História P.S. Ainda Amo Você - Capítulo 10


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Ramiro, Rey, Simón, Yam
Tags Ámbar Benson, Ámbar Smith, Chiara Parravicini, Gastón Perida, Jorge Lopez, Mambar, Matteo Balsano, Michael Ronda, Simbar, Simón Álvarez, Sou Luna, Soy Luna, Valentina Zenere, Yamila Sánchez, Yamiro
Visualizações 122
Palavras 2.841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


5/7
OBS: Recomendo que vocês fiquem bem atentos a tudo nesse capítulo porque nele estará incluindo um pequeno spoiler de algo ou alguém que ainda promete movimentar bastante essa história.

Capítulo 10 - Noite de meninas (Capítulo editado)


Fanfic / Fanfiction P.S. Ainda Amo Você - Capítulo 10 - Noite de meninas (Capítulo editado)

Vou ao escritório de Juliana em Belleview no dia seguinte, armada com um caderno e uma caneta.

— Tive uma ideia para uma aula de artesanato. Como fazer scrapbooks.

Juliana acena para mim e eu continuo.

— Eu posso ensinar aos moradores o que é um scrapbook, e colaremos todas as fotos e lembranças antigas, e escutaremos suas histórias.

— Parece bom — diz ela.

— Então eu poderia dar essa aula e também cuidar da hora do coquetel da noite de sexta-feira?

Juliana dá uma mordida em seu sanduíche de atum e engole.

— Podemos cortar o coquetel completamente.

— Cortá-lo? — repito em descrença.

Ela dá de ombros.

— A presença foi diminuindo desde que começamos a oferecer o curso de informática. Os moradores descobriram a Netflix. É todo um mundo novo lá fora.

— E se nós fizéssemos mais um evento? Tipo, mais especial?

— Nós realmente não temos o orçamento para qualquer coisa sofisticada, Ámbar. Tenho certeza de que Yam.  lhe contou como fazemos por aqui. Por causa do nosso minúsculo orçamento.

— Não, não, poderia ser algo do tipo faça-você-mesmo. Apenas toques simples farão toda a diferença. Poderíamos fazer um casaco obrigatório para os homens. E não poderíamos pedir emprestado os utensílios de vidro da sala de jantar em vez de usar copos de plástico?

Juliana ainda está ouvindo, então sigo em frente.

— Por que servir amendoins direto da lata, quando podemos colocá-los em uma bela tigela, certo?

— Amendoim parece amendoim, não importa a embalagem.

— Eles pareceriam mais elegantes se servidos em uma tigela de cristal.

Eu falei demais. Juliana está pensando que tudo isso soa como trabalho demais, eu posso ver.

— Não temos tigelas de cristal,  Ámbar.

— Tenho certeza de que posso arranjar umas em casa — eu asseguro a ela.

— Parece trabalho demais para cada noite de sexta-feira.

— Bem, talvez possa ser apenas uma vez por mês. Tornaria o evento ainda mais especial. Por que não paramos por um tempo e trazemos de volta com força total em um mês ou algo assim? — sugiro. — Nós podemos dar às pessoas a chance de sentir falta. Construir a antecipação e, em seguida, realmente fazer dar.

Juliana balança a cabeça em um aceno relutante, e antes que ela possa mudar de ideia eu digo:

— Pense em mim como sua assistente, Juliana. Deixe comigo. Eu vou cuidar de tudo.

Ela dá de ombros.

— Fique à vontade.


* * *


Emilia e eu estamos deitadas no meu quarto naquela tarde, quando Simón liga.

— Estou indo para a sua casa — ele diz. — Quer fazer alguma coisa?

— Não! — Emilia grita ao telefone. — Ela está ocupada.

Ele geme em meu ouvido.

— Desculpe — digo a ele. — Emilia está aqui.

Ele diz que vai me ligar mais tarde, e eu mal pouso o telefone quando Emilia resmunga:

— Por favor, não se torne uma dessas meninas que começam um relacionamento e esquecem dos amigos.

Eu estou muito familiarizada com “essas meninas”, porque Emilia desaparece toda vez que conhece um cara novo. Antes que eu possa lembrá-la disso, ela continua.

— E não seja uma dessas groupies relaxadas também. Odeio groupies. Tipo, elas não podem ser algo melhor do que uma groupie? Como uma banda? Ah meu Deus, eu seria tão boa em ser uma groupie de verdade, de banda importante. Ser uma musa, sabe?

— O que aconteceu com aquela ideia sobre você começar sua própria banda?

Emilia dá de ombros.

— O cara que toca baixo acabou com a mão quando andava de skate, e depois ninguém falou mais nada. Ei, você quer dirigir até DC amanhã à noite e ver esta banda Felt Tip? Frank vai pegar emprestada a van do pai, então esse provavelmente será o dormitório.

Eu não tenho nenhuma ideia de quem é Frank e Emilia provavelmente só o conheceu por dois minutos. Ela sempre diz os nomes das pessoas como se eu devesse saber quem são.

— Eu não posso, amanhã é dia de aula.

Ela faz uma careta.

— Veja, isso é exatamente disso que estou falando. Você já está se tornando uma “dessas meninas”.

— Isso não tem nada a ver, Emilia. A) o meu pai nunca me deixaria ir para DC em um dia de aula. B) eu não sei quem é Frank, e não vou ficar na parte de trás da van dele. C) eu tenho um sentimento de que Felt Tip não é o meu estilo de música. É?

— Não — ela admite. — Tudo bem, mas a próxima coisa que eu lhe pedir para fazer, você tem que dizer sim. Nada desse ABC de razões sobre por que é “besteira”.

— Tudo bem, eu concordo,

Embora meu estômago dê uma pequena sacudida, porque com Emilia você nunca sabe no que está se metendo. Embora, também conhecendo Emilia, ela já terá esquecido.

Nós nos acomodamos no chão e começamos o negócio das mãos. Emilia pega uma das minhas canetas douradas e começa a pintar estrelas minúsculas na unha de seu polegar. Eu estou fazendo uma base cor de alfazema e desenhando flores roxas escuras com centros cor de calêndula.

— Emilia, você faz as minhas iniciais na minha mão direita?

Levanto a mão para ela.

— Começando com o dedo anelar descendo até o meu polegar. LJSC.

— Letra extravagante ou bastão?

Eu lhe lanço um olhar.

— Vamos lá, com quem você está falando aqui? — Ao mesmo tempo que ambas respondemos: — extravagante.

Emilia é boa em fazer letras desenhadas. Tão boa, na verdade, que estou admirando sua obra quando algo me vem à cabeça.

— Ei, eu tenho uma ideia. E se nós começamos a fazer manicure em Belleview? Os moradores adorariam.

— Por quanto?

— De graça! Você pode pensar nisso como serviço comunitário, mas não obrigatório. Por bondade em seu coração. Alguns dos moradores não podem cortar as próprias unhas muito bem. As mãos são realmente retorcidas. Dedos do pé, também. As unhas ficam grossas e... — eu paro quando vejo a expressão de nojo em seu rosto. — Talvez pudéssemos ter uma pequena gorjeta.

— Eu não vou cortar as unhas dos pés de idosos de graça. Não farei isso por menos de cinquenta dólares cada um, no mínimo. Eu vi os pés do meu avô; as unhas dos pés são como garras de águia.

Ela se volta para o meu polegar, dando-me uma bela letra cursiva C com um floreio.

— Feito. Deus, eu sou boa. — Ela joga a cabeça para trás e grita: — Kitty! Traga sua bunda aqui!

Kitty vem correndo para o meu quarto.

— O quê? Eu estava no meio de algo.

— “Eu estava no meio de algo” — Emilka imita. — Se você me trazer uma Coca-Cola Diet, farei suas unhas como fiz as da Ámbar.

Mostro minhas unhas exuberantemente como uma modelo de mão. Emilia conta com os dedos.

— “Kitty Smith” se encaixa perfeitamente.

Kitty corre para fora, e eu grito para ela:

— Me traz um refrigerante também!

— Com gelo! — Emilia acrescenta. Em seguida, ela dá um suspiro melancólico. — Eu gostaria de ter uma irmãzinha. Eu seria incrível em mandar nela.

— Kitty não costuma ouvir muito bem. É só porque ela gosta de você.

— Ela gosta, não é?

Emilia pega e torce sua meia, sorrindo para si mesma. Kitty gostava de Jazmín, também. Tinha uma espécie de admiração por ela.

— Ei — digo, de repente. — Como está a sua avó?

— Ela está bem. Ela é muito difícil.

— E como está... o resto de sua família? Tudo bem?

Emilia dá de ombros.

— Claro. Tudo Bem.

Hmm. Se Emilia não sabe, quão ruim as coisas poderiam estar com a família de Jazmín? Ou não tão ruins ou, mais provavelmente, apenas mais uma das mentiras de Jazmín. Mesmo quando éramos pequenas ela mentia muito, seja para evitar problemas com a mãe dela (em um caso ela me culpou no lugar), ou para ganhar a simpatia dos adultos. Emilia me olha.

— Sobre o que você tanto pensa? Ainda está insistindo naquele seu vídeo de sexo?

— Não é um vídeo de sexo, nós não estamos transando nele!

— Acalme-se, Ámbar. Tenho certeza que depois do que Simón fez as pessoas vão deixá-la em paz. Eles vão passar para outra coisa.

— Espero que você esteja certa.

— Confie em mim, haverá alguém ou algo novo para eles focarem a atenção na próxima semana.


* * *


Acontece que Emilia estava certa, as pessoas mudaram o foco para o próximo assunto. Na terça-feira, um garoto chamado Clark do segundo ano é pego se masturbando no vestiário dos meninos, e é disso que todos falam. Sorte minha!

                         ***

De acordo com Stormy, existem dois tipos de garotas no mundo. O tipo que parte corações e o tipo que tem o coração partido. Um palpite a respeito de que tipo de garota é Stormy.

Estou sentada de pernas cruzadas no sofá de veludo de Stormy, vasculhando uma grande caixa de sapatos cheia de fotos – a maioria em preto e branco. Ela concordou em se juntar à minha aula scrapbook, e estamos usando a cabeça para começar a organizar tudo. Tenho várias pilhas se formando. Stormy: os primeiros anos; ela na adolescência; seu primeiro, segundo e quarto casamentos (não há fotos de seu terceiro casamento porque eles fugiram).

— Eu sou uma destruidora de corações, mas você, Ámbar, é uma menina que tem o seu coração partido.

Ela levanta as sobrancelhas para mim para dar ênfase. Acho que ela esqueceu de passar lápis nelas hoje. Eu medito sobre isso. Não quero ser uma mulher que tem o coração partido, mas eu também não quero quebrar os corações dos garotos.

— Stormy, você teve um monte de namorados na escola?

— Ah, com certeza. Dezenas. Era como nós fazíamos nos meus tempos. No carro na sexta-feira com Burt e festa com Sam no sábado. Mantínhamos nossas opções em aberto. As garotas não firmavam nada a menos que tivesse extrema certeza.

— Certeza de que gostava dele?

— Certeza de que queria se casar com ele. Caso contrário, qual o sentido em terminar toda a diversão?

Pego uma foto de Stormy em um vestido cor de espuma do mar, sem alças, com uma saia rodada. Com essa aparência ela poderia ser uma prima de Grace Kelly, com seu cabelo louro claro e as sobrancelhas elevadas. Há um menino de pé ao lado dela, e ele não é muito alto ou particularmente bonito, mas há algo sobre ele. Um brilho em seus olhos.

— Stormy, quantos anos você tinha aqui?

Stormy olha para a fotografia.

— Dezesseis ou dezessete anos. Mais ou menos a sua idade.

— Quem é o garoto?

Stormy examina mais atentamente, franzindo o rosto como um damasco seco. Ela bate a unha vermelha na imagem.

— Walter! Nós o chamávamos de Walt. Ele era um verdadeiro sedutor.

— Ele era seu namorado?

— Não, era apenas um menino que eu via de tempos em tempos.

Ela ergue e abaixa as suas sobrancelhas claras para mim.

— Nós nadamos nus no lago e fomos pegos pela polícia. Foi bastante escandaloso. Cheguei a voltar para casa em um carro da polícia com nada além de um cobertor.

— Então... as pessoas fofocavam sobre você?

— Bien sûr.

— Eu tive um pequeno escândalo sobre mim — falo. Então conto a ela sobre o ofurô, o vídeo, e tudo o que veio a partir disso. Tenho que explicar o que é um meme. Ela está encantada; está praticamente vibrando com a indecência de tudo.

— Excelente! — ela vibra. — Estou tão aliviada que você tenha algumas marcas. Uma menina com uma reputação é muito mais interessante do que uma bobinha.

— Stormy, isso está na Internet. A Internet é para sempre. Não é só fofoca na escola. E, também, eu sou uma espécie de bobinha.

— Não, sua irmã Carminha é a bobinha.

— Yamila — corrijo.

— Bem, ela certamente parece uma Carminha. Quero dizer, mesmo, toda sexta-feira à noite em uma casa de repouso! Eu cortaria os pulsos se fosse uma adolescente e passasse todos os meus belos anos em um maldito lar de idosos. Desculpe meu francês, querida. — Ela arruma o travesseiro atrás dela. — Filhos mais velhos estão sempre dando furos. Meu filho Stanley é de um tédio terrível. Ele é o pior. É podólogo, pelo amor de Deus! Acho que a culpa é minha por ter-lhe dado o nome Stanley. Não que eu tivesse algo a dizer sobre isso. Minha sogra insistiu em colocarmos o nome depois que seu marido morreu. Bom Deus, ela era uma velha. — Stormy toma um gole de chá gelado. — Filhos do meio supostamente trazem diversão, sabe. Você e eu, nós temos isso em comum. Eu estava feliz por você não ter vindo tanto aqui ultimamente. Esperava que estivesse se metendo em problemas. Parece que eu estava certa. Embora você possa se meter em mais alguns.

Stormy é fantástica em fazer uma pessoa se sentir culpada. Ela dominou a arte da detecção de mágoas.

— Agora que tenho um bom trabalho aqui, estarei por perto muito mais vezes.

— Bem, não com muita frequência. — Ela se anima. — Mas da próxima vez, traga esse seu garoto. Nós poderíamos aproveitar um pouco de sangue fresco por aqui. Dar uma sacudida no lugar. Ele é bonito?

— Sim, ele é muito bonito. — O mais bonito de todos.

Stormy bate palmas.

— Então você deve trazê-lo aqui. Me avise primeiro, no entanto, assim aparecerei no meu melhor. Quem mais está aguardando por você?

Eu rio.

— Ninguém! Eu te disse, eu tenho um namorado.

— Hmm.

Isso é tudo o que ela diz, apenas “hmm”. Então...

— Eu tenho um neto que poderia estar com a sua idade. Ele ainda está na escola, de qualquer maneira. Talvez eu lhe peça para vir conhecê-la. É bom para uma menina ter opções.

Eu me pergunto como um neto de Stormy seria, provavelmente um real jogador, como Stormy. Abro minha boca para dizer não, obrigada, mas ela me corta com um shh.

— Quando estivermos fazendo o meu scrapbook, transcreverei minhas memórias para você, e você as digita para mim no computador. Estou pensando em brincar com storm, a palavra em inglês para tempestade. The Eye of the Storm – O Olho da Tempestade. Ou Stormy Weather. — Stormy começa a cantarolar. — Stormy weather. Since my man and I ain´t together... Keeps raining all of the time... — ela para de vez. — Devemos ter uma noite de cabaré! Imagine só, Ámbar. Você em um smoking. Eu em um vestido vermelho deslumbrante deitada sobre o piano. Vai causar um ataque cardíaco em Morales.

Eu dou risada.

— Não vamos causar um ataque cardíaco. Talvez apenas um tremor.

Ela dá de ombros e continua a cantar, adicionando um balançar de quadris.

— Storm Weather...

Ela vai seguir cantando se eu não redirecioná-la.

— Stormy, me fale onde você estava quando John F. Kennedy morreu.

— Foi uma sexta-feira. Eu estava assando um bolo de abacaxi para o meu clube de bridge. Eu o coloquei no forno e então vi a notícia, aí esqueci do bolo e quase queimei a casa toda. Tivemos que repintar a cozinha por causa de toda a fuligem. — Ela arruma o cabelo. — Ele era um santo, aquele homem. Um príncipe. Eu o conheci no meu auge, nós realmente poderíamos ter tido um pouco de diversão. Sabe, eu flertei com o Kennedy uma vez em um aeroporto. Ele se aproximou de mim no bar e me comprou um gin martini muito seco. Aeroportos costumavam ser muito mais glamourosos. As pessoas se vestiam para viajar. Os jovens em aviões nos dias de hoje usam essas botas horríveis de pele de carneiro e calças de pijama – é uma monstruosidade. Eu não sairia para o correio vestida desse jeito.

— Que Kennedy? — pergunto.

— Hmm? Oh, eu não sei. Ele tinha o queixo do Kennedy, de qualquer maneira.

Mordo meu lábio para não sorrir. Stormy e suas escapadas.

— Posso anotar a sua receita de bolo de abacaxi?

— Claro, querida. É apenas um bolo de caixa com abacaxi Del Monte, açúcar mascavo e uma cereja marrasquino no topo. Apenas certifique-se de ter os anéis e não os pedaços.

Esse bolo parece horrível. Tento acenar de forma diplomática, mas Stormy me encara. Irritada, ela diz:

— Você acha que tive tempo para ficar preocupada com bolos feitos do zero como uma dona de casa velha e chata?

— Você nunca poderia ser chata — respondo, porque é verdade e porque eu sei que é o que ela quer ouvir.

— Você poderia cozinhar um pouco menos e viver um pouco mais a vida.

Ela está sendo espinhosa, e ela nunca é espinhosa comigo.

— Juventude é verdadeiramente desperdiçada nos jovens. — Ela franze a testa. — Minhas pernas doem. Você poderia pegar Tylenol PM para mim?

Pulo de pé, ansiosa para cair em suas boas graças novamente.

— Onde você guarda?

— Na gaveta da cozinha, ao lado da pia.

Remexo na gaveta, mas eu não o encontro. Apenas pilhas, talco, uma pilha de guardanapos McDonald, pacotes de açúcar e uma banana preta. Secretamente, jogo a banana no lixo.

— Stormy, não estou vendo o seu Tylenol PM aqui. Há outro lugar onde poderia estar?

— Esqueça. — Ela se levanta, vindo atrás de mim e me empurrando para o lado. — Eu mesma acho.

— Quer que eu sirva um pouco de chá?

Stormy está velha; por isso está agindo dessa maneira. Ela geralmente não é tão áspera. Eu sei que ela não queria dizer isso.

— O chá é para senhoras de idade. Eu quero um coquetel.

— Já está chegando — eu digo.


Notas Finais


Humm será mais uma desculpinha da @ ou realmente a família dela está em problemas? Alguém aí tem algum palpite sobre qual foi o spoiler?


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