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História Provoke - Fack (18) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Atenção: Jack usa uma peça de roupa íntima feminina, se isso te incomoda por favor não leia e não faça comentários ofensivos e nem desnecessários.

Para aqueles que não se incomodam tenham uma boa leitura e espero que gostem :)

Capítulo 1 - Single chapter



Eram exatamente 3 e meia da madrugada e o garoto que andava em passos lentos até a porta do seu dormitório aparentava ser o único acordado naquela universidade.

Havia chegado de uma festa que um dos seus amigos insistiram muito para o mesmo comparecer e como um bom festeiro que era, aquilo não tinha sido esforço algum.

Tateou os bolsos de trás de sua calça jeans a procura da chave e só o Universo sabe o que teria acontecido se ele a tivesse perdido. Sorriu zombeteiro só em imaginar tendo que acordar a fera que dormia na cama ao lado da sua para poder entrar.

Jack Dylan, seu colega de quarto, sempre deixava claro que não gostava do cacheado, e o Wolfhard sabendo disso adorava fazer de tudo para ouvir os gritos furiosos do garoto mais baixo que si. Dylan era estourado, com pavio curto, uma implicância ali e uma catucada aqui e voilà, a guerra já estava acontecendo.

Finn e Jack eram definitivamente opostos um ao outro, não existia sequer algo comum entre os dois garotos que frequentavam a mesma universidade e dividiam o mesmo quarto.

Um era bagunceiro e o outro era organizado, o que resultava quase sempre em brigas. O que um gostava o outro odiava e era assim que se seguia em um ciclo sem fim.

O cacheado nunca teve nada contra o outro e até tentou ser amigo do mesmo ou ter uma boa convivência, mas Jack era uma pessoa muito difícil de lidar e um dia acabou somente desistindo, e embarcou na missão de "ser mais odiado" pelo outro.

Girou a chave da porta, abrindo e entrando de fininho no quarto e tirando seus sapatos, os deixando em qualquer lugar. Ele não perderia a chance de irritar o menor, então tratou de ligar a luz do quarto sabendo que o outro não conseguia dormir de luz acesa e acordava fácil fácil com a claridade.

Porém, não sabia se aquilo tinha sido uma boa ideia para si mesmo quando se deparou com o modo que o outro dormia.

Jack estava de bruços completamente esparramado na cama com a cabeça enterrada nos travesseiros. O menor vestia uma blusa cinza de aparência gasta e velha que pela posição que estava acabou por subir a peça e deixá-la na metade da linha de sua coluna, a pele pálida a amostra, e principalmente sua calcinha de renda branca.

Uma. Calcinha.

Porra. Finn nunca havia ficado tão duro rapidamente. Sua boca secou de uma maneira que parecia que estava sem beber água fazia dias, e ele não conseguiu sair do lugar  permanecendo parado perto da porta, completamente pasmo e atordoado com aquela visão.

Tudo bem, ele confessava sua atração por aquele moleque irritante que odiava pessoas alheias sem ao menos conhecê-las, no caso, o cacheado. Reparava nas suas curvas, rosto, quadril e a bunda. Ah, aquela bunda naquele shortinho jeans curto que ele costumava usar quando estava atoa ficava o paraíso. Finn quase desmaiava quando o via desfilar pelo quarto com aquele bendito shortinho.

Wolfhard viu quando o que dormia se remexeu, levantando uma de suas pernas para cima a deixando dobrada, ressaltando mais ainda uma das bochechas da sua bunda branca e redondinha.

O pau do cacheado deu uma guinada na calçada jeans tão forte que o maior sentiu suas órbitas girando, correndo p'ro banheiro desesperado com a intenção de tomar um banho gelado ou quem sabe se aliviar em silêncio de forma rápida.

Tirou as principais peças de roupas e entrou o mais rápido possível dentro do box. Enquanto ligava o chuveiro e assistia a água caindo em seu corpo ele tentou levar a sua mente em qualquer outro lugar que não fosse a visão que vira segundos atrás.

Pensou em coisinhas fofas, unicórnios e até mesmo na morte do seu cachorro, Frederico, pra ver se a tristeza o tomava e sua ereção latejante e dolorida sumia.

Nada adiantou, então ele fez o que todo garoto faria em uma situação dessas e não precisou nem de 3 minutos p'ra atingir seu orgasmo de tanto que a coisa tava tensa.

— Caralho. — Arfou mordendo os lábios, completamente ofegante e torcendo para não ter gemido muito alto.

Terminou seu banho e colocou as roupas no cesto sujo, não estando afim de ouvir Jack falar logo de manhã sobre suas roupas no chão.

Quando se direcionou para fora do banheiro não esperava encontrar Jack acordado, sentando na cama o olhando com um sorrisinho irônico nós lábios.

— Estava com algum probleminha?

Piscou atômico, não podia ser.

— Você não fez isso, fez?

— Isso o quê? — Piscou os olhos de modo cínico. — É bom provocar, não é Finn? Agora vai dormir de pau duro.

Sorriu satisfeito, vendo a elevação presente na calça moletom do cacheado. Ele estava excitado novamente, ótimo.

Finn não sabia que o nível de provocações entre eles já havia chegado em algo sexual, mas já que era assim, não iria sair perdendo.

— Seu merdinha. — Esbravejou agarrando Jack pelos pulsos e quando notou já estava de joelhos sobre ele, o  pressionando contra a cama não deixando que o mesmo reagisse. — 'Tá se achando demais.

Dylan se debateu tentando se livrar do aperto em seus pulsos, errando em deixar seu pescoço exposto demais para o outro que não perdeu tempo em levar seus lábios até no local, afim de dar o troco pela provocação anterior.

Veja bem, o menor não era de ferro e por mais que odiasse pensar em como Finn era definitivamente o cara mais atraente e sexy que já havia conhecido, ele se deixou levar querendo mais contato.

Um arrepiou junto ao um murmuro de satisfação saiu dos seus lábios em ter aquela área sensível de seu corpo sendo explorada pela língua do mais alto que o chupava e beijava muito bem.

— Tão sensível, não é? — Finn sussurrou rouco, indo com a boca em direção ao lóbulo da orelha do menor, chupando ali e deixando lastros de saliva.

Fez uma trilha de beijos na bochecha rosada de Jack e antes que pudesse chegar nos lábios pecaminosos parou o olhando, pedindo silenciosamente permissão para o beijar.

Jack tomou a iniciativa sem paciência para um beijo lento, indo com certa brutalidade no início, deixando com que o cacheado enroscasse a sua língua com a dele. Dylan o agarrou mais enrolando suas pernas envolta de sua cintura, roçando suas ereções pulsantes e arrancando gemidos um do outro.

— Tirar, oh. — Gemeu quando iniciaram outro beijo, dessa vez mais lento e molhado, quase pornográfico. — Tirar, as roupas.

Pausaram o beijo e se afastaram para se livrarem das peças de pano, porém quando Jack foi retirar a sua calcinha a mão de Finn o impediu.

— Não, eu quero te foder com você usando ela, posso? — A voz do maior saiu tão arrastada que Jack pensou ter gozado só com aquilo. Sentiu um calafrio em seu corpo e assentiu animado.

Ao terminarem aquela ação, o cacheado virou o menor de bruços levantando somente o quadril do mesmo, de modo que sua bunda ficasse completamente empinada em sua frente.

Ele deseja fazer aquilo a muito tempo, por isso não tardou em levar a mão direito no ar e abaixa-la contra uma das bochechas, vendo a pele sofrer tremeliques e um grito surpreso e excitado sair da boca de Dylan.

Mais três tapas vieram e Jack, gemendo alto e escandaloso descobriu que gostava muito daquilo e que queria que o maior fizesse mais vezes nele.

— Você gosta, não gosta? Gemendo igual uma putinha só com alguns tapinhas meus.

— Finn. — Jack manhou, os olhos lacrimejando em puro tesão.

Outro tapa veio bem mais firme e forte que os outros, e Jack agarrou o lençol quando a ardência na banda esquerda de sua bunda o atingiu.

Finn admirou o estrago feito e se inclinou um pouco, arrastando sua língua pela coluna do garoto até chegar onde queria e afastar a calcinha para o lado, vendo o perímetro avermelhado e piscante entre as bochechas rechonchudas.

Chupou bem o lugar e endureceu a língua e a penetrou de uma vez, segurando a cintura do outro com firmeza e se deliciando com o gosto e os gemidos agora muito mais altos que Jack soltava, jogando seu quadril mais de encontro ao rosto do Wolfhard.

Dois dedos seus foram enfiados na boca de Jack, que os lubrificou de bom grado já sabendo para o que eles seriam usados. Finn afastou da entrada do outro e riu ao vê-lo tão desesperado, se afastando um pouco mais e retirando os dedos dos lábios agora inchados do menor. Os levou de encontro ao buraquinho vermelho, esfregando e logo depois os forçou a entrar percebendo Jack o olhar por trás dos ombros.

Se encararam sem desviar.

Era uma visão dos infernos ver o quanto o outro estava destruído só com os seus dois dedos entrando e saindo de si com tamanha força, observando o mesmo se contorcer quando acertava sua próstata. Os lábios inchados e vermelhos, cabelos grudados na testa e as bochechas rosadas e molhadas pelas lágrimas.

— Já vai gozar? — Zombou com um sorriso cafajeste, quando Jack já não conseguia mais se sustentar com seus braços, acabando por cair de cara nos travesseiros tremendo e abafando os gemidos ao chegar ao seu ápice em jatos fortes contra o lençol branco e macio.

Finn o virou de barriga para cima, vendo ele soluçar e tremer. Até aquele momento o maior não tinha se dado conta de como o outro poderia ser  tão sensível.

Ainda não acabou, 'tá bem p'ra continuar?

Jack riu pela preocupação do outro, ainda tentando regular a respiração.

— Você ainda não me fodeu usando a calcinha, fodeu?

Finn não deu resposta, sendo rápido em se posicionar ao seu lado e virar o garoto de modo que suas costas ficassem em seu peito, na posição de concha. De início levantou a perna do outro e o fez entender que ele é quem deveria segura-la por enquanto, para que pudesse afastar a calcinha do menor com suas mãos e empurrar para dentro dele.  

— Eu 'tó limpo. — Informou mordendo a orelha de Jack e a chupando. Esfregou seu membro e usou seu pré-gozo como lubrificante para facilitar a entrada e se enterrou de forma brusca ao ver Grazer confirmar que também estava.

— Porra, Finn. — Jack gritou, a ardência devendo ser uma sensação dolorosa, porém o jeito que o maior passou a sustentar sua perna no ar, exalando seu perfume masculino e soltando grunhidos roucos em seu ouvido a cada estocada só fazia com que seu pénis, agora duro de novo, expelisse mais pré-gozo o deixando ao ponto de gozar novamente em pouco espaço de tempo.

Os barulhos dos quadril se chocando preenchiam o quarto e era quase obsceno a maneira como os dois intercalavam entre gemer e se beijarem de um modo meio desastrado pela posição que se encontravam.

Não restava dúvidas de que os gemidos de ambos estavam sendo ouvidos por quem quer que seja que estivesse acordado naquele horário.

— Gostoso do caralho. Porra, babe.

Finn cometeu o erro de olhar para baixo vendo seu pénis saindo e entrando brutalmente em Jack e ele parou antes que gozasse, agarrando na cintura do mais baixo e se retirando de dentro dele, que choramingou em reprovação. 

Finn se encostou na cabeceira da cama puxando o menor pro seu colo,  rasgando a calcinha não ouvindo reclamação de Dylan, que logo foi incentivado a cavalgar quando já estava preenchido novamente pelo pau do Wolfhard.

Jack quicava de modo tão talentoso, não perdendo sequer o ritmo das descidas e subidas indo mais rápido ao ter as mãos grandes de Finn sobre sua bunda, o apertando e fazendo com que seu pontinho fosse acertado repetidas vezes. 

Os dois pareciam submersos em uma bolha própria de prazer para ambos e quando as testas suadas se encostaram e os olhos seguiram observando um ao outro, eles não duraram muito, chegando ao limite juntos com um gemido mudo de Dylan e um rugido grosso de Finn.

Grazer desabou sobre o maior, completamente exausto e destruído depois de terem gozado, enterrando seu rosto no pescoço do parceiro. Wolfhard tentou recuperar sua respiração também e apoio suas mãos nas coxas grossas do menor, ainda dentro dele não querendo se retirar dali.

— Dormiu?

— Não, idiota.

Finn riu, acariciando os cabelos do outro.

— Descobri o que temos em comum.

— E o que é?

— Foder gostoso juntos.  


           End.


Notas Finais


Cês gostaram? Eu tive a ideia hoje e não me segurei em postar, pq eu tenho a memória bem fraquinha.


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