tinha sido fodida desse modo. Tive que segurar- me para não gozar neste instante, ele me friccionava possessivamente em seu corpo músculoso, enquanto os beijos eram dados com o máximo de fervura.

— Eu estou quase... porra. — ele tirou seu membro em um urro. O jato espirra no tapete próximo.

— Foi mal. — desculpou-se rapidamente e levou sua mão para o centro das minhas coxas esfregando meu clitóris para que eu pudesse compartilhar do mesmo gozo.

— Ahhh... isso — choraminguei quando um fatal orgasmo percorreu minhas veias e inundou meu corpo fatigado. Tão quente. Tudo o que eu pude fazer foi soltar um gemido alto e agudo.

Recuperamos o ar como voltassemos de um afogamento. Ele está exausto e eu também.

— Uh. — ele buscou sua boxer que está jogada em um canto e a veste rapidamente. Minhas pernas estão complemente bambas e me sinto incapaz de recompor- me.

Ele reuniu minhas vestimentas e as trouxe para cima do sofá onde estou sentada agora e delineio cada centímetro do seu torso másculo que é melhor ainda nú.

— Quer algo pra comer? — suspendeu a sombrancelha e fitou-me curioso.

— Eu estou bem... Mas.... posso te perguntar uma coisa? — tomei a camisa de sua mão e a vesti. Era a sua e eu amava o cheiro dela. — Fez isso com quantas garotas? — indaguei quebrando o clima agradável que se formava entre nós.

— Não sou tão galinha como pensa Evans. — sorriu colocando as pernas para dentro do sofá de couro e ficando na posição de lótus.

— Bem, não é que eu queira saber da sua vida íntima.

— Se eu dissesse que sempre quis saber da sua. Você e o Trevis... já ficaram? — suspreendeu-se ao perguntar dos meus relacionamentos.

Justo ele, que parecia não ligar para isso.

— Uns beijos aqui, outros lá. Apenas.

— Lá'?

— Na boca, não pense besteira. — ri dando um tapa em seu tórax e vendo-o sorrir como uma criança.

— Você sempre foi quem mais me interessou no curso de artes. — confessou limpando a garganta e colocando as mãos no meu queixo fazendo um carinho neste.

— Mesmo eu sendo uma "burguesa" como me chamava no bimestre passado? — o olhei com os orbes risonhos.

— Uhum. E, eu sei que por baixo dessa sua pose, tem uma cara garota legal e que pode ser muito mais parecida comigo do que eu imagino. — beijou-me vagarosamente, porém sem toda aquela energia que nos consumia horas atrás. — Quer tentar lidar com as diferenças e ver esse se encaixamos? — questionou-me em outra vibe. Sua voz está mais acolhedora e carinhosa. Seu semblante possui um tênue assomo de ternura.

Ele estava me pedindo em namoro, no entanto, eu já tinha sofrido muito dentro de um relacionamento abusivo e sem amor. Não podia me prender ao tatuado por mais que meu corpo quisesse mais das suas carícias e calor.

— Não quero me precipitar... Podemos curtir isso por enquanto... — respondi-o com atraso e selei seus lábios não dando uma replica definitiva.

— Segunda a noite vai ter uma apresentação de umas bandas independentes em um bar aqui... Quer ir comigo? — me limitei em assentir e regressar com minha boca por cima da tua tão macia e saborosa.

Provavelmente teria mil ligações do meu pai no celular, e quando voltasse para casa um grande e infinito sermão no meu ouvido. Porém, não consigo me arrepender de em uma noite ter resgatado tudo o que não vivi em uma adolescência inteira. Agora me resta a última e clássica aventura. Um amor proibido com o tatuador.


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui♡ E a minha linda co-autora @_wjook, sigam ela para mais fics como essa! E favoritem essa belezura maravilhosa cheia de amor:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/amor-de-verao-imagine-bts--jeon-jungkook-18452720


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